Canal Futebol ::::: Página Inicial ::::: Política de Privacidade ::::: Usuários Online:
Campeonato Português - Acadêmica :: Voltar
Campeonato Português - Acadêmica :: Voltar
HISTÓRIA
A Associação Acadêmica de Coimbra (AAC) foi fundada em 3 de novembro de 1887 e é a mais antiga associação de estudantes de Portugal. Ela representa os alunos da Universidade de Coimbra, que são considerados sócios da instituição no momento em que se inscrevem.
O nome oficial do clube de futebol é Associação Acadêmica de Coimbra – Organismo Autônomo de Futebol (AAC – OAF). Ele é o herdeiro da seção de futebol da AAC, que chegou a ser extinta em uma época e até hoje existe de forma amadora. Ainda como AAC, o clube chegou a ser campeão da Taça de Portugal de 1939, a primeira da história. Em 1974, seu departamento de futebol foi desativado.
Em 1984, foi criado o Organismo Autônomo de Futebol (AAC – OAF), que é chamado de Acadêmica e atualmente disputa a primeira divisão portuguesa. A idéia era fazer a equipe voltar a brilhar com o nome da sua universidade, já que outro time tinha tomado sua posição como o maior da cidade de Coimbra. Atualmente, o clube é independente e cada vez mais perde contato com a instituição que lhe deu origem. É a única seção esportiva da universidade que se tornou autônoma e se profissionalizou.
Voltando ao passado, diz-se que desde o fim do século XIX os estudantes de Coimbra já brincavam com uma bola de futebol. A essa iniciativa surgiu a marcação de verdadeiras partidas, transformando o esporte em uma das marcas da Universidade de Coimbra. A equipe ganhou o apelido de “Briosa” devido à vontade com que seus atletas se entregavam em campo.
Quando seu departamento de futebol foi extinto, em 1974, a Acadêmica continuou sendo representada pelo Clube Acadêmico de Coimbra. Esta agremiação não era exatamente a mesma e não tinha ligações com a universidade, mas cumpriu o papel de substituir o futebol da Acadêmica no período em que ele foi desativado.
Depois de alguns rebaixamentos, a Associação Acadêmica de Coimbra decidiu recuperar o controle do futebol, modernizar o clube e profissionalizá-lo. Assim, a partir de 1984, foi criado o clube como ele é hoje, a AAC – OAF. Mas foi nesta nova fase que a equipe colecionou os piores resultados de sua história. Embora só tenha um título de expressão – a Copa de Portugal de 1939 -, a Acadêmica passou a maior parte de sua história no escalão principal do futebol português. Nos anos 90 não foi assim.
Rebaixado em 1989, o time ficou nove temporadas nos escalões inferiores do futebol português até finalmente conseguir o acesso à elite em 1996/1997. Durou apenas duas temporadas na divisão principal, caindo de novo em 1998/1999. Desta vez, o tempo na segunda divisão foi menor: apenas três campeonatos, com uma nova promoção em 2001/2002.
Desde então, a Acadêmica não desceu mais. Apesar disso, a equipe não costuma fazer grandes campanhas no escalão de cima.
GRANDES ÍDOLOS
Gonçalves Isabelinha também fez nome com a camisa da Acadêmica. Estudante da Universidade de Coimbra, ele depois se tornaria conhecido como médico, não como atleta. Apesar disso, participou da campanha vitoriosa da Copa de Portugal de 1938/1939 e é considerado uma das estrelas da história do clube.
Dário Monteiro é um dos principais atacantes da história da Acadêmica. Ele teve duas passagens pelo clube, uma entre 1996 e 2003 e a outra na temporada 2004/2005. Lá, ele ganhou projeção no mundo do futebol e hoje é considerado um dos melhores jogadores da seleção de Moçambique.
Antes disso, o time de Coimbra tinha visto dois grandes jogadores da seleção portuguesa aparecerem para o futebol. Fernando Couto e Sérgio Conceição, que posteriormente se destacariam também em outros países, em especial a Itália.
O primeiro teve uma breve passagem pela agremiação no começo da década de 1990, sem muito destaque. Logo na seqüência, voltou ao Porto e iniciou sua grande fase. Sergio Conceição apareceu um pouco depois, e também não durou pouco na Acadêmica.
Mário Wilson foi jogador e treinador da Acadêmica, deixando seu nome na história do clube. Ele também é de Moçambique, assim como Dário Monteiro. Por sua grande capacidade de liderança, era chamado de “O Velho Capitão” na época em que atuava.
Recentemente, o grande objetivo do clube no Português passou a ser a fuga do rebaixamento. No ano passado, dois brasileiros participaram da campanha que livrou a equipe da segunda divisão.
O volante Roberto Brum (ex-Fluminense e Coritiba) e o atacante Cláudio Pitbull (revelado pelo Grêmio e que teve passagens por Santos e Fluminense), foram grandes artífices da recuperação e também conseguiram um lugar no rol de ídolos do clube.
ARTILHEIROS
O atleta com maior número de gols pela Acadêmica é Artur Jorge. Entre 1965 e 1969, ele atuou 96 vezes com a camisa da equipe e marcou 72 gols, um recorde.
:: Topo da Página ::: Voltar
A Associação Acadêmica de Coimbra (AAC) foi fundada em 3 de novembro de 1887 e é a mais antiga associação de estudantes de Portugal. Ela representa os alunos da Universidade de Coimbra, que são considerados sócios da instituição no momento em que se inscrevem.
O nome oficial do clube de futebol é Associação Acadêmica de Coimbra – Organismo Autônomo de Futebol (AAC – OAF). Ele é o herdeiro da seção de futebol da AAC, que chegou a ser extinta em uma época e até hoje existe de forma amadora. Ainda como AAC, o clube chegou a ser campeão da Taça de Portugal de 1939, a primeira da história. Em 1974, seu departamento de futebol foi desativado.
Em 1984, foi criado o Organismo Autônomo de Futebol (AAC – OAF), que é chamado de Acadêmica e atualmente disputa a primeira divisão portuguesa. A idéia era fazer a equipe voltar a brilhar com o nome da sua universidade, já que outro time tinha tomado sua posição como o maior da cidade de Coimbra. Atualmente, o clube é independente e cada vez mais perde contato com a instituição que lhe deu origem. É a única seção esportiva da universidade que se tornou autônoma e se profissionalizou.
Voltando ao passado, diz-se que desde o fim do século XIX os estudantes de Coimbra já brincavam com uma bola de futebol. A essa iniciativa surgiu a marcação de verdadeiras partidas, transformando o esporte em uma das marcas da Universidade de Coimbra. A equipe ganhou o apelido de “Briosa” devido à vontade com que seus atletas se entregavam em campo.
Quando seu departamento de futebol foi extinto, em 1974, a Acadêmica continuou sendo representada pelo Clube Acadêmico de Coimbra. Esta agremiação não era exatamente a mesma e não tinha ligações com a universidade, mas cumpriu o papel de substituir o futebol da Acadêmica no período em que ele foi desativado.
Depois de alguns rebaixamentos, a Associação Acadêmica de Coimbra decidiu recuperar o controle do futebol, modernizar o clube e profissionalizá-lo. Assim, a partir de 1984, foi criado o clube como ele é hoje, a AAC – OAF. Mas foi nesta nova fase que a equipe colecionou os piores resultados de sua história. Embora só tenha um título de expressão – a Copa de Portugal de 1939 -, a Acadêmica passou a maior parte de sua história no escalão principal do futebol português. Nos anos 90 não foi assim.
Rebaixado em 1989, o time ficou nove temporadas nos escalões inferiores do futebol português até finalmente conseguir o acesso à elite em 1996/1997. Durou apenas duas temporadas na divisão principal, caindo de novo em 1998/1999. Desta vez, o tempo na segunda divisão foi menor: apenas três campeonatos, com uma nova promoção em 2001/2002.
Desde então, a Acadêmica não desceu mais. Apesar disso, a equipe não costuma fazer grandes campanhas no escalão de cima.
GRANDES ÍDOLOS
Gonçalves Isabelinha também fez nome com a camisa da Acadêmica. Estudante da Universidade de Coimbra, ele depois se tornaria conhecido como médico, não como atleta. Apesar disso, participou da campanha vitoriosa da Copa de Portugal de 1938/1939 e é considerado uma das estrelas da história do clube.
Dário Monteiro é um dos principais atacantes da história da Acadêmica. Ele teve duas passagens pelo clube, uma entre 1996 e 2003 e a outra na temporada 2004/2005. Lá, ele ganhou projeção no mundo do futebol e hoje é considerado um dos melhores jogadores da seleção de Moçambique.
Antes disso, o time de Coimbra tinha visto dois grandes jogadores da seleção portuguesa aparecerem para o futebol. Fernando Couto e Sérgio Conceição, que posteriormente se destacariam também em outros países, em especial a Itália.
O primeiro teve uma breve passagem pela agremiação no começo da década de 1990, sem muito destaque. Logo na seqüência, voltou ao Porto e iniciou sua grande fase. Sergio Conceição apareceu um pouco depois, e também não durou pouco na Acadêmica.
Mário Wilson foi jogador e treinador da Acadêmica, deixando seu nome na história do clube. Ele também é de Moçambique, assim como Dário Monteiro. Por sua grande capacidade de liderança, era chamado de “O Velho Capitão” na época em que atuava.
Recentemente, o grande objetivo do clube no Português passou a ser a fuga do rebaixamento. No ano passado, dois brasileiros participaram da campanha que livrou a equipe da segunda divisão.
O volante Roberto Brum (ex-Fluminense e Coritiba) e o atacante Cláudio Pitbull (revelado pelo Grêmio e que teve passagens por Santos e Fluminense), foram grandes artífices da recuperação e também conseguiram um lugar no rol de ídolos do clube.
ARTILHEIROS
O atleta com maior número de gols pela Acadêmica é Artur Jorge. Entre 1965 e 1969, ele atuou 96 vezes com a camisa da equipe e marcou 72 gols, um recorde.
:: Topo da Página ::: Voltar