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Copa da UEFA - Aris :: Voltar
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HISTÓRIA
O PAE Aris Thessalonikis (Aris Salonica Futebol Clube) foi fundado em 1914 e seu nome vem de um dos principais traços da história grega: a mitologia. Como a cidade da qual o clube pertence – Salonica – já tinha uma equipe, o Iraklis (Hércules, na mitologia), o próximo time a ser criado tinha que rivalizar com o já existente.
Segundo a lenda do país, Hércules era um bravo e forte guerreiro, sendo considerado semideus. Por conta dessa rivalidade, o nome escolhido pelos fundadores do novo time foi Aris, que em grego significa Marte, o Deus da Guerra e mais poderoso que Hércules.
Os primeiros anos de vida do novo clube foram meteóricos. Depois da vitória por 1 a 0 no primeiro jogo oficial contra o rival Iraklis, o Aris ganhou reputação na cidade, ficou conhecido no país e, em 1926, já era o segundo melhor time da Grécia, conquistando mais respeito de seus torcedores.
Os fãs do time eram de classes elevadas da sociedade, sendo principalmente formados por estudantes, cientistas, doutores e pessoas ligadas à arte e cultura, passando a ser considerado um time de aristocratas.
O primeiro título do Aris veio na temporada 1927/28, com a conquista do Campeonato Grego. No mesmo ano o clube entrou novamente para a história. Foi o primeiro time grego a vencer um jogo internacional, batendo o Levski Sofia.
O segundo caneco veio quatro anos mais tarde, em 1931/32. Os kitrinomavroi (amarelos e pretos) entraram de vez para a história do futebol do país e o número de torcedores não parava de aumentar.
Com o término da Segunda Guerra Mundial, os gregos do Aris voltaram a conquistar o campeonato nacional em 1946/1947, vencendo pela terceira vez. O clube só voltou a ganhar títulos 24 anos depois, em 1970 quando, conquistou a Copa da Grécia, derrotando o PAOK, por 1 a 0.
A melhor campanha da equipe em competições internacionais foi na temporada 1979/80, quando o time chegou à terceira fase da Copa da Uefa, após vencer o Benfica-POR e o Perugia-ITA, mas acabou eliminado pelo Saint Etienne, da França.
Nos últimos anos, o clube não conseguiu repetir os bons resultados de outras épocas e, devido à má administração, acabou rebaixado para a segunda divisão grega por duas vezes, regressando no ano seguinte, nas duas ocasiões. Entretanto, atualmente o time se estabilizou novamente e em diversas anos se classificou para a disputa da Copa da Uefa.
GRANDES ÍDOLOS
O Aris Salonica não é um dos maiores clubes da Grécia. Pelo contrário, venceu o Campeonato Grego apenas três vezes e a Copa da Grécia em mais uma oportunidade. Seu grande momento foi entre as décadas de 1920 e 1940, quando conseguiu todos os seus troféus nacionais.
Naquele momento, a torcida viu nascer um de seus grandes ídolos. Kleanthis Vikelidis foi o terceiro irmão da família a vestir a camisa do Aris. Em campo, foi o principal artífice das conquistas de 1932 e 1946, quando ganhou notoriedade pelo elevado número de gols marcados.
O sucesso no Aris lhe rendeu convocações para a seleção grega. Ao todo, foram sete, que resultaram em quatro gols. Pelo sucesso como atleta do clube, ganhou o reconhecimento da diretoria, que batizou o estádio da Tessalônia, onde o Aris manda seus jogos, de Kleanthis Viekilidis Stadium. Pela força ao longo de sua carreira, ficou conhecido como “tanque macedônio”, em referência à região em que o atleta nasceu.
Depois da saída do craque, a agremiação nunca mais seria a mesma. Para começar, a equipe ficaria 24 anos em jejum de títulos. Voltaria a subir no lugar mais alto do pódio apenas em 1970, quando venceu a Copa da Grécia.
Naquele momento, o grande craque da agremiação foi Alexandros Alexiades. Ele defendeu o Aris de 1963 a 1975 e se notabilizou pelo número de gols marcados com a camisa do clube. O atacante marcou 127 gols em 301 jogos, desempenho que lhe rendeu apenas duas convocações para a Grécia.
Sua saída, em 1975, foi um tanto quanto traumática. Ele acertou com o Panathinaikos em busca de uma estrutura que pudesse lhe garantir títulos. O Aris não ficou muito tempo esperando e logo trouxe um substituto à altura.
Dinos Kouis chegou logo em seguida e disputou 473 partidas, com 142 gols. Na temporada de 1980/81 ele foi o jogador a mais anotar gols no Campeonato Grego, com 21, algo raro para um meia. Nos 16 anos em que atou pelo clube grego, Kouis nunca conquistou nenhum título, mas é até hoje um dos maiores ídolos da torcida grega.
Kouis foi um dos poucos destaques históricos do Aris que conseguiu seu espaço na seleção nacional. Participou de jogos com o time principal em 33 oportunidades, marcando sete gols.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Aris foi o meio-campista Dinos Kouis, que atuou no time de 1975 a 1991, disputando 473 partidas e marcando 142 gols. Na temporada de 1980/81, ele foi o jogador que mais anotou gols no Campeonato Grego, com 21, algo raro para um meia. Nos 16 anos em que atou pelo clube grego Kouis nunca conquistou nenhum título.
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O PAE Aris Thessalonikis (Aris Salonica Futebol Clube) foi fundado em 1914 e seu nome vem de um dos principais traços da história grega: a mitologia. Como a cidade da qual o clube pertence – Salonica – já tinha uma equipe, o Iraklis (Hércules, na mitologia), o próximo time a ser criado tinha que rivalizar com o já existente.
Segundo a lenda do país, Hércules era um bravo e forte guerreiro, sendo considerado semideus. Por conta dessa rivalidade, o nome escolhido pelos fundadores do novo time foi Aris, que em grego significa Marte, o Deus da Guerra e mais poderoso que Hércules.
Os primeiros anos de vida do novo clube foram meteóricos. Depois da vitória por 1 a 0 no primeiro jogo oficial contra o rival Iraklis, o Aris ganhou reputação na cidade, ficou conhecido no país e, em 1926, já era o segundo melhor time da Grécia, conquistando mais respeito de seus torcedores.
Os fãs do time eram de classes elevadas da sociedade, sendo principalmente formados por estudantes, cientistas, doutores e pessoas ligadas à arte e cultura, passando a ser considerado um time de aristocratas.
O primeiro título do Aris veio na temporada 1927/28, com a conquista do Campeonato Grego. No mesmo ano o clube entrou novamente para a história. Foi o primeiro time grego a vencer um jogo internacional, batendo o Levski Sofia.
O segundo caneco veio quatro anos mais tarde, em 1931/32. Os kitrinomavroi (amarelos e pretos) entraram de vez para a história do futebol do país e o número de torcedores não parava de aumentar.
Com o término da Segunda Guerra Mundial, os gregos do Aris voltaram a conquistar o campeonato nacional em 1946/1947, vencendo pela terceira vez. O clube só voltou a ganhar títulos 24 anos depois, em 1970 quando, conquistou a Copa da Grécia, derrotando o PAOK, por 1 a 0.
A melhor campanha da equipe em competições internacionais foi na temporada 1979/80, quando o time chegou à terceira fase da Copa da Uefa, após vencer o Benfica-POR e o Perugia-ITA, mas acabou eliminado pelo Saint Etienne, da França.
Nos últimos anos, o clube não conseguiu repetir os bons resultados de outras épocas e, devido à má administração, acabou rebaixado para a segunda divisão grega por duas vezes, regressando no ano seguinte, nas duas ocasiões. Entretanto, atualmente o time se estabilizou novamente e em diversas anos se classificou para a disputa da Copa da Uefa.
GRANDES ÍDOLOS
O Aris Salonica não é um dos maiores clubes da Grécia. Pelo contrário, venceu o Campeonato Grego apenas três vezes e a Copa da Grécia em mais uma oportunidade. Seu grande momento foi entre as décadas de 1920 e 1940, quando conseguiu todos os seus troféus nacionais.
Naquele momento, a torcida viu nascer um de seus grandes ídolos. Kleanthis Vikelidis foi o terceiro irmão da família a vestir a camisa do Aris. Em campo, foi o principal artífice das conquistas de 1932 e 1946, quando ganhou notoriedade pelo elevado número de gols marcados.
O sucesso no Aris lhe rendeu convocações para a seleção grega. Ao todo, foram sete, que resultaram em quatro gols. Pelo sucesso como atleta do clube, ganhou o reconhecimento da diretoria, que batizou o estádio da Tessalônia, onde o Aris manda seus jogos, de Kleanthis Viekilidis Stadium. Pela força ao longo de sua carreira, ficou conhecido como “tanque macedônio”, em referência à região em que o atleta nasceu.
Depois da saída do craque, a agremiação nunca mais seria a mesma. Para começar, a equipe ficaria 24 anos em jejum de títulos. Voltaria a subir no lugar mais alto do pódio apenas em 1970, quando venceu a Copa da Grécia.
Naquele momento, o grande craque da agremiação foi Alexandros Alexiades. Ele defendeu o Aris de 1963 a 1975 e se notabilizou pelo número de gols marcados com a camisa do clube. O atacante marcou 127 gols em 301 jogos, desempenho que lhe rendeu apenas duas convocações para a Grécia.
Sua saída, em 1975, foi um tanto quanto traumática. Ele acertou com o Panathinaikos em busca de uma estrutura que pudesse lhe garantir títulos. O Aris não ficou muito tempo esperando e logo trouxe um substituto à altura.
Dinos Kouis chegou logo em seguida e disputou 473 partidas, com 142 gols. Na temporada de 1980/81 ele foi o jogador a mais anotar gols no Campeonato Grego, com 21, algo raro para um meia. Nos 16 anos em que atou pelo clube grego, Kouis nunca conquistou nenhum título, mas é até hoje um dos maiores ídolos da torcida grega.
Kouis foi um dos poucos destaques históricos do Aris que conseguiu seu espaço na seleção nacional. Participou de jogos com o time principal em 33 oportunidades, marcando sete gols.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Aris foi o meio-campista Dinos Kouis, que atuou no time de 1975 a 1991, disputando 473 partidas e marcando 142 gols. Na temporada de 1980/81, ele foi o jogador que mais anotou gols no Campeonato Grego, com 21, algo raro para um meia. Nos 16 anos em que atou pelo clube grego Kouis nunca conquistou nenhum título.
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