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Campeonato Inglês - Arsenal :: Voltar
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HISTÓRIA
O Arsenal Football Club foi criado no ano de 1886, por operários de uma obra relativa ao relógio real, em Woolwich, sendo chamado na época Dial Square. Essa denominação durou pouquíssimo tempo, vindo o clube a se chamar Royal Arsenal.
Após cinco anos, os fundadores tornaram-se profissionais e mudaram o nome para Woolwich Arsenal. Em 1893, ingressaram na Liga de Futebol da Segunda Divisão, subindo à Primeira Divisão em 1904.
Apesar disso, o clube ficava numa região não muito acessível da cidade e as partidas não contavam com um grande público, o que prejudicou o bom desenvolvimento da agremiação. Em 1910, a agremiação teve a primeira crise financeira grave, quebrando efetivamente.
Depois, assumiu um novo presidente, Henry Norris, que deu fôlego à organização. O time subiu em 1913 à segunda divisão e mudou-se para o Arsenal Stadium, em Highbury. Logo veio a terceira mudança de nome, para Arsenal apenas.
Em 1925, o Arsenal contratou um novo técnico: Herbert Chapman, que tinha vencido a Liga duas vezes consecutivas com o Huddersfield Town. Com avançadas táticas e treinamentos, o clube teve uma melhora considerável no seu desempenho, passando a dominar o período dos anos 1930, com nomes famosos como Cliff Bastin e Alex James.
Vieram então os primeiros títulos: a FA Cup, em 1930, e a Liga em 1931 e 1933. Após essas conquistas, o técnico Chapman morreu de pneumonia, mas a sua semente já havia sido plantada. Nos anos seguintes os gunners venceram mais três títulos nacionais, em 1934, 1935 e 1938, e uma FA Cup em 1936. Depois, o clube sofreu com a pausa para a Segunda Guerra Mundial.
No final da década de 1940, com o novo técnico Tom Whittaker, veio o segundo grande período de sucesso, vencendo a Liga em 1948 e 1953, e a Copa em 1950. Depois, o clube teve nova crise financeira, e não pôde atrair jogadores de renome, vivendo uma fase sem títulos.
Em 1971, o clube pôs fim ao seu calvário, vencendo mais uma Liga e uma Copa na mesma temporada. Depois, iniciou uma fase de vices e terceiras colocações tanto na Liga como na Copa. A única conquista foi a Copa de 1979, quando venceu o Manchester United por 3 a 2 no último minuto, elevando a rivalidade dos clubes.
Nos anos 1980, o ex-jogador do clube George Graham voltou como técnico e trouxe a terceira grande fase do Arsenal: venceu a Copa da Liga em 1987, depois a Liga em 1989 e em 1991, com um gol no último minuto sobre o Liverpool, e nova dobradinha de títulos em 1993.
No entanto, em 1994, descobriu-se que Graham recebia pelas negociações de jogadores e a imagem do treinador foi completamente arranhada, o que o fez deixar o clube. Em seu lugar entrou Bruce Rioch, que não teve muito sucesso, deixando logo o comando do time.
Em 1996 desembarcou no comando técnico da equipe o francês Arsene Wenger, que trouxe um novo estilo ao Arsenal. Wenger foi buscar fora do país novos reforços, tornando o clube mais internacional – uma crítica ouvida nos últimos anos.
O francês passou a colecionar títulos, tendo como grande feito a Liga em 2004, com o histórico “unbeaten 49”, time que venceu o campeonato sem perder uma partida sequer.
Em 2006, chegou à final da Liga dos Campeões, quando perdeu de virada para o Barcelona. Após essa temporada, o clube mudou-se para o novo estádio, Emirates, do novo patrocinador, deixando o Highbury após 93 anos.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo do Arsenal foi o goleiro Fred Beardsley, que chegou ao clube no ano de sua formação, quando tinha 30 anos, e jogou sua primeira partida em 11 de dezembro de 1886. Atuou ao todo em 69 partidas durante cinco anos.
Na mesma época, chegou o lateral escocês David Danskin, primeiro grande nome estrangeiro. Em 1891 o clube mudou o seu nome, e passou a contar com um número ainda maior de atletas de fora do país. O primeiro grande artilheiro dos Gunners foi Tim Coleman, que disputou 196 partidas e marcou 84 gols.
Com grande longevidade, o escocês Gavin Crawford, meia-atacante que jogou 122 partidas e marcou 14 gols em sete anos, também gravou seu nome na história da equipe. Em seguida, veio outro escocês – John Dick, meio-campo que jogou durante 14 anos, de 1898 a 1912, disputando 284 partidas e marcando 13 gols.
O primeiro artilheiro com mais de 100 gols foi o inglês Jimmy Brian, que balançou as redes 139 vezes em 232 partidas. Outros dois ingleses também ultrapassaram os 100 gols: Joe Hulme, com 125, e Jack Lambert, com 109.
Entre os anos 1930 e 1950, dois jogadores ficaram no clube por 18 anos: Cliff Bastin, ponta-esquerda que jogou 396 partidas entre 1929 e 1947, marcando 178 gols, e o lateral George Male, que entre 1930 e 1948 fez 318 jogos, sem marcar nenhum gol. Vale citar ainda o goleiro George Swindin, que em 17 anos disputou 297 jogos.
O Arsenal teve o primeiro jogador irlandês no ano de 1954. Foi o meia-atacante Joe Haverty, que jogou 122 partidas e marcou 26 vezes. E o primeiro destaque da Irlanda do Norte foi o lateral-esquerdo Billy McCullough, que entre 1958 e 1966 disputou 268 partidas, anotando cinco gols.
O primeiro jogador a ultrapassar a marca de 500 partidas foi o ponta inglês George Armstrong, que fez 621 partidas entre 1962 e 1977. O segundo foi o ala Peter Storey, 501 partidas realizadas de 1965 a 1977.
No entanto, o atleta detentor do recorde de partidas disputadas pelo clube foi o zagueiro David O’Leary, irlandês que entre 1975 e 1993 participou de 722 partidas. O segundo em quantidade foi outro zagueiro, mas dessa vez inglês: Tony Adams, com 668 partidas e 48 gols em 19 anos de clube.
Com a nova fase do time, comandado pelo técnico Arsene Wenger desde 1996, o clube se encheu de estrangeiros. O mais notável, que inclusive chegou antes do treinador, foi o craque holandês Dennis Bergkamp, que entre 1995 e 2006 realizou 423 partidas e marcou 121 gols.
Outro contemporâneo dele foi o volante francês Patrick Vieira, que chegou em 1996 e ficou até 2005, realizando 407 jogos. O ídolo seguinte foi Fredrik Ljungberg, que desembarcou em Londres em 1998 e ficou até 2007, disputando 328 partidas.
Em 1999, foi contratado o até então desconhecido atacante francês Thierry Henry, hoje o maior artilheiro do clube com 226 gols em 369 jogos, que saiu em julho de 2007. Outro francês, Robert Pires, ficou no clube de 2000 a 2006, realizando 284 partidas e marcando 84 gols.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Arsenal é o francês Thierry Henry. Contratado da Juventus- ITA em 1999, o jogador chegou desacreditado e sem prestígio na equipe inglesa. Mas, pelas mãos do técnico Arsène Wenger, se tornou um dos maiores ídolos do clube e um dos melhores atacantes do planeta.
Durante os oito anos em que defendeu os Gunners – de 1999 a 2007 – ele marcou 226 gols em 369 jogos e foi campeão de dois Campeonatos Ingleses (2001/02 e 2003/04) e três Copas da Inglaterra (2002, 2003 e 2005). Neste período foi goleador máximo do Campeonato Inglês em quatro oportunidades, 2001/02, 2003/04, 2004/05 e 2005/06, sendo neste último ano também o maior da Europa.
Nos anos de 2003 e 2004 ele foi eleito o segundo melhor jogador do mundo pela FIFA, perdendo para o também francês Zinedine Zidane e para o brasileiro Ronaldinho Gaúcho, respectivamente.
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O Arsenal Football Club foi criado no ano de 1886, por operários de uma obra relativa ao relógio real, em Woolwich, sendo chamado na época Dial Square. Essa denominação durou pouquíssimo tempo, vindo o clube a se chamar Royal Arsenal.
Após cinco anos, os fundadores tornaram-se profissionais e mudaram o nome para Woolwich Arsenal. Em 1893, ingressaram na Liga de Futebol da Segunda Divisão, subindo à Primeira Divisão em 1904.
Apesar disso, o clube ficava numa região não muito acessível da cidade e as partidas não contavam com um grande público, o que prejudicou o bom desenvolvimento da agremiação. Em 1910, a agremiação teve a primeira crise financeira grave, quebrando efetivamente.
Depois, assumiu um novo presidente, Henry Norris, que deu fôlego à organização. O time subiu em 1913 à segunda divisão e mudou-se para o Arsenal Stadium, em Highbury. Logo veio a terceira mudança de nome, para Arsenal apenas.
Em 1925, o Arsenal contratou um novo técnico: Herbert Chapman, que tinha vencido a Liga duas vezes consecutivas com o Huddersfield Town. Com avançadas táticas e treinamentos, o clube teve uma melhora considerável no seu desempenho, passando a dominar o período dos anos 1930, com nomes famosos como Cliff Bastin e Alex James.
Vieram então os primeiros títulos: a FA Cup, em 1930, e a Liga em 1931 e 1933. Após essas conquistas, o técnico Chapman morreu de pneumonia, mas a sua semente já havia sido plantada. Nos anos seguintes os gunners venceram mais três títulos nacionais, em 1934, 1935 e 1938, e uma FA Cup em 1936. Depois, o clube sofreu com a pausa para a Segunda Guerra Mundial.
No final da década de 1940, com o novo técnico Tom Whittaker, veio o segundo grande período de sucesso, vencendo a Liga em 1948 e 1953, e a Copa em 1950. Depois, o clube teve nova crise financeira, e não pôde atrair jogadores de renome, vivendo uma fase sem títulos.
Em 1971, o clube pôs fim ao seu calvário, vencendo mais uma Liga e uma Copa na mesma temporada. Depois, iniciou uma fase de vices e terceiras colocações tanto na Liga como na Copa. A única conquista foi a Copa de 1979, quando venceu o Manchester United por 3 a 2 no último minuto, elevando a rivalidade dos clubes.
Nos anos 1980, o ex-jogador do clube George Graham voltou como técnico e trouxe a terceira grande fase do Arsenal: venceu a Copa da Liga em 1987, depois a Liga em 1989 e em 1991, com um gol no último minuto sobre o Liverpool, e nova dobradinha de títulos em 1993.
No entanto, em 1994, descobriu-se que Graham recebia pelas negociações de jogadores e a imagem do treinador foi completamente arranhada, o que o fez deixar o clube. Em seu lugar entrou Bruce Rioch, que não teve muito sucesso, deixando logo o comando do time.
Em 1996 desembarcou no comando técnico da equipe o francês Arsene Wenger, que trouxe um novo estilo ao Arsenal. Wenger foi buscar fora do país novos reforços, tornando o clube mais internacional – uma crítica ouvida nos últimos anos.
O francês passou a colecionar títulos, tendo como grande feito a Liga em 2004, com o histórico “unbeaten 49”, time que venceu o campeonato sem perder uma partida sequer.
Em 2006, chegou à final da Liga dos Campeões, quando perdeu de virada para o Barcelona. Após essa temporada, o clube mudou-se para o novo estádio, Emirates, do novo patrocinador, deixando o Highbury após 93 anos.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo do Arsenal foi o goleiro Fred Beardsley, que chegou ao clube no ano de sua formação, quando tinha 30 anos, e jogou sua primeira partida em 11 de dezembro de 1886. Atuou ao todo em 69 partidas durante cinco anos.
Na mesma época, chegou o lateral escocês David Danskin, primeiro grande nome estrangeiro. Em 1891 o clube mudou o seu nome, e passou a contar com um número ainda maior de atletas de fora do país. O primeiro grande artilheiro dos Gunners foi Tim Coleman, que disputou 196 partidas e marcou 84 gols.
Com grande longevidade, o escocês Gavin Crawford, meia-atacante que jogou 122 partidas e marcou 14 gols em sete anos, também gravou seu nome na história da equipe. Em seguida, veio outro escocês – John Dick, meio-campo que jogou durante 14 anos, de 1898 a 1912, disputando 284 partidas e marcando 13 gols.
O primeiro artilheiro com mais de 100 gols foi o inglês Jimmy Brian, que balançou as redes 139 vezes em 232 partidas. Outros dois ingleses também ultrapassaram os 100 gols: Joe Hulme, com 125, e Jack Lambert, com 109.
Entre os anos 1930 e 1950, dois jogadores ficaram no clube por 18 anos: Cliff Bastin, ponta-esquerda que jogou 396 partidas entre 1929 e 1947, marcando 178 gols, e o lateral George Male, que entre 1930 e 1948 fez 318 jogos, sem marcar nenhum gol. Vale citar ainda o goleiro George Swindin, que em 17 anos disputou 297 jogos.
O Arsenal teve o primeiro jogador irlandês no ano de 1954. Foi o meia-atacante Joe Haverty, que jogou 122 partidas e marcou 26 vezes. E o primeiro destaque da Irlanda do Norte foi o lateral-esquerdo Billy McCullough, que entre 1958 e 1966 disputou 268 partidas, anotando cinco gols.
O primeiro jogador a ultrapassar a marca de 500 partidas foi o ponta inglês George Armstrong, que fez 621 partidas entre 1962 e 1977. O segundo foi o ala Peter Storey, 501 partidas realizadas de 1965 a 1977.
No entanto, o atleta detentor do recorde de partidas disputadas pelo clube foi o zagueiro David O’Leary, irlandês que entre 1975 e 1993 participou de 722 partidas. O segundo em quantidade foi outro zagueiro, mas dessa vez inglês: Tony Adams, com 668 partidas e 48 gols em 19 anos de clube.
Com a nova fase do time, comandado pelo técnico Arsene Wenger desde 1996, o clube se encheu de estrangeiros. O mais notável, que inclusive chegou antes do treinador, foi o craque holandês Dennis Bergkamp, que entre 1995 e 2006 realizou 423 partidas e marcou 121 gols.
Outro contemporâneo dele foi o volante francês Patrick Vieira, que chegou em 1996 e ficou até 2005, realizando 407 jogos. O ídolo seguinte foi Fredrik Ljungberg, que desembarcou em Londres em 1998 e ficou até 2007, disputando 328 partidas.
Em 1999, foi contratado o até então desconhecido atacante francês Thierry Henry, hoje o maior artilheiro do clube com 226 gols em 369 jogos, que saiu em julho de 2007. Outro francês, Robert Pires, ficou no clube de 2000 a 2006, realizando 284 partidas e marcando 84 gols.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Arsenal é o francês Thierry Henry. Contratado da Juventus- ITA em 1999, o jogador chegou desacreditado e sem prestígio na equipe inglesa. Mas, pelas mãos do técnico Arsène Wenger, se tornou um dos maiores ídolos do clube e um dos melhores atacantes do planeta.
Durante os oito anos em que defendeu os Gunners – de 1999 a 2007 – ele marcou 226 gols em 369 jogos e foi campeão de dois Campeonatos Ingleses (2001/02 e 2003/04) e três Copas da Inglaterra (2002, 2003 e 2005). Neste período foi goleador máximo do Campeonato Inglês em quatro oportunidades, 2001/02, 2003/04, 2004/05 e 2005/06, sendo neste último ano também o maior da Europa.
Nos anos de 2003 e 2004 ele foi eleito o segundo melhor jogador do mundo pela FIFA, perdendo para o também francês Zinedine Zidane e para o brasileiro Ronaldinho Gaúcho, respectivamente.
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