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Libertadores da América - Atlético Nacional :: Voltar
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HISTÓRIA
Criado em 1951, o Atlético Nacional (em espanhol) é um dos clubes mais populares da Colômbia. Grandes jogadores já vestiram a camisa do time, muito tradicional na América do Sul. O Nacional estreou no Campeonato Colombiano apenas em 1954. O torneio ainda estava em sua sétima edição. E nada melhor do que começar sendo campeão do país. Com uma vitória por 1 a 0 sobre o Independiente Medellín, o clube começava sua gloriosa história.
Depois de um jejum de 19 anos, o Nacional voltaria a vencer o Campeonato Colombiano. Sob o comando do técnico César Lopez Fretes, o time jogou futebol vistoso, que a torcida recorda com carinho até hoje.
O tricampeonato veio em 1976, quando a equipe bateu o Caldas por 2 a 0, com gols de Jorge Ortiz e Emilio Vilarete. O time voltaria a vencer o campeonato em 1981, vencendo o América de Cali por 1 a 0. Definitivamente, o Nacional se estabelecia como um grande clube do futebol colombiano.
Em 1989 veio a maior glória da história do Nacional. Foi a primeira vez que o clube venceu uma competição internacional. E não foi qualquer torneio. A equipe conquistou o título da Taça Libertadores da América. Em seu estádio, Atnasio Girardot, venceu o Olímpia na decisão para sagrar-se campeão das Américas.
No elenco campeão estava o folclórico goleiro Higuita. Com uma atuação que o fez ser chamado de “extraterrestre” pela torcida, o arqueiro foi o grande herói da conquista da Libertadores. A torcida nunca esteve tão orgulhosa de seu time, que finalmente havia conquistado o título máximo do continente.
Os anos 1990 foram, sem dúvida, os mais vitoriosos da história do Nacional. Logo no primeiro ano, o time venceu sua primeira Copa Interamericana. Esse torneio era disputado entre o campeão da Libertadores e o campeão da Concacaf (em inglês). Na ocasião, o Nacional derrotou o Pumas do México.
Em 1991, a agremiação sairia de uma fila de dez anos sem vencer o Campeonato Colombiano. Além do título, outra alegria que a torcida teve foi ver a formação de um ataque que faria história no time. A dupla responsável pelos gols do Nacional era formada pelos conhecidos Faustino Asprilla e Victor Aristizábal.
Até hoje, esses jogadores são lembrados como a melhor dupla de ataque da história do clube. O título veio em cima do América de Cali mais uma vez. O resultado foi de 2 a 1 para o Nacional. A torcida comemorou o pentacampeonato nas ruas por quase 24 horas.
Em 1994, o clube conquistou mais um título do torneio, agora com a volta do goleiro Higuita, que havia passado um ano na cadeia e se recuperava do trauma da morte do amigo Andrés Escobar.
Em 1998, o Nacional conquistou mais um título internacional. Dessa vez foi a Copa Merconorte. O time foi convidado para participar do torneio e, na final, venceu o Nacional Medellín em dois jogos.
Em mais uma decisão contra o rival América de Cali, o Nacional voltaria a vencer o Campeonato Colombiano em 1999. Era o sétimo título nacional do clube.
Mais uma Merconorte para o clube, abrindo o novo milênio com um título internacional em cima do rival Millonarios. Em uma demonstração de força, o time garantiu o título da competição, conquistando o bicampeonato do torneio.
Apesar de ter começado bem a década, o Nacional viveu uma crise que durou quase cinco anos. Durante esse período, o time não conseguiu se sair bem em nenhuma das competições que dispuou. Superada a crise, o Nacional conquistaria seu oitavo título colombiano em 2005. Mauricio Serna e Aristizábal foram os grandes desataques da campanha vitoriosa do ano. Cheio de desfalques na final contra o Santa Fé, o Nacional sagrou-se campeão mais vez vencendo a partida por 2 a 0. Era o alívio esperado para o clube que acabara de atravessar uma crise.
Dois anos depois, o nono título. O campeonato passou a ter dois campeões por ano. Um a cada semestre. O Nacional ficou com o título da primeira metade do ano. Com belas atuações do agora veterano, Aristizábal, o time venceu as duas partidas que realizou contra o Atlético Hulia.
O time conseguiu conquistar os dois títulos do país disputados em 2007. Com os títulos, o clube ganhou o direito de participar da Libertadores 2008 e tentar o bicampeonato da competição mais desejada da América.
GRANDES ÍDOLOS
Aristizábal é o grande ídolo da torcida do Nacional. Ele iniciou sua carreira no próprio clube, em 1990. Permaneceu até 1996 e conquistou três campeonatos colombianos defendendo as cores do time. Ele é o maior artilheiro da história do Nacional com 214 gols marcados.
O atacante é muito conhecido no Brasil. Ele já atuou no São Paulo, no Santos, no Vitória-Ba, no Cruzeiro e no Coritiba. Aristizábal retornou ao clube e ajudou na conquista do título nacional de 2007.
Outro jogador que não sai da memória dos torcedores do Nacional é o goleiro Higuita. O arqueiro foi decisivo em alguns torneios disputados pelo clube. Higuita brilhou em decisões de títulos colombianos e na grande final da Libertadores de 1989, na qual o time sagrou-se campeão. O goleiro também se destacou na linha, marcando fez 41 gols em sua carreira. Ele é muito lembrado por seu jeito irreverente de atuar e pela famosa “defesa do escorpião” no amistoso contra a Inglaterra em Wembley, quando deu um salto e defendeu com os pés um chute dos ingleses.
Faustino Asprilla também marcou época no clube e no coração da torcida. Ele jogou de 1990 a 1992 e é considerado até hoje um dos maiores centroavantes da história do Nacional. Asprilla dispitou duas Copas do Mundo pela Colômbia, em 1994 e 1998. No Brasil, atuou por Palmeiras e Fluminense.
O eterno capitão do Nacional, Andrés Escobar, é sem dúvida um dos maiores ídolos da história do clube. Liderava a equipe em campo e era chamado de “cavalheiro do futebol” devido ao seu toque de bola refinado. Escobar fazia parte do time que conquistou o maior título do Nacional: a Libertadores de 1989.
No entanto, o jogador é lembrado mundialmente após marcar um gol contra jogando pela seleção colombiana na Copa do Mundo de 1994. Após esse episódio, Andrés Escobar foi morto a tiros em uma boate na Colômbia, após o Mundial. Até hoje, o atleta é homenageado em alguns estádios do país pela torcida do Nacional.
ARTILHEIROS
O atacante Aristizábal, que por anos defendeu a seleção colombiana, é o maior goleador da história do Nacional, com 214 gols. Ele iniciou sua carreira no próprio clube, em 1990, onde permaneceu até 1996. O centroavante ajudou a agremiação na conquista de três campeonatos colombianos.
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Criado em 1951, o Atlético Nacional (em espanhol) é um dos clubes mais populares da Colômbia. Grandes jogadores já vestiram a camisa do time, muito tradicional na América do Sul. O Nacional estreou no Campeonato Colombiano apenas em 1954. O torneio ainda estava em sua sétima edição. E nada melhor do que começar sendo campeão do país. Com uma vitória por 1 a 0 sobre o Independiente Medellín, o clube começava sua gloriosa história.
Depois de um jejum de 19 anos, o Nacional voltaria a vencer o Campeonato Colombiano. Sob o comando do técnico César Lopez Fretes, o time jogou futebol vistoso, que a torcida recorda com carinho até hoje.
O tricampeonato veio em 1976, quando a equipe bateu o Caldas por 2 a 0, com gols de Jorge Ortiz e Emilio Vilarete. O time voltaria a vencer o campeonato em 1981, vencendo o América de Cali por 1 a 0. Definitivamente, o Nacional se estabelecia como um grande clube do futebol colombiano.
Em 1989 veio a maior glória da história do Nacional. Foi a primeira vez que o clube venceu uma competição internacional. E não foi qualquer torneio. A equipe conquistou o título da Taça Libertadores da América. Em seu estádio, Atnasio Girardot, venceu o Olímpia na decisão para sagrar-se campeão das Américas.
No elenco campeão estava o folclórico goleiro Higuita. Com uma atuação que o fez ser chamado de “extraterrestre” pela torcida, o arqueiro foi o grande herói da conquista da Libertadores. A torcida nunca esteve tão orgulhosa de seu time, que finalmente havia conquistado o título máximo do continente.
Os anos 1990 foram, sem dúvida, os mais vitoriosos da história do Nacional. Logo no primeiro ano, o time venceu sua primeira Copa Interamericana. Esse torneio era disputado entre o campeão da Libertadores e o campeão da Concacaf (em inglês). Na ocasião, o Nacional derrotou o Pumas do México.
Em 1991, a agremiação sairia de uma fila de dez anos sem vencer o Campeonato Colombiano. Além do título, outra alegria que a torcida teve foi ver a formação de um ataque que faria história no time. A dupla responsável pelos gols do Nacional era formada pelos conhecidos Faustino Asprilla e Victor Aristizábal.
Até hoje, esses jogadores são lembrados como a melhor dupla de ataque da história do clube. O título veio em cima do América de Cali mais uma vez. O resultado foi de 2 a 1 para o Nacional. A torcida comemorou o pentacampeonato nas ruas por quase 24 horas.
Em 1994, o clube conquistou mais um título do torneio, agora com a volta do goleiro Higuita, que havia passado um ano na cadeia e se recuperava do trauma da morte do amigo Andrés Escobar.
Em 1998, o Nacional conquistou mais um título internacional. Dessa vez foi a Copa Merconorte. O time foi convidado para participar do torneio e, na final, venceu o Nacional Medellín em dois jogos.
Em mais uma decisão contra o rival América de Cali, o Nacional voltaria a vencer o Campeonato Colombiano em 1999. Era o sétimo título nacional do clube.
Mais uma Merconorte para o clube, abrindo o novo milênio com um título internacional em cima do rival Millonarios. Em uma demonstração de força, o time garantiu o título da competição, conquistando o bicampeonato do torneio.
Apesar de ter começado bem a década, o Nacional viveu uma crise que durou quase cinco anos. Durante esse período, o time não conseguiu se sair bem em nenhuma das competições que dispuou. Superada a crise, o Nacional conquistaria seu oitavo título colombiano em 2005. Mauricio Serna e Aristizábal foram os grandes desataques da campanha vitoriosa do ano. Cheio de desfalques na final contra o Santa Fé, o Nacional sagrou-se campeão mais vez vencendo a partida por 2 a 0. Era o alívio esperado para o clube que acabara de atravessar uma crise.
Dois anos depois, o nono título. O campeonato passou a ter dois campeões por ano. Um a cada semestre. O Nacional ficou com o título da primeira metade do ano. Com belas atuações do agora veterano, Aristizábal, o time venceu as duas partidas que realizou contra o Atlético Hulia.
O time conseguiu conquistar os dois títulos do país disputados em 2007. Com os títulos, o clube ganhou o direito de participar da Libertadores 2008 e tentar o bicampeonato da competição mais desejada da América.
GRANDES ÍDOLOS
Aristizábal é o grande ídolo da torcida do Nacional. Ele iniciou sua carreira no próprio clube, em 1990. Permaneceu até 1996 e conquistou três campeonatos colombianos defendendo as cores do time. Ele é o maior artilheiro da história do Nacional com 214 gols marcados.
O atacante é muito conhecido no Brasil. Ele já atuou no São Paulo, no Santos, no Vitória-Ba, no Cruzeiro e no Coritiba. Aristizábal retornou ao clube e ajudou na conquista do título nacional de 2007.
Outro jogador que não sai da memória dos torcedores do Nacional é o goleiro Higuita. O arqueiro foi decisivo em alguns torneios disputados pelo clube. Higuita brilhou em decisões de títulos colombianos e na grande final da Libertadores de 1989, na qual o time sagrou-se campeão. O goleiro também se destacou na linha, marcando fez 41 gols em sua carreira. Ele é muito lembrado por seu jeito irreverente de atuar e pela famosa “defesa do escorpião” no amistoso contra a Inglaterra em Wembley, quando deu um salto e defendeu com os pés um chute dos ingleses.
Faustino Asprilla também marcou época no clube e no coração da torcida. Ele jogou de 1990 a 1992 e é considerado até hoje um dos maiores centroavantes da história do Nacional. Asprilla dispitou duas Copas do Mundo pela Colômbia, em 1994 e 1998. No Brasil, atuou por Palmeiras e Fluminense.
O eterno capitão do Nacional, Andrés Escobar, é sem dúvida um dos maiores ídolos da história do clube. Liderava a equipe em campo e era chamado de “cavalheiro do futebol” devido ao seu toque de bola refinado. Escobar fazia parte do time que conquistou o maior título do Nacional: a Libertadores de 1989.
No entanto, o jogador é lembrado mundialmente após marcar um gol contra jogando pela seleção colombiana na Copa do Mundo de 1994. Após esse episódio, Andrés Escobar foi morto a tiros em uma boate na Colômbia, após o Mundial. Até hoje, o atleta é homenageado em alguns estádios do país pela torcida do Nacional.
ARTILHEIROS
O atacante Aristizábal, que por anos defendeu a seleção colombiana, é o maior goleador da história do Nacional, com 214 gols. Ele iniciou sua carreira no próprio clube, em 1990, onde permaneceu até 1996. O centroavante ajudou a agremiação na conquista de três campeonatos colombianos.
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