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Campeonato Baiano - Bahia :: Voltar
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HISTÓRIA
A data oficial de fundação do Bahia é 1º de janeiro de 1931, embora a idéia tenha ganhado forma um pouco antes, em 8 de dezembro de 1930. Foi neste dia que ex-atletas do Clube Bahiano de Tênis Carlos Koch e da Associação Atlética da Bahia, reunidos no Cabaré do Jokey, discutiram pela primeira vez a fundação de uma nova agremiação, já que as suas ex-equipes haviam fechado seus departamentos de futebol, impedindo-os de praticar o esporte que amavam.
Quatro dias depois, em 12 de dezembro, ocorreu uma reunião presidida por Otávio Carvalho, em que foram definidas as cores do clube: o branco, o azul e o vermelho.
Em 1º de janeiro de 1931 aconteceu a fundação oficial e a escolha do distintivo, baseado no escudo do Sport Club Corinthians Paulista. Duas semanas depois, em 16 de janeiro, o estatuto do Tricolor foi publicado no Diário Oficial e o clube passou a existir oficialmente. Em 20 de janeiro o time se filiou à Federação Bahiana de Esportes Terrestres, atual Federação Bahiana de Futebol.
Logo o Bahia começou a provar que o slogan “Nascido para vencer” não era brincadeira. No primeiro campeonato estadual de sua história, em 1931, já conquistou o título. Em sua primeira década de existência, o Tricolor conquistou seis Campeonatos Baianos. Em 1934 a seleção do estado venceu o campeonato brasileiro de seleções estaduais com a base do time formada por atletas do Esporte Clube Bahia.
Por muito tempo, o Bahia continuaria como uma grande força do estado, mas sem grande destaque no cenário nacional, uma vez que não havia nenhuma competição que envolvesse clubes de todo o Brasil. Até que em 1959 a Taça Brasil foi criada. A competição envolvia todos os campeões estaduais do país e já surgiu como a mais importante competição do futebol nacional.
O time do Bahia não era o favorito para a conquista daquele campeonato, principalmente quando chegou à final, quando enfrentou o Santos de Pelé. Mas os jogadores do Tricolor se superaram e conseguiram se sagrar campeões depois de duas vitórias e uma derrota. Com o título, o Tricolor se tornou o primeiro clube brasileiro a jogar a Libertadores da América.
O time continuou com sua supremacia estadual nas décadas seguintes e fazendo boas figurações nos nacionais, embora nunca fosse apontado como favorito. Entretanto, isso não impediu que a equipe de 1988 se tornasse campeã brasileira, depois de derrotar o Internacional na decisão. O Esquadrão de Aço, liderado pelo meia Bobô, não tomou conhecimento do Colorado e conseguiu se sagrar campeão após um triunfo na Fonte Nova e um empate no Sul.
O Bahia continuou sua seqüência de glórias durante toda a década de 90, vencendo cinco campeonatos baianos nesta época, mas o século XXI traria uma época difícil para o Tricolor. Após começar bem o novo milênio e vencer o Baiano de 2001, o Esquadrão de Aço perdeu a força e entrou na pior fase de sua história.
Em 2003, veio o golpe mais duro. Sempre considerado um dos grandes times do Brasil, o Tricolor fez uma campanha pífia no Campeonato Brasileiro e acabou rebaixado à Série B.
Depois de dois anos brigando pelo acesso sem obter êxito, veio um revés ainda mais doloroso. Em um campeonato em que foram rebaixadas seis equipes, o Bahia acabou caindo para a Série C junto com o arqui-rival Vitória, o Anapolina, a União Barbarense, o Criciúma e o Caxias.
Mas a equipe não ficou muito tempo na terceirona. Já no ano seguinte, após uma campanha emocionante e histórica, o Bahia conseguiu o acesso para disputar novamente a Série B em 2008.
GRANDES ÍDOLOS
O Bahia é um dos maiores times do Brasil e, como tal, um grande celeiro de craques do futebol nacional. Dos grandes times da história do Tricolor, quatro jogadores se destacam por sua importância.
Um dos atletas que passaram pelo Bahia e que tiveram grande destaque no cenário nacional foi Dadá Maravilha. O jogador, sempre irreverente e polêmico, defendeu o time nos anos de 1981 e 1982.
Dadá, que é o terceiro maior artilheiro do futebol brasileiro, perdendo apenas para Pelé e Romário, começou a carreira no Campo Grande, do Rio de Janeiro. Participou do time do Atlético Mineiro que se sagrou o primeiro campeão brasileiro da história em 1971. Antes de encerrar a carreira no Comercial de Registro, Dadá ainda defendeu Flamengo, Sport, Internacional, Ponte Preta, Paysandu, Náutico, Santa Cruz, Goiás, Coritiba, Nacional, XV de Piracicaba e Douradense.
Outro que também marcou época no Bahia foi o atacante Osni. O jogador, nascido em Osasco, começou a carreira no Cobrasma e ganhou fama no Santos, time que defendeu de 1968 até 1971. Osni ainda defendeu o Flamengo, Internacional, Coritiba e Olaria.
Mas foi na Boa Terra que o jogador ganhou destaque, sendo ídolo das duas maiores torcidas do estado. Pelo Bahia, o jogador marcou 138 gols, o que o credencia como o quinto maior artilheiro da história do Tricolor.
Mas para se falar em artilheiros é impossível não tocar no nome de Carlito. Titular da equipe de 1949 até 1959, participando da conquista da Taça Brasil, o centroavante é o maior artilheiro do Bahia, com 235 gols marcados com a camisa Tricolor.
Uma das passagens mais interessantes da história do jogador ocorreu em uma partida contra o Botafogo. Na ocasião, após perder um gol feito, o artilheiro saiu dando risada. No intervalo, o técnico o repreendeu e falou que ele não poderia rir após perder um gol daqueles. Carlito não falou nada, apenas voltou para o jogo. Quando finalmente marcou o seu gol, o jogador saiu andando sério, sem falar nada para ninguém até chegar ao técnico. Então, o centroavante olhou para o seu treinador e disse “Como é, agora eu posso rir?”.
Apesar de ter inúmeros ídolos, há quase um consenso entre os torcedores do Bahia de que o maior craque da história do clube é Bobô, líder da equipe comandada por Evaristo de Macedo que foi campeã brasileira de 1988.
O jogador foi revelado pela pequena Catuense, onde jogou de 1981 até 1984 e conseguiu destaque no futebol baiano. Em 1984, se transferiu para o Bahia e formou boa dupla com Charles, atacante daquele time que conquistou o Brasil. O jogador ainda defendeu São Paulo, Flamengo, Fluminense, Corinthians e Internacional. Bobô encerrou a carreira em 1995, defendendo o tricolor baiano.
ARTILHEIROS
O maior goleador da história do Bahia é Carlito. O atacante defendeu o clube de 1949 até 1959, marcando 235 gols e sendo campeão da Taça Brasil de 1959, quando o tricolor baiano derrotou o Santos de Pelé na decisão.
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A data oficial de fundação do Bahia é 1º de janeiro de 1931, embora a idéia tenha ganhado forma um pouco antes, em 8 de dezembro de 1930. Foi neste dia que ex-atletas do Clube Bahiano de Tênis Carlos Koch e da Associação Atlética da Bahia, reunidos no Cabaré do Jokey, discutiram pela primeira vez a fundação de uma nova agremiação, já que as suas ex-equipes haviam fechado seus departamentos de futebol, impedindo-os de praticar o esporte que amavam.
Quatro dias depois, em 12 de dezembro, ocorreu uma reunião presidida por Otávio Carvalho, em que foram definidas as cores do clube: o branco, o azul e o vermelho.
Em 1º de janeiro de 1931 aconteceu a fundação oficial e a escolha do distintivo, baseado no escudo do Sport Club Corinthians Paulista. Duas semanas depois, em 16 de janeiro, o estatuto do Tricolor foi publicado no Diário Oficial e o clube passou a existir oficialmente. Em 20 de janeiro o time se filiou à Federação Bahiana de Esportes Terrestres, atual Federação Bahiana de Futebol.
Logo o Bahia começou a provar que o slogan “Nascido para vencer” não era brincadeira. No primeiro campeonato estadual de sua história, em 1931, já conquistou o título. Em sua primeira década de existência, o Tricolor conquistou seis Campeonatos Baianos. Em 1934 a seleção do estado venceu o campeonato brasileiro de seleções estaduais com a base do time formada por atletas do Esporte Clube Bahia.
Por muito tempo, o Bahia continuaria como uma grande força do estado, mas sem grande destaque no cenário nacional, uma vez que não havia nenhuma competição que envolvesse clubes de todo o Brasil. Até que em 1959 a Taça Brasil foi criada. A competição envolvia todos os campeões estaduais do país e já surgiu como a mais importante competição do futebol nacional.
O time do Bahia não era o favorito para a conquista daquele campeonato, principalmente quando chegou à final, quando enfrentou o Santos de Pelé. Mas os jogadores do Tricolor se superaram e conseguiram se sagrar campeões depois de duas vitórias e uma derrota. Com o título, o Tricolor se tornou o primeiro clube brasileiro a jogar a Libertadores da América.
O time continuou com sua supremacia estadual nas décadas seguintes e fazendo boas figurações nos nacionais, embora nunca fosse apontado como favorito. Entretanto, isso não impediu que a equipe de 1988 se tornasse campeã brasileira, depois de derrotar o Internacional na decisão. O Esquadrão de Aço, liderado pelo meia Bobô, não tomou conhecimento do Colorado e conseguiu se sagrar campeão após um triunfo na Fonte Nova e um empate no Sul.
O Bahia continuou sua seqüência de glórias durante toda a década de 90, vencendo cinco campeonatos baianos nesta época, mas o século XXI traria uma época difícil para o Tricolor. Após começar bem o novo milênio e vencer o Baiano de 2001, o Esquadrão de Aço perdeu a força e entrou na pior fase de sua história.
Em 2003, veio o golpe mais duro. Sempre considerado um dos grandes times do Brasil, o Tricolor fez uma campanha pífia no Campeonato Brasileiro e acabou rebaixado à Série B.
Depois de dois anos brigando pelo acesso sem obter êxito, veio um revés ainda mais doloroso. Em um campeonato em que foram rebaixadas seis equipes, o Bahia acabou caindo para a Série C junto com o arqui-rival Vitória, o Anapolina, a União Barbarense, o Criciúma e o Caxias.
Mas a equipe não ficou muito tempo na terceirona. Já no ano seguinte, após uma campanha emocionante e histórica, o Bahia conseguiu o acesso para disputar novamente a Série B em 2008.
GRANDES ÍDOLOS
O Bahia é um dos maiores times do Brasil e, como tal, um grande celeiro de craques do futebol nacional. Dos grandes times da história do Tricolor, quatro jogadores se destacam por sua importância.
Um dos atletas que passaram pelo Bahia e que tiveram grande destaque no cenário nacional foi Dadá Maravilha. O jogador, sempre irreverente e polêmico, defendeu o time nos anos de 1981 e 1982.
Dadá, que é o terceiro maior artilheiro do futebol brasileiro, perdendo apenas para Pelé e Romário, começou a carreira no Campo Grande, do Rio de Janeiro. Participou do time do Atlético Mineiro que se sagrou o primeiro campeão brasileiro da história em 1971. Antes de encerrar a carreira no Comercial de Registro, Dadá ainda defendeu Flamengo, Sport, Internacional, Ponte Preta, Paysandu, Náutico, Santa Cruz, Goiás, Coritiba, Nacional, XV de Piracicaba e Douradense.
Outro que também marcou época no Bahia foi o atacante Osni. O jogador, nascido em Osasco, começou a carreira no Cobrasma e ganhou fama no Santos, time que defendeu de 1968 até 1971. Osni ainda defendeu o Flamengo, Internacional, Coritiba e Olaria.
Mas foi na Boa Terra que o jogador ganhou destaque, sendo ídolo das duas maiores torcidas do estado. Pelo Bahia, o jogador marcou 138 gols, o que o credencia como o quinto maior artilheiro da história do Tricolor.
Mas para se falar em artilheiros é impossível não tocar no nome de Carlito. Titular da equipe de 1949 até 1959, participando da conquista da Taça Brasil, o centroavante é o maior artilheiro do Bahia, com 235 gols marcados com a camisa Tricolor.
Uma das passagens mais interessantes da história do jogador ocorreu em uma partida contra o Botafogo. Na ocasião, após perder um gol feito, o artilheiro saiu dando risada. No intervalo, o técnico o repreendeu e falou que ele não poderia rir após perder um gol daqueles. Carlito não falou nada, apenas voltou para o jogo. Quando finalmente marcou o seu gol, o jogador saiu andando sério, sem falar nada para ninguém até chegar ao técnico. Então, o centroavante olhou para o seu treinador e disse “Como é, agora eu posso rir?”.
Apesar de ter inúmeros ídolos, há quase um consenso entre os torcedores do Bahia de que o maior craque da história do clube é Bobô, líder da equipe comandada por Evaristo de Macedo que foi campeã brasileira de 1988.
O jogador foi revelado pela pequena Catuense, onde jogou de 1981 até 1984 e conseguiu destaque no futebol baiano. Em 1984, se transferiu para o Bahia e formou boa dupla com Charles, atacante daquele time que conquistou o Brasil. O jogador ainda defendeu São Paulo, Flamengo, Fluminense, Corinthians e Internacional. Bobô encerrou a carreira em 1995, defendendo o tricolor baiano.
ARTILHEIROS
O maior goleador da história do Bahia é Carlito. O atacante defendeu o clube de 1949 até 1959, marcando 235 gols e sendo campeão da Taça Brasil de 1959, quando o tricolor baiano derrotou o Santos de Pelé na decisão.
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