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Campeonato Alemão - Borussia Dortmund :: Voltar
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HISTÓRIA
O Borussia Dortmund surgiu na cidade alemã de Dortmund em 1909. Na época, um grupo de jogadores estava insatisfeito com os padres da comunidade religiosa em que praticavam o futebol, pois este não costumava ser muito simpático com os atletas. Assim, resolveram fundar uma nova agremiação que lhes agradasse. A escolha do nome Borussia (Prússia em latim) foi feita pela proximidade com a região homônima.
No início de sua história, o time vestiu as cores azul, vermelho e preto. Somente em 1913 os dirigentes adotaram o atual uniforme amarelo e preto. Enquanto isso, em campo, o clube não conseguia muitos resultados de peso no futebol regional. A situação ficou ainda pior no fim da década de 1920.
Com a quebra da bolsa de Nova York em 1929 e a crise financeira mundial, o Borussia se viu em mal economicamente, e precisou da generosidade dos mais abastados da cidade para manter-se funcionando. O panorama apenas piorou na década de 1930, quando o regime nazista tomou conta da Alemanha.
Por não se juntarem ao partido de Adolf Hitler, os dirigentes do Borussia foram afastados e, posteriormente, fuzilados. Nesse período, porém, cresceu a rivalidade com o maior rival do clube até hoje. O Schalke 04, que vivia grande momento, se tornou o principal adversário, e vitórias em competições regionais são lembradas desde então.
Essa rivalidade, inclusive, é considerada a maior da Alemanha. Apesar de não se tratarem dos times mais vencedores do país (o Bayern de Munique ocupa tal posto), Borussia e Schalke movimentam as duas maiores torcidas, fato que é explicado pelo número de habitantes da região de Westafalia, conhecida pelas suas indústrias.
Em 1947, por exemplo, o Borussia conseguiu seu primeiro título da Westfalia, região da Alemanha, vencendo o Schalke 04 na decisão por 3 a 2. Aquela equipe é conhecida como “lendária”.
Os sucessos fizeram do Borussia uma das referências para o futebol nacional. Em 1954 teve seu primeiro jogador disputando uma final de Copa do Mundo, na Suíça, pela campeã Alemanha. Foi o goleiro Heinrich Kwiatkowski o autor do feito.
Anos depois, suas primeiras conquistas importantes. Conseguiu, em 1956 e 1957, o título de campeão alemão, ao vencer, na seqüência, Karlsruhe e Hamburgo, respectivamente. Assim, pela primeira vez em sua história participou de uma competição européia, a Recopa.
Em 1963, ainda conseguiu mais um título nacional. Foi o último da “era amadora” do país. Isso porque, logo na temporada seguinte, foi criada a Bundesliga, que organiza e dá nome ao Campeonato Alemão até hoje. Dois anos depois, o Borussia venceu pela primeira vez a Copa da Alemanha.
A maior glória daquele período, porém, viria apenas na temporada 1965/66. Naquele ano, o clube se tornou o primeiro alemão a vencer um torneio continental. Foi a Recopa, conquistada após final com o Liverpool, em Glasgow, na Escócia.
O desmanche daquela equipe vitoriosa, no entanto, afundou o Borussia em uma das piores crises de sua história. Em 1971/72, com problemas financeiros, o clube foi rebaixado à segunda divisão, de onde voltaria apenas em 1976. À época, o único alento foi a construção do Westfalenstadium, que até hoje é um dos palcos mais importantes do país.
Em campo, conseguiu outro título apenas no fim dos anos 1980. Em 1989, venceu mais uma vez a Copa da Alemanha, ao derrotar o Werder Bremen na final por 4 a 1.
Mas as mudanças positivas mais significativas só viriam mesmo na década de 1990, com a chegada do treinador Ottmar Hitzfeld. Logo em 1990/91, ele levou o time ao vice do Campeonato Alemão. Dois anos depois, mais uma segunda colocação, mas da Copa da Uefa, com derrota para a Juventus.
A revanche viria em 1996/97, na melhor temporada do Borussia em sua história. Depois de grande campanha, a equipe venceu a rival italiana na final da Liga dos Campeões. No fim do ano, ainda seria campeã mundial ao bater o Cruzeiro. Antes disso, o time já tinha alcançado sucesso em nível nacional. Em 1994/95 e 1995/96, o Borussia conseguiu o bi do Campeonato Alemão.
A boa fase não duraria muito. Até o fim do século 20, o time não repetiu o sucesso e caiu de produção. Teve um novo bom momento em 2001/02. Naquela temporada, com os brasileiros Amoroso e Éwerthon, o Borussia conseguiu mais um título nacional.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo da história do Borussia Dortmund foi o atacante August Lenz, que defendeu o clube nas décadas de 1930 e 1940. O jogador, primeiro atleta do clube a atuar pela seleção alemã, foi ídolo nessa época principalmente pela longevidade.
Começou a jogar profissionalmente em 1936 e ficou na mesma equipe até o começo dos anos 1950. Neste período, venceu a Copa da Westfalia em 1947, contra o Schalke 04, tendo como companheiros nomes como Kronsbein, Sadmann, Ibel e Podgorski.
Pela seleção, ganhou destaque por atuar na final das Olimpíadas de 1936, em Berlim, na Alemanha. A derrota na final para a Noruega, porém, encurtou sua carreira, já que ele e seus companheiros de time passaram a ser mal vistos pelo regime nazista da época.
Na década de 1950, quem conseguiu aparecer com destaque foi o goleiro Heinrich Kwiatkowski, que fez parte do elenco da Alemanha que foi campeão mundial em 1954, na Suíça. Foi o primeiro atleta do Borussia a conseguir tal feito. Pelo clube, venceu os títulos nacionais amadores de 1956 e 1957.
No primeiro bicampeonato nacional, as grandes estrelas ofensivas foram Niepeiklo, Preissler e Kelbassa, que, inclusive, marcaram nas duas finais que definiram as conquistas, contra Karlsruhe e Hamburgo, respectivamente. Como o primeiro nome dos três era “Alfred”, ficaram conhecidos como os “três Alfredos”.
Nos anos 1960, o Borussia conseguiu seu primeiro feito continental. Os heróis da conquista da Recopa em 1965/66 foram os “Gêmeos Terríveis”, como ficaram conhecidos Lothar Emmerich e Siggi Held, que se destacaram pelos gols marcados. Emmerich, por exemplo, foi artilheiro do Campeonato Alemão nas temporadas 1965/66 e 1966/67, com 31 e 28 gols, respectivamente.
Para conseguirem os resultados positivos lá na frente, os craques precisavam do apoio de uma defesa sólida, que passava pelo goleiro Hans Tilkowski, que participou do elenco vice-campeão do mundo pela Alemanha em 1966, na Inglaterra. Além disso, em 1965, foi eleito o melhor jogador do ano.
Na Inglaterra, aliás, não era só Tiklowski que representava o Borussia com a camisa da seleção nacional. Lothar Emmerich, Siegfrid Held e Wolfgang Paul também foram vice-campeões e eram atletas do clube.
Veio, então, o mau momento dos anos 1970 e 1980, quando o time passou pela segunda divisão e por sérios problemas financeiros. Isso tudo, porém, não suprimiu a capacidade do Borussia de revelar grandes jogadores. Nos anos 1980, Andreas Möller e Michael Rummenigge (irmão do campeão mundial Karl) apareceram com destaque.
O primeiro defendeu o clube de 1988 a 1990, e voltaria nos anos 1990 para comandar a melhor fase da história da agremiação. Já Rumenigge ficou de 1982 a 1988, e marcou 44 gols em 154 partidas.
Nos anos 1990, novas conquistas mudaram a história do Borussia. O time foi bicampeão em 1995/96 e 1996/97 do Alemão, com estrelas como Mathias Sammer, Andreas Möller (já de volta), Steffen Freud e Jürgen Kohler.
Os quatro foram, inclusive, os representantes do clube na seleção alemã que conquistou a Eurocopa de 1996, superando a República Tcheca na decisão. De todos, o grande destaque era Matthias Sammer. Na temporada 1996/97, foi eleito o “Jogador Europeu do Ano”.
No século 21, os brasileiros entraram na história do Borussia. O primeiro foi o lateral brasileiro Dedê. Depois de ser revelado no Atlético-MG, acertou com o clube (onde está até hoje) em 1998, e participou de todas as grandes conquistas do período.
Depois disso, o atacante Amoroso também ganhou espaço. Contratado do Parma, da Itália, ele foi o grande protagonista do título de 2001/02, sendo, inclusive, o artilheiro do Campeonato Alemão daquele ano, com 21 gols.
A honra do gol decisivo, porém, não foi dele. Na última rodada, o Borussia precisava de uma vitória em casa sobre o Werder Bremen para assegurar o troféu. Ganhou pelo placar de 2 a 1, com o brasileiro Éwerthon, ex-Corinthians, marcando após rebote do goleiro aos 34 minutos do segundo tempo.
Depois disso, apesar de não conseguir mais nenhuma conquista de destaque, o clube ainda teve jogadores que, posteriormente, se destacariam em outras equipes. O goleiro Jens Lehmann e o meia Rosicky hoje fazem sucesso no Arsenal, da Inglaterra. Já o volante Torsten Frings é um dos pilares do meio-campo do Werder Bremen.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Borussia Dortmund foi o alemão Alfred Preissler, que defendeu o clube na década de 1950. Ele fez parte do ataque dos “três Alfredos”, ao lado de Kelbassa e Niepieklo, e balançou as redes adversárias em 168 oportunidades.
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O Borussia Dortmund surgiu na cidade alemã de Dortmund em 1909. Na época, um grupo de jogadores estava insatisfeito com os padres da comunidade religiosa em que praticavam o futebol, pois este não costumava ser muito simpático com os atletas. Assim, resolveram fundar uma nova agremiação que lhes agradasse. A escolha do nome Borussia (Prússia em latim) foi feita pela proximidade com a região homônima.
No início de sua história, o time vestiu as cores azul, vermelho e preto. Somente em 1913 os dirigentes adotaram o atual uniforme amarelo e preto. Enquanto isso, em campo, o clube não conseguia muitos resultados de peso no futebol regional. A situação ficou ainda pior no fim da década de 1920.
Com a quebra da bolsa de Nova York em 1929 e a crise financeira mundial, o Borussia se viu em mal economicamente, e precisou da generosidade dos mais abastados da cidade para manter-se funcionando. O panorama apenas piorou na década de 1930, quando o regime nazista tomou conta da Alemanha.
Por não se juntarem ao partido de Adolf Hitler, os dirigentes do Borussia foram afastados e, posteriormente, fuzilados. Nesse período, porém, cresceu a rivalidade com o maior rival do clube até hoje. O Schalke 04, que vivia grande momento, se tornou o principal adversário, e vitórias em competições regionais são lembradas desde então.
Essa rivalidade, inclusive, é considerada a maior da Alemanha. Apesar de não se tratarem dos times mais vencedores do país (o Bayern de Munique ocupa tal posto), Borussia e Schalke movimentam as duas maiores torcidas, fato que é explicado pelo número de habitantes da região de Westafalia, conhecida pelas suas indústrias.
Em 1947, por exemplo, o Borussia conseguiu seu primeiro título da Westfalia, região da Alemanha, vencendo o Schalke 04 na decisão por 3 a 2. Aquela equipe é conhecida como “lendária”.
Os sucessos fizeram do Borussia uma das referências para o futebol nacional. Em 1954 teve seu primeiro jogador disputando uma final de Copa do Mundo, na Suíça, pela campeã Alemanha. Foi o goleiro Heinrich Kwiatkowski o autor do feito.
Anos depois, suas primeiras conquistas importantes. Conseguiu, em 1956 e 1957, o título de campeão alemão, ao vencer, na seqüência, Karlsruhe e Hamburgo, respectivamente. Assim, pela primeira vez em sua história participou de uma competição européia, a Recopa.
Em 1963, ainda conseguiu mais um título nacional. Foi o último da “era amadora” do país. Isso porque, logo na temporada seguinte, foi criada a Bundesliga, que organiza e dá nome ao Campeonato Alemão até hoje. Dois anos depois, o Borussia venceu pela primeira vez a Copa da Alemanha.
A maior glória daquele período, porém, viria apenas na temporada 1965/66. Naquele ano, o clube se tornou o primeiro alemão a vencer um torneio continental. Foi a Recopa, conquistada após final com o Liverpool, em Glasgow, na Escócia.
O desmanche daquela equipe vitoriosa, no entanto, afundou o Borussia em uma das piores crises de sua história. Em 1971/72, com problemas financeiros, o clube foi rebaixado à segunda divisão, de onde voltaria apenas em 1976. À época, o único alento foi a construção do Westfalenstadium, que até hoje é um dos palcos mais importantes do país.
Em campo, conseguiu outro título apenas no fim dos anos 1980. Em 1989, venceu mais uma vez a Copa da Alemanha, ao derrotar o Werder Bremen na final por 4 a 1.
Mas as mudanças positivas mais significativas só viriam mesmo na década de 1990, com a chegada do treinador Ottmar Hitzfeld. Logo em 1990/91, ele levou o time ao vice do Campeonato Alemão. Dois anos depois, mais uma segunda colocação, mas da Copa da Uefa, com derrota para a Juventus.
A revanche viria em 1996/97, na melhor temporada do Borussia em sua história. Depois de grande campanha, a equipe venceu a rival italiana na final da Liga dos Campeões. No fim do ano, ainda seria campeã mundial ao bater o Cruzeiro. Antes disso, o time já tinha alcançado sucesso em nível nacional. Em 1994/95 e 1995/96, o Borussia conseguiu o bi do Campeonato Alemão.
A boa fase não duraria muito. Até o fim do século 20, o time não repetiu o sucesso e caiu de produção. Teve um novo bom momento em 2001/02. Naquela temporada, com os brasileiros Amoroso e Éwerthon, o Borussia conseguiu mais um título nacional.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo da história do Borussia Dortmund foi o atacante August Lenz, que defendeu o clube nas décadas de 1930 e 1940. O jogador, primeiro atleta do clube a atuar pela seleção alemã, foi ídolo nessa época principalmente pela longevidade.
Começou a jogar profissionalmente em 1936 e ficou na mesma equipe até o começo dos anos 1950. Neste período, venceu a Copa da Westfalia em 1947, contra o Schalke 04, tendo como companheiros nomes como Kronsbein, Sadmann, Ibel e Podgorski.
Pela seleção, ganhou destaque por atuar na final das Olimpíadas de 1936, em Berlim, na Alemanha. A derrota na final para a Noruega, porém, encurtou sua carreira, já que ele e seus companheiros de time passaram a ser mal vistos pelo regime nazista da época.
Na década de 1950, quem conseguiu aparecer com destaque foi o goleiro Heinrich Kwiatkowski, que fez parte do elenco da Alemanha que foi campeão mundial em 1954, na Suíça. Foi o primeiro atleta do Borussia a conseguir tal feito. Pelo clube, venceu os títulos nacionais amadores de 1956 e 1957.
No primeiro bicampeonato nacional, as grandes estrelas ofensivas foram Niepeiklo, Preissler e Kelbassa, que, inclusive, marcaram nas duas finais que definiram as conquistas, contra Karlsruhe e Hamburgo, respectivamente. Como o primeiro nome dos três era “Alfred”, ficaram conhecidos como os “três Alfredos”.
Nos anos 1960, o Borussia conseguiu seu primeiro feito continental. Os heróis da conquista da Recopa em 1965/66 foram os “Gêmeos Terríveis”, como ficaram conhecidos Lothar Emmerich e Siggi Held, que se destacaram pelos gols marcados. Emmerich, por exemplo, foi artilheiro do Campeonato Alemão nas temporadas 1965/66 e 1966/67, com 31 e 28 gols, respectivamente.
Para conseguirem os resultados positivos lá na frente, os craques precisavam do apoio de uma defesa sólida, que passava pelo goleiro Hans Tilkowski, que participou do elenco vice-campeão do mundo pela Alemanha em 1966, na Inglaterra. Além disso, em 1965, foi eleito o melhor jogador do ano.
Na Inglaterra, aliás, não era só Tiklowski que representava o Borussia com a camisa da seleção nacional. Lothar Emmerich, Siegfrid Held e Wolfgang Paul também foram vice-campeões e eram atletas do clube.
Veio, então, o mau momento dos anos 1970 e 1980, quando o time passou pela segunda divisão e por sérios problemas financeiros. Isso tudo, porém, não suprimiu a capacidade do Borussia de revelar grandes jogadores. Nos anos 1980, Andreas Möller e Michael Rummenigge (irmão do campeão mundial Karl) apareceram com destaque.
O primeiro defendeu o clube de 1988 a 1990, e voltaria nos anos 1990 para comandar a melhor fase da história da agremiação. Já Rumenigge ficou de 1982 a 1988, e marcou 44 gols em 154 partidas.
Nos anos 1990, novas conquistas mudaram a história do Borussia. O time foi bicampeão em 1995/96 e 1996/97 do Alemão, com estrelas como Mathias Sammer, Andreas Möller (já de volta), Steffen Freud e Jürgen Kohler.
Os quatro foram, inclusive, os representantes do clube na seleção alemã que conquistou a Eurocopa de 1996, superando a República Tcheca na decisão. De todos, o grande destaque era Matthias Sammer. Na temporada 1996/97, foi eleito o “Jogador Europeu do Ano”.
No século 21, os brasileiros entraram na história do Borussia. O primeiro foi o lateral brasileiro Dedê. Depois de ser revelado no Atlético-MG, acertou com o clube (onde está até hoje) em 1998, e participou de todas as grandes conquistas do período.
Depois disso, o atacante Amoroso também ganhou espaço. Contratado do Parma, da Itália, ele foi o grande protagonista do título de 2001/02, sendo, inclusive, o artilheiro do Campeonato Alemão daquele ano, com 21 gols.
A honra do gol decisivo, porém, não foi dele. Na última rodada, o Borussia precisava de uma vitória em casa sobre o Werder Bremen para assegurar o troféu. Ganhou pelo placar de 2 a 1, com o brasileiro Éwerthon, ex-Corinthians, marcando após rebote do goleiro aos 34 minutos do segundo tempo.
Depois disso, apesar de não conseguir mais nenhuma conquista de destaque, o clube ainda teve jogadores que, posteriormente, se destacariam em outras equipes. O goleiro Jens Lehmann e o meia Rosicky hoje fazem sucesso no Arsenal, da Inglaterra. Já o volante Torsten Frings é um dos pilares do meio-campo do Werder Bremen.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Borussia Dortmund foi o alemão Alfred Preissler, que defendeu o clube na década de 1950. Ele fez parte do ataque dos “três Alfredos”, ao lado de Kelbassa e Niepieklo, e balançou as redes adversárias em 168 oportunidades.
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