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Libertadores da América - Caracas :: Voltar
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HISTÓRIA
O que começou apenas como uma equipe formada por amigos, criada no ano de 1967, na cidade de Caracas, hoje é a maior potência do futebol da Venezuela: Caracas Fútbol Club.
No início, o time se dedicava apenas à prática amadora do esporte bretão, disputando alguns campeonatos regionais sem grande importância. Porém, após um acordo com a montadora de motocicletas “Yamaha”, o que antes era diversão passou a ser coisa de gente grande.
Tendo por trás da gerência do clube uma forte empresa multinacional, os resultados apareceram em um curto espaço de tempo. Com boas campanhas nos torneios amadores, logo em 1984, o time foi inscrito na Liga Profissional de Futebol da Venezuela, ingressando na segunda divisão e mudando seu nome para Caracas-Yamaha.
Desfrutando de novos ares, o sucesso teve seqüência. Em sua estréia no Campeonato Venezuelano, o time foi campeão com duas rodadas de antecedência, garantindo o inédito acesso à tão sonhada primeira divisão.
Na temporada seguinte, já na elite do futebol nacional, o Caracas enfrentou algumas dificuldades típicas de uma equipe que acabara de se tornar profissional, quase sendo rebaixada. Mas após muito sofrimento, seu lugar na série A foi assegurado, onde permanece até os dias atuais.
Com a “novidade” de estar na primeira divisão assimilada, e novos parceiros injetando dinheiro e cuidando de sua gestão (Rádio Caracas Televisión e Organización Deportiva Cocodrilos), a partir de 1986, o sucesso se tornou ainda maior, e a agremiação voltou a se chamar apenas “Caracas Fútbol Club”.
O primeiro título do campeonato nacional, que era considerado uma questão de tempo, aconteceu na temporada de 1991/92, dando início à época de ouro da agremiação. Conquista essa que se repetiria em mais oito oportunidades, atribuindo ao Caracas a honra de ser o time com mais títulos do Campeonato Venezuelano, nove no total.
Reconhecimento e troféus que deram ao jovem clube o direito de disputar a Taça Libertadores da América, competição mais importante do continente, em sete oportunidades.
GRANDES ÍDOLOS
Três grandes treinadores fizeram história no Caracas Fútbol Club: Manuel Plasencia, Pedro Febles e Noel Sanvicente.
Os dois primeiros, respectivamente, foram uns dos grandes responsáveis pelo bicampeonato venezuelano nas temporadas de 1993/94 e 1994/95. Com os títulos, os treinadores colocaram o Caracas, definitivamente, na qualidade de uma grande potência do futebol da Venezuela.
Já Noel Sanvicente, que permanece no clube até hoje, conquistou dois bicampeonatos venezuelanos (2002/03 – 2003/04 e 2005/06 e 2006/07), se tornando um dos maiores técnicos que já comandaram a equipe de Caracas, ganhando confiança dos dirigentes e respeito por parte dos torcedores.
Dentro das quatro linhas, grande destaque para o atacante Rafael Castellín, que ainda integra o plantel de jogadores do clube. O atleta esteve presente na conquista de três títulos nacionais do Caracas, quando marcou 86 gols no total, se tornando o maior artilheiro da história da agremiação.
Outro craque que passou pelo Caracas foi o meia Stalin Rivas. Com boa movimentação e muita habilidade, além de criar as jogadas de ataque da equipe, o jogador anotou 61 gols com a camisa do clube, sendo o terceiro na lista dos que mais marcaram para “Los Rojos”.
Na conquista mais recente do clube, o Campeonato Venezuelano 06/07, a dupla de zaga formada por Jaime Bustamente e Jobanny Rivero teve uma bela atuação. Presentes também em outros dois títulos nacionais, os defensores são referência na zaga do Caracas para a disputa da Taça Libertadores da América de 2008.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Caracas é o atacante Rafael Castellín. O jogador já marcou 86 gols vestindo a camisa do time venezuelano e ainda está em atividade pelo clube.
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O que começou apenas como uma equipe formada por amigos, criada no ano de 1967, na cidade de Caracas, hoje é a maior potência do futebol da Venezuela: Caracas Fútbol Club.
No início, o time se dedicava apenas à prática amadora do esporte bretão, disputando alguns campeonatos regionais sem grande importância. Porém, após um acordo com a montadora de motocicletas “Yamaha”, o que antes era diversão passou a ser coisa de gente grande.
Tendo por trás da gerência do clube uma forte empresa multinacional, os resultados apareceram em um curto espaço de tempo. Com boas campanhas nos torneios amadores, logo em 1984, o time foi inscrito na Liga Profissional de Futebol da Venezuela, ingressando na segunda divisão e mudando seu nome para Caracas-Yamaha.
Desfrutando de novos ares, o sucesso teve seqüência. Em sua estréia no Campeonato Venezuelano, o time foi campeão com duas rodadas de antecedência, garantindo o inédito acesso à tão sonhada primeira divisão.
Na temporada seguinte, já na elite do futebol nacional, o Caracas enfrentou algumas dificuldades típicas de uma equipe que acabara de se tornar profissional, quase sendo rebaixada. Mas após muito sofrimento, seu lugar na série A foi assegurado, onde permanece até os dias atuais.
Com a “novidade” de estar na primeira divisão assimilada, e novos parceiros injetando dinheiro e cuidando de sua gestão (Rádio Caracas Televisión e Organización Deportiva Cocodrilos), a partir de 1986, o sucesso se tornou ainda maior, e a agremiação voltou a se chamar apenas “Caracas Fútbol Club”.
O primeiro título do campeonato nacional, que era considerado uma questão de tempo, aconteceu na temporada de 1991/92, dando início à época de ouro da agremiação. Conquista essa que se repetiria em mais oito oportunidades, atribuindo ao Caracas a honra de ser o time com mais títulos do Campeonato Venezuelano, nove no total.
Reconhecimento e troféus que deram ao jovem clube o direito de disputar a Taça Libertadores da América, competição mais importante do continente, em sete oportunidades.
GRANDES ÍDOLOS
Três grandes treinadores fizeram história no Caracas Fútbol Club: Manuel Plasencia, Pedro Febles e Noel Sanvicente.
Os dois primeiros, respectivamente, foram uns dos grandes responsáveis pelo bicampeonato venezuelano nas temporadas de 1993/94 e 1994/95. Com os títulos, os treinadores colocaram o Caracas, definitivamente, na qualidade de uma grande potência do futebol da Venezuela.
Já Noel Sanvicente, que permanece no clube até hoje, conquistou dois bicampeonatos venezuelanos (2002/03 – 2003/04 e 2005/06 e 2006/07), se tornando um dos maiores técnicos que já comandaram a equipe de Caracas, ganhando confiança dos dirigentes e respeito por parte dos torcedores.
Dentro das quatro linhas, grande destaque para o atacante Rafael Castellín, que ainda integra o plantel de jogadores do clube. O atleta esteve presente na conquista de três títulos nacionais do Caracas, quando marcou 86 gols no total, se tornando o maior artilheiro da história da agremiação.
Outro craque que passou pelo Caracas foi o meia Stalin Rivas. Com boa movimentação e muita habilidade, além de criar as jogadas de ataque da equipe, o jogador anotou 61 gols com a camisa do clube, sendo o terceiro na lista dos que mais marcaram para “Los Rojos”.
Na conquista mais recente do clube, o Campeonato Venezuelano 06/07, a dupla de zaga formada por Jaime Bustamente e Jobanny Rivero teve uma bela atuação. Presentes também em outros dois títulos nacionais, os defensores são referência na zaga do Caracas para a disputa da Taça Libertadores da América de 2008.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Caracas é o atacante Rafael Castellín. O jogador já marcou 86 gols vestindo a camisa do time venezuelano e ainda está em atividade pelo clube.
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