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Libertadores da América - Chicó :: Voltar
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HISTÓRIA
O Boyacá Chicó é um time recente no futebol, o mais novo da elite colombiana. Por isso, não tem nenhuma participação representativa no cenário mundial. Fundado em 26 de março de 2002, os “Ajedrezados”, como é conhecido o clube devido ao uniforme xadrez, teve seu nome escolhido em homenagem a um parque próximo da sede do clube, chamado “Parque Del Chicó”.
Os dois primeiros anos de existência do time foram marcados pela árdua disputa da segunda divisão do Campeonato Colombiano. Porém, logo em sua segunda temporada no futebol, o Chicó chegou ao título da divisão de acesso e ganhou o direito de disputar a principal competição da Colômbia.
As partidas decisivas contra o Pumas de Casanare foram muito disputadas. O primeiro jogo, disputado em Bogotá, terminou 1 a 0 a favor do Chicó. O segundo, realizado em Yopal, acabou empatado em 1 a 1.
A estréia na elite foi impressionante. Como o time caçula da divisão, o Chicó chegou até a fase final do Torneio Apertura, classificando-se na oitava colocação. Mas na segunda parte do torneio, os “Ajedrezados” ficaram com a quarta posição e foram eliminados do Campeonato Colombiano.
A eliminação abalou os jogadores e a campanha no Torneio Clausura foi decepcionante. A agremiação ficaria apenas com a 14º posição e muitos pontos longe de uma possível disputa pela classificação.
Ainda nesta temporada, o Chicó teve de mudar a cidade de sua sede, por entrar constantemente em conflito com a prefeitura de Bogotá. O novo município que recebeu o time foi Tunja.
O ano de 2005 começou com muita crise no Chicó. O presidente, Mariano Díaz, e o acionista máximo do clube, Eduardo Pimentel, foram acusados de falsificação, culminando na saída dos dois cartolas da equipe. Alberto Gamero assumiu as funções de mandatário da entidade.
A temporada seguinte, sob o comando do novo presidente, foi de grande destaque para os “Ajedrezados”. O Chicó foi tão bem que chegou, em algumas oportunidades, a liderar o nacional.
Em 2007, o time teve boas surpresas e ganhou o direito de disputar um campeonato inédito em sua história. Uma campanha muito regular durante todo o torneio deu ao Chicó a terceira posição. Essa classificação acabou levando o “Ajedrezados” para a Copa Libertadores de 2008, o primeiro torneio internacional da história do clube.
GRANDES ÍDOLOS
Por ser uma equipe muito nova no futebol, o Chicó possui poucos ídolos em sua trajetória, mas alguns atletas merecem um grande destaque.
Um dos maiores heróis do clube é o atacante Luis Alfredo Yanez. O goleador foi um dos principais responsáveis pela caminhada do clube em busca da elite da Colômbia. O atacante balançou as redes em 12 oportunidades. No fim da disputa da divisão de acesso, o Ajedrezado ganhou uma convocação para a seleção colombiana.
Outro atacante que deixou sua marca na história do Chicó foi Anuar Guerrero. Na primeira temporada do clube, o centroavante se tornou o artilheiro e também esteve presente no time que alcançou o acesso.
No entanto, o ano de 2006 foi uma temporada muito negativa para o jogador. Guerrero sentiu uma grave lesão, que o fez ficar muito tempo afastado dos gramados, mais de sete meses sem atuar.
Outro grande ídolo do Chicó é também um herói para a torcida do Internacional de Porto Alegre. O atacante Wason Rentería deixou sua marca na equipe colombiana com seus gols e sua velocidade, mas foi no Colorado que chegou ao auge de sua carreira.
Pelo time gaúcho, o atacante é marcado por ter feito o gol que classificou o Inter para a Copa Libertadores de 2006. Na disputa do torneio sul-americano, Rentería fez um importante gol contra o Nacional (URU), nas oitavas-de-final, e classificou o Colorado para as quartas.
Naquele ano, o clube gaúcho conseguiu a conquista do torneio e, no fim daquela temporada, o atleta esteve presente no elenco campeão mundial. Após a competição no Japão, o atleta foi para o Porto.
Em toda a história do clube, o volante Nilson Cortez foi o principal jogador de meio-campo do Chicó. Também participou da disputa da segunda divisão da Colômbia. Com um passe apurado e forte marcação, colaborou para o acesso. É considerado uma muralha por toda a torcida do “Ajedrezado”.
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O Boyacá Chicó é um time recente no futebol, o mais novo da elite colombiana. Por isso, não tem nenhuma participação representativa no cenário mundial. Fundado em 26 de março de 2002, os “Ajedrezados”, como é conhecido o clube devido ao uniforme xadrez, teve seu nome escolhido em homenagem a um parque próximo da sede do clube, chamado “Parque Del Chicó”.
Os dois primeiros anos de existência do time foram marcados pela árdua disputa da segunda divisão do Campeonato Colombiano. Porém, logo em sua segunda temporada no futebol, o Chicó chegou ao título da divisão de acesso e ganhou o direito de disputar a principal competição da Colômbia.
As partidas decisivas contra o Pumas de Casanare foram muito disputadas. O primeiro jogo, disputado em Bogotá, terminou 1 a 0 a favor do Chicó. O segundo, realizado em Yopal, acabou empatado em 1 a 1.
A estréia na elite foi impressionante. Como o time caçula da divisão, o Chicó chegou até a fase final do Torneio Apertura, classificando-se na oitava colocação. Mas na segunda parte do torneio, os “Ajedrezados” ficaram com a quarta posição e foram eliminados do Campeonato Colombiano.
A eliminação abalou os jogadores e a campanha no Torneio Clausura foi decepcionante. A agremiação ficaria apenas com a 14º posição e muitos pontos longe de uma possível disputa pela classificação.
Ainda nesta temporada, o Chicó teve de mudar a cidade de sua sede, por entrar constantemente em conflito com a prefeitura de Bogotá. O novo município que recebeu o time foi Tunja.
O ano de 2005 começou com muita crise no Chicó. O presidente, Mariano Díaz, e o acionista máximo do clube, Eduardo Pimentel, foram acusados de falsificação, culminando na saída dos dois cartolas da equipe. Alberto Gamero assumiu as funções de mandatário da entidade.
A temporada seguinte, sob o comando do novo presidente, foi de grande destaque para os “Ajedrezados”. O Chicó foi tão bem que chegou, em algumas oportunidades, a liderar o nacional.
Em 2007, o time teve boas surpresas e ganhou o direito de disputar um campeonato inédito em sua história. Uma campanha muito regular durante todo o torneio deu ao Chicó a terceira posição. Essa classificação acabou levando o “Ajedrezados” para a Copa Libertadores de 2008, o primeiro torneio internacional da história do clube.
GRANDES ÍDOLOS
Por ser uma equipe muito nova no futebol, o Chicó possui poucos ídolos em sua trajetória, mas alguns atletas merecem um grande destaque.
Um dos maiores heróis do clube é o atacante Luis Alfredo Yanez. O goleador foi um dos principais responsáveis pela caminhada do clube em busca da elite da Colômbia. O atacante balançou as redes em 12 oportunidades. No fim da disputa da divisão de acesso, o Ajedrezado ganhou uma convocação para a seleção colombiana.
Outro atacante que deixou sua marca na história do Chicó foi Anuar Guerrero. Na primeira temporada do clube, o centroavante se tornou o artilheiro e também esteve presente no time que alcançou o acesso.
No entanto, o ano de 2006 foi uma temporada muito negativa para o jogador. Guerrero sentiu uma grave lesão, que o fez ficar muito tempo afastado dos gramados, mais de sete meses sem atuar.
Outro grande ídolo do Chicó é também um herói para a torcida do Internacional de Porto Alegre. O atacante Wason Rentería deixou sua marca na equipe colombiana com seus gols e sua velocidade, mas foi no Colorado que chegou ao auge de sua carreira.
Pelo time gaúcho, o atacante é marcado por ter feito o gol que classificou o Inter para a Copa Libertadores de 2006. Na disputa do torneio sul-americano, Rentería fez um importante gol contra o Nacional (URU), nas oitavas-de-final, e classificou o Colorado para as quartas.
Naquele ano, o clube gaúcho conseguiu a conquista do torneio e, no fim daquela temporada, o atleta esteve presente no elenco campeão mundial. Após a competição no Japão, o atleta foi para o Porto.
Em toda a história do clube, o volante Nilson Cortez foi o principal jogador de meio-campo do Chicó. Também participou da disputa da segunda divisão da Colômbia. Com um passe apurado e forte marcação, colaborou para o acesso. É considerado uma muralha por toda a torcida do “Ajedrezado”.
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