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Libertadores da América - Chivas Guadalajara :: Voltar
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HISTÓRIA
O Club Deportivo Guadalajara (em espanhol) nasceu no dia 8 de maio de 1906. Um grupo de amigos se reuniu com o objetivo de montar um clube de futebol. Esses jovens eram funcionários de uma loja de pérolas no México. Apoiados pelo dono do estabelecimento, o belga Edgar Evaraert, o grupo fundou o time com o nome de União Club, que dois anos depois se tornaria Club Deportivo Guadalajara ou Chivas Guadalajara, um espécie de apelido e como o time é mais conhecido.
Enquanto era um clube de futebol amador, o Chivas obteve sucesso nos torneios que disputou. O time conseguiu 12 títulos no “Futebol Primeira Força” de Jalisco. Mas foi apenas em 1943 que o clube ingressou no futebol profissional do México.
Seu primeiro técnico foi Fausto Prieto. O primeiro jogo aconteceu no dia 6 de junho de 1943, quando a equipe foi derrotada pelo Atlas por 3 a 1. O primeiro gol da história do time profissional foi marcado por Manuel López, aos 30 minutos do primeiro tempo, no Estádio Atlas Paradero. Na época, os dirigentes adotaram uma política de ter apenas jogadores mexicanos no time, o que tornou o Chivas o clube mais popular do país.
A primeira grande glória da agremiação aconteceu no dia 3 de janeiro de 1957, com a conquista do primeiro título nacional. Na final, o time bateu a equipe do Irapuato, por 1 a 0. O gol do triunfo foi do grande ídolo do clube, Salvador Reyes. Era o primeiro de 11 títulos que o Chivas ganharia no futebol mexicano.
Na temporada seguinte, o Chivas venceu mais uma final. Agora, com mais facilidade que a decisão passada, o time goleou o Atlante por 4 a 0, com mais uma bela atuação de Reyes, que marcou duas vezes. O clube conquistou o bicampeonato e entrou de vez para o grupo de grandes times do México.
Mas não parou por aí. O time conquistou seu tricampeonato vencendo uma das maiores equipes do país: o Necaxa. O jogo foi muito equilibrado, mas o Chivas saiu vitorioso com um placar por 3 a 2. A estrela do time, Reyes, desta vez não fes gols. Os gols da final histórica foram marcados por Hector Hernandez, Sabás Ponce e Diaz.
Quando a torcida do Chivas achava que já havia conquistado de vez o México, veio o tetra. Logo na temporada seguinte, com uma campanha irretocável, o time venceu o campeonato em cima de outra equipe tradicional do país: o Toluca. Mais um placar apertado: 3 a 2.
Desta vez, Reyes brilhou mais uma vez. Ele comandou o time durante todo o campeonato e marcou novamente em uma final. Completando o placar, Gutiérrez e Romero (contra) definiram a vitória do Chivas Guadalajara.
Após a seqüência de quatro títulos nacionais consecutivos, o Chivas voltou a ser campeão mexicano duas temporadas depois, mais uma vez batendo o Toluca. O time continuou sua caminhada gloriosa e venceu mais seis títulos nacionais, o último deles em 2006.
A conquista deste último título nacional foi muito comemorada não só pelo fato de o Chivas quebrar um jejum de nove anos sem conquista, mas também porque o clube comemorava o seu centenário.
As celebrações foram intensas na Cidade do México e em Guadalajara. As cidades ficaram coloridas e os jogadores desfilaram pela cidade no “Carro Chivas”, elaborado para carregar o elenco pelas ruas. A torcida acompanhou de perto, lotando as avenidas, comemorando o título e o centenário do clube mais popular do México.
GRANDES ÍDOLOS
O maior ídolo do Chivas é o meia Salvador Reyes. Ele, inclusive, é o maior artilheiro da história do clube. O jogador ajudou o time a vencer sete campeonatos nacionais, sendo decisivo em todos eles. Reyes foi autor de muitos gols em decisões que deram os títulos do Campeonato Mexicano ao Chivas, sendo artilheiro máximo em três ocasiões. Imortalizado pelo clube, o meia sempre é lembrado pela torcida em seus cantos nos estádios do México.
Outro jogador que a torcida não esquece é Sabás Ponce. Ele foi o sucessor de Reyes como principal jogador da equipe. Na final em que Reyes não marcou, Ponce apareceu para fazer o gol da vitória do Chivas sobre o Necaxa, um dos jogos mais inesquecíveis para os antigos torcedores do clube. Ponce voltaria a marcar em outra final, desta vez contra o Toluca. O jogo foi 1 a 0. O meia marcou o gol do pentacampeonato do Chivas Guadalajara.
A segurança na zaga do Chivas para a gloriosa década de 60 vinha do zagueiro Arturo Chaires. Ele comandava a defesa do time que, em muitos campeonatos nacionais, foi a menos vazada. Chaires ficou no clube por quatro anos, e nos quatro, o Chivas sagrou-se campeão nacional.
Atualmente, quem dá as cartas no Chivas Guadalajara é Omar Bravo. Ele estava presente no título nacional de 2006 e até hoje é titular e ídolo absoluto da torcida. O atleta já é o segundo maior artilheiro do Chivas. Até o início da temporada 2008, havia feito 91 gols.
O atacante foi artilheiro do time em todos os torneios nacionais desde o início de 2006. No clube, os objetos mais vendidos são os que estão relacionados a Omar Bravo.
ARTILHEIROS
O meia Salvador Reyes, grande ídolo da torcida, é o maior artilheiro da história do clube. Vestindo a camisa do Chivas, o atleta marcou 122 gols.
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O Club Deportivo Guadalajara (em espanhol) nasceu no dia 8 de maio de 1906. Um grupo de amigos se reuniu com o objetivo de montar um clube de futebol. Esses jovens eram funcionários de uma loja de pérolas no México. Apoiados pelo dono do estabelecimento, o belga Edgar Evaraert, o grupo fundou o time com o nome de União Club, que dois anos depois se tornaria Club Deportivo Guadalajara ou Chivas Guadalajara, um espécie de apelido e como o time é mais conhecido.
Enquanto era um clube de futebol amador, o Chivas obteve sucesso nos torneios que disputou. O time conseguiu 12 títulos no “Futebol Primeira Força” de Jalisco. Mas foi apenas em 1943 que o clube ingressou no futebol profissional do México.
Seu primeiro técnico foi Fausto Prieto. O primeiro jogo aconteceu no dia 6 de junho de 1943, quando a equipe foi derrotada pelo Atlas por 3 a 1. O primeiro gol da história do time profissional foi marcado por Manuel López, aos 30 minutos do primeiro tempo, no Estádio Atlas Paradero. Na época, os dirigentes adotaram uma política de ter apenas jogadores mexicanos no time, o que tornou o Chivas o clube mais popular do país.
A primeira grande glória da agremiação aconteceu no dia 3 de janeiro de 1957, com a conquista do primeiro título nacional. Na final, o time bateu a equipe do Irapuato, por 1 a 0. O gol do triunfo foi do grande ídolo do clube, Salvador Reyes. Era o primeiro de 11 títulos que o Chivas ganharia no futebol mexicano.
Na temporada seguinte, o Chivas venceu mais uma final. Agora, com mais facilidade que a decisão passada, o time goleou o Atlante por 4 a 0, com mais uma bela atuação de Reyes, que marcou duas vezes. O clube conquistou o bicampeonato e entrou de vez para o grupo de grandes times do México.
Mas não parou por aí. O time conquistou seu tricampeonato vencendo uma das maiores equipes do país: o Necaxa. O jogo foi muito equilibrado, mas o Chivas saiu vitorioso com um placar por 3 a 2. A estrela do time, Reyes, desta vez não fes gols. Os gols da final histórica foram marcados por Hector Hernandez, Sabás Ponce e Diaz.
Quando a torcida do Chivas achava que já havia conquistado de vez o México, veio o tetra. Logo na temporada seguinte, com uma campanha irretocável, o time venceu o campeonato em cima de outra equipe tradicional do país: o Toluca. Mais um placar apertado: 3 a 2.
Desta vez, Reyes brilhou mais uma vez. Ele comandou o time durante todo o campeonato e marcou novamente em uma final. Completando o placar, Gutiérrez e Romero (contra) definiram a vitória do Chivas Guadalajara.
Após a seqüência de quatro títulos nacionais consecutivos, o Chivas voltou a ser campeão mexicano duas temporadas depois, mais uma vez batendo o Toluca. O time continuou sua caminhada gloriosa e venceu mais seis títulos nacionais, o último deles em 2006.
A conquista deste último título nacional foi muito comemorada não só pelo fato de o Chivas quebrar um jejum de nove anos sem conquista, mas também porque o clube comemorava o seu centenário.
As celebrações foram intensas na Cidade do México e em Guadalajara. As cidades ficaram coloridas e os jogadores desfilaram pela cidade no “Carro Chivas”, elaborado para carregar o elenco pelas ruas. A torcida acompanhou de perto, lotando as avenidas, comemorando o título e o centenário do clube mais popular do México.
GRANDES ÍDOLOS
O maior ídolo do Chivas é o meia Salvador Reyes. Ele, inclusive, é o maior artilheiro da história do clube. O jogador ajudou o time a vencer sete campeonatos nacionais, sendo decisivo em todos eles. Reyes foi autor de muitos gols em decisões que deram os títulos do Campeonato Mexicano ao Chivas, sendo artilheiro máximo em três ocasiões. Imortalizado pelo clube, o meia sempre é lembrado pela torcida em seus cantos nos estádios do México.
Outro jogador que a torcida não esquece é Sabás Ponce. Ele foi o sucessor de Reyes como principal jogador da equipe. Na final em que Reyes não marcou, Ponce apareceu para fazer o gol da vitória do Chivas sobre o Necaxa, um dos jogos mais inesquecíveis para os antigos torcedores do clube. Ponce voltaria a marcar em outra final, desta vez contra o Toluca. O jogo foi 1 a 0. O meia marcou o gol do pentacampeonato do Chivas Guadalajara.
A segurança na zaga do Chivas para a gloriosa década de 60 vinha do zagueiro Arturo Chaires. Ele comandava a defesa do time que, em muitos campeonatos nacionais, foi a menos vazada. Chaires ficou no clube por quatro anos, e nos quatro, o Chivas sagrou-se campeão nacional.
Atualmente, quem dá as cartas no Chivas Guadalajara é Omar Bravo. Ele estava presente no título nacional de 2006 e até hoje é titular e ídolo absoluto da torcida. O atleta já é o segundo maior artilheiro do Chivas. Até o início da temporada 2008, havia feito 91 gols.
O atacante foi artilheiro do time em todos os torneios nacionais desde o início de 2006. No clube, os objetos mais vendidos são os que estão relacionados a Omar Bravo.
ARTILHEIROS
O meia Salvador Reyes, grande ídolo da torcida, é o maior artilheiro da história do clube. Vestindo a camisa do Chivas, o atleta marcou 122 gols.
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