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Libertadores da América - Cienciano :: Voltar
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HISTÓRIA
Apesar da badalação atual, o Club Sportivo Cienciano, time de Cuzco, no Peru, não possui tradição de conquistar títulos. A equipe só conseguiu o seu primeiro título de relevância em 2001, quando venceu o Campeonato Clausura, no ano de seu centenário.
A agremiação originou-se da idéia de alguns alunos do Colégio Acadêmico de Cuzco em 8 de julho de 1901. O Cienciano começou no amadorismo, disputando ligas regionais. Aos poucos, os habitantes da região foram se incorporando ao time. No primeiro jogaram comerciantes, advogados, médicos, professores, engenheiros e profissionais de outros setores da cidade.
Somente em 1972 a equipe ingressou no profissionalismo. Nesse ano, sua estréia ocorreu na primeira divisão da Liga Peruana. Quatro anos depois a equipe foi rebaixada. O Cienciano voltou a jogar com times da elite quando foi convidado pela Federação Peruana de Futebol (em inglês) para disputar o Torneio Regional do Sul, onde foi campeão daquele ano.
Em 2001(2002), começou a ascensão e a coleção de títulos importantes para o clube. Neste ano ganhou o torneio Clausura, mas acabou perdendo para o campeão do Apertura, o Alianza de Lima.
O maior feito do clube foi alcançado em 2003, quando foi campeão da Copa Sul-Americana ao bater na final o River Plate. O primeiro jogo terminou empatado por 3 a 3, mas, no segundo, venceu heroicamente por 1 a 0.
A conquista credenciou o time para disputar a Libertadores de 2004, mas o time foi eliminado logo na primeira fase, qualificando-se em terceiro lugar no grupo, atrás do Nacional, do Uruguai, e do Independiente, da Argentina.
Em 2004, disputaram a Recopa Sul-Americana o campeão da Copa Libertadores da América, o Boca Juniors, e o Campeão da Copa Sul-Americana, o Cienciano. Após o empate por 1 a 1 no tempo regulamentar, a equipe peruana foi melhor nos pênaltis e levou a taça.
A conquista de um título nacional bateu à porta do clube em 2005, mas a equipe não obteve êxito. Ela ganhou o Torneio Apertura, mas perdeu para o campeão do Torneio Clausura, o Sporting Cristal, por 1 a 0.
O time repetiu uma fraca campanha na fase inicial da Libertadores da América em 2006 e foi eliminado na fase de grupo. Ainda neste ano, o Cienciano bateu na trave novamente. O time ganhou o Torneio Clausura, mas perdeu para o Alianza Lima, campeão do Torneio Apertura.
O Estádio Alejandro Villanueva é o novo “caldeirão” do Cienciano e foi inaugurado em 2006. Sua capacidade é para 35 mil espectadores.
GRANDES ÍDOLOS
Um dos destaques do time vitorioso que venceu a Copa Sul-Americana e a Recopa foi o meio-campista Paolo de la Haza. Ele começou no Sport Boys em 2002, transferindo-se para o Cienciano em 2005, onde se destacou e foi convocado para a seleção do Peru. Posteriormente, o jogador foi contratado pelo FC Chornomorets Odessa, da Ucrânia.
Em uma breve passagem pelo clube, o atacante German Carty deixou saudades. Seus gols foram fundamentais na conquista de títulos. Ele foi o artilheiro isolado da Copa Sul-Americana de 2003, quando o Cienciano levantou o troféu. Atualmente, Carty atua pelo Total Clean, também do Peru.
Outro personagem de destaque na conquista da Sul-Americana é o goleiro Oscar Ibañez. Ele nasceu na Argentina, mas se naturalizou peruano. Seu espírito de liderança e suas defesas ajudaram a consagrar o time. Ele conquistou muitos títulos por onde passou, além de defender diversas vezes a camisa da seleção peruana.
Miguel Mostto chegou em 2004 no Cienciano. Goleador nato, tornou-se o artilheiro consagrado no Campeonato Peruano, além de ajudar na conquista da Recopa, do Torneio Apertura de 2005, e do Clausura de 2006. Seus gols lhe renderam convocações para a seleção peruana. Após o sucesso, o atacante teve uma temporada frustrante no Barnsley FC, da Inglaterra, posteriormente sendo repatriado pelo Coronel Bolognesi.
Em 2008, o destaque do time é o meio-campo Cristian Guevara. Ele é fundamental na armação de jogadas da equipe. O meia começou a sua carreira no Sport Boys e em 2007 foi contratado pelo Cienciano, ajudando na conquista da vaga na Libertadores da América. Seu bom futebol rendeu convocações para a seleção peruana.
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Apesar da badalação atual, o Club Sportivo Cienciano, time de Cuzco, no Peru, não possui tradição de conquistar títulos. A equipe só conseguiu o seu primeiro título de relevância em 2001, quando venceu o Campeonato Clausura, no ano de seu centenário.
A agremiação originou-se da idéia de alguns alunos do Colégio Acadêmico de Cuzco em 8 de julho de 1901. O Cienciano começou no amadorismo, disputando ligas regionais. Aos poucos, os habitantes da região foram se incorporando ao time. No primeiro jogaram comerciantes, advogados, médicos, professores, engenheiros e profissionais de outros setores da cidade.
Somente em 1972 a equipe ingressou no profissionalismo. Nesse ano, sua estréia ocorreu na primeira divisão da Liga Peruana. Quatro anos depois a equipe foi rebaixada. O Cienciano voltou a jogar com times da elite quando foi convidado pela Federação Peruana de Futebol (em inglês) para disputar o Torneio Regional do Sul, onde foi campeão daquele ano.
Em 2001(2002), começou a ascensão e a coleção de títulos importantes para o clube. Neste ano ganhou o torneio Clausura, mas acabou perdendo para o campeão do Apertura, o Alianza de Lima.
O maior feito do clube foi alcançado em 2003, quando foi campeão da Copa Sul-Americana ao bater na final o River Plate. O primeiro jogo terminou empatado por 3 a 3, mas, no segundo, venceu heroicamente por 1 a 0.
A conquista credenciou o time para disputar a Libertadores de 2004, mas o time foi eliminado logo na primeira fase, qualificando-se em terceiro lugar no grupo, atrás do Nacional, do Uruguai, e do Independiente, da Argentina.
Em 2004, disputaram a Recopa Sul-Americana o campeão da Copa Libertadores da América, o Boca Juniors, e o Campeão da Copa Sul-Americana, o Cienciano. Após o empate por 1 a 1 no tempo regulamentar, a equipe peruana foi melhor nos pênaltis e levou a taça.
A conquista de um título nacional bateu à porta do clube em 2005, mas a equipe não obteve êxito. Ela ganhou o Torneio Apertura, mas perdeu para o campeão do Torneio Clausura, o Sporting Cristal, por 1 a 0.
O time repetiu uma fraca campanha na fase inicial da Libertadores da América em 2006 e foi eliminado na fase de grupo. Ainda neste ano, o Cienciano bateu na trave novamente. O time ganhou o Torneio Clausura, mas perdeu para o Alianza Lima, campeão do Torneio Apertura.
O Estádio Alejandro Villanueva é o novo “caldeirão” do Cienciano e foi inaugurado em 2006. Sua capacidade é para 35 mil espectadores.
GRANDES ÍDOLOS
Um dos destaques do time vitorioso que venceu a Copa Sul-Americana e a Recopa foi o meio-campista Paolo de la Haza. Ele começou no Sport Boys em 2002, transferindo-se para o Cienciano em 2005, onde se destacou e foi convocado para a seleção do Peru. Posteriormente, o jogador foi contratado pelo FC Chornomorets Odessa, da Ucrânia.
Em uma breve passagem pelo clube, o atacante German Carty deixou saudades. Seus gols foram fundamentais na conquista de títulos. Ele foi o artilheiro isolado da Copa Sul-Americana de 2003, quando o Cienciano levantou o troféu. Atualmente, Carty atua pelo Total Clean, também do Peru.
Outro personagem de destaque na conquista da Sul-Americana é o goleiro Oscar Ibañez. Ele nasceu na Argentina, mas se naturalizou peruano. Seu espírito de liderança e suas defesas ajudaram a consagrar o time. Ele conquistou muitos títulos por onde passou, além de defender diversas vezes a camisa da seleção peruana.
Miguel Mostto chegou em 2004 no Cienciano. Goleador nato, tornou-se o artilheiro consagrado no Campeonato Peruano, além de ajudar na conquista da Recopa, do Torneio Apertura de 2005, e do Clausura de 2006. Seus gols lhe renderam convocações para a seleção peruana. Após o sucesso, o atacante teve uma temporada frustrante no Barnsley FC, da Inglaterra, posteriormente sendo repatriado pelo Coronel Bolognesi.
Em 2008, o destaque do time é o meio-campo Cristian Guevara. Ele é fundamental na armação de jogadas da equipe. O meia começou a sua carreira no Sport Boys e em 2007 foi contratado pelo Cienciano, ajudando na conquista da vaga na Libertadores da América. Seu bom futebol rendeu convocações para a seleção peruana.
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