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Liga dos Campeões - Cluj :: Voltar
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HISTÓRIA
O CFR 1907 Cluj é o clube mais velho dentre os ainda existentes na Romênia. Foi o terceiro a ser fundado na cidade de Cluj-Napoca, que na época fazia parte da Hungria. O nome da agremiação naquela época era Kolozsvári Vasutas Sport Club (KVSC), sendo oficialmente formado por trabalhadores de uma ferrovia local.
Logo após a sua fundação, em outubro de 1907, o time ingressou na liga da cidade de Cluj, tendo um primeiro resultado desastroso: derrota por 23 a 0 contra o KKAC. No entanto, a goleada não abateu a agremiação, que em 1911 foi campeã municipal, repetindo o feito em 1912, com jogadores que ficaram marcados na história como o goleiro Herner, o meio-de-campo Herschovits e o atacante Kontz.
No ano seguinte, o time mudou sua denominação, na primeira de muitas vezes ao longo de sua história. O KVSC passou a se chamar Kolozsvari Torna Club (Clube de Ginástica de Cluj). Logo em seguida, venceu dois campeonatos locais. Na seqüência, importantes mudanças territoriais fizeram com que a cidade de Cluj fosse considerada parte da Romênia, e não mais da Hungria, derrotada na Primeira Guerra.
Sendo assim, os dirigentes tentaram e logo conseguiram entrar na liga de Bucareste, associada à Federação Esportiva da Romênia. Com o ingresso na nova liga na temporada 1921-22, o clube promoveu nova mudança de sua denominação: de Caile Ferate Clujene para Caile Ferate Romane (CFR), que significa "estradas de ferro romenas".
A primeira fase de problemas financeiros veio em 1927, quando os empresários da estrada de ferro decidiram parar de arrendar a agremiação. A fase ruim vigorou durante a Segunda Guerra Mundial, onde o time mudou novamente de nome – desta vez para Koloszvári AC e atuou na liga húngara.
Na temporada 1947/48, após anos integrando ligas regionais e divisões inferiores, o time conseguiu subir à inédita primeira divisão, mas para isso precisou se fundir com um clube que estava encerrando as suas atividades, o Ferarul Cluj. Na temporada seguinte, ingressou na tão sonhada Série A romena, com o nome CFR Cluj.
Porém, o Cluj perdeu prestígio mesmo com a mudança positiva e caiu para as divisões inferiores da Liga. Na década de 1960, mais trocas de nomes: primeiro a fusão com o Rapid Cluj, formando o CSM Cluj. Em 1964, uma nova mudança: Clujeana, mas logo em 1967 o time passou a ter o nome que tem hoje: CFR Cluj.
Ao final da temporada 1968/69 o Cluj terminou a Divisão B como líder e assim subiu de forma inédita à Divisão A nesta nova fase do clube. O grande responsável foi Constantin Radulescu, treinador da época e maior ídolo da história do clube que, inclusive, dá nome ao estádio oficial da agremiação.
Contudo, a boa fase não durou muito e em 1976 começou uma série de descensos, que culminou no maior jejum da história do Cluj. Somente após 26 anos de tentativas viu a luz no fim do túnel no início de 2002, quando mandatários da empresa ECOMAX passaram a arrendar o clube. Em 2004 veio o retorno à elite.
A partir de 2005 começou a brilhar a estrela de Adrian Anca. Realizando ótimas partidas e estando em grande forma, o time cresceu de produção e, em duas temporadas, ficou muito perto das primeiras posições.
Em julho de 2007, o Cluj comemorava o seu centenário e, como parte das festividades, realizou um amistoso contra o Benfica, abrindo a temporada 2007/08. Um novo técnico, Ioan Andone, e uma nova mentalidade levaram o time, que já tinha conseguido uma inédita terceira colocação na temporada anterior, ao título do campeonato e, ao mesmo tempo, da Copa da Romênia, tendo uma nova grande etapa na história do clube apenas um ano depois de completar cem anos.
O Cluj chegou então à Liga dos Campeões pela primeira vez em sua história, tendo uma dupla surpresa ao conseguir chegar à fase de grupos.
GRANDES ÍDOLOS
Os primeiros grandes jogadores da história do CFR foram os que atuaram na equipe que venceu o primeiro título oficial, válido em uma liga do município de Cluj-Napoca, que na época ainda era parte da Hungria e se chamava Koloszvári. Nomes como Herner, Grimm, Herschovits e Koncz faziam parte do time que venceu o rival KEAC, um time de estudantes da cidade.
Em 1924, o Cluj conseguiu ficar sem perder por três partidas para o melhor time da Romênia, o tricampeão Chinezul Timisoara, conseguindo arrancar um empate histórico por 2 a 2. Os jogadores dessa equipe que mais se destacaram foram: Boga, Vegh, Kiniszi II, Micu, Takacs I, Takacs II, Radu, Saznislo e Juhasz.
Durante o período da Segunda Guerra Mundial (até a metade dos anos 40), no entanto, o Cluj sofreu algumas mudanças estruturais e passou a perder prestígio, só recuperado muitos anos depois, nos anos 1950, quando chegaram dos rivais jogadores de muita qualidade e que vieram para levantar o até então caído clube.
Os selecionáveis romenos Vigu, Radulescu, Tomescu e Cristea foram contratados e, em um projeto à longo prazo, levantaram o time novamente, fazendo-o chegar à primeira divisão no final dos anos 1960, em meio a algumas mudanças de denominação.
Mas o maior ídolo do CFR surgiu no ano de 1968. Dr. Constantin Radulescu, que já havia atuado como jogador, chegou ao comando técnico da equipe e, com um esquema ofensivo e inovador, levou o Cluj à primeira divisão após um longo jejum. Radulescu, que dá nome ao estádio oficial da agremiação, lançou jovens valores como Soós, Petrescu, Marian Popescu, Gocan-Roman, Nagel e Strat, que tiveram um ótimo futuro pela frente e marcaram os corações dos torcedores do time grená.
Em seguida, Soós foi trocado por Mihai Adam, um grande artilheiro romeno já experiente, que, inclusive, foi bastante efetivo e marcou muitos gols já depois dos 30 anos com a camisa do Cluj. Possivelmente é o maior artilheiro da história do clube, mas não há registros exatos sobre os seus números totais. Um dos seus grandes feitos foi conseguir fazer 23 gols em uma temporada com 33 anos de idade, algo que definitivamente marcou a torcida de maneira extremamente positiva.
Depois, nos anos 1990 o Cluj ainda sofria com a falta de apoio financeiro, mas, ainda assim, revelou bons nomes como Christian Dulca, Cristian Coroian e Alim Minteuan.
Mas com o novo grupo de investidores - a ECOMAX – arrendando o clube, a possibilidade de novos ídolos surgirem no coração do torcedor do Cluj seria uma questão de tempo. E em um pacote de contratação, o maior deles na atualidade chegou. Adrian Anca, atacante romeno, é o maior artilheiro da nova fase do Cluj, tendo 47 gols marcados em 118 partidas pela liga da Romênia.
Outro jogador também entrou para a história do Cluj, em setembro de 2008: Juan Emmanuel Culio, meia argentino. O seu grande feito foi ter marcado por duas vezes e dominado completamente o adversário, a grandiosa Roma, da Itália, vencendo-os em plena capital italiana. O jogo foi válido pela estréia do CFR na fase de grupos da Liga dos Campeões 2008/09 e Culio já virou um ídolo nacional.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do CFR 1907 Cluj é o atacante Adrian Anca. Romeno de nascimento, Anca nasceu no ano de 1976 e começou a sua carreira profissional aos 22 anos de idade, mas chegou ao Cluj apenas aos 27 anos, na temporada 2003/04. Lá ficou por mais quatro anos, deixando o clube ao final da temporada 2007/08.
Com 47 gols marcados em 118 partidas, é o artilheiro do Cluj nesta nova fase da agremiação e o único de que se tem registros corretos.
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O CFR 1907 Cluj é o clube mais velho dentre os ainda existentes na Romênia. Foi o terceiro a ser fundado na cidade de Cluj-Napoca, que na época fazia parte da Hungria. O nome da agremiação naquela época era Kolozsvári Vasutas Sport Club (KVSC), sendo oficialmente formado por trabalhadores de uma ferrovia local.
Logo após a sua fundação, em outubro de 1907, o time ingressou na liga da cidade de Cluj, tendo um primeiro resultado desastroso: derrota por 23 a 0 contra o KKAC. No entanto, a goleada não abateu a agremiação, que em 1911 foi campeã municipal, repetindo o feito em 1912, com jogadores que ficaram marcados na história como o goleiro Herner, o meio-de-campo Herschovits e o atacante Kontz.
No ano seguinte, o time mudou sua denominação, na primeira de muitas vezes ao longo de sua história. O KVSC passou a se chamar Kolozsvari Torna Club (Clube de Ginástica de Cluj). Logo em seguida, venceu dois campeonatos locais. Na seqüência, importantes mudanças territoriais fizeram com que a cidade de Cluj fosse considerada parte da Romênia, e não mais da Hungria, derrotada na Primeira Guerra.
Sendo assim, os dirigentes tentaram e logo conseguiram entrar na liga de Bucareste, associada à Federação Esportiva da Romênia. Com o ingresso na nova liga na temporada 1921-22, o clube promoveu nova mudança de sua denominação: de Caile Ferate Clujene para Caile Ferate Romane (CFR), que significa "estradas de ferro romenas".
A primeira fase de problemas financeiros veio em 1927, quando os empresários da estrada de ferro decidiram parar de arrendar a agremiação. A fase ruim vigorou durante a Segunda Guerra Mundial, onde o time mudou novamente de nome – desta vez para Koloszvári AC e atuou na liga húngara.
Na temporada 1947/48, após anos integrando ligas regionais e divisões inferiores, o time conseguiu subir à inédita primeira divisão, mas para isso precisou se fundir com um clube que estava encerrando as suas atividades, o Ferarul Cluj. Na temporada seguinte, ingressou na tão sonhada Série A romena, com o nome CFR Cluj.
Porém, o Cluj perdeu prestígio mesmo com a mudança positiva e caiu para as divisões inferiores da Liga. Na década de 1960, mais trocas de nomes: primeiro a fusão com o Rapid Cluj, formando o CSM Cluj. Em 1964, uma nova mudança: Clujeana, mas logo em 1967 o time passou a ter o nome que tem hoje: CFR Cluj.
Ao final da temporada 1968/69 o Cluj terminou a Divisão B como líder e assim subiu de forma inédita à Divisão A nesta nova fase do clube. O grande responsável foi Constantin Radulescu, treinador da época e maior ídolo da história do clube que, inclusive, dá nome ao estádio oficial da agremiação.
Contudo, a boa fase não durou muito e em 1976 começou uma série de descensos, que culminou no maior jejum da história do Cluj. Somente após 26 anos de tentativas viu a luz no fim do túnel no início de 2002, quando mandatários da empresa ECOMAX passaram a arrendar o clube. Em 2004 veio o retorno à elite.
A partir de 2005 começou a brilhar a estrela de Adrian Anca. Realizando ótimas partidas e estando em grande forma, o time cresceu de produção e, em duas temporadas, ficou muito perto das primeiras posições.
Em julho de 2007, o Cluj comemorava o seu centenário e, como parte das festividades, realizou um amistoso contra o Benfica, abrindo a temporada 2007/08. Um novo técnico, Ioan Andone, e uma nova mentalidade levaram o time, que já tinha conseguido uma inédita terceira colocação na temporada anterior, ao título do campeonato e, ao mesmo tempo, da Copa da Romênia, tendo uma nova grande etapa na história do clube apenas um ano depois de completar cem anos.
O Cluj chegou então à Liga dos Campeões pela primeira vez em sua história, tendo uma dupla surpresa ao conseguir chegar à fase de grupos.
GRANDES ÍDOLOS
Os primeiros grandes jogadores da história do CFR foram os que atuaram na equipe que venceu o primeiro título oficial, válido em uma liga do município de Cluj-Napoca, que na época ainda era parte da Hungria e se chamava Koloszvári. Nomes como Herner, Grimm, Herschovits e Koncz faziam parte do time que venceu o rival KEAC, um time de estudantes da cidade.
Em 1924, o Cluj conseguiu ficar sem perder por três partidas para o melhor time da Romênia, o tricampeão Chinezul Timisoara, conseguindo arrancar um empate histórico por 2 a 2. Os jogadores dessa equipe que mais se destacaram foram: Boga, Vegh, Kiniszi II, Micu, Takacs I, Takacs II, Radu, Saznislo e Juhasz.
Durante o período da Segunda Guerra Mundial (até a metade dos anos 40), no entanto, o Cluj sofreu algumas mudanças estruturais e passou a perder prestígio, só recuperado muitos anos depois, nos anos 1950, quando chegaram dos rivais jogadores de muita qualidade e que vieram para levantar o até então caído clube.
Os selecionáveis romenos Vigu, Radulescu, Tomescu e Cristea foram contratados e, em um projeto à longo prazo, levantaram o time novamente, fazendo-o chegar à primeira divisão no final dos anos 1960, em meio a algumas mudanças de denominação.
Mas o maior ídolo do CFR surgiu no ano de 1968. Dr. Constantin Radulescu, que já havia atuado como jogador, chegou ao comando técnico da equipe e, com um esquema ofensivo e inovador, levou o Cluj à primeira divisão após um longo jejum. Radulescu, que dá nome ao estádio oficial da agremiação, lançou jovens valores como Soós, Petrescu, Marian Popescu, Gocan-Roman, Nagel e Strat, que tiveram um ótimo futuro pela frente e marcaram os corações dos torcedores do time grená.
Em seguida, Soós foi trocado por Mihai Adam, um grande artilheiro romeno já experiente, que, inclusive, foi bastante efetivo e marcou muitos gols já depois dos 30 anos com a camisa do Cluj. Possivelmente é o maior artilheiro da história do clube, mas não há registros exatos sobre os seus números totais. Um dos seus grandes feitos foi conseguir fazer 23 gols em uma temporada com 33 anos de idade, algo que definitivamente marcou a torcida de maneira extremamente positiva.
Depois, nos anos 1990 o Cluj ainda sofria com a falta de apoio financeiro, mas, ainda assim, revelou bons nomes como Christian Dulca, Cristian Coroian e Alim Minteuan.
Mas com o novo grupo de investidores - a ECOMAX – arrendando o clube, a possibilidade de novos ídolos surgirem no coração do torcedor do Cluj seria uma questão de tempo. E em um pacote de contratação, o maior deles na atualidade chegou. Adrian Anca, atacante romeno, é o maior artilheiro da nova fase do Cluj, tendo 47 gols marcados em 118 partidas pela liga da Romênia.
Outro jogador também entrou para a história do Cluj, em setembro de 2008: Juan Emmanuel Culio, meia argentino. O seu grande feito foi ter marcado por duas vezes e dominado completamente o adversário, a grandiosa Roma, da Itália, vencendo-os em plena capital italiana. O jogo foi válido pela estréia do CFR na fase de grupos da Liga dos Campeões 2008/09 e Culio já virou um ídolo nacional.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do CFR 1907 Cluj é o atacante Adrian Anca. Romeno de nascimento, Anca nasceu no ano de 1976 e começou a sua carreira profissional aos 22 anos de idade, mas chegou ao Cluj apenas aos 27 anos, na temporada 2003/04. Lá ficou por mais quatro anos, deixando o clube ao final da temporada 2007/08.
Com 47 gols marcados em 118 partidas, é o artilheiro do Cluj nesta nova fase da agremiação e o único de que se tem registros corretos.
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