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Campeonato Alemão - Colônia :: Voltar
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HISTÓRIA
Assim como diversos clubes ao redor do mundo, a fundação do Colônia ocorreu por meio da junção de outras agremiações, no caso, o Kölner Ballspiel-Club 1901 e o SpVgg Sülz 07, em 1948.
Apenas um ano após sua fundação, o Colônia começou a disputar a Oberliga West, mas somente em 1954 a primeira campanha de sucesso aconteceu. A agremiação chegou à final da Copa da Alemanha, porém, foi derrotada pelo tradicional Stuttgart - feito que se repetiu em 1960, mas desta vez o revés aconteceu diante do Hamburgo.
As campanhas evoluíram com o tempo, mas faltava um título para coroar o avanço do clube. A taça veio em 1962, ao bater o Nuremberg por 4 a 0 e conquistar o Campeonato Nacional.
Graças às suas boas campanhas, o Colônia foi escolhido como um dos 16 times fundadores da Bundesliga, a atual Primeira Divisão alemã e, logo no primeiro ano da competição, os Bodes (apelido do clube) levantaram o caneco.
As temporadas foram passando e os títulos aumentando. Dois campeonatos nacionais (1963/64 e 1977/78) e quatro Copas da Alemanha (1968; 1977; 1978 e 1983) ampliaram a coleção de troféus da agremiação, que se tornou uma das mais bem sucedidas do país até o início dos anos 1990.
Durante o período áureo, o Colônia se destacou por revelar grandes craques para o mundo. Nomes como Wolfgang Overath, Pierre Littbarski, Bodo Illgner, Hanes Löhr, Thomas Hässler e mais recentemente Lukas Podolski são grandes exemplos de ídolos da história do Colônia.
A partir da década de 1990 o clube entrou em declínio, caindo para a Segunda Divisão pela primeira vez em 1998. A partir desta data, rebaixamentos e acessos foram freqüentes para a agremiação, que ficou conhecida como o “elevador” do Campeonato Alemão.
Muito se esperou da equipe durante a temporada 2005/06. Porém, apesar dos gols da jovem promessa Lukas Podolski, o Colônia acabou a competição na 17ª posição, caindo mais uma vez.
A Bundesliga 2008/09 traz os Bodes novamente como figurantes do campeonato. Os torcedores continuam animados e, sob o olhar atento da mascote, o bode Hennes, o Colônia tenta recuperar o prestígio que seu passado lhe proporcionou.
GRANDES ÍDOLOS
Vencedor de três Campeonatos Alemães e quatro Copas da Alemanha, o Colônia teve muitos momentos de glória ao longo de sua história. Conseqüentemente, diversos craques vestiram a camisa do clube. Destaque para Overath, Littbarski, Thomas Hässler e Helmut Rahn.
Nascido no ano de 1943, Wolfgang Overath é o ídolo máximo do clube. Meia de grande habilidade com a perna esquerda e de passes precisos, atuou 765 vezes com a camisa do Colônia e marcou 287 gols, alcançando o posto de maior goleador da agremiação.
Overath jogou pelos Bodes (apelido do Colônia) de 1962 a 1977. Nesse período, o meia foi capitão da seleção da Alemanha Ocidental e conquistou a Copa do Mundo de 1974. Em 2004 assumiu o posto de presidente do time que defendeu por tanto tempo.
Apenas um ano após a saída de Overath, o Colônia revelou outro grande meia ofensivo para o mundo, Pierre Littbarski. O jogador, famoso pelos seus dribles, conquistou a Copa da Alemanha de 1983 e colaborou em três vice-campeonatos da Bundesliga. Litti, como era chamado pelos alemães, disputou 408 partidas e marcou 116 gols vestindo as cores vermelha e branca da agremiação.
Pela seleção da Alemanha Ocidental, Littbarski disputou três Copas do Mundo e duas Eurocopas, mas seu ápice ocorreu durante o título mundial de 1990, juntamente com Thomas Hässler, jóia rara que surgiu no final da década de 1980.
Meia de precisão cirúrgica, Hässler despontou para o futebol jogando pelos Bodes. Apesar de não ter conquistado títulos expressivos pelo clube, suas brilhantes atuações o levaram à seleção nacional, onde, além da Copa de 1990, faturou a medalha de bronze nas Olimpíadas de Seul-1988.
É impossível falar dos ídolos do Colônia sem citar um dos precursores, o atacante Helmut Rahn. Atacante rápido e matador, Rahn teve uma passagem curta pelo clube, mas sua fama acendeu ainda mais a paixão dos torcedores. Fama justificada, já que ele marcou o gol salvador do primeiro título mundial da seleção alemã, na Copa do Mundo de 1954, contra a Hungria, entrando assim para a história do futebol no país.
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Assim como diversos clubes ao redor do mundo, a fundação do Colônia ocorreu por meio da junção de outras agremiações, no caso, o Kölner Ballspiel-Club 1901 e o SpVgg Sülz 07, em 1948.
Apenas um ano após sua fundação, o Colônia começou a disputar a Oberliga West, mas somente em 1954 a primeira campanha de sucesso aconteceu. A agremiação chegou à final da Copa da Alemanha, porém, foi derrotada pelo tradicional Stuttgart - feito que se repetiu em 1960, mas desta vez o revés aconteceu diante do Hamburgo.
As campanhas evoluíram com o tempo, mas faltava um título para coroar o avanço do clube. A taça veio em 1962, ao bater o Nuremberg por 4 a 0 e conquistar o Campeonato Nacional.
Graças às suas boas campanhas, o Colônia foi escolhido como um dos 16 times fundadores da Bundesliga, a atual Primeira Divisão alemã e, logo no primeiro ano da competição, os Bodes (apelido do clube) levantaram o caneco.
As temporadas foram passando e os títulos aumentando. Dois campeonatos nacionais (1963/64 e 1977/78) e quatro Copas da Alemanha (1968; 1977; 1978 e 1983) ampliaram a coleção de troféus da agremiação, que se tornou uma das mais bem sucedidas do país até o início dos anos 1990.
Durante o período áureo, o Colônia se destacou por revelar grandes craques para o mundo. Nomes como Wolfgang Overath, Pierre Littbarski, Bodo Illgner, Hanes Löhr, Thomas Hässler e mais recentemente Lukas Podolski são grandes exemplos de ídolos da história do Colônia.
A partir da década de 1990 o clube entrou em declínio, caindo para a Segunda Divisão pela primeira vez em 1998. A partir desta data, rebaixamentos e acessos foram freqüentes para a agremiação, que ficou conhecida como o “elevador” do Campeonato Alemão.
Muito se esperou da equipe durante a temporada 2005/06. Porém, apesar dos gols da jovem promessa Lukas Podolski, o Colônia acabou a competição na 17ª posição, caindo mais uma vez.
A Bundesliga 2008/09 traz os Bodes novamente como figurantes do campeonato. Os torcedores continuam animados e, sob o olhar atento da mascote, o bode Hennes, o Colônia tenta recuperar o prestígio que seu passado lhe proporcionou.
GRANDES ÍDOLOS
Vencedor de três Campeonatos Alemães e quatro Copas da Alemanha, o Colônia teve muitos momentos de glória ao longo de sua história. Conseqüentemente, diversos craques vestiram a camisa do clube. Destaque para Overath, Littbarski, Thomas Hässler e Helmut Rahn.
Nascido no ano de 1943, Wolfgang Overath é o ídolo máximo do clube. Meia de grande habilidade com a perna esquerda e de passes precisos, atuou 765 vezes com a camisa do Colônia e marcou 287 gols, alcançando o posto de maior goleador da agremiação.
Overath jogou pelos Bodes (apelido do Colônia) de 1962 a 1977. Nesse período, o meia foi capitão da seleção da Alemanha Ocidental e conquistou a Copa do Mundo de 1974. Em 2004 assumiu o posto de presidente do time que defendeu por tanto tempo.
Apenas um ano após a saída de Overath, o Colônia revelou outro grande meia ofensivo para o mundo, Pierre Littbarski. O jogador, famoso pelos seus dribles, conquistou a Copa da Alemanha de 1983 e colaborou em três vice-campeonatos da Bundesliga. Litti, como era chamado pelos alemães, disputou 408 partidas e marcou 116 gols vestindo as cores vermelha e branca da agremiação.
Pela seleção da Alemanha Ocidental, Littbarski disputou três Copas do Mundo e duas Eurocopas, mas seu ápice ocorreu durante o título mundial de 1990, juntamente com Thomas Hässler, jóia rara que surgiu no final da década de 1980.
Meia de precisão cirúrgica, Hässler despontou para o futebol jogando pelos Bodes. Apesar de não ter conquistado títulos expressivos pelo clube, suas brilhantes atuações o levaram à seleção nacional, onde, além da Copa de 1990, faturou a medalha de bronze nas Olimpíadas de Seul-1988.
É impossível falar dos ídolos do Colônia sem citar um dos precursores, o atacante Helmut Rahn. Atacante rápido e matador, Rahn teve uma passagem curta pelo clube, mas sua fama acendeu ainda mais a paixão dos torcedores. Fama justificada, já que ele marcou o gol salvador do primeiro título mundial da seleção alemã, na Copa do Mundo de 1954, contra a Hungria, entrando assim para a história do futebol no país.
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