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Libertadores da América - Cúcuta :: Voltar
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HISTÓRIA
O Corporación Nuevo Cúcuta Deportivo foi fundado em 28 de setembro de 1949, quando o futebol colombiano estava em seu auge. A entidade foi idealizada por um grupo de empresários do país que, por meio de ações, dividiram suas cotas e investiram na agremiação.
O time ingressou no futebol profissional e na División Mayor del Fútbol Colombiano (em espanhol) - primeira divisão do país - no ano seguinte a sua criação. Em 1951, seu dirigente Hernando Lara Hernández foi buscar Eusébio Tejera e Shubert Gambetta, campeões mundiais pelo Uruguai em 1950, para reforçar o elenco.
Abalado por uma crise financeira, o Cúcuta não fez boas campanhas nas temporadas de 1952 e 1953, o que culminou na sua desistência da participação do Campeonato Nacional no ano seguinte.
Em 1955, o time voltou à disputa e passou a investir em jogadores sul-americanos, principalmente argentinos e uruguaios, para ajudar na evolução da equipe. As contratações deram certas e a agremiação se estabilizou entre os “grandes” clubes da Colômbia.
O primeiro grande feito aconteceu em 1964. Liderados por Germán “Burrito” Gonzáles e Rolando Serrano, a equipe conquistou o vice-campeonato nacional, ficando apenas um ponto atrás do Millionários.
Com o Campeonato Colombiano dominado por times como Independiente de Santa Fé, América de Cali, Atlético Nacional e Deportivo Cali, o Cúcuta se mantinha na elite, mas nunca incomodando os “grandes”, sempre terminando em posições intermediárias na tabela.
As más campanhas e as crises financeiras prejudicaram a agremiação que, em 1995, acabaram rebaixados para a segunda divisão do futebol nacional. A péssima campanha, com apenas cinco vitórias em 30 jogos e o pior ataque no torneio, entrou para a história do clube como uma das piores participações da equipe no torneio.
A permanência no segundo escalão foi curta. No ano seguinte a entidade retornou à elite nacional. Porém, para a tristeza de seus torcedores, o time foi novamente rebaixado.
Desta vez, a volta para a divisão superior do Campeonato Colombiano não foi rápida. Só aconteceu em 2005, após o time bater o Bajo Cauca na decisão. No primeiro jogo da final, empate por 1 a 1. Na segunda partida, vitória por 1 a 0 do time de Cúcuta.
A disputa da primeira divisão obrigou os dirigentes a montarem um time forte para não repetir o vexame de outras temporadas. As contratações deram certo e, com um elenco muito técnico, apesar de jovem e sob o comando do técnico Jorge Luís Pinto, o Deportivo Cúcuta ganhou seu primeiro título nacional.
Após chegar às fases finais do Torneio Apertura - equivalente ao primeiro turno -, o clube alcançou a final do Torneio Finalización, para surpresa de muitos, e na decisão encarou o Deportes Tolima.
Na primeira partida, vitória do Cúcuta por 1 a 0. No jogo decisivo, empate por 1 a 1. Com o resultado, o time do norte do país venceu seu primeiro Campeonato Colombiano e obteve a inédita classificação para a Copa Libertadores da América.
A estréia do time na competição continental foi surpreendente, assim como o título nacional do ano anterior. Após uma suada classificação no Grupo 1, o mesmo do Grêmio, a equipe chegou às semifinais, quando foi derrotada pelo vencedor do torneio, Boca Juniors.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro ídolo do Cúcuta Deportivo foi o colombiano Rolando Serrano, que ao lado de Germán “Burrito” Gonzáles ajudou o time a conquistar o vice-campeonato nacional em 1964.
Os zagueiros uruguaios Schubert Gambetta e Eusébio Tejera, ambos campeões mundiais com a Celeste Olímpica, foram os primeiros jogadores “estrangeiros” a vestir a camisa vermelha e preta da agremiação.
Outro importante jogador da história da equipe é também seu maior artilheiro. O atacante uruguaio José Omar Verdún marcou 168 gols em 159 jogos. Ele foi o goleador máximo do Campeonato Colombiano em duas ocasiões - 1962 e 63 - e é o oitavo atleta com mais tentos anotados do esporte no país, com 182 bolas na rede.
Uma das principais revelações do clube foi o atacante colombiano Faustino Asprilla, renomado no mundo inteiro. O jogador iniciou sua carreira na equipe em 1988 e suas excelentes atuações despertaram o interesse de times do país e do exterior. O atleta acabou deixando a agremiação em 1989, após marcar 17 gols em 36 jogos.
Como a equipe em seus primeiros anos poucos títulos conquistou, a maioria de seus ídolos surgiu apenas após o século 21. Principalmente após a conquista do Campeonato Colombiano e a bela campanha na Copa Libertadores da América de 2007.
Um dos principais jogadores na boa campanha continental foi o meia Macnelly Torres. O camisa dez chegou ao clube em 2005 e, no ano seguinte, sagrou-se campeão nacional com o time. Sua técnica e disposição lhe renderam uma convocação para a seleção colombiana, onde é presença constante.
O panamenho Blas Pérez foi outra peça fundamental, tanto na conquista do Campeonato Colombiano de 2006, como na Copa Libertadores de 2007. O atacante encerrou a competição sul-americana como vice-artilheiro do certame, com oito gols marcados, atrás apenas de Salvador Cabañas, do América-MEX, que balançou a rede dez vezes.
Além dos dois craques, o goleiro Robinson Zapata e o meia Dario Bustos – este com passagens pelo futebol brasileiro - também foram essenciais para o bom desempenho da entidade na Taça Libertadores.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Cúcuta Deportivo é o atacante José Omar Verdún, com 168 gols. O uruguaio também é o jogador com mais partidas disputadas pela agremiação, 159 no total.
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O Corporación Nuevo Cúcuta Deportivo foi fundado em 28 de setembro de 1949, quando o futebol colombiano estava em seu auge. A entidade foi idealizada por um grupo de empresários do país que, por meio de ações, dividiram suas cotas e investiram na agremiação.
O time ingressou no futebol profissional e na División Mayor del Fútbol Colombiano (em espanhol) - primeira divisão do país - no ano seguinte a sua criação. Em 1951, seu dirigente Hernando Lara Hernández foi buscar Eusébio Tejera e Shubert Gambetta, campeões mundiais pelo Uruguai em 1950, para reforçar o elenco.
Abalado por uma crise financeira, o Cúcuta não fez boas campanhas nas temporadas de 1952 e 1953, o que culminou na sua desistência da participação do Campeonato Nacional no ano seguinte.
Em 1955, o time voltou à disputa e passou a investir em jogadores sul-americanos, principalmente argentinos e uruguaios, para ajudar na evolução da equipe. As contratações deram certas e a agremiação se estabilizou entre os “grandes” clubes da Colômbia.
O primeiro grande feito aconteceu em 1964. Liderados por Germán “Burrito” Gonzáles e Rolando Serrano, a equipe conquistou o vice-campeonato nacional, ficando apenas um ponto atrás do Millionários.
Com o Campeonato Colombiano dominado por times como Independiente de Santa Fé, América de Cali, Atlético Nacional e Deportivo Cali, o Cúcuta se mantinha na elite, mas nunca incomodando os “grandes”, sempre terminando em posições intermediárias na tabela.
As más campanhas e as crises financeiras prejudicaram a agremiação que, em 1995, acabaram rebaixados para a segunda divisão do futebol nacional. A péssima campanha, com apenas cinco vitórias em 30 jogos e o pior ataque no torneio, entrou para a história do clube como uma das piores participações da equipe no torneio.
A permanência no segundo escalão foi curta. No ano seguinte a entidade retornou à elite nacional. Porém, para a tristeza de seus torcedores, o time foi novamente rebaixado.
Desta vez, a volta para a divisão superior do Campeonato Colombiano não foi rápida. Só aconteceu em 2005, após o time bater o Bajo Cauca na decisão. No primeiro jogo da final, empate por 1 a 1. Na segunda partida, vitória por 1 a 0 do time de Cúcuta.
A disputa da primeira divisão obrigou os dirigentes a montarem um time forte para não repetir o vexame de outras temporadas. As contratações deram certo e, com um elenco muito técnico, apesar de jovem e sob o comando do técnico Jorge Luís Pinto, o Deportivo Cúcuta ganhou seu primeiro título nacional.
Após chegar às fases finais do Torneio Apertura - equivalente ao primeiro turno -, o clube alcançou a final do Torneio Finalización, para surpresa de muitos, e na decisão encarou o Deportes Tolima.
Na primeira partida, vitória do Cúcuta por 1 a 0. No jogo decisivo, empate por 1 a 1. Com o resultado, o time do norte do país venceu seu primeiro Campeonato Colombiano e obteve a inédita classificação para a Copa Libertadores da América.
A estréia do time na competição continental foi surpreendente, assim como o título nacional do ano anterior. Após uma suada classificação no Grupo 1, o mesmo do Grêmio, a equipe chegou às semifinais, quando foi derrotada pelo vencedor do torneio, Boca Juniors.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro ídolo do Cúcuta Deportivo foi o colombiano Rolando Serrano, que ao lado de Germán “Burrito” Gonzáles ajudou o time a conquistar o vice-campeonato nacional em 1964.
Os zagueiros uruguaios Schubert Gambetta e Eusébio Tejera, ambos campeões mundiais com a Celeste Olímpica, foram os primeiros jogadores “estrangeiros” a vestir a camisa vermelha e preta da agremiação.
Outro importante jogador da história da equipe é também seu maior artilheiro. O atacante uruguaio José Omar Verdún marcou 168 gols em 159 jogos. Ele foi o goleador máximo do Campeonato Colombiano em duas ocasiões - 1962 e 63 - e é o oitavo atleta com mais tentos anotados do esporte no país, com 182 bolas na rede.
Uma das principais revelações do clube foi o atacante colombiano Faustino Asprilla, renomado no mundo inteiro. O jogador iniciou sua carreira na equipe em 1988 e suas excelentes atuações despertaram o interesse de times do país e do exterior. O atleta acabou deixando a agremiação em 1989, após marcar 17 gols em 36 jogos.
Como a equipe em seus primeiros anos poucos títulos conquistou, a maioria de seus ídolos surgiu apenas após o século 21. Principalmente após a conquista do Campeonato Colombiano e a bela campanha na Copa Libertadores da América de 2007.
Um dos principais jogadores na boa campanha continental foi o meia Macnelly Torres. O camisa dez chegou ao clube em 2005 e, no ano seguinte, sagrou-se campeão nacional com o time. Sua técnica e disposição lhe renderam uma convocação para a seleção colombiana, onde é presença constante.
O panamenho Blas Pérez foi outra peça fundamental, tanto na conquista do Campeonato Colombiano de 2006, como na Copa Libertadores de 2007. O atacante encerrou a competição sul-americana como vice-artilheiro do certame, com oito gols marcados, atrás apenas de Salvador Cabañas, do América-MEX, que balançou a rede dez vezes.
Além dos dois craques, o goleiro Robinson Zapata e o meia Dario Bustos – este com passagens pelo futebol brasileiro - também foram essenciais para o bom desempenho da entidade na Taça Libertadores.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Cúcuta Deportivo é o atacante José Omar Verdún, com 168 gols. O uruguaio também é o jogador com mais partidas disputadas pela agremiação, 159 no total.
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