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Libertadores da América - Deportivo Cuenca :: Voltar

HISTÓRIA

Entusiasmados com a Copa de 1970, realizada no México, três homens decidiram fundar um clube de futebol. Vazquez Polibio Astudillo, Alfredo Pena Calderon e Dr. Alejandro Serrano deram início ao Club Deportivo Cuenca. De 1971 a 1975, grandes expectativas surgiram com a fundação do clube no Equador.

O time causou uma verdadeira reviravolta na cidade, mudando completamente o seu cotidiano. A primeira campanha do Deportivo Cuenca (em espanhol) na primeira divisão do futebol equatoriano foi excelente e o clube assegurou uma vaga para a Copa Libertadores.

A equipe de 1979 entrou para a história do clube. Grandes jogadores faziam parte do elenco, como por exemplo o meia Angel Luiz Laciardi, maior artilheiro do Deportivo Cuenca. A agremiação jogou bonito, mas não conseguiu fazer boa campanha em nenhum dos campeonatos que participou no ano.

No período de 1981 a 1985, o clube atravessou uma grande crise, sendo rebaixado para a divisão do acesso do futebol equatoriano, voltando apenas em 1986. Em sua volta, o time estava animado e teve um começo arrasador, vencendo muitas partidas e encantando sua torcida. No entanto, não manteve a regularidade ao longo do Campeonato Nacional e terminou a competição em quarto lugar.

No restante desta meia década, o Deportivo Cuenca apresentou altos e baixos. Não brigava por títulos e nem ficava entre os últimos colocados. Mas, em 1991, voltou à segunda divisão depois de outra grande crise.

Somente após trocar toda a diretoria, o Cuenca retornou à elite do Equador, agora com expectativas melhores em relação aos anos anteriores.

Nos anos de 1996 a 2000, o clube participou de grandes competições internacionais, como a Conmebol. Chegou à segunda fase da competição em 1998, mas foi eliminado, dando fim ao sonho da torcida de ver o primeiro título da história do time. Continuando a trajetória de altos e baixos do clube, o Deportivo Cuenca voltou a sofrer com uma grande crise, caindo mais uma vez para a segunda divisão do Equador.

Em 2001, um grupo de jovens empresários assumiu a direção do clube, prometendo melhores campanhas e o fim das crises. O time voltou à primeira divisão e deu novas esperanças à torcida. Foi neste período que, pela primeira vez, uma delegação do Deportivo Cuenca viajou para os Estados Unidos. A turnê pelo país tinha como objetivo captar novos adeptos para investir no clube.

Porém, foi em 2004 que o clube teve sua maior glória. Alcançou o título nacional do Equador da primeira divisão. O feito quase se repetiu em 2007, com o vice-campeonato da competição.


GRANDES ÍDOLOS

Angel Luis Liciardi é o maior ídolo da torcida do Deportivo Cuenca (em espanhol). Não só o maior ídolo, como também o grande artilheiro da história do clube. Com 36 gols marcados vestindo a camisa do time, Angel era a grande estrela da equipe que jogou na década de 70, onde alternou altos e baixos.

A torcida sempre o idolatrou, mesmo com o Cuenca não tendo vencido nenhum título na época de seu grande jogador.

Angel era meio-campo do time do Deportivo Cuenca. Mesmo atuando como volante, o jogador conseguiu se sagrar como maior artilheiro da agremiação. Um defensor moderno para a época, Angel atacava e defendia com muita eficiência.

No início de 2008, coincidentemente, outro volante é ídolo da torcida do Deportivo Cuenca. Giancarlos Barrios é o grande destaque do clube. Talvez por ter características parecidas com as do antigo ídolo, Giancarlos caiu nos braços dos torcedores cuencanos. É um volante de força, mas que também apóia constantemente, marcando gols importantes para sua equipe.

Marcelo Fleitas é outro jogador querido pela torcida. Atualmente defendendo as cores do clube, Fleitas é o goleiro que dá segurança à defesa do Deportivo Cuenca. A torcida deposita confiança no arqueiro, que já chegou a receber propostas da Europa, mas recusou, preferindo continuar em seu time de coração.


ARTILHEIROS

Angel Luis Liciardi é o maior goleador da história do Deportivo Cuenca. Atuando pelo na década 70, o atleta marcou 36 gols a favor do time equatoriano.

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