Canal Futebol ::::: Página Inicial ::::: Política de Privacidade ::::: Usuários Online:
Libertadores da América - Estudiantes :: Voltar
Libertadores da América - Estudiantes :: Voltar
HISTÓRIA
Um dos times mais tradicionais do futebol sul-americano. Esse é o Estudiantes de La Plata. Localizado em Buenos Aires, capital da Argentina, o clube foi fundado no dia 4 de agosto de 1905. Seu surgimento se deu após uma briga entre os associados do Gimnasia de La Plata, seu principal rival.
A desavença ocorreu devido à insatisfação dos integrantes do clube com a falta de um espaço reservado para o futebol. O inglês Tomás Shendden foi o responsável por comandar o movimento que culminou na fundação do Clube Atlético Estudiantes. O nome escolhido é uma referência aos 20 criadores do time, à época todos estudantes.
Em seu início, apenas jogadores com estudos eram aceitos na agremiação. Um ano depois de sua fundação, o Pincha, como é apelidado o Estudiantes, se inscreveu junto a Federação Argentina de Futebol (em espanhol) e passou a disputar os torneios nacionais amadores.
O começo da trajetória da equipe foi meteórico. Com apenas seis anos de existência, o clube chegou à primeira divisão do Campeonato Argentino. A decisão que marcou essa ida para a elite foi contra o Independiente, vencida por 3 a 0.
Assim como no seu início, o Estudiantes teve um desempenho impressionante na principal competição nacional. Já em 1913, o Pincha, com uma campanha sensacional levantou a taça da primeira divisão. A campanha ficou marcada pelo belo desempenho: 14 vitórias em 18 partidas.
Na estréia da era profissional na Argentina, o Pincha atingiu um recorde histórico, em 1931. Ficou com a marca de ataque mais positivo da competição nacional, com 103 gols marcados. Porém, a efetividade não levou o time ao título, terminando o torneio daquele ano na terceira colocação, seis pontos a menos que o campeão Boca Juniors.
Em 1946, o Pincha voltou a conquistar um título no cenário nacional. Após derrotar o mesmo Boca Juniors na final, levantou a taça da Copa de la República. O primeiro jogo terminou empatado por 4 a 4. Já o segundo foi vencido pelo Estudiantes por 1 a 0, com gol anotado por Manuel Peregrina, maior artilheiro da história da agremiação.
Já o ano de 1953 foi muito triste para a torcida do clube. A campanha na temporada ficou marcada pelo primeiro rebaixamento da história do Estudiantes. Porém, logo em 1954, a equipe retornou para a elite.
Uma campanha ruim aconteceria novamente em 1963, quando o time teria que jogar uma partida para decidir o rebaixamento com o Lanús. Porém, uma virada de mesa suspendeu o descenso por três anos. Após a decisão da Federação Argentina, a direção do Estudiantes fez grande investimento nas categorias de base, que deu resultado alguns anos depois.
O início da época gloriosa do Pincha aconteceu em 1967. O time ganhou o Campeonato Metropolitano, quebrando uma hegemonia dos cincos grandes clubes do futebol argentino: Independiente, Racing, Boca Juniors, San Lorenzo e River Plate. A grande decisão foi diante do Racing, e o Estudiantes venceu com direito a gol de bicicleta de Verón.
Mas o clube ficaria internacionalmente conhecido nos próximos três anos. Em 1968, a equipe disputou a Copa Libertadores e chegou a grande decisão contra o Palmeiras. As finais foram realizadas em três partidas. A primeira, na Argentina, terminou com o placar de 2 a 1 para o time da casa. A segunda, no Brasil, 3 a 1 para o Alviverde paulista. Já o último e decisivo confronto acabou sendo vencido pelo Pinca, 2 a 0. Assim, a agremiação ganhou o principal torneio da América do Sul.
No fim daquela mesma temporada, o Estudiantes disputou o Mundial Interclubes contra o Manchester United, campeão da Europa. A primeira partida foi no estádio de La Bombonera e acabou 1 a 0 para o time mandante. A volta aconteceu na Inglaterra e, com 1 a 1 no placar, o clube da Argentina sagrou-se como campeão.
O título Sul-Americano seria repetido novamente nos anos de 1969 e 1970, porém a equipe não obteve o mesmo sucesso no torneio intercontinental.
Após a gloriosa era no fim da década de 60, o Estudiantes ficou muito tempo afastado das grandes conquistas, voltando a ser campeão do Campeonato Argentino somente em 1983.
A seca depois do título foi novamente grande, mas em 2006 o clube ganhou o Torneio Apertura de um modo sensacional. O time comandado por Diego Simeone chegou a dez vitórias consecutivas e, ao término da competição, com o mesmo número de pontos do Boca. Uma final entre as duas equipes foi marcada e o Pincha venceu por 2 a 1, garantindo assim sua última conquista.
GRANDES ÍDOLOS
O principal ídolo do Estudiantes é também o maior artilheiro da história do clube. Trata-se do atacante Manuel Peregrina, que marcou 221 gols com a camisa do time. Atuou pelo Pincha entre os anos de 1942 e 1956, sendo a temporada de 1953 pelo Huracán.
O segundo maior atleta que vestiu a camisa do Estudiantes foi o argentino Juan Ramon Verón. Conhecido como La Bruja, o ponta foi responsável pelo gol do título da Copa Libertadores de 1968, tento que se repetiu no Mundial do mesmo ano. Assim como o pai, mas 38 anos depois, Juan Sebastian Verón foi um dos heróis na conquista do Campeonato Argentino de 2006. O título acabou com 23 anos de seca do Pincha.
Quando decidiu voltar para a Argentina e defender o clube em que seu pai foi ídolo, Verón deixou para trás muitas propostas milionárias da Europa. Por lá, o volante defendeu Lazio, Chelsea, Manchester United e também Internazionale de Milão. Além da seleção argentina em duas copas, 1998 e 2002.
Porém, nada jamais chegará aos pés do maior quinteto da história do clube. O grupo não ganhou título, mas deu show pelos gramados da Argentina. Formado por Lauri, Scopelli, Zozaya, Manuel Ferreira e Guaita, o ataque ficou conhecido como “Os Professores”. Destaque para Zozaya, que foi artilheiro do Campeonato Argentino de 1931, o primeiro da era profissional.
Guaita também fez bastante sucesso e acabou sendo transferido para o futebol italiano. Após atuar na Europa, defendeu a seleção da Itália, com quem foi campeão da Copa do Mundo de 1934.
Já Manuel Ferreira ficou muito famoso por atuar pela Argentina na Copa do Mundo de 1930, juntamente com Scopelli. Já Lauri esteve bem na campanha da Copa América de 1935, quando levou seu país ao vice-campeonato.
Outro matador que recentemente deixou suas marcas pelo Estudiantes é um dos grandes artilheiros da história do Boca Juniors, Martin Palermo. O atacante atuou com a camisa do Pincha em quase 100 oportunidades e marcou 32 tentos. Também atuando no setor ofensivo, Ernesto Farias chegou a quase 200 gols pelo clube.
Campeão na década de 80, o goleiro Abel Herrera é o atleta que mais vestiu a camisa do Estudiantes na história. Defendendo a meta da agremiação, o arqueiro atuou 467 vezes. O terceiro que mais vezes jogou pelo Pincha foi Miguel Angel Russo. O volante esteve em campo em 420 oportunidades.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Estudiantes de La Plata é o atacante Manuel Pelegrina, com 221 gols marcados. Ele defendeu as cores do clube nas décadas de 40 e 50.
:: Topo da Página ::: Voltar
Um dos times mais tradicionais do futebol sul-americano. Esse é o Estudiantes de La Plata. Localizado em Buenos Aires, capital da Argentina, o clube foi fundado no dia 4 de agosto de 1905. Seu surgimento se deu após uma briga entre os associados do Gimnasia de La Plata, seu principal rival.
A desavença ocorreu devido à insatisfação dos integrantes do clube com a falta de um espaço reservado para o futebol. O inglês Tomás Shendden foi o responsável por comandar o movimento que culminou na fundação do Clube Atlético Estudiantes. O nome escolhido é uma referência aos 20 criadores do time, à época todos estudantes.
Em seu início, apenas jogadores com estudos eram aceitos na agremiação. Um ano depois de sua fundação, o Pincha, como é apelidado o Estudiantes, se inscreveu junto a Federação Argentina de Futebol (em espanhol) e passou a disputar os torneios nacionais amadores.
O começo da trajetória da equipe foi meteórico. Com apenas seis anos de existência, o clube chegou à primeira divisão do Campeonato Argentino. A decisão que marcou essa ida para a elite foi contra o Independiente, vencida por 3 a 0.
Assim como no seu início, o Estudiantes teve um desempenho impressionante na principal competição nacional. Já em 1913, o Pincha, com uma campanha sensacional levantou a taça da primeira divisão. A campanha ficou marcada pelo belo desempenho: 14 vitórias em 18 partidas.
Na estréia da era profissional na Argentina, o Pincha atingiu um recorde histórico, em 1931. Ficou com a marca de ataque mais positivo da competição nacional, com 103 gols marcados. Porém, a efetividade não levou o time ao título, terminando o torneio daquele ano na terceira colocação, seis pontos a menos que o campeão Boca Juniors.
Em 1946, o Pincha voltou a conquistar um título no cenário nacional. Após derrotar o mesmo Boca Juniors na final, levantou a taça da Copa de la República. O primeiro jogo terminou empatado por 4 a 4. Já o segundo foi vencido pelo Estudiantes por 1 a 0, com gol anotado por Manuel Peregrina, maior artilheiro da história da agremiação.
Já o ano de 1953 foi muito triste para a torcida do clube. A campanha na temporada ficou marcada pelo primeiro rebaixamento da história do Estudiantes. Porém, logo em 1954, a equipe retornou para a elite.
Uma campanha ruim aconteceria novamente em 1963, quando o time teria que jogar uma partida para decidir o rebaixamento com o Lanús. Porém, uma virada de mesa suspendeu o descenso por três anos. Após a decisão da Federação Argentina, a direção do Estudiantes fez grande investimento nas categorias de base, que deu resultado alguns anos depois.
O início da época gloriosa do Pincha aconteceu em 1967. O time ganhou o Campeonato Metropolitano, quebrando uma hegemonia dos cincos grandes clubes do futebol argentino: Independiente, Racing, Boca Juniors, San Lorenzo e River Plate. A grande decisão foi diante do Racing, e o Estudiantes venceu com direito a gol de bicicleta de Verón.
Mas o clube ficaria internacionalmente conhecido nos próximos três anos. Em 1968, a equipe disputou a Copa Libertadores e chegou a grande decisão contra o Palmeiras. As finais foram realizadas em três partidas. A primeira, na Argentina, terminou com o placar de 2 a 1 para o time da casa. A segunda, no Brasil, 3 a 1 para o Alviverde paulista. Já o último e decisivo confronto acabou sendo vencido pelo Pinca, 2 a 0. Assim, a agremiação ganhou o principal torneio da América do Sul.
No fim daquela mesma temporada, o Estudiantes disputou o Mundial Interclubes contra o Manchester United, campeão da Europa. A primeira partida foi no estádio de La Bombonera e acabou 1 a 0 para o time mandante. A volta aconteceu na Inglaterra e, com 1 a 1 no placar, o clube da Argentina sagrou-se como campeão.
O título Sul-Americano seria repetido novamente nos anos de 1969 e 1970, porém a equipe não obteve o mesmo sucesso no torneio intercontinental.
Após a gloriosa era no fim da década de 60, o Estudiantes ficou muito tempo afastado das grandes conquistas, voltando a ser campeão do Campeonato Argentino somente em 1983.
A seca depois do título foi novamente grande, mas em 2006 o clube ganhou o Torneio Apertura de um modo sensacional. O time comandado por Diego Simeone chegou a dez vitórias consecutivas e, ao término da competição, com o mesmo número de pontos do Boca. Uma final entre as duas equipes foi marcada e o Pincha venceu por 2 a 1, garantindo assim sua última conquista.
GRANDES ÍDOLOS
O principal ídolo do Estudiantes é também o maior artilheiro da história do clube. Trata-se do atacante Manuel Peregrina, que marcou 221 gols com a camisa do time. Atuou pelo Pincha entre os anos de 1942 e 1956, sendo a temporada de 1953 pelo Huracán.
O segundo maior atleta que vestiu a camisa do Estudiantes foi o argentino Juan Ramon Verón. Conhecido como La Bruja, o ponta foi responsável pelo gol do título da Copa Libertadores de 1968, tento que se repetiu no Mundial do mesmo ano. Assim como o pai, mas 38 anos depois, Juan Sebastian Verón foi um dos heróis na conquista do Campeonato Argentino de 2006. O título acabou com 23 anos de seca do Pincha.
Quando decidiu voltar para a Argentina e defender o clube em que seu pai foi ídolo, Verón deixou para trás muitas propostas milionárias da Europa. Por lá, o volante defendeu Lazio, Chelsea, Manchester United e também Internazionale de Milão. Além da seleção argentina em duas copas, 1998 e 2002.
Porém, nada jamais chegará aos pés do maior quinteto da história do clube. O grupo não ganhou título, mas deu show pelos gramados da Argentina. Formado por Lauri, Scopelli, Zozaya, Manuel Ferreira e Guaita, o ataque ficou conhecido como “Os Professores”. Destaque para Zozaya, que foi artilheiro do Campeonato Argentino de 1931, o primeiro da era profissional.
Guaita também fez bastante sucesso e acabou sendo transferido para o futebol italiano. Após atuar na Europa, defendeu a seleção da Itália, com quem foi campeão da Copa do Mundo de 1934.
Já Manuel Ferreira ficou muito famoso por atuar pela Argentina na Copa do Mundo de 1930, juntamente com Scopelli. Já Lauri esteve bem na campanha da Copa América de 1935, quando levou seu país ao vice-campeonato.
Outro matador que recentemente deixou suas marcas pelo Estudiantes é um dos grandes artilheiros da história do Boca Juniors, Martin Palermo. O atacante atuou com a camisa do Pincha em quase 100 oportunidades e marcou 32 tentos. Também atuando no setor ofensivo, Ernesto Farias chegou a quase 200 gols pelo clube.
Campeão na década de 80, o goleiro Abel Herrera é o atleta que mais vestiu a camisa do Estudiantes na história. Defendendo a meta da agremiação, o arqueiro atuou 467 vezes. O terceiro que mais vezes jogou pelo Pincha foi Miguel Angel Russo. O volante esteve em campo em 420 oportunidades.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Estudiantes de La Plata é o atacante Manuel Pelegrina, com 221 gols marcados. Ele defendeu as cores do clube nas décadas de 40 e 50.
:: Topo da Página ::: Voltar