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Copa da UEFA - Helsingborg :: Voltar
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HISTÓRIA
O Helsingborgs IF foi criado em 4 de junho de 1907 na cidade de Helsingborg, região de Olimpia, na Suécia, no segundo encontro entre duas agremiações – Svithiod e Stattena –, que resultou na união dos mesmos sob a denominação Helsingborgs.
O time jogou sua primeira partida de futebol dois dias depois, em 6 de junho, vencendo o IFK Helsingborg por 6 a 2. Com a vitória, a equipe já passou a ter um respeito na região. Dependia de dois jogadores em especial, Otto Malm e Georg Bengtsson. Bengtsson foi capitão e um dos fundadores da agremiação, enquanto Malm foi o primeiro grande artilheiro, marcando 735 gols em 500 partidas no total de sua carreira.
No ano seguinte, o clube já mudou de presidente. O lendário John Pettersson assumiu a direção e, com grandes investimentos, levou o time a subir para a primeira divisão sueca. Em 1909, a equipe definiu as cores dos seus uniformes, como vermelho na camisa e azul na bermuda em seu primeiro kit, e preto na camisa e branco na bermuda em seu segundo fardamento. Nesse ano, também, foi campeão regional pela primeira vez, batendo o Malmö BI em Olímpia.
Em 1914 veio a primeira grande glória do clube. O time foi campeão nacional ao bater o AIK em Estocolmo. Tal desempenho fez com que o clube representasse a Suécia nos Jogos Bálticos, em Malmö.
Apesar desse sucesso, os atletas tinham problemas com as viagens, pois possuíam outros empregos. No ano seguinte, a equipe teve uma grande queda de desempenho, com os jogadores e a comissão técnica sendo criticados. Em 1918 o clube foi vice-campeão, perdendo para o IFK Göteborg.
Em 1921 o time fez uma excursão pela Europa, visitando clubes da Alemanha, Áustria, Hungria, Suíça e Inglaterra. Em maio de 1922, a equipe recebeu a visita do Arsenal, da Inglaterra, e teve um público de 3.300 pessoas, um recorde até então. Em 1924, a liga sueca foi modernizada, passando a ter 12 clubes, mas o desempenho do HIF foi abaixo das expectativas. Ainda assim, aparecia no clube outro grande atacante, Albin Dahl, que no Helsinborgs marcou 343 gols em 367 partidas.
Na mesma época, outro artilheiro surgia: Knut Kroon, registrado como maior goleador do clube em partidas oficiais, com 142 gols. Em 1927, jogou o primeiro clássico de sua história contra o Stattena (uma equipe diferente da que deu origem ao HIF) com um público de cinco mil pessoas.
Em 1928, veio a maior vitória de sua história: 13 a 1 no Elkilstuna. Em 1929 veio o primeiro título da Allsvenskan, a Liga Nacional, seguido do segundo em 1930.
Em 1933 e 1934 vieram mais dois títulos, mas, com uma curiosidade: não houve distribuição de medalhas nem prêmios aos jogadores, apenas um simbólico parabéns acompanhado de um aperto de mão. O Helsingborg foi ainda campeão da Copa dos Campeões da Suécia nos mesmos anos. Em 1941 repetiu o desempenho vencendo os dois títulos. Nos anos seguintes o time teve nova queda, mas conseguiu, em 1948, levar um público de 18.653 pessoas, recorde absoluto na época, contra o Malmö FF, vencido pelo HIF por 2 a 0.
Em 1951 o clube fez nova viagem para amistosos, dessa vez ao Brasil. Jogou contra São Paulo e Portuguesa, e os brasileiros venceram com certa facilidade.
Depois da viagem, o clube foi apenas quarto colocado em 1954, e depois dali deixou de figurar entre os principais clubes da Suécia, tendo um desempenho ruim. Em contrapartida, o HIF ia levando aos estádios de Olímpia cada vez mais público. Nos anos 1960, conseguiu apenas um terceiro posto em 1967. Nos anos 1970, o clube teve um ídolo apenas, Robert Magnusson, que em 1976 foi comprado do Olympique de Marselha.
Nos anos 1980 vale citar a chegada do mais jovem jogador a vestir a camisa do HIF profissionalmente, Roland Nilsson, que em 1981 tinha 17 anos. Mas o atleta ficou apenas dois anos em Helsingborg, quando aos 19 transferiu-se para o IFK Göteborg.
Em 1989, a presidência do clube mudou novamente, entrando Ingvar Venehed, que chegou contratando jogadores de nome como Janne Möller e Mikael Ragvald, que foram determinantes na melhora no desempenho do clube, e na conquista da segunda divisão sueca.
Em 1998 o clube pôs fim a uma grande seca de títulos, e venceu a Copa da Suécia pela segunda vez – a primeira foi em 1941. Em 1999, triunfou na liga nacional pela sexta vez na sua história.
Em 2000 veio a primeira classificação para a Liga dos Campeões da Europa, o que traria muito dinheiro aos cofres do clube. No ano seguinte, teve um ótimo desempenho na Copa da Uefa, chegando à terceira fase. Já em 2006 o time conquistou a Copa da Suécia.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo do clube foi o capitão Georg Bengtsson, que foi um dos fundadores do time. Outro atleta de destaque foi o atacante Otto Malm, o maior artilheiro da história do clube, marcando incríveis 735 gols em 500 partidas. Marcado pela qualidade no chute, o jogador fez história tendo um recorde incomparável. Na mesma época, chegava ao clube um novo presidente, John Pettersson, que lá ficou por muitos anos.
Nos anos 1920 veio o outro grande ídolo, o centroavante Albin Dahl, que marcou 343 gols em 367 partidas. Contemporâneo a ele, o goleiro Sigge Lindberg. Ainda nessa época, surgia mais um artilheiro – Knut Kroon, que tem 140 gols registrados.
Nos anos seguintes, o HIF viu surgir mais um jogador para ser lembrado: Kalle Svenson, que jogou no clube de 1943 a 1959. Mas com o desempenho do clube tendo uma queda incomparável, a torcida ficou carente de ídolos. Nos anos 1970 viu apenas um crescer: Robert Magnusson, comprado junto ao Olympique de Marselha em 1976.
Já nos anos 1990, o clube teve novamente dias de glória e, por conseqüência, grandes ídolos. O primeiro foi o goleiro Sven Andersson, que após se aposentar em 1993, voltou a jogar após convite do Helsingborg, fazendo de 1993 a 2001 mais de 230 partidas consecutivas.
O brasileiro Álvaro Santos, atacante, jogou no Helsingborg por dois anos e marcou 35 gols pelo clube. Ainda em 2006 o famoso atacante Henrik Larsson voltou para encerrar à carreira no clube, que defendeu entre 1992 e 1993.
O centroavante Teve um rápido empréstimo ao Manchester United, da Inglaterra, mas voltou para a Suécia no início da temporada 2007/2008.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro do clube foi o jogador Otto Malm, que esteve na agremiação no começo da sua história e, até o final da carreira, marcou 735 gols em 500 partidas. Essa contagem não é considerada oficial, visto que o Campeonato Sueco só se formalizou muitos anos depois. A contagem oficial que tem maior credibilidade é a do atacante Knut Kroon, que jogou de 1925 a 1942, marcando 142 gols no período.
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O Helsingborgs IF foi criado em 4 de junho de 1907 na cidade de Helsingborg, região de Olimpia, na Suécia, no segundo encontro entre duas agremiações – Svithiod e Stattena –, que resultou na união dos mesmos sob a denominação Helsingborgs.
O time jogou sua primeira partida de futebol dois dias depois, em 6 de junho, vencendo o IFK Helsingborg por 6 a 2. Com a vitória, a equipe já passou a ter um respeito na região. Dependia de dois jogadores em especial, Otto Malm e Georg Bengtsson. Bengtsson foi capitão e um dos fundadores da agremiação, enquanto Malm foi o primeiro grande artilheiro, marcando 735 gols em 500 partidas no total de sua carreira.
No ano seguinte, o clube já mudou de presidente. O lendário John Pettersson assumiu a direção e, com grandes investimentos, levou o time a subir para a primeira divisão sueca. Em 1909, a equipe definiu as cores dos seus uniformes, como vermelho na camisa e azul na bermuda em seu primeiro kit, e preto na camisa e branco na bermuda em seu segundo fardamento. Nesse ano, também, foi campeão regional pela primeira vez, batendo o Malmö BI em Olímpia.
Em 1914 veio a primeira grande glória do clube. O time foi campeão nacional ao bater o AIK em Estocolmo. Tal desempenho fez com que o clube representasse a Suécia nos Jogos Bálticos, em Malmö.
Apesar desse sucesso, os atletas tinham problemas com as viagens, pois possuíam outros empregos. No ano seguinte, a equipe teve uma grande queda de desempenho, com os jogadores e a comissão técnica sendo criticados. Em 1918 o clube foi vice-campeão, perdendo para o IFK Göteborg.
Em 1921 o time fez uma excursão pela Europa, visitando clubes da Alemanha, Áustria, Hungria, Suíça e Inglaterra. Em maio de 1922, a equipe recebeu a visita do Arsenal, da Inglaterra, e teve um público de 3.300 pessoas, um recorde até então. Em 1924, a liga sueca foi modernizada, passando a ter 12 clubes, mas o desempenho do HIF foi abaixo das expectativas. Ainda assim, aparecia no clube outro grande atacante, Albin Dahl, que no Helsinborgs marcou 343 gols em 367 partidas.
Na mesma época, outro artilheiro surgia: Knut Kroon, registrado como maior goleador do clube em partidas oficiais, com 142 gols. Em 1927, jogou o primeiro clássico de sua história contra o Stattena (uma equipe diferente da que deu origem ao HIF) com um público de cinco mil pessoas.
Em 1928, veio a maior vitória de sua história: 13 a 1 no Elkilstuna. Em 1929 veio o primeiro título da Allsvenskan, a Liga Nacional, seguido do segundo em 1930.
Em 1933 e 1934 vieram mais dois títulos, mas, com uma curiosidade: não houve distribuição de medalhas nem prêmios aos jogadores, apenas um simbólico parabéns acompanhado de um aperto de mão. O Helsingborg foi ainda campeão da Copa dos Campeões da Suécia nos mesmos anos. Em 1941 repetiu o desempenho vencendo os dois títulos. Nos anos seguintes o time teve nova queda, mas conseguiu, em 1948, levar um público de 18.653 pessoas, recorde absoluto na época, contra o Malmö FF, vencido pelo HIF por 2 a 0.
Em 1951 o clube fez nova viagem para amistosos, dessa vez ao Brasil. Jogou contra São Paulo e Portuguesa, e os brasileiros venceram com certa facilidade.
Depois da viagem, o clube foi apenas quarto colocado em 1954, e depois dali deixou de figurar entre os principais clubes da Suécia, tendo um desempenho ruim. Em contrapartida, o HIF ia levando aos estádios de Olímpia cada vez mais público. Nos anos 1960, conseguiu apenas um terceiro posto em 1967. Nos anos 1970, o clube teve um ídolo apenas, Robert Magnusson, que em 1976 foi comprado do Olympique de Marselha.
Nos anos 1980 vale citar a chegada do mais jovem jogador a vestir a camisa do HIF profissionalmente, Roland Nilsson, que em 1981 tinha 17 anos. Mas o atleta ficou apenas dois anos em Helsingborg, quando aos 19 transferiu-se para o IFK Göteborg.
Em 1989, a presidência do clube mudou novamente, entrando Ingvar Venehed, que chegou contratando jogadores de nome como Janne Möller e Mikael Ragvald, que foram determinantes na melhora no desempenho do clube, e na conquista da segunda divisão sueca.
Em 1998 o clube pôs fim a uma grande seca de títulos, e venceu a Copa da Suécia pela segunda vez – a primeira foi em 1941. Em 1999, triunfou na liga nacional pela sexta vez na sua história.
Em 2000 veio a primeira classificação para a Liga dos Campeões da Europa, o que traria muito dinheiro aos cofres do clube. No ano seguinte, teve um ótimo desempenho na Copa da Uefa, chegando à terceira fase. Já em 2006 o time conquistou a Copa da Suécia.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo do clube foi o capitão Georg Bengtsson, que foi um dos fundadores do time. Outro atleta de destaque foi o atacante Otto Malm, o maior artilheiro da história do clube, marcando incríveis 735 gols em 500 partidas. Marcado pela qualidade no chute, o jogador fez história tendo um recorde incomparável. Na mesma época, chegava ao clube um novo presidente, John Pettersson, que lá ficou por muitos anos.
Nos anos 1920 veio o outro grande ídolo, o centroavante Albin Dahl, que marcou 343 gols em 367 partidas. Contemporâneo a ele, o goleiro Sigge Lindberg. Ainda nessa época, surgia mais um artilheiro – Knut Kroon, que tem 140 gols registrados.
Nos anos seguintes, o HIF viu surgir mais um jogador para ser lembrado: Kalle Svenson, que jogou no clube de 1943 a 1959. Mas com o desempenho do clube tendo uma queda incomparável, a torcida ficou carente de ídolos. Nos anos 1970 viu apenas um crescer: Robert Magnusson, comprado junto ao Olympique de Marselha em 1976.
Já nos anos 1990, o clube teve novamente dias de glória e, por conseqüência, grandes ídolos. O primeiro foi o goleiro Sven Andersson, que após se aposentar em 1993, voltou a jogar após convite do Helsingborg, fazendo de 1993 a 2001 mais de 230 partidas consecutivas.
O brasileiro Álvaro Santos, atacante, jogou no Helsingborg por dois anos e marcou 35 gols pelo clube. Ainda em 2006 o famoso atacante Henrik Larsson voltou para encerrar à carreira no clube, que defendeu entre 1992 e 1993.
O centroavante Teve um rápido empréstimo ao Manchester United, da Inglaterra, mas voltou para a Suécia no início da temporada 2007/2008.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro do clube foi o jogador Otto Malm, que esteve na agremiação no começo da sua história e, até o final da carreira, marcou 735 gols em 500 partidas. Essa contagem não é considerada oficial, visto que o Campeonato Sueco só se formalizou muitos anos depois. A contagem oficial que tem maior credibilidade é a do atacante Knut Kroon, que jogou de 1925 a 1942, marcando 142 gols no período.
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