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Campeonato Inglês - Hull :: Voltar
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HISTÓRIA
A fundação do Hull City Association Football Club foi complicada e dificultada principalmente pelas tradições da cidade. O futebol não era o esporte com maior número de fãs na região, repleta de apaixonados pelo rúgbi.
Apenas em 1904, com o esforço de alguns jogadores, o time foi formado. Porém, o primeiro ano foi marcado apenas por uma série de amistosos, 44 no total. A Segunda Divisão da temporada 1905/06 foi a primeira disputada pela agremiação, que enfrentou equipes poderosas como o Manchester United e o Chelsea. O quinto lugar foi a classificação final dos Tigres.
Os anos foram passando e o clube se aproximava do acesso à elite inglesa. Destaque para a campanha de 1909/10, quando o Hull garantiu a terceira posição, mas apenas dois times subiram naquele ano.
Depois do desempenho satisfatório, a agremiação caiu de produção. Apenas em 1930 as glórias voltaram a aparecer. Famoso pela força de seu grupo, o time chegou às semifinais da FA Cup, batendo gigantes da época como o Manchester City e o Newcastle.
Porém, assim como em grande parte da sua história, os altos e baixos voltaram a aparecer. Nenhum resultado expressivo foi conquistado nos anos seguintes, exceto pela conquista da Terceira Divisão, em 1966.
Acessos e rebaixamentos foram freqüentes nas temporadas. A instabilidade do clube pode ser explica pelas más administrações e por crises financeiras. Durante esse período negro que durou aproximadamente 40 anos, jogadores como Steve McClaren ( posteriormente técnico da seleção inglesa) e Brian Marwood foram os únicos destaques. Ambos jogaram em 1983.
O início do século 21 foi um marco para o Hull. Com a chegada do diretor Adam Pearson e do treinador Brial Little, o clube foi galgando posições e, na temporada 2007/08, conseguiu realizar o sonho perseguido por mais de 100 anos - o acesso à elite do futebol inglês.
A subida da divisão mais baixa do Campeonato Inglês, para a mais alta, em apenas cinco anos, é a terceira mais rápida de toda a história do esporte na Inglaterra.
GRANDES ÍDOLOS
A história centenária do Hull City é recheada de bons jogadores que encheram os olhos da apaixonada torcida. Apesar de o clube estar debutando na Primeira Divisão durante a temporada 2008/09, nomes como Andy Davidson, Chris Chilton e Tony Norman merecem ser lembrados.
Nascido na Escócia, Andy Davidson e a camisa dois do Hull City eram como unha e carne. O lateral-direito é até hoje o jogador com mais participações em jogos da Liga Inglesa pelo clube, foram 520 no total.
Líder nato, Andy Davidson era forte e preciso na marcação, além de ter um vigor físico invejável, já que mantinha o forte ritmo durante os 90 minutos das partidas que disputava. O escocês foi peça-chave da principal conquista dos Tigres, apelido do clube, a Terceira Divisão da temporada 1965/66.
Grandalhão e matador - essa é a melhor forma de descrever Chris Chilton, o maior artilheiro da história do Hull City. Autor de 222 gols com a camisa do clube, o atacante inglês formou com Ken Wagstaff uma das melhores duplas de ataque que já vestiu a camisa da agremiação.
Ídolo da torcida, Chris não se destacou apenas por seu faro de gol, mas principalmente pela sua lealdade. Pretendido por grandes equipes, como o Leeds United e o Tottenham Hotspur, o grande artilheiro preferiu continuar no Hull, garantindo lugar cativo nos corações dos apaixonados fãs.
Não foi apenas com a bola nos pés que os mitos do clube se formaram. Nascido no País de Gales, o goleiro Tony Norman figura entra os principais jogadores da história dos Tigres. Foram 372 partidas e alguns recordes, como o de atleta que disputou o maior número de jogos seguidos com a camisa do Hull, 226 no total, entre os anos de 1983 e 1988.
ARTILHEIROS
Nascido em Sproatley, Inglaterra, no ano de 1943, Chris Chilton é o maior artilheiro da história do Hull.Grandalhão e com faro de gol apurado, o atacante marcou 222 gols com a camisa do clube, ficando à frente de nomes como Ken Wagstaff, seu companheiro de ataque, e Paddy Mills.
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A fundação do Hull City Association Football Club foi complicada e dificultada principalmente pelas tradições da cidade. O futebol não era o esporte com maior número de fãs na região, repleta de apaixonados pelo rúgbi.
Apenas em 1904, com o esforço de alguns jogadores, o time foi formado. Porém, o primeiro ano foi marcado apenas por uma série de amistosos, 44 no total. A Segunda Divisão da temporada 1905/06 foi a primeira disputada pela agremiação, que enfrentou equipes poderosas como o Manchester United e o Chelsea. O quinto lugar foi a classificação final dos Tigres.
Os anos foram passando e o clube se aproximava do acesso à elite inglesa. Destaque para a campanha de 1909/10, quando o Hull garantiu a terceira posição, mas apenas dois times subiram naquele ano.
Depois do desempenho satisfatório, a agremiação caiu de produção. Apenas em 1930 as glórias voltaram a aparecer. Famoso pela força de seu grupo, o time chegou às semifinais da FA Cup, batendo gigantes da época como o Manchester City e o Newcastle.
Porém, assim como em grande parte da sua história, os altos e baixos voltaram a aparecer. Nenhum resultado expressivo foi conquistado nos anos seguintes, exceto pela conquista da Terceira Divisão, em 1966.
Acessos e rebaixamentos foram freqüentes nas temporadas. A instabilidade do clube pode ser explica pelas más administrações e por crises financeiras. Durante esse período negro que durou aproximadamente 40 anos, jogadores como Steve McClaren ( posteriormente técnico da seleção inglesa) e Brian Marwood foram os únicos destaques. Ambos jogaram em 1983.
O início do século 21 foi um marco para o Hull. Com a chegada do diretor Adam Pearson e do treinador Brial Little, o clube foi galgando posições e, na temporada 2007/08, conseguiu realizar o sonho perseguido por mais de 100 anos - o acesso à elite do futebol inglês.
A subida da divisão mais baixa do Campeonato Inglês, para a mais alta, em apenas cinco anos, é a terceira mais rápida de toda a história do esporte na Inglaterra.
GRANDES ÍDOLOS
A história centenária do Hull City é recheada de bons jogadores que encheram os olhos da apaixonada torcida. Apesar de o clube estar debutando na Primeira Divisão durante a temporada 2008/09, nomes como Andy Davidson, Chris Chilton e Tony Norman merecem ser lembrados.
Nascido na Escócia, Andy Davidson e a camisa dois do Hull City eram como unha e carne. O lateral-direito é até hoje o jogador com mais participações em jogos da Liga Inglesa pelo clube, foram 520 no total.
Líder nato, Andy Davidson era forte e preciso na marcação, além de ter um vigor físico invejável, já que mantinha o forte ritmo durante os 90 minutos das partidas que disputava. O escocês foi peça-chave da principal conquista dos Tigres, apelido do clube, a Terceira Divisão da temporada 1965/66.
Grandalhão e matador - essa é a melhor forma de descrever Chris Chilton, o maior artilheiro da história do Hull City. Autor de 222 gols com a camisa do clube, o atacante inglês formou com Ken Wagstaff uma das melhores duplas de ataque que já vestiu a camisa da agremiação.
Ídolo da torcida, Chris não se destacou apenas por seu faro de gol, mas principalmente pela sua lealdade. Pretendido por grandes equipes, como o Leeds United e o Tottenham Hotspur, o grande artilheiro preferiu continuar no Hull, garantindo lugar cativo nos corações dos apaixonados fãs.
Não foi apenas com a bola nos pés que os mitos do clube se formaram. Nascido no País de Gales, o goleiro Tony Norman figura entra os principais jogadores da história dos Tigres. Foram 372 partidas e alguns recordes, como o de atleta que disputou o maior número de jogos seguidos com a camisa do Hull, 226 no total, entre os anos de 1983 e 1988.
ARTILHEIROS
Nascido em Sproatley, Inglaterra, no ano de 1943, Chris Chilton é o maior artilheiro da história do Hull.Grandalhão e com faro de gol apurado, o atacante marcou 222 gols com a camisa do clube, ficando à frente de nomes como Ken Wagstaff, seu companheiro de ataque, e Paddy Mills.
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