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Campeonato Baiano - Itabuna :: Voltar

HISTÓRIA

Apesar de fundado oficialmente em 23 de maio de 1967, pode-se dizer que a história do Itabuna Esporte Clube começou em 3 de maio de 1929, com a fundação do Itabuna Futebol Clube.

O Itabuna Esporte Clube provém do Itabuna Futebol Clube, time amador da cidade de Itabuna que, com a mudança de seus estatuto para sair do amadorismo e passar a ser considerado um time profissional, mudou o seu nome.

Inicialmente, o Itabuna Esporte Clube adotou as cores amarelo e preto como oficiais, mudando somente décadas mais tarde para o azul e branco, como forma de homenagear a seleção da cidade de Itabuna, octacampeã de futebol amador do estado da Bahia, que foi a base do primeiro time profissional do clube.

Em 1970, o Itabuna se sagrou vice-campeão baiano, sendo derrotado pelo Bahia na final devido a uma decisão lamentável de Cícero Bahia Dantas. Na ocasião, o interventor da Federação Baiana de Futebol decidiu suspender o campeonato após o Dragão do Sul empatar o primeiro jogo da final em plena Fonte Nova, sob a alegação de que o Bahia iria disputar a Taça Brasil.

Nesse período entre a suspensão e a disputa da grande final, o Tricolor enfrentou grandes equipes e pôde se preparar, enquanto o Itabuna jogou apenas alguns poucos amistosos. Quando a partida final finalmente ocorreu, o Esquadrão de Aço conseguiu sair com a vitória e ficar com o título. Cícero Bahia Dantas era chefe do departamento jurídico do Bahia.

Nas últimas décadas, o Itabuna se alternou entre as primeira e segunda divisões do futebol baiano, conseguindo vários acessos, mas amargando inúmeros rebaixamentos também.

Sem dúvida, a conquista mais notável do Itabuna nessas décadas foi o acesso conseguido em 2002, após conseguir o único título da história do clube: a segunda divisão do Campeonato Baiano daquele ano.

Na ocasião, o Itabuna passou para a segunda fase na primeira colocação, após fazer 24 pontos em dez jogos. A final foi contra o Jacuipense e, com um gol de Ley, na vitória por 1 a 0 fora de casa, e um tento anotado por Celso, no empate conseguido no Itabunão, o Azulão Grapiúna conquistou o único título de sua história.

Em seu primeiro ano no retorno à primeira divisão, o Itabuna já conseguiu chegar à semifinal do Campeonato Baiano, quando foi eliminado pelo Vitória, após duas derrotas, uma por 1 a 0 no Itabunão e outra por 2 a 0 no Barradão.

De lá para cá, o Dragão do Sul fez campanhas medianas no estadual da Bahia e se manteve no primeiro escalão do futebol baiano.


GRANDES ÍDOLOS

Entre os jogadores revelados pelo Azulão Grapiúna, quem mais se destaca é o lateral-direito Perivaldo. O jogador, nascido em 1953, começou a carreira no Itabuna, time de sua cidade natal, no começo dos anos 70.

Tão logo começou a se destacar, os times grandes passaram a correr atrás do talento de Perivaldo. Quem conseguiu contratar o jogador ao Itabuna foi o Bahia, em meados da década de 70. O jogador ficou no Tricolor até o fim dos anos 70, quando foi para o Botafogo, time pelo qual conseguiu maior destaque.

Perivaldo permaneceu no Glorioso até o começo dos anos 80, quando se transferiu para o Palmeiras a preço de ouro, junto com outros craques da época, como o meio-campista Cléo. O atleta, que chegou a defender a seleção brasileira, encerrou a sua carreira no Bangu.

Outro que também se destacou no cenário nacional foi o meio-campista Gérson Sodré. Após começar a carreira no Bahia, o atleta foi contratado pelo Itabuna, time pelo qual alcançou, em 1976, o troféu Berimbau de Prata, por ser a revelação do Campeonato Baiano daquele ano.

Em 1977, o jogador se transferiu para o América do Rio de Janeiro, mas ficou pouco tempo lá até voltar para o Itabuna, em 1978. Dois anos depois, em 1980, Gérson Sodré se transferiu para a Lusa, time pelo qual conseguiu maior destaque em sua carreira. O jogador ficou no Rubro-verde até 1984, quando se transferiu para o Guarani. Antes de encerrar a sua carreira no Uberlândia, Gérson Sodré ainda defendeu o Ceará, a Ferroviária, o América de Rio Preto, o Bandeirante, o CRB, o Grêmio Maringá e o Atlético Sorocaba.

Além desses dois atletas memoráveis para o futebol Brasileiro, ainda há os heróis da conquista do único título da história do Itabuna: a segunda divisão do Campeonato Baiano de 2002.

Nesta conquista, se destacam dois atletas: os atacantes Celso e Ley. Na ocasião, o Itabuna se classificou para a final contra o Jacuipense como campeão da primeira fase da competição, marcando, no total, 24 pontos em sete jogos.

No primeiro jogo da final, o Itabuna venceu por 1 a 0, fora de casa, com gol de Ley. Na grande final, o Azulão Grapiúna começou perdendo, mas, graças a um gol de Celso, conseguiu o empate e se sagrou o campeão do torneio, o que o qualificou para disputar a primeira divisão no ano seguinte.

Os artilheiros daquele campeonato foram justamente os heróis do título. Celso, que marcou oito gols e Ley, que balançou as redes por sete vezes.

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