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Campeonato Italiano - Juventus :: Voltar
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HISTÓRIA
A Juventus Football Club nasceu em 1897 (um ano antes da criação do Campeonato Italiano) pela vontade de um grupo de jovens de um colégio de renome na cidade de Turim. A idéia era difundir a prática do esporte, que já vinha crescendo em toda a Europa.
Não demorou, porém, para mostrar potencial em campo e, posteriormente, tornar-se o maior clube da Itália. Logo em 1905, a equipe conseguiu sua primeira conquista de âmbito nacional. Foi o Campeonato Italiano daquela temporada, depois de um triangular final diante de Gênoa e Milan.
Seria, então, o começo de um período de longo jejum do clube. Foram 20 anos sem conquistas até a metade dos anos 1920. A década em questão, porém, marcou a entrada do principal investidor da Juventus até hoje, a Fiat.
Em 1923, Edoardo Agnelli, filho do fundador da empresa automobilística, assumiu a presidência do clube. Três temporadas depois, a equipe conseguiu seu segundo título italiano.
A primeira grande era de domínio da Juventus, porém, foi no início dos anos 1930. Foram cinco conquistas nacionais (de 1930/31 a 1934/35), que ratificaram o clube de Turim entre os grandes do futebol nacional.
Depois, o time passou por um período de declínio e ficou pouco mais de quinze anos sem conquistas relevantes . Voltaria a vencer o Campeonato Italiano apenas em 1949/50, com a geração de Giampiero Boniperti, que conquistaria o troféu novamente em 1951/52.
No fim da década, a Juventus consegue sua primeira estrela do mérito esportivo (cedida na Itália para as equipes que conquistam a competição nacional dez vezes). Isso porque o time venceu mais três scudettos, em 1957/58, 1959/60 e 1960/61.
Ainda nos anos 1960, o clube conseguiria o título de 1966/67, que serviria de preparação para a década seguinte, quando a Juventus conseguiu nada menos que cinco Campeonatos Italianos (1971/72, 1972/73, 1974/75, 1976/77 e 1977/78), além de seu primeiro troféu europeu. Foi na temporada 1976/77, quando conquistou a Copa da UEFA
O primeiro grande ano europeu da Juventus, porém, viria nos anos 1980. Sob o comando do meio-campista francês Michel Platini, a equipe de Turim conseguiu seu título da Liga dos Campeões. Foi em 1984/85, em uma final contra o Liverpool que ficou marcada pela violência fora dos gramados.
Aquele episódio até hoje é conhecido como a batalha de Heysel, em referência ao nome do estádio belga em que a partida foi disputada. Na ocasião, uma hora antes do confronto, os torcedores do Liverpool invadiram o setor dos italianos nas arquibancadas.
Como o estádio tinha alambrados e nenhuma saída de escape, os fãs da Juventus foram espremidos contra uma parede, que desabou sobre eles. Morreram 39 pessoas, italianos em sua maioria, e a partida foi disputada mesmo assim. O jogo foi vencido pelo clube de Turim, graças a um pênalti convertido por Michel Platini. Posteriomente, o time também venceria o Mundial de Clubes.
Além da conquista continental, a Juventus também comemorou na década de 1980 mais quatro Campeonatos Italianos (1980/81, 1981/82, 1983/84 e 1985/86), que lhe renderam a segunda estrela na camisa, uma Recopa (1983/84) e uma Copa da UEFA (1989/90).
Na década de 1990, a Juventus conseguiria repetir o número de conquistas dos anos 1980. Venceu três campeonatos nacionais (1994/95, 1996/97 e 1997/98), uma Liga dos Campeões (1995/96) e uma Copa da UEFA (1992/93), além de ter chegado em outras três finais de Liga dos Campeões.
Se terminou o século XX por cima, começou o seguinte com sérios problemas extracampo. Depois de vencer o Campeonato Italiano nas temporadas 2001/02, 2002/03, 2004/05 e 2005/06, a Juventus teve os dois últimos revogados por estar envolvida em escândalos de arbitragem. Por isso, ainda teve de disputar a segunda divisão da competição (pela primeira vez em sua história) na temporada passada.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo da Juventus apareceu na década de 1920, quando o time conseguiu seu segundo título italiano. O goleiro daquela equipe, Giampiero Combi, marcou história com a camisa alvinegra e também com a da seleção nacional.
Combi começou a defender a equipe de Turim em 1922, e foi um dos principais nomes do time que conquistou o Italiano em 1925/26. Posteriormente, também seria vencedor das competições de 1930/31, 1931/32, 1932/33 e 1933/34. Com a camisa da Itália, seria titular da seleção campeã mundial em 1934, em competição disputada em casa.
Outros grandes nomes dessa geração foram Orsi, Caligaris, Monti e Cesarini, que também ganharam destaque com as conquistas.
Depois desse time,a Juventus voltaria a ter um belo esquadrão nos anos 1950. Nos primeiros dois títulos da série, o grande destaque foi o trio de ataque dinamarquês. Juntos, Karl Praest, John Hansen e Karl Hansen venceram os Campeonatos Italianos de 1949/50 e 1951/52.
A maior estrela daquele time, porém, foi o atacante Giampiero Boniperti. O atleta é até hoje um dos maiores ídolos da história do clube, com recorde de presenças em campo.
Boniperti defendeu a Juventus de 1946 a 1961 e conquistou nada menos que cinco títulos do Campeonato Italiano (1949/50, 1951/52, 1957/58, 1959/60 e 1960/61). Sua identificação foi tão grande que, posteriormente, foi eleito presidente da agremiação.
Mesmo após a saída dessa geração, a Juventus conseguiria montar um novo grande time, que, inclusive, seria base da seleção italiana de 1982, campeã mundial na Espanha. Na defesa, os grandes destaques eram o goleiro Dino Zoff e o zagueiro Scirea.
O primeiro até hoje é considerado o melhor em sua posição na história do futebol italiano. Já Scirea compete com o milanês Franco Baresi para o posto de principal líbero do país em toda a história.
No setor ofensivo, a qualidade era a mesma. No meio-campo, destacavam-se Tardelli e Gentile. No ataque, um dos maiores jogadores da história da Itália, Paolo Rossi. O craque defendeu a Juventus de 1982 (logo depois de conquistar o Mundial na Espanha como artilheiro, com seis gols, e melhor jogador) a 1985, e participou da batalha de Heysel, que marcou o primeiro título da Liga dos Campeões da equipe.
Nessa época, outro grande jogador defendia as cores do time de Turim. O francês Michel Platini atuou na Juventus de 1982 a 1987 e foi o autor do gol da conquista continental contra o Liverpool. Além disso, destacou-se pelos gols marcados (104), colocando-se entre os maiores artilheiros da história do clube.
Nos anos 1990, em que a Juventus continuou demonstrando sua qualidade por toda a Europa, os grandes destaques foram o italiano Alessandro Del Piero e o francês Zinedine Zidane.
O primeiro se destaca pela longevidade e pelo número de gols marcados. É, disparado, o maior artilheiro da história do clube, e está na Juventus desde 1993, tendo conquistado cinco Campeonatos Italianos, uma Liga dos Campeões e um Mundial de Clubes.
Na maioria dessas conquistas teve ao seu lado o francês Zidane. Marcado como um dos melhores da história do futebol e de seu tempo, o meio-campista atuou na equipe de Turim de 1996 a 2001, e, com sua camisa, venceu o prêmio de melhor jogador do mundo da Fifa de 1998.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história da Juventus é o atacante Alessandro Del Piero. Revelado pelo Pádova, o jogador chegou ao clube de Turim em 1993, e está até hoje. Participou de todas as conquistas do período, e foi campeão mundial com a Itália em 2006, na Alemanha. Marcou, ao todo, até o início desta temporada, 218 gols com a camisa alvinegra, um recorde.
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A Juventus Football Club nasceu em 1897 (um ano antes da criação do Campeonato Italiano) pela vontade de um grupo de jovens de um colégio de renome na cidade de Turim. A idéia era difundir a prática do esporte, que já vinha crescendo em toda a Europa.
Não demorou, porém, para mostrar potencial em campo e, posteriormente, tornar-se o maior clube da Itália. Logo em 1905, a equipe conseguiu sua primeira conquista de âmbito nacional. Foi o Campeonato Italiano daquela temporada, depois de um triangular final diante de Gênoa e Milan.
Seria, então, o começo de um período de longo jejum do clube. Foram 20 anos sem conquistas até a metade dos anos 1920. A década em questão, porém, marcou a entrada do principal investidor da Juventus até hoje, a Fiat.
Em 1923, Edoardo Agnelli, filho do fundador da empresa automobilística, assumiu a presidência do clube. Três temporadas depois, a equipe conseguiu seu segundo título italiano.
A primeira grande era de domínio da Juventus, porém, foi no início dos anos 1930. Foram cinco conquistas nacionais (de 1930/31 a 1934/35), que ratificaram o clube de Turim entre os grandes do futebol nacional.
Depois, o time passou por um período de declínio e ficou pouco mais de quinze anos sem conquistas relevantes . Voltaria a vencer o Campeonato Italiano apenas em 1949/50, com a geração de Giampiero Boniperti, que conquistaria o troféu novamente em 1951/52.
No fim da década, a Juventus consegue sua primeira estrela do mérito esportivo (cedida na Itália para as equipes que conquistam a competição nacional dez vezes). Isso porque o time venceu mais três scudettos, em 1957/58, 1959/60 e 1960/61.
Ainda nos anos 1960, o clube conseguiria o título de 1966/67, que serviria de preparação para a década seguinte, quando a Juventus conseguiu nada menos que cinco Campeonatos Italianos (1971/72, 1972/73, 1974/75, 1976/77 e 1977/78), além de seu primeiro troféu europeu. Foi na temporada 1976/77, quando conquistou a Copa da UEFA
O primeiro grande ano europeu da Juventus, porém, viria nos anos 1980. Sob o comando do meio-campista francês Michel Platini, a equipe de Turim conseguiu seu título da Liga dos Campeões. Foi em 1984/85, em uma final contra o Liverpool que ficou marcada pela violência fora dos gramados.
Aquele episódio até hoje é conhecido como a batalha de Heysel, em referência ao nome do estádio belga em que a partida foi disputada. Na ocasião, uma hora antes do confronto, os torcedores do Liverpool invadiram o setor dos italianos nas arquibancadas.
Como o estádio tinha alambrados e nenhuma saída de escape, os fãs da Juventus foram espremidos contra uma parede, que desabou sobre eles. Morreram 39 pessoas, italianos em sua maioria, e a partida foi disputada mesmo assim. O jogo foi vencido pelo clube de Turim, graças a um pênalti convertido por Michel Platini. Posteriomente, o time também venceria o Mundial de Clubes.
Além da conquista continental, a Juventus também comemorou na década de 1980 mais quatro Campeonatos Italianos (1980/81, 1981/82, 1983/84 e 1985/86), que lhe renderam a segunda estrela na camisa, uma Recopa (1983/84) e uma Copa da UEFA (1989/90).
Na década de 1990, a Juventus conseguiria repetir o número de conquistas dos anos 1980. Venceu três campeonatos nacionais (1994/95, 1996/97 e 1997/98), uma Liga dos Campeões (1995/96) e uma Copa da UEFA (1992/93), além de ter chegado em outras três finais de Liga dos Campeões.
Se terminou o século XX por cima, começou o seguinte com sérios problemas extracampo. Depois de vencer o Campeonato Italiano nas temporadas 2001/02, 2002/03, 2004/05 e 2005/06, a Juventus teve os dois últimos revogados por estar envolvida em escândalos de arbitragem. Por isso, ainda teve de disputar a segunda divisão da competição (pela primeira vez em sua história) na temporada passada.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo da Juventus apareceu na década de 1920, quando o time conseguiu seu segundo título italiano. O goleiro daquela equipe, Giampiero Combi, marcou história com a camisa alvinegra e também com a da seleção nacional.
Combi começou a defender a equipe de Turim em 1922, e foi um dos principais nomes do time que conquistou o Italiano em 1925/26. Posteriormente, também seria vencedor das competições de 1930/31, 1931/32, 1932/33 e 1933/34. Com a camisa da Itália, seria titular da seleção campeã mundial em 1934, em competição disputada em casa.
Outros grandes nomes dessa geração foram Orsi, Caligaris, Monti e Cesarini, que também ganharam destaque com as conquistas.
Depois desse time,a Juventus voltaria a ter um belo esquadrão nos anos 1950. Nos primeiros dois títulos da série, o grande destaque foi o trio de ataque dinamarquês. Juntos, Karl Praest, John Hansen e Karl Hansen venceram os Campeonatos Italianos de 1949/50 e 1951/52.
A maior estrela daquele time, porém, foi o atacante Giampiero Boniperti. O atleta é até hoje um dos maiores ídolos da história do clube, com recorde de presenças em campo.
Boniperti defendeu a Juventus de 1946 a 1961 e conquistou nada menos que cinco títulos do Campeonato Italiano (1949/50, 1951/52, 1957/58, 1959/60 e 1960/61). Sua identificação foi tão grande que, posteriormente, foi eleito presidente da agremiação.
Mesmo após a saída dessa geração, a Juventus conseguiria montar um novo grande time, que, inclusive, seria base da seleção italiana de 1982, campeã mundial na Espanha. Na defesa, os grandes destaques eram o goleiro Dino Zoff e o zagueiro Scirea.
O primeiro até hoje é considerado o melhor em sua posição na história do futebol italiano. Já Scirea compete com o milanês Franco Baresi para o posto de principal líbero do país em toda a história.
No setor ofensivo, a qualidade era a mesma. No meio-campo, destacavam-se Tardelli e Gentile. No ataque, um dos maiores jogadores da história da Itália, Paolo Rossi. O craque defendeu a Juventus de 1982 (logo depois de conquistar o Mundial na Espanha como artilheiro, com seis gols, e melhor jogador) a 1985, e participou da batalha de Heysel, que marcou o primeiro título da Liga dos Campeões da equipe.
Nessa época, outro grande jogador defendia as cores do time de Turim. O francês Michel Platini atuou na Juventus de 1982 a 1987 e foi o autor do gol da conquista continental contra o Liverpool. Além disso, destacou-se pelos gols marcados (104), colocando-se entre os maiores artilheiros da história do clube.
Nos anos 1990, em que a Juventus continuou demonstrando sua qualidade por toda a Europa, os grandes destaques foram o italiano Alessandro Del Piero e o francês Zinedine Zidane.
O primeiro se destaca pela longevidade e pelo número de gols marcados. É, disparado, o maior artilheiro da história do clube, e está na Juventus desde 1993, tendo conquistado cinco Campeonatos Italianos, uma Liga dos Campeões e um Mundial de Clubes.
Na maioria dessas conquistas teve ao seu lado o francês Zidane. Marcado como um dos melhores da história do futebol e de seu tempo, o meio-campista atuou na equipe de Turim de 1996 a 2001, e, com sua camisa, venceu o prêmio de melhor jogador do mundo da Fifa de 1998.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história da Juventus é o atacante Alessandro Del Piero. Revelado pelo Pádova, o jogador chegou ao clube de Turim em 1993, e está até hoje. Participou de todas as conquistas do período, e foi campeão mundial com a Itália em 2006, na Alemanha. Marcou, ao todo, até o início desta temporada, 218 gols com a camisa alvinegra, um recorde.
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