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Libertadores da América - Mineros de Guayana :: Voltar

HISTÓRIA

A Asociacón Civil Mineros de Guayana (em espanhol) foi fundada em 20 de novembro de 1981 na Venezuela. A iniciativa partiu de um grupo de atletas amadores, que jogava futebol em uma quadra do colégio Loyola Gumilla. O nome veio em homenagem aos trabalhadores da região guaianesa, conhecida pela mineração.

Nessa época também foi escolhido o escudo do clube, que tem uma forma geométrica em seu centro. O desenho é a reprodução da visão de uma molécula de carbono, que compõe o diamante, vista ao microscocópio.

A data de criação do clube é 20 de novembro de 1981, pois só nesse dia foi assinada a ata de fundação da Asociacón Mineros de Guayana. Desde a data, o Mineros traçou objetivos para incentivar o esporte em geral, não só em sua região, mas em toda a Venezuela.

A primeira partida do clube foi disputada alguns meses depois, contra o Villa Colômbia, que era o atual campeão da divisão amadora do futebol venezuelano. O jogo terminou 2 a 0 para o Mineros de Guayana, com ambos os gols marcados por José Pacheco.

Dez dias depois, o treinador Luis Mendoza assumiu a equipe e teve a idéia de adicionar a cor azul ao uniforme, inspirado no Cruzeiro, do Brasil. Deste então, o clube passou a ser conhecido como “Negriazul”.

Em 1982 veio a primeira participação em um torneio profissional. Mas antes de disputar a segunda divisão do Campeonato Venezuelano, o clube teve de enfrentar, em partida decisiva, o Deportivo Galicio. Vitória fácil do Mineros: 5 a 0.

Logo em sua primeira competição oficial, a equipe foi campeã, empatando com o Deportivo Coro na última partida.

Depois do primeiro título, a equipe custou a conseguir destaque, mas nunca saiu da elite do futebol venezuelano. O prêmio por uma história nova, porém vencedora, veio em 1989, quando a equipe, que tinha Stalin Rivas como destaque, venceu o Campeonato Nacional daquele ano.

Com isso, o clube se credenciou a participar da sua primeira Libertadores da América. Anos mais tarde, vieram mais duas classificações no começo da década de 90, mas novamente uma campanha de sucesso não foi realizada.

Em 2008, após terminar o torneio nacional de 2006/2007 na terceira colocação, o Mineros de Guayana ganhou nova oportunidade para disputar a Copa Libertadores da América.


GRANDES ÍDOLOS

Por ser um clube novo, fundado em 1981, o Mineros de Guayana não possui muitos ídolos em sua história. Nesse quesito, o time que venceu o Campeonato Venezuelano de 1989 se destaca.

O primeiro a ser lembrado é o treinador uruguaio Alfredo López, que levou a equipe do Mineros de Guayana ao título daquele ano, após vencer a última partida do certame contra o Unión Atlética Táchira.

Além dele, os integrantes daquela equipe dentro de campo também são considerados os maiores ídolos de toda a história do Mineros de Guayana. O time começava pelo goleiro José “Cheo” Gómez, que defendeu um pênalti na penúltima rodada e salvou o Mineros do empate que daria o título ao Pepeganga.

Além dele, os principais atletas daquele ano eram Eustorgio González, Julio “La Gambeta” Quintero, René Torres, Pedro Hernández, Emilio Sarmiento, Roberto “El Tanque” Freites, José Luis “Chelin” Samuel, Enrique “El Diablo” Samuel, Otílio Enrique Yantis, o goleador Johnny Castellanos, o peruano Maximo Reyes, os brasileiros Zica, Tovinho e Lao Lon.

Além desses, havia também um jovem que dava os seus primeiros passos no futebol profissional: Stalin Rivas.

Rivas iniciou no futebol profissional jogando pelo Mineros de Guayana, em 1988. No ano seguinte, aos 18 anos, era um dos principais jogadores da equipe que foi campeã venezuelana.

Depois de jogar pelo Mineros, Rivas ainda atuou por Caracas, Italmaracaibo, Trujillanos, Unión Lara, Minerven e Millionarios, da Colômbia, antes de encerrar sua carreira no Standard de Liege, da Bélgica.

Rivas é conhecido como um dos melhores jogadores da história da Venezuela, ao lado de Juan Arango, Richard Páez e Luiz Mendoza, apesar de ter feito apenas 34 partidas pela seleção e marcado três gols.

Outro grande ídolo do futebol venezuelano que tem passagem pelo Mineros de Guayana é Juan García. O atleta é o maior artilheiro venezuelano da história. O craque foi o goleador máximo do campeonato nacional em cinco oportunidades.

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