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Campeonato Espanhol - Murcia :: Voltar
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HISTÓRIA
Apesar de quase centenário, o Murcia não é dos clubes mais tradicionais da Espanha. Fundado em 1908, foi fruto de um grupo de jogadores de futebol da cidade que buscavam uma organização para a prática do esporte.
Nos primeiros anos de sua história, os fatos mais chamativos do clube foram as constantes mudanças de nome. A princípio, o time foi chamado de “Murcia F.C.”, e usava um uniforme totalmente branco.
Em 1920, o clube tornou-se o “Levante de Murcia”, e passou a vestir camisas verdes e shorts e meiões brancos. No ano seguinte, nova troca. Voltou a se chamar “Murcia F.C.”, e, no ano seguinte, adotou camisa vermelha e shorts azuis.
Em 1923, o clube ganhou o título de “real” do então rei Dom Alfonso XIII, e se firmou como Real Murcia Club de Fútbol , denominação que perdura até hoje.
Apesar do apoio do governo, o Murcia não foi escolhido para participar da primeira divisão do Campeonato Espanhol, que começou a ser organizada em 1929. O primeiro acesso viria apenas na temporada 1940/41.
Seria, então, o começo de uma história de idas e vindas com a elite do futebol nacional. Logo no primeiro ano o clube terminou na lanterna (12º lugar) e voltou à segunda divisão.
O Murcia retornaria na temporada 1944/45, mas, depois de três anos de desempenho abaixo do esperado, caiu novamente. Na década de 1950, mais dois acessos, com quedas logo na temporada seguinte.
Nos anos 1960, foram dois anos consecutivos na primeira divisão. Foi em 1963/64 e 1964/65, só que mais uma vez a equipe não correspondeu e foi rebaixada. O mesmo aconteceria na década de 1970.
A década de 1980, porém, marcaria o melhor momento da história do clube, com seis temporadas entre os melhores do país, apesar de nunca com bons resultados. Nos anos 1990, o Murcia não registrou nenhuma participação na elite.
O retorno à divisão principal, depois de 14 anos, aconteceu em 2003/04, mas logo o time voltou a ser rebaixado. Na temporada 2006/2007, novo acesso que garantiu o Murcia na disputa do Campeonato Espanhol de 2007/08.
Infelizmente o clube não foi bem na temporada passada e em 2008/2009 o clube disputará a segunda divisão do Campeonato Espanhol.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo do Real Murcia adquiriu mais destaque pela atuação fora de campo do que propriamente pelo desempenho nos gramados. O atacante Sebastián Servet, que defendeu o time na década de 1920, ganhou fama ao sugerir uma mudança no símbolo da agremiação depois de ocorrer a incorporação do termo “real” ao nome do clube.
Não foi, porém, o único ídolo daquela época. Um jogador que marcou aquela geração de torcedores foi o inglês Tom Thompson, que chegou à cidade de Murcia em 1924, e transformou-se no primeiro estrangeiro a vestir a camisa do clube.
Outro que marcou época na década de 1920 foi o goleiro Francisco Juseph. O atleta era titular do Murcia durante o período pré-criação do Campeonato Espanhol, em que o clube disputou alguns confrontos equilibrados com o poderoso Real Madrid.
Depois disso, outro momento marcante na história do clube aconteceria apenas nos anos 1940. Após destacar-se em torneio menores da cidade, Francisco Canovas Candel foi contratado para a disputa da primeira divisão. Chamou atenção logo nas primeiras temporadas, e acabou sendo contratado pelo Barcelona.
A época de ouro do Murcia, porém, foi na década de 1980, quando o time apareceu mais vezes na elite do futebol espanhol. Naquela equipe destacava-se o meio-campista brasileiro Guina, que fazia sucesso ao lado de nomes com Manolo e Figueroa.
O primeiro, inclusive, ganhou tanto destaque com a camisa do Murcia que conseguiu transferir-se para o Atlético de Madrid, clube pelo qual alcançou a artilharia do Campeonato Espanhol em 1991/92.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro do Murcia na história do Campeonato Espanhol é o atacante hondurenho Roberto Figueroa. O atleta chegou ao clube em 1982, logo após disputar a Copa do Mundo de 1982, na Espanha, com a seleção de seu país, localizado na América Central.
No primeiro ano, Figueroa ajudou o Murcia a voltar à primeira divisão do Nacional, e, posteriormente, seria o grande destaque do clube nos dois anos na elite, balançando as redes adversárias em 22 oportunidades.
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Apesar de quase centenário, o Murcia não é dos clubes mais tradicionais da Espanha. Fundado em 1908, foi fruto de um grupo de jogadores de futebol da cidade que buscavam uma organização para a prática do esporte.
Nos primeiros anos de sua história, os fatos mais chamativos do clube foram as constantes mudanças de nome. A princípio, o time foi chamado de “Murcia F.C.”, e usava um uniforme totalmente branco.
Em 1920, o clube tornou-se o “Levante de Murcia”, e passou a vestir camisas verdes e shorts e meiões brancos. No ano seguinte, nova troca. Voltou a se chamar “Murcia F.C.”, e, no ano seguinte, adotou camisa vermelha e shorts azuis.
Em 1923, o clube ganhou o título de “real” do então rei Dom Alfonso XIII, e se firmou como Real Murcia Club de Fútbol , denominação que perdura até hoje.
Apesar do apoio do governo, o Murcia não foi escolhido para participar da primeira divisão do Campeonato Espanhol, que começou a ser organizada em 1929. O primeiro acesso viria apenas na temporada 1940/41.
Seria, então, o começo de uma história de idas e vindas com a elite do futebol nacional. Logo no primeiro ano o clube terminou na lanterna (12º lugar) e voltou à segunda divisão.
O Murcia retornaria na temporada 1944/45, mas, depois de três anos de desempenho abaixo do esperado, caiu novamente. Na década de 1950, mais dois acessos, com quedas logo na temporada seguinte.
Nos anos 1960, foram dois anos consecutivos na primeira divisão. Foi em 1963/64 e 1964/65, só que mais uma vez a equipe não correspondeu e foi rebaixada. O mesmo aconteceria na década de 1970.
A década de 1980, porém, marcaria o melhor momento da história do clube, com seis temporadas entre os melhores do país, apesar de nunca com bons resultados. Nos anos 1990, o Murcia não registrou nenhuma participação na elite.
O retorno à divisão principal, depois de 14 anos, aconteceu em 2003/04, mas logo o time voltou a ser rebaixado. Na temporada 2006/2007, novo acesso que garantiu o Murcia na disputa do Campeonato Espanhol de 2007/08.
Infelizmente o clube não foi bem na temporada passada e em 2008/2009 o clube disputará a segunda divisão do Campeonato Espanhol.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo do Real Murcia adquiriu mais destaque pela atuação fora de campo do que propriamente pelo desempenho nos gramados. O atacante Sebastián Servet, que defendeu o time na década de 1920, ganhou fama ao sugerir uma mudança no símbolo da agremiação depois de ocorrer a incorporação do termo “real” ao nome do clube.
Não foi, porém, o único ídolo daquela época. Um jogador que marcou aquela geração de torcedores foi o inglês Tom Thompson, que chegou à cidade de Murcia em 1924, e transformou-se no primeiro estrangeiro a vestir a camisa do clube.
Outro que marcou época na década de 1920 foi o goleiro Francisco Juseph. O atleta era titular do Murcia durante o período pré-criação do Campeonato Espanhol, em que o clube disputou alguns confrontos equilibrados com o poderoso Real Madrid.
Depois disso, outro momento marcante na história do clube aconteceria apenas nos anos 1940. Após destacar-se em torneio menores da cidade, Francisco Canovas Candel foi contratado para a disputa da primeira divisão. Chamou atenção logo nas primeiras temporadas, e acabou sendo contratado pelo Barcelona.
A época de ouro do Murcia, porém, foi na década de 1980, quando o time apareceu mais vezes na elite do futebol espanhol. Naquela equipe destacava-se o meio-campista brasileiro Guina, que fazia sucesso ao lado de nomes com Manolo e Figueroa.
O primeiro, inclusive, ganhou tanto destaque com a camisa do Murcia que conseguiu transferir-se para o Atlético de Madrid, clube pelo qual alcançou a artilharia do Campeonato Espanhol em 1991/92.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro do Murcia na história do Campeonato Espanhol é o atacante hondurenho Roberto Figueroa. O atleta chegou ao clube em 1982, logo após disputar a Copa do Mundo de 1982, na Espanha, com a seleção de seu país, localizado na América Central.
No primeiro ano, Figueroa ajudou o Murcia a voltar à primeira divisão do Nacional, e, posteriormente, seria o grande destaque do clube nos dois anos na elite, balançando as redes adversárias em 22 oportunidades.
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