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Campeonato Espanhol - Numancia :: Voltar
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HISTÓRIA
A fundação oficial do Club Deportivo Numancia aconteceu apenas em 1945, mas suas raízes provêm de alguns anos anteriores, com o encontro dos jogadores do Numancia, Urbión, Stade Soriano e Águila Roja, clubes da região fundados na década de 20.
Os atletas selecionados disputaram uma partida contra o Visontium de Vinuesa, em 1942. Três anos mais tarde, o advogado Mariano Granados entregou o estatuto oficial do Club Deportivo Numancia ao governo. Este ano marca a data oficial de fundação da agremiação.
O jogo de estréia em competições oficiais ocorreu contra o Belchite e o placar não foi o esperado, 2 a 1 para o adversário. Apesar da derrota, o time formado por Herrero, Calonge, Fernández, Manolo, Vela, Barral, Lablanca, Capilla, Burgos, Gato e Emilio, deu o primeiro e mais importante passo do clube, colocando-o no cenário nacional.
Porém, os heróis da década de 40 não foram páreo para a péssima administração da década de 50. Problemas extracampo, como a escalação de jogadores de forma irregular, fizeram com que a equipe fosse rebaixada para a Terceira Divisão pela Real Federação Espanhola de Futebol.
A partir destes fatos, começou o calvário do Numancia, A equipe permaneceu cerca de 40 anos na Terceira Divisão, sem nenhuma campanha notável, exceto pelos 25 gols marcados por Plaza na temporada 1964/65, quando sagrou-se artilheiro da competição.
A situação começaria a mudar no final da década de 80, mais precisamente na temporada 1988/89, quando o time da região de Soria realizou uma campanha invejável e obteve o acesso para a Segunda Divisão B. Destaque para o capitão Peloncho, único a disputar todos os jogos, e para Monzón, artilheiro do campeonato com 32 gols.
Os anos seguintes foram cheios de glórias para a agremiação. Durante a Copa do Rey de 1995/96, a equipe tornou-se nacionalmente conhecida. Na ocasião, o Numancia eliminou grandes rivais como a Real Sociedad e o Sporting Gijón, até cair para o poderoso Barcelona de Johan Cruyff. Um ano após este feito, o clube garantiu seu acesso à Segunda Divisão.
A Primeira Divisão era questão de tempo para a equipe de Soria. Depois de uma brilhante campanha na temporada 1998/99, recheada de goleadas, o clube conquistou o inédito acesso para a elite do futebol espanhol e lá permaneceu por dois anos, até ser rebaixado no campeonato de 2000/01.
Desde então, o Numancia permaneceu na segundona, mas os resultados e o título obtido na temporada 2007/08 permitiram que a agremiação voltasse ao topo - a Primeira Divisão Espanhola.
GRANDES ÍDOLOS
Apesar de figurar poucas vezes na primeira divisão e ter passado por períodos turbulentos, o Numancia acumulou um punhado de ídolos ao longo dos anos. Jogadores de carisma, raçudos e artilheiros não faltaram à equipe. Destaque especial para Capilla, Peloncho e Monzón.
Capilla é considerado por muitos especialistas como o primeiro ídolo da história do Numancia. Jogador habilidoso e criativo, o meia, que foi titular no primeiro jogo oficial do clube, era responsável pela armação das jogadas ofensivas e fazia isso com muita destreza.
Toque de bola refinado, boa visão de jogo e muito carisma fizeram com que fosse querido pela torcida e por seus companheiros, especialmente pelos atacantes Gato e Emilio, que marcaram diversos gols graças aos passes de Capilla.
Após a geração de Capilla, o Numancia passou seguidos anos amargando a Terceira Divisão do futebol nacional. Nessa época, um raio de luz surgiu no fim do túnel e levava o nome de Plaza.
Atacante com faro de gol apurado, Plaza conseguiu destacar-se na temporada 1964/65, apesar da fraca campanha da equipe. Autor de 25 gols, o atleta tentou levar seu time à Segunda Divisão, mas não obteve sucesso, restando como consolo o prêmio de artilheiro do campeonato.
Os anos complicados do Numancia acabaram principalmente pela regularidade e precisão de dois jogadores, que juntos lideraram o elenco que conquistou o acesso para a Segunda Divisão Espanhola, após quase 40 anos disputando a Terceira. Seus nomes são Peloncho e Monzón.
O zagueiro Peloncho primava pela eficiência. Com um belo posicionamento, dificilmente era driblado pelos atacantes adversários. E fazia isso sem apelar para faltas, primando pela técnica requintada. Graças a todas estas boas características, Peloncho foi o único jogador que participou dos 38 jogos da campanha do acesso, na temporada de 1988/99.
O defensor, contudo, não liderava sozinho o time. Monzón era o expoente no ataque. O atacante veloz e preciso marcou 32 gols no campeonato e garantiu o acesso do Numancia, além de ganhar o respeito das zagas adversárias, que tremiam ao vê-lo em campo.
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A fundação oficial do Club Deportivo Numancia aconteceu apenas em 1945, mas suas raízes provêm de alguns anos anteriores, com o encontro dos jogadores do Numancia, Urbión, Stade Soriano e Águila Roja, clubes da região fundados na década de 20.
Os atletas selecionados disputaram uma partida contra o Visontium de Vinuesa, em 1942. Três anos mais tarde, o advogado Mariano Granados entregou o estatuto oficial do Club Deportivo Numancia ao governo. Este ano marca a data oficial de fundação da agremiação.
O jogo de estréia em competições oficiais ocorreu contra o Belchite e o placar não foi o esperado, 2 a 1 para o adversário. Apesar da derrota, o time formado por Herrero, Calonge, Fernández, Manolo, Vela, Barral, Lablanca, Capilla, Burgos, Gato e Emilio, deu o primeiro e mais importante passo do clube, colocando-o no cenário nacional.
Porém, os heróis da década de 40 não foram páreo para a péssima administração da década de 50. Problemas extracampo, como a escalação de jogadores de forma irregular, fizeram com que a equipe fosse rebaixada para a Terceira Divisão pela Real Federação Espanhola de Futebol.
A partir destes fatos, começou o calvário do Numancia, A equipe permaneceu cerca de 40 anos na Terceira Divisão, sem nenhuma campanha notável, exceto pelos 25 gols marcados por Plaza na temporada 1964/65, quando sagrou-se artilheiro da competição.
A situação começaria a mudar no final da década de 80, mais precisamente na temporada 1988/89, quando o time da região de Soria realizou uma campanha invejável e obteve o acesso para a Segunda Divisão B. Destaque para o capitão Peloncho, único a disputar todos os jogos, e para Monzón, artilheiro do campeonato com 32 gols.
Os anos seguintes foram cheios de glórias para a agremiação. Durante a Copa do Rey de 1995/96, a equipe tornou-se nacionalmente conhecida. Na ocasião, o Numancia eliminou grandes rivais como a Real Sociedad e o Sporting Gijón, até cair para o poderoso Barcelona de Johan Cruyff. Um ano após este feito, o clube garantiu seu acesso à Segunda Divisão.
A Primeira Divisão era questão de tempo para a equipe de Soria. Depois de uma brilhante campanha na temporada 1998/99, recheada de goleadas, o clube conquistou o inédito acesso para a elite do futebol espanhol e lá permaneceu por dois anos, até ser rebaixado no campeonato de 2000/01.
Desde então, o Numancia permaneceu na segundona, mas os resultados e o título obtido na temporada 2007/08 permitiram que a agremiação voltasse ao topo - a Primeira Divisão Espanhola.
GRANDES ÍDOLOS
Apesar de figurar poucas vezes na primeira divisão e ter passado por períodos turbulentos, o Numancia acumulou um punhado de ídolos ao longo dos anos. Jogadores de carisma, raçudos e artilheiros não faltaram à equipe. Destaque especial para Capilla, Peloncho e Monzón.
Capilla é considerado por muitos especialistas como o primeiro ídolo da história do Numancia. Jogador habilidoso e criativo, o meia, que foi titular no primeiro jogo oficial do clube, era responsável pela armação das jogadas ofensivas e fazia isso com muita destreza.
Toque de bola refinado, boa visão de jogo e muito carisma fizeram com que fosse querido pela torcida e por seus companheiros, especialmente pelos atacantes Gato e Emilio, que marcaram diversos gols graças aos passes de Capilla.
Após a geração de Capilla, o Numancia passou seguidos anos amargando a Terceira Divisão do futebol nacional. Nessa época, um raio de luz surgiu no fim do túnel e levava o nome de Plaza.
Atacante com faro de gol apurado, Plaza conseguiu destacar-se na temporada 1964/65, apesar da fraca campanha da equipe. Autor de 25 gols, o atleta tentou levar seu time à Segunda Divisão, mas não obteve sucesso, restando como consolo o prêmio de artilheiro do campeonato.
Os anos complicados do Numancia acabaram principalmente pela regularidade e precisão de dois jogadores, que juntos lideraram o elenco que conquistou o acesso para a Segunda Divisão Espanhola, após quase 40 anos disputando a Terceira. Seus nomes são Peloncho e Monzón.
O zagueiro Peloncho primava pela eficiência. Com um belo posicionamento, dificilmente era driblado pelos atacantes adversários. E fazia isso sem apelar para faltas, primando pela técnica requintada. Graças a todas estas boas características, Peloncho foi o único jogador que participou dos 38 jogos da campanha do acesso, na temporada de 1988/99.
O defensor, contudo, não liderava sozinho o time. Monzón era o expoente no ataque. O atacante veloz e preciso marcou 32 gols no campeonato e garantiu o acesso do Numancia, além de ganhar o respeito das zagas adversárias, que tremiam ao vê-lo em campo.
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