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Campeonato Português - Paços Ferreira :: Voltar
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HISTÓRIA
O Paços Ferreira foi fundado em 5 de abril de 1950, então com o nome de Futebol Clube Vasco da Gama. Os primeiros estatutos da agremiação foram aprovados em 4 de maio do mesmo ano. Foi apenas no dia 12 de agosto de 1961 que estes estatutos foram atualizados, alterando o nome da instituição para Futebol Clube Paços de Ferreira.
Em 1950/1951, o então Vasco se inscreveu no Campeonato Regional. Sua estréia foi no dia 19 de novembro de 1950, com uma vitória sobre o Tapada. Agostinho Alves foi o primeiro herói da história do clube, já que marcou o gol que definiu o resultado positivo na primeira partida da agremiação.
O grande momento da década de 50 veio em 1957. No dia 10 de julho, o Paços Ferreira conseguiu o acesso à II Divisão Regional, dando mais um passo rumo aos torneios nacionais. Este sonho só se realizou na temporada 1972/1973, quando o time conseguiu ser campeão do título regional da primeira divisão e foi promovido aos torneios nacionais.
Em sua primeira temporada na terceira divisão nacional, mais um feito: o Paços Ferreira conseguiu ser campeão e alcançou o segundo escalão do futebol português. Em 1976/1977, a promoção à elite não foi alcançada por muito pouco.
Depois de alguns anos sem conseguir sucesso na segunda divisão, o Paços Ferreira estava desacreditado e havia um conformismo no clube quanto ao seu papel secundário no cenário futebolístico português. Para combater o pessimismo, os dirigentes decidiram fazer mudanças na agremiação, entre elas a alteração das cores do uniforme, que passou de azul e branco para amarelo e verde.
Depois de tanto tentar e alternar excelentes campanhas com participações medíocres na segunda divisão, o Paços Ferreira finalmente conseguiu a promoção à elite em 1990/1991, com o título da segunda divisão. Então, durante três anos, a equipe colecionou campanhas razoáveis, até 1993/1994, quando não resistiu e acabou rebaixada.
Depois, o Paços Ferreira passou muito tempo atolado em dívidas e problemas financeiros. Neste período, fez campanhas não mais do que razoáveis na segunda divisão e nem tinha a promoção como meta. Graças a estes problemas, porém, os dirigentes viram a necessidade de tornar a agremiação saudável economicamente e de criar uma boa infra-estrutura para que os resultados viessem.
Depois da reestruturação, a promoção à elite passou a ser o principal objetivo do clube. Em 1999/2000, a equipe finalmente conseguiu retornar à divisão principal do Campeonato Português. Desde então, o Paços Ferreira continua no escalão superior. Um dos orgulhos do time é só ter sido rebaixado uma vez na sua história, em 1993/1994.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro ídolo do Paços Ferreira foi Agostinho Alves. O jogador tornou-se histórico para o clube numa época em que o time, vindo de anos de amadorismo no futebol, entrava na liga profissional regional, na temporada 1950/51.
Agostinho fez o gol da suada vitória na estréia do Paços por 2 a 1, em 10 de novembro de 1950, no campo de Tapada, numa fase em que o time era inexperiente. O segundo ídolo foi Ludovino Rola, que chegou ao clube também na sua ascensão à liga profissional e ficou por 15 anos no Paços.
Depois de contar com jogadores vindos do rival regional Boavista, a equipe se estruturou. Para se manter no campeonato, na década de 60, passou a contratar jogadores jovens.
Encerrou então a parceria com o Boavista e firmou uma nova com o Porto. De lá veio outro grande ídolo do clube. O jovem atacante Pimenta, apresentado em 1966/67, colocou o time em evidência rumando a ascensão à primeira divisão regional. Junto com ele, surgiu outro talento, Canavarro.
Na década seguinte, o time contava com os mesmo atletas, mas se incorporaram ao elenco dois consagrados portugueses vindos do Sporting: Mascarenhas e João Morais.
Com esses experientes jogadores no time, o Paços subiu à divisão principal regional, ganhando novos torcedores e uma projeção maior. Apareceram nomes como Chaves, Canhoto, Filipe, Carlos Alves e já surgia o jovem valor Malheiro, outro histórico jogador do time.
Nos anos 1980, os ídolos passaram a ser duas figuras de fora do campo. Com o time fadado a permanecer na segunda divisão, chegou um novo presidente, Dr. Ângelo Rodrigo, que implantou um novo projeto do clube.
Passando por uma mudança de postura, Lobo contratou o técnico Vítor Ferreira e, juntos, levaram o time até a divisão de honra, a segunda divisão portuguesa.
No início dos anos 90, então, o Paços subiu à primeira divisão portuguesa pela primeira vez na sua história. Sem fôlego, caiu logo em seguida, ficando alguns anos na divisão de honra. Depois, com um gol de Júnior Bahia, o Paços voltou a jogar a primeira divisão nacional, onde está até hoje.
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O Paços Ferreira foi fundado em 5 de abril de 1950, então com o nome de Futebol Clube Vasco da Gama. Os primeiros estatutos da agremiação foram aprovados em 4 de maio do mesmo ano. Foi apenas no dia 12 de agosto de 1961 que estes estatutos foram atualizados, alterando o nome da instituição para Futebol Clube Paços de Ferreira.
Em 1950/1951, o então Vasco se inscreveu no Campeonato Regional. Sua estréia foi no dia 19 de novembro de 1950, com uma vitória sobre o Tapada. Agostinho Alves foi o primeiro herói da história do clube, já que marcou o gol que definiu o resultado positivo na primeira partida da agremiação.
O grande momento da década de 50 veio em 1957. No dia 10 de julho, o Paços Ferreira conseguiu o acesso à II Divisão Regional, dando mais um passo rumo aos torneios nacionais. Este sonho só se realizou na temporada 1972/1973, quando o time conseguiu ser campeão do título regional da primeira divisão e foi promovido aos torneios nacionais.
Em sua primeira temporada na terceira divisão nacional, mais um feito: o Paços Ferreira conseguiu ser campeão e alcançou o segundo escalão do futebol português. Em 1976/1977, a promoção à elite não foi alcançada por muito pouco.
Depois de alguns anos sem conseguir sucesso na segunda divisão, o Paços Ferreira estava desacreditado e havia um conformismo no clube quanto ao seu papel secundário no cenário futebolístico português. Para combater o pessimismo, os dirigentes decidiram fazer mudanças na agremiação, entre elas a alteração das cores do uniforme, que passou de azul e branco para amarelo e verde.
Depois de tanto tentar e alternar excelentes campanhas com participações medíocres na segunda divisão, o Paços Ferreira finalmente conseguiu a promoção à elite em 1990/1991, com o título da segunda divisão. Então, durante três anos, a equipe colecionou campanhas razoáveis, até 1993/1994, quando não resistiu e acabou rebaixada.
Depois, o Paços Ferreira passou muito tempo atolado em dívidas e problemas financeiros. Neste período, fez campanhas não mais do que razoáveis na segunda divisão e nem tinha a promoção como meta. Graças a estes problemas, porém, os dirigentes viram a necessidade de tornar a agremiação saudável economicamente e de criar uma boa infra-estrutura para que os resultados viessem.
Depois da reestruturação, a promoção à elite passou a ser o principal objetivo do clube. Em 1999/2000, a equipe finalmente conseguiu retornar à divisão principal do Campeonato Português. Desde então, o Paços Ferreira continua no escalão superior. Um dos orgulhos do time é só ter sido rebaixado uma vez na sua história, em 1993/1994.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro ídolo do Paços Ferreira foi Agostinho Alves. O jogador tornou-se histórico para o clube numa época em que o time, vindo de anos de amadorismo no futebol, entrava na liga profissional regional, na temporada 1950/51.
Agostinho fez o gol da suada vitória na estréia do Paços por 2 a 1, em 10 de novembro de 1950, no campo de Tapada, numa fase em que o time era inexperiente. O segundo ídolo foi Ludovino Rola, que chegou ao clube também na sua ascensão à liga profissional e ficou por 15 anos no Paços.
Depois de contar com jogadores vindos do rival regional Boavista, a equipe se estruturou. Para se manter no campeonato, na década de 60, passou a contratar jogadores jovens.
Encerrou então a parceria com o Boavista e firmou uma nova com o Porto. De lá veio outro grande ídolo do clube. O jovem atacante Pimenta, apresentado em 1966/67, colocou o time em evidência rumando a ascensão à primeira divisão regional. Junto com ele, surgiu outro talento, Canavarro.
Na década seguinte, o time contava com os mesmo atletas, mas se incorporaram ao elenco dois consagrados portugueses vindos do Sporting: Mascarenhas e João Morais.
Com esses experientes jogadores no time, o Paços subiu à divisão principal regional, ganhando novos torcedores e uma projeção maior. Apareceram nomes como Chaves, Canhoto, Filipe, Carlos Alves e já surgia o jovem valor Malheiro, outro histórico jogador do time.
Nos anos 1980, os ídolos passaram a ser duas figuras de fora do campo. Com o time fadado a permanecer na segunda divisão, chegou um novo presidente, Dr. Ângelo Rodrigo, que implantou um novo projeto do clube.
Passando por uma mudança de postura, Lobo contratou o técnico Vítor Ferreira e, juntos, levaram o time até a divisão de honra, a segunda divisão portuguesa.
No início dos anos 90, então, o Paços subiu à primeira divisão portuguesa pela primeira vez na sua história. Sem fôlego, caiu logo em seguida, ficando alguns anos na divisão de honra. Depois, com um gol de Júnior Bahia, o Paços voltou a jogar a primeira divisão nacional, onde está até hoje.
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