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Campeonato Italiano - Palermo :: Voltar

HISTÓRIA

O Palermo surgiu no começo do século XX, quando Ignazio Majo Pagano criou o Anglo Panormitan Athletic and Football Club, que tinha o objetivo de fomentar vários esportes na cidade de Palermo, mas, principalmente, o futebol e o atletismo.

A primeira grande mudança da história do time aconteceria sete anos depois. Em 1907, o Palermo, que vestia vermelho e azul, passou a trajar o rosa e o preto, que persistem até os dias atuais. Além disso, mudou também o nome da equipe, de Anglo Panormitan para Palermo Football Club.

Era, porém, um tempo de futebol amador para a agremiação, que ainda não disputava sequer o Campeonato Italiano. A primeira participação veio no começo de sua segunda década de vida. Em 1921, o time, depois se destacar em competições regionais, atuou na principal competição do futebol nacional.

Só que a estada do Palermo entre os melhores não durou muito. Logo em 1927, por problemas financeiros, o clube foi excluído do Campeonato Italiano. Voltaria à disputa apenas quatro anos depois, e graças a uma fusão com o Vigor Palermo, outra equipe da cidade.

A nova situação faria bem ao clube. Em 1932, passaria por um bom momento longe dos gramados. Isso porque foi inaugurado o estádio “La Favorita”, que hoje em dia é conhecido como Renzo Barbera. Além disso, em campo, conseguiu vencer a Série B e, conseqüentemente, alcançou a elite do Italiano pela primeira vez em sua história.

E tudo indicava para um futuro próspero. Em 1934/35, conseguiria sua melhor colocação até então (um sétimo lugar). Só que, anos depois, o clube novamente entrou em situação falimentar. Conseguiu salvar-se com uma nova fusão, desta vez com a Juventina, outra equipe da cidade.

E, mais uma vez, a união faria bem ao Palermo. Na década de 1940, mais precisamente em 1947/48, o time conseguiu vencer a Série B, e foi mais uma vez para a elite do Campeonato Italiano.

Nos anos 1960, novo bom momento. O Palermo conseguiu, na temporada 1961/62, o oitavo lugar na competição nacional. Apesar das boas campanhas esporádicas, o time rosa e preto nunca passou muito tempo na primeira divisão. Sempre alternou presenças entre os melhores com estadas na Série B.

O bom momento seguinte ao oitavo lugar de 1961/62 viria nos anos 1970. Foi nesse período que o Palermo disputou suas finais de Copa da Itália. Foi em 1973/74 e 1978/79, perdendo a decisão de ambas para Bologna e Napoli, respectivamente.

Se foi bem em parte dos anos 1970, o clube não pode dizer o mesmo da década de 1980. Nessa época, passou pela sua terceira situação falimentar da história. Em 1986, teve sua falência declarada, e seria refundado no ano seguinte, com o nome de L’Unione Sportiva Palermo Spa.

Mesmo com a nova nomenclatura, porém, o Palermo não conseguia seu objetivo. Passou toda a década de 1990 com problemas financeiros, sem sequer aproximar-se da elite do Italiano. Conseguiu melhorar o panorama no início do século, quando Maurizio Zamparini comprou parte das ações da agremiação.

O objetivo, então, foi alcançado na temporada 2003/04, quando, sob o comando do atacante Luca Toni, venceu a Série B e foi à elite. Logo no primeiro ano, conseguiu o até então inédito sexto lugar, que lhe deu vaga na Copa da UEFA.


GRANDES ÍDOLOS

O grande momento do Palermo veio já no século XXI. Antes disso, a equipe rosa conseguiu poucos bons resultados em sua história. O primeiro deles em 1930/31, quando o time conseguiu subir pela primeira vez à Série B.

Naquela época, as grandes estrelas da equipe eram o meio-campista Ferrais e o atacante Ricci. Ambos também participariam da campanha de 1931/32, quando o Palermo conseguiu vaga na elite.

Ambos não estavam presentes, porém, na temporada 1934/35, quando o clube obteve o sétimo lugar na primeira divisão do Campeonato Italiano, uma das melhores campanhas de sua história. Naquele time, Piccaluga, Bonesini e Palumbo eram os grandes destaques.

Nos anos 1940, o time que mais se destacou foi o de 1947/48, que conseguiu um acesso depois de mais de dez anos longe da elite. Naquela equipe, a grande estrela era o atacante Pavesi. Naquele ano, ele marcou nada menos que 21 gols.

O grande momento da história do Palermo, no entanto, foi no século XXI. Somente a partir de 2003/04 o time começou a se destacar para o cenário mundial. O principal artífice da campanha daquele ano foi o centroavante Luca Toni, artilheiro daquele ano com 30 gols, que garantiram o acesso da equipe.

E ele foi, mais uma vez, o principal nome do time na campanha que deu ao Palermo o sexto lugar no Campeonato Italiano, que lhe valeu vaga na Copa da UEFA da temporada seguinte. Na seqüência, porém, o clube não segurou o jogador, que acabou transferindo-se para a Fiorentina.


ARTILHEIROS

O maior artilheiro da história do Palermo é o meia Ghito Vernazza, que defendeu o clube na década de 1950. Naquele tempo, marcou 62 gols com a camisa rosa e negra.

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