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Campeonato Inglês - Portsmouth :: Voltar
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HISTÓRIA
O Portsmouth foi fundado em 1898, por iniciativa de empresários locais que queriam criar uma agremiação de futebol. No início, contava com jogadores membros da artilharia real, que tinha uma equipe própria, mas foi impedido de atuar por causa das regras do futebol amador da época.
Isso durou pouco e logo o Portsmouth conseguiu seus próprios jogadores para atuar na Liga do Sul, uma das maiores competições amadoras daquele momento. A equipe ficou na primeira divisão do certame até 1910/11, quando foi rebaixada pela primeira vez.
Era o começo de uma grande crise financeira. Para escapar das dificuldades, o time teve de ser fundado novamente, desta vez como uma companhia limitada. Além disso, torcedores ilustres da equipe garantiram o pagamento das dívidas, o que ajudou na manutenção.
O clube foi se mantendo na Liga do Sul durante alguns anos e passou a sonhar com o Campeonato Inglês (que àquela altura servia como divisão superior) a partir da década de 1920. Conseguiu, finalmente, o acesso em 1926/27, e de maneira histórica.
Com um ataque avassalador, o Portsmouth chegou à última rodada tendo de decidir a última vaga na elite (a primeira já era do Middlesbrough) com o Manchester City. O rival venceu o Bradford por 8 a 0 e estava a um passo de ficar entre os melhores. Isso porque o Portsmouth vencia por 4 a 1 e precisava de mais um gol para garantir a vaga pelo saldo. Nos minutos finais, Willie Haines balançou a rede e a torcida pôde festejar.
Na primeira divisão, o time teve problemas imediatos para se manter, sem conseguir ficar muito tempo entre os melhores. No segundo ano, porém, conseguiu algo inesperado. Foi à final da Copa da Inglaterra de maneira inédita, mas acabou vencido pelo Bolton.
Com o sucesso fora do Campeonato Inglês, o time foi crescendo dentro dele. Conseguiu, em 1930/31, um quarto lugar na competição. Na temporada 1933/34, o Portsmouth chegou mais uma vez à final da Copa da Inglaterra, e mais uma vez caiu, desta vez diante do Manchester City.
A conquista só viria na terceira final alcançada. Em 1938/39, o time foi à decisão contra o favorito Wolverhampton e goleou por 4 a 1, com dois gols de Bert Barlow, o grande artífice daquela taça.
A paralisação em decorrência da Segunda Guerra Mundial apenas adiaria o sonho de levar o Portsmouth às glórias também no Campeonato Inglês. Na segunda metade da década de 1940, logo quando o certame voltou a ser disputado, o clube se firmou como um dos melhores daquele tempo.
Por isso, na temporada em que completaria 50 anos de existência (1948/49), o time sonhou com a primeira dobradinha do século 20. Esperava conquistar o Inglês e a Copa da Inglaterra.
Chegou bem perto disso. Falhou apenas na semifinal da Copa, contra o Leicester City, mas conseguiu o até então inédito título de campeão nacional. Mais que isso, conseguiria manter a conquista no ano seguinte, com direito a goleada de 4 a 1 sobre o Aston Villa na última rodada.
Os anos de glória, como o período ficou conhecido para os torcedores do Portsmouth, terminaram cedo. Aos poucos, os grandes atletas da equipe foram deixando o clube, que acabou rebaixado no fim da década de 1950.
A situação só ficaria pior com o passar do tempo. Mesmo detentor do título nacional, o Portsmouth se acostumou, durante as décadas seguintes, a freqüentar não mais que a segunda divisão, caindo de vez em quando para a terceira.
O fundo do poço aconteceu nos anos 1970, mais precisamente em 1977/78, quando o clube, com muitos problemas financeiros, acabou relegado à quarta divisão do futebol inglês. A situação parecia não melhorar e, fora de campo, os torcedores não contribuíram.
Durante os anos 1980, os fãs do Portsmouth ficaram conhecidos como alguns dos hooligans mais perigosos da Inglaterra, com os jogos do time sempre marcados por muita violência dentro e fora dos estádios.
Nos gramados, o time começou a reagir na mesma época. Sob o comando do ex-jogador Alan Ball, o Portsmouth foi galgando degraus no futebol inglês até alcançar a primeira divisão, enfim, na temporada 1986/87. Um ano depois, porém, teria problemas fora de campo.
A grave situação financeira da equipe forçou os dirigentes a desistirem da disputa da elite do Inglês. A salvação dessa vez foi o empresário ligado ao futebol Jim Gregory, que comprou o clube em 1988.
No início, Gregory investiu na equipe e montou um time adequado às pretensões, com o objetivo claro de ascender à elite. O Portsmouth chegou perto disso em algumas oportunidades, mas, no meio da década de 1990, viu seu mecenas pedir o retorno do dinheiro investido, o que forçou a venda de jogadores.
Depois de nova crise, o time só conseguiu o acesso ao Campeonato Inglês no século XXI, com Harry Redknapp no comando. A permanência na Premier League não significou tranqüilidade. Com mais uma crise financeira, o Portsmouth se garantiu apenas com a recente venda do clube para o milionário russo Alexandre Gaydamak.
GRANDES ÍDOLOS
Os primeiros grandes ídolos da história do Portsmouth apareceram no início da década de 10, justamente quando o clube passou por seus primeiros momentos de crise na segunda divisão da Liga do Sul. O maior deles foi Alan knight, zagueiro da seleção inglesa que formou grande dupla com Jack Warner, que, posteriormente, se tornaria técnico da equipe.
Nos anos 20, ainda nas divisões inferiores, o clube começou a se destacar ofensivamente. O primeiro nome de peso foi Willie Haines. Na temporada 1923/24, ele marcou nada menos que 28 gols em 31 partidas.
Sua grande participação na história do clube, porém, foi na temporada 1926/27, quando, ao lado de nomes como Freddie Forward, ele garantiu o Portsmouth na primeira divisão do Campeonato Inglês pela primeira vez na história do clube com um gol nos últimos minutos.
Já estabelecido na elite do futebol inglês, o Portsmouth começou a sonhar com vôos maiores na década de 30, quando conseguiu seu primeiro grande título. Na temporada 1938/39, na sua terceira final, o clube finalmente conquistou a Copa da Inglaterra.
Muito por causa de Cliff Parker. Isso porque ele, o maior destaque da campanha do time, marcou dois dos quatro gols da vitória por 4 a 1 sobre o favorito Wolverhampton. Até hoje o meio-campista é lembrado pela torcida.
Nem mesmo a paralisação das atividades do futebol inglês acabou com a boa fase do Portsmouth. O time conseguiu, na década de 40, seu primeiro título nacional, logo no ano em que completava 50 de fundação.
Em 1946/47, brilhou a geração formada pelo zagueiro Harry Ferrier e, principalmente, os atacantes Duggie Reid e Peter Harris, que foram os grandes artífices das conquistas desse período. Auxiliados por eles, o Portsmouth foi bicampeão nacional, em 1948/49 e 1949/50.
Esses valores, porém, não duraram muito na equipe. Logo na seqüência da conquista, o time vendeu parte de seu plantel e começou a cair muito de produção. Entrou, então, na pior fase de sua história, com problemas dentro e fora de campo e o fundo do poço da quarta divisão nacional.
A recuperação só veio no século 21. A única estrela do clube nesse período foi o zagueiro Sol Campbell, ex-seleção inglesa e Arsenal, que se juntou à equipe principal no fim de sua carreira.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Portsmouth foi o atacante Peter Harris, que defendeu o clube de 1949 a 1960, tendo balançado as redes adversárias em 164 oportunidades nesse período.
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O Portsmouth foi fundado em 1898, por iniciativa de empresários locais que queriam criar uma agremiação de futebol. No início, contava com jogadores membros da artilharia real, que tinha uma equipe própria, mas foi impedido de atuar por causa das regras do futebol amador da época.
Isso durou pouco e logo o Portsmouth conseguiu seus próprios jogadores para atuar na Liga do Sul, uma das maiores competições amadoras daquele momento. A equipe ficou na primeira divisão do certame até 1910/11, quando foi rebaixada pela primeira vez.
Era o começo de uma grande crise financeira. Para escapar das dificuldades, o time teve de ser fundado novamente, desta vez como uma companhia limitada. Além disso, torcedores ilustres da equipe garantiram o pagamento das dívidas, o que ajudou na manutenção.
O clube foi se mantendo na Liga do Sul durante alguns anos e passou a sonhar com o Campeonato Inglês (que àquela altura servia como divisão superior) a partir da década de 1920. Conseguiu, finalmente, o acesso em 1926/27, e de maneira histórica.
Com um ataque avassalador, o Portsmouth chegou à última rodada tendo de decidir a última vaga na elite (a primeira já era do Middlesbrough) com o Manchester City. O rival venceu o Bradford por 8 a 0 e estava a um passo de ficar entre os melhores. Isso porque o Portsmouth vencia por 4 a 1 e precisava de mais um gol para garantir a vaga pelo saldo. Nos minutos finais, Willie Haines balançou a rede e a torcida pôde festejar.
Na primeira divisão, o time teve problemas imediatos para se manter, sem conseguir ficar muito tempo entre os melhores. No segundo ano, porém, conseguiu algo inesperado. Foi à final da Copa da Inglaterra de maneira inédita, mas acabou vencido pelo Bolton.
Com o sucesso fora do Campeonato Inglês, o time foi crescendo dentro dele. Conseguiu, em 1930/31, um quarto lugar na competição. Na temporada 1933/34, o Portsmouth chegou mais uma vez à final da Copa da Inglaterra, e mais uma vez caiu, desta vez diante do Manchester City.
A conquista só viria na terceira final alcançada. Em 1938/39, o time foi à decisão contra o favorito Wolverhampton e goleou por 4 a 1, com dois gols de Bert Barlow, o grande artífice daquela taça.
A paralisação em decorrência da Segunda Guerra Mundial apenas adiaria o sonho de levar o Portsmouth às glórias também no Campeonato Inglês. Na segunda metade da década de 1940, logo quando o certame voltou a ser disputado, o clube se firmou como um dos melhores daquele tempo.
Por isso, na temporada em que completaria 50 anos de existência (1948/49), o time sonhou com a primeira dobradinha do século 20. Esperava conquistar o Inglês e a Copa da Inglaterra.
Chegou bem perto disso. Falhou apenas na semifinal da Copa, contra o Leicester City, mas conseguiu o até então inédito título de campeão nacional. Mais que isso, conseguiria manter a conquista no ano seguinte, com direito a goleada de 4 a 1 sobre o Aston Villa na última rodada.
Os anos de glória, como o período ficou conhecido para os torcedores do Portsmouth, terminaram cedo. Aos poucos, os grandes atletas da equipe foram deixando o clube, que acabou rebaixado no fim da década de 1950.
A situação só ficaria pior com o passar do tempo. Mesmo detentor do título nacional, o Portsmouth se acostumou, durante as décadas seguintes, a freqüentar não mais que a segunda divisão, caindo de vez em quando para a terceira.
O fundo do poço aconteceu nos anos 1970, mais precisamente em 1977/78, quando o clube, com muitos problemas financeiros, acabou relegado à quarta divisão do futebol inglês. A situação parecia não melhorar e, fora de campo, os torcedores não contribuíram.
Durante os anos 1980, os fãs do Portsmouth ficaram conhecidos como alguns dos hooligans mais perigosos da Inglaterra, com os jogos do time sempre marcados por muita violência dentro e fora dos estádios.
Nos gramados, o time começou a reagir na mesma época. Sob o comando do ex-jogador Alan Ball, o Portsmouth foi galgando degraus no futebol inglês até alcançar a primeira divisão, enfim, na temporada 1986/87. Um ano depois, porém, teria problemas fora de campo.
A grave situação financeira da equipe forçou os dirigentes a desistirem da disputa da elite do Inglês. A salvação dessa vez foi o empresário ligado ao futebol Jim Gregory, que comprou o clube em 1988.
No início, Gregory investiu na equipe e montou um time adequado às pretensões, com o objetivo claro de ascender à elite. O Portsmouth chegou perto disso em algumas oportunidades, mas, no meio da década de 1990, viu seu mecenas pedir o retorno do dinheiro investido, o que forçou a venda de jogadores.
Depois de nova crise, o time só conseguiu o acesso ao Campeonato Inglês no século XXI, com Harry Redknapp no comando. A permanência na Premier League não significou tranqüilidade. Com mais uma crise financeira, o Portsmouth se garantiu apenas com a recente venda do clube para o milionário russo Alexandre Gaydamak.
GRANDES ÍDOLOS
Os primeiros grandes ídolos da história do Portsmouth apareceram no início da década de 10, justamente quando o clube passou por seus primeiros momentos de crise na segunda divisão da Liga do Sul. O maior deles foi Alan knight, zagueiro da seleção inglesa que formou grande dupla com Jack Warner, que, posteriormente, se tornaria técnico da equipe.
Nos anos 20, ainda nas divisões inferiores, o clube começou a se destacar ofensivamente. O primeiro nome de peso foi Willie Haines. Na temporada 1923/24, ele marcou nada menos que 28 gols em 31 partidas.
Sua grande participação na história do clube, porém, foi na temporada 1926/27, quando, ao lado de nomes como Freddie Forward, ele garantiu o Portsmouth na primeira divisão do Campeonato Inglês pela primeira vez na história do clube com um gol nos últimos minutos.
Já estabelecido na elite do futebol inglês, o Portsmouth começou a sonhar com vôos maiores na década de 30, quando conseguiu seu primeiro grande título. Na temporada 1938/39, na sua terceira final, o clube finalmente conquistou a Copa da Inglaterra.
Muito por causa de Cliff Parker. Isso porque ele, o maior destaque da campanha do time, marcou dois dos quatro gols da vitória por 4 a 1 sobre o favorito Wolverhampton. Até hoje o meio-campista é lembrado pela torcida.
Nem mesmo a paralisação das atividades do futebol inglês acabou com a boa fase do Portsmouth. O time conseguiu, na década de 40, seu primeiro título nacional, logo no ano em que completava 50 de fundação.
Em 1946/47, brilhou a geração formada pelo zagueiro Harry Ferrier e, principalmente, os atacantes Duggie Reid e Peter Harris, que foram os grandes artífices das conquistas desse período. Auxiliados por eles, o Portsmouth foi bicampeão nacional, em 1948/49 e 1949/50.
Esses valores, porém, não duraram muito na equipe. Logo na seqüência da conquista, o time vendeu parte de seu plantel e começou a cair muito de produção. Entrou, então, na pior fase de sua história, com problemas dentro e fora de campo e o fundo do poço da quarta divisão nacional.
A recuperação só veio no século 21. A única estrela do clube nesse período foi o zagueiro Sol Campbell, ex-seleção inglesa e Arsenal, que se juntou à equipe principal no fim de sua carreira.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Portsmouth foi o atacante Peter Harris, que defendeu o clube de 1949 a 1960, tendo balançado as redes adversárias em 164 oportunidades nesse período.
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