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Campeonato Francês - PSG :: Voltar
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HISTÓRIA
O Paris Saint-Germain Football Club foi fundado no ano de 1970, após a fusão de dois clubes da capital francesa: o FC Paris e o Stade Saint-Germain, equipes que não dispunham de muito sucesso na Liga Francesa. A intenção da fusão era recolocar um time da capital em evidência, após as quedas de RC Paris, Estrela Vermelha Paris e Stade Francais, além de outros menos famosos até então.
A agremiação começou suas atividades no futebol no ano de sua fundação, quando entrou na Nationale, a segunda divisão francesa, para disputar a temporada 1970/71. Contando com grandes jogadores, venceu a competição na primeira temporada e, em 1971/72, já estava na primeira divisão. Nessa temporada, terminou o campeonato no 16º lugar.
Depois disso, a cidade de Paris fez uma grande pressão na diretoria do novo clube para tirar a referência ‘Saint-Germain’. A parte profissional do clube se separou então e se juntou ao C.A. Montreuil. Como Paris FC, voltou à primeira divisão nacional.
Já o Paris Saint-Germain, ainda como amador, disputou então a terceira divisão e logo subiu de liga quando venceu a competição. Na temporada seguinte, foi vice da segunda divisão, subindo para a elite. O clube passou então a mandar suas partidas no mesmo estádio do Paris FC, o Parc des Princes, onde joga até hoje.
O time então iniciou a sua caminhada na primeira divisão francesa a partir de 1973. Dois anos depois, tornou-se profissional e contou com jogadores como Jean-Pierre Dogliani, Mustapha Dahleb e François M’Pelé.
Em 1975, o clube inaugurou o Centro de Treinamento Camp des Loges, que é o CT do PSG até hoje. Em janeiro de 1978, o presidente Daniel Hechter foi deposto do seu cargo após escândalo de venda de ingressos, entrando em seu lugar Francis Borelli.
Borelli ajudou o clube a vencer duas Copas da França (1982 e 1983) e o Campeonato Francês de 1985/86, com destaque para os jogadores Carlos Bianchi, Dominique Baratelli, Luis Fernandez, Dominique Bathenay e Dominique Rocheteau.
Depois, nos anos 1990, o clube foi arrendado pela emissora de TV Canal +, com o objetivo de se tornar competitivo e fazer frente ao Olympique de Marselha, maior campeão da época.
O PSG conseguiu o seu objetivo em 1994, quando venceu a Liga novamente, após a derrocada do Olympique, que estava envolvido em escândalos financeiros. O time, então, venceu a Copa da França em 1993, 1995 e 1998, e disputou a sua primeira Liga dos Campeões.
Nesse período, envergaram a camisa parisiense Bernard Lama, Alain Roche, David Ginola, George Weah e Youri Djorkaeff, além dos brasileiros Ricardo Gomes, Valdo e Raí. Os técnicos foram Artur Jorge e Luís Fernandez.
Em 1997, o Canal + passou a investir mais. Apesar de não ter conseguido segurar o atacante Nicolas Anelka em 1997, trouxe talentos como Jay Jay Okocha e Ronaldinho Gaúcho - este último teve muitos problemas com o técnico Luis Fernandez.
Depois, o time venceu a Copa da França em 2004 e 2006. Em 2004, o clube ainda ficou em segundo lugar no Nacional e se classificou para a Liga dos Campeões. Em 2006, o Canal + anunciou a venda do clube para Colony Capital, grupo investidor americano, para tentar sanar algumas dívidas da empresa.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo do clube foi o atacante congolês François M’Pelé, que chegou no Paris Saint-Germain ainda antes de sua profissionalização, em 1973, e ficou no clube até 1979. Durante o período, o centroavante marcou 97 gols em 217 partidas.
Na equipe, o congolês teve a eficiente companhia do meia Mustapha Dahleb, argelino que chegou a Paris no ano de 1974, só saindo dez anos depois. O meio-campista marcou 85 gols em 265 jogos com a camisa azul e vermelha.
Na década seguinte, a do primeiro título nacional, muitos ídolos. O argentino Carlos Bianchi foi o principal estrangeiro daquela geração. Com a camisa 1, o goleiro Dominique Baratelli, que fez 239 partidas pelo clube.
No meio-campo, destaque para Dominique Bachenay, meia que realizou 230 partidas e marcou 31 gols. Já no ataque quem era idolatrado pelos torcedores é o centroavante Dominique Rocheteau.
Ele era, até 2006, o maior artilheiro da história do clube com 100 gols, mas foi ultrapassado pelo português Pauleta, que ainda defende a agremiação e ostentava, até o início da temporada 2007/2008, 133 gols.
Na metade dos anos 1990, uma geração vencedora ficou muito famosa na França. Jogadores como Bernard Lama, Alain Roche, Raí, Ricardo Gomes, Valdo, David Ginola, Youri Djorkaeff e George Weah estiveram presentes nos títulos da Copa da França de 1993, 1995 e 1998 e da Copa da Liga Francesa de 1995 e 1998.
Depois desses jogadores, os que vieram a se destacar foram os meias Ronaldinho Gaúcho, Jay Jay Okocha e, mais recentemente, Jérome Rothen, além do artilheiro Pauleta.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro do clube é o português Pauleta, com 133 gols marcados até a presente data, pois o jogador está ainda em atividade pelo PSG. Até a penúltima temporada, o atacante dividia a artilharia na história do clube parisiense com o ex-atacante Dominique Rocheteau.
Rocheteau, craque da seleção francesa, jogou pelo Paris Saint-Germain de 1980 a 1987, anotando 100 gols em 264 partidas. Já Pauleta chegou ao PSG em 2003.
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O Paris Saint-Germain Football Club foi fundado no ano de 1970, após a fusão de dois clubes da capital francesa: o FC Paris e o Stade Saint-Germain, equipes que não dispunham de muito sucesso na Liga Francesa. A intenção da fusão era recolocar um time da capital em evidência, após as quedas de RC Paris, Estrela Vermelha Paris e Stade Francais, além de outros menos famosos até então.
A agremiação começou suas atividades no futebol no ano de sua fundação, quando entrou na Nationale, a segunda divisão francesa, para disputar a temporada 1970/71. Contando com grandes jogadores, venceu a competição na primeira temporada e, em 1971/72, já estava na primeira divisão. Nessa temporada, terminou o campeonato no 16º lugar.
Depois disso, a cidade de Paris fez uma grande pressão na diretoria do novo clube para tirar a referência ‘Saint-Germain’. A parte profissional do clube se separou então e se juntou ao C.A. Montreuil. Como Paris FC, voltou à primeira divisão nacional.
Já o Paris Saint-Germain, ainda como amador, disputou então a terceira divisão e logo subiu de liga quando venceu a competição. Na temporada seguinte, foi vice da segunda divisão, subindo para a elite. O clube passou então a mandar suas partidas no mesmo estádio do Paris FC, o Parc des Princes, onde joga até hoje.
O time então iniciou a sua caminhada na primeira divisão francesa a partir de 1973. Dois anos depois, tornou-se profissional e contou com jogadores como Jean-Pierre Dogliani, Mustapha Dahleb e François M’Pelé.
Em 1975, o clube inaugurou o Centro de Treinamento Camp des Loges, que é o CT do PSG até hoje. Em janeiro de 1978, o presidente Daniel Hechter foi deposto do seu cargo após escândalo de venda de ingressos, entrando em seu lugar Francis Borelli.
Borelli ajudou o clube a vencer duas Copas da França (1982 e 1983) e o Campeonato Francês de 1985/86, com destaque para os jogadores Carlos Bianchi, Dominique Baratelli, Luis Fernandez, Dominique Bathenay e Dominique Rocheteau.
Depois, nos anos 1990, o clube foi arrendado pela emissora de TV Canal +, com o objetivo de se tornar competitivo e fazer frente ao Olympique de Marselha, maior campeão da época.
O PSG conseguiu o seu objetivo em 1994, quando venceu a Liga novamente, após a derrocada do Olympique, que estava envolvido em escândalos financeiros. O time, então, venceu a Copa da França em 1993, 1995 e 1998, e disputou a sua primeira Liga dos Campeões.
Nesse período, envergaram a camisa parisiense Bernard Lama, Alain Roche, David Ginola, George Weah e Youri Djorkaeff, além dos brasileiros Ricardo Gomes, Valdo e Raí. Os técnicos foram Artur Jorge e Luís Fernandez.
Em 1997, o Canal + passou a investir mais. Apesar de não ter conseguido segurar o atacante Nicolas Anelka em 1997, trouxe talentos como Jay Jay Okocha e Ronaldinho Gaúcho - este último teve muitos problemas com o técnico Luis Fernandez.
Depois, o time venceu a Copa da França em 2004 e 2006. Em 2004, o clube ainda ficou em segundo lugar no Nacional e se classificou para a Liga dos Campeões. Em 2006, o Canal + anunciou a venda do clube para Colony Capital, grupo investidor americano, para tentar sanar algumas dívidas da empresa.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo do clube foi o atacante congolês François M’Pelé, que chegou no Paris Saint-Germain ainda antes de sua profissionalização, em 1973, e ficou no clube até 1979. Durante o período, o centroavante marcou 97 gols em 217 partidas.
Na equipe, o congolês teve a eficiente companhia do meia Mustapha Dahleb, argelino que chegou a Paris no ano de 1974, só saindo dez anos depois. O meio-campista marcou 85 gols em 265 jogos com a camisa azul e vermelha.
Na década seguinte, a do primeiro título nacional, muitos ídolos. O argentino Carlos Bianchi foi o principal estrangeiro daquela geração. Com a camisa 1, o goleiro Dominique Baratelli, que fez 239 partidas pelo clube.
No meio-campo, destaque para Dominique Bachenay, meia que realizou 230 partidas e marcou 31 gols. Já no ataque quem era idolatrado pelos torcedores é o centroavante Dominique Rocheteau.
Ele era, até 2006, o maior artilheiro da história do clube com 100 gols, mas foi ultrapassado pelo português Pauleta, que ainda defende a agremiação e ostentava, até o início da temporada 2007/2008, 133 gols.
Na metade dos anos 1990, uma geração vencedora ficou muito famosa na França. Jogadores como Bernard Lama, Alain Roche, Raí, Ricardo Gomes, Valdo, David Ginola, Youri Djorkaeff e George Weah estiveram presentes nos títulos da Copa da França de 1993, 1995 e 1998 e da Copa da Liga Francesa de 1995 e 1998.
Depois desses jogadores, os que vieram a se destacar foram os meias Ronaldinho Gaúcho, Jay Jay Okocha e, mais recentemente, Jérome Rothen, além do artilheiro Pauleta.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro do clube é o português Pauleta, com 133 gols marcados até a presente data, pois o jogador está ainda em atividade pelo PSG. Até a penúltima temporada, o atacante dividia a artilharia na história do clube parisiense com o ex-atacante Dominique Rocheteau.
Rocheteau, craque da seleção francesa, jogou pelo Paris Saint-Germain de 1980 a 1987, anotando 100 gols em 264 partidas. Já Pauleta chegou ao PSG em 2003.
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