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Campeonato Espanhol - Real Madrid :: Voltar
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HISTÓRIA
A história do Real Madrid começou em 1902. No referido ano, em 6 de março, um grupo de praticantes de futebol da capital espanhola fundou o Madrid Foot Ball Club, já com corpo diretivo e intenção de propagar a prática do esporte.
Já naquele momento os responsáveis definiram o uniforme do novo clube. A vestimenta foi inspirada no London Corinthians, da Inglaterra, que tinha camisas e shorts brancos e meiões roxo escuro.
Três anos depois, o Real Madrid conquistaria o primeiro título de sua história. Em 1905, na final contra o Athletic Bilbao, o time da capital venceu por 1 a 0 e conquistou a Copa da Espanha.
No mesmo, ano, o Real Madrid jogou sua primeira partida internacional. Foi contra os franceses do Gallia Sport, em Madri, e o resultado foi um empate por 1 a 1.
Em 1912, o Real Madrid conseguiu seu primeiro local para a prática do esporte. Era um campo em O’Donnel, um bairro de Madri, que era alugado por um empresário local para o clube.
Oito anos depois, o até então Madrid Foot Ball Club ganhou o prenome “Real”. O então rei Dom Alfonso XIII concedeu a honraria ao clube, que até hoje adota o novo nome.
Com tudo pronto para se tornar a principal potência do futebol no país, o Real Madrid conseguiria seu primeiro grande título na temporada 1931/32. Nesse ano, foi campeão espanhol pela primeira vez, com uma campanha invicta. Foram 18 jogos, com dez vitórias e oito empates.
A boa fase, porém, seria interrompida pela Guerra Civil Espanhola. No período, o Real Madrid teve seu estádio transformado em campo de concentração pelo governo. A situação só começaria a melhorar em 1939, com o fim do conflito.
Depois disso, o clube iniciou um período de crescimento que culminaria na inauguração do novo estádio do clube. O Santiago Bernabéu, que recebia o nome em homenagem ao então presidente do Real, sediou sua primeira partida em 1947, e viu uma vitória do time da casa por 3 a 1 sobre o Belenenses, de Portugal.
A década seguinte ficaria marcada pelas expedições internacionais do clube, que passou por torneios amistosos na América do Sul e na própria Europa. Mais que isso, foi o período em que o Real Madrid conseguiu mais títulos da Liga dos Campeões.
Na temporada 1955/56, o clube venceu o Stade de Reims, da França, na final por 4 a 3, e garantiu sua primeira taça européia. Nos quatro anos seguintes, a mesma coisa. O Real foi o vencedor do torneio em 1956/57, 1957/58, 1958/59 e 1959/60.
Até hoje o pentacampeonato europeu é um recorde a ser batido. A última final, inclusive, ficou marcada como um dos principais jogos da história do torneio. Em 1960, o Real Madrid venceu o Eintracht Frankfurt por 7 a 3.
Em 1963, mais uma vez interesses políticos interferiram na história do Real Madrid. Durante a disputa da Pequena Taça do Mundo, na Venezuela, um grupo de guerrilha armado seqüestrou Di Stéfano para chamar a atenção. Por sorte, nada aconteceu ao meia, que foi liberado sem maiores danos.
Três anos depois, o Real Madrid esqueceria o problema para conquistar novamente a Europa. Com uma vitória sobre o Partizan Belgrado, da então Iugoslávia, o clube conquistou sua sexta Liga dos Campeões.
Na década seguinte, os grandes momentos do Real Madrid foram no Campeonato Espanhol, especialmente no fim da mesma. Na temporada 1977/78, o time de Ulrich Stielike e Juanito conquistou o primeiro título do tricampeonato da Liga que estava por vir.
Nos anos 1980, mais uma vez sem Liga dos Campeões, o Real Madrid teve de se contentar com os títulos do Campeonato Espanhol. No seu país, foi pentacampeão espanhol entre 1985/86 e 1989/90, como um time que tinha Hugo Sánchez e Emílio Butragueño. O início dessa seqüência, em 1985, foi marcado também pelo título da Copa da UEFA.
Depois de duas décadas gloriosas na Espanha, o Real Madrid começou os anos 1990 buscando novas glórias européias. E conseguiu. Depois de 32 anos sem títulos da Liga dos Campeões, o clube conseguiu, em 1998, o título continental ao bater a Juventus, da Itália, por 1 a 0, gol do sérvio Pedja Mijatovic.
Daí em diante, o Real Madrid passaria por mais um período áureo no torneio. Em 2000, repetiu o título ao superar o Valencia por 3 a 0, com Raúl e Morientes como grandes destaques da equipe.
No mesmo ano, Florentino Pérez foi eleito presidente, e começou a “era dos galácticos” no clube, com muitos investimentos em jogadores de nome. Vieram Figo, Zidane, Ronaldo, Owen, Bekcham, entre outros. Ainda em 2000, o Real Madrid foi eleito pela Fifa o melhor clube do século XX, principalmente pelas conquistas dos anos 1950.
O principal título desse período foi a Liga dos Campeões de 2002. Com grande participação do meia francês Zidane, o time venceu o Bayer Leverkusen, da Alemanha, por 2 a 1 e conquistou seu nono título europeu, recorde absoluto entre os clubes do Velho Continente.
Depois disso, porém, o time viu o desempenho em campo sucumbir aos compromissos externos. Com isso, Florentino Pérez pediu renúncia e encerrou assim a era dos galácticos.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro jogador a se destacar com a camisa do Real Madrid foi Manuel Prast. Ele participou dos três primeiros títulos importantes do clube. Em 1905, 1906 e 1907 ajudou a equipe da capital espanhola a conquistar quatro Copas da Espanha.
Depois dele, no início da década de 1910, surgiria Santiago Bernabéu. O atacante, que depois se destacaria mais como dirigente, atuou como jogador durante 17 anos. Neste tempo, ganhou apenas uma Copa da Espanha. Seu nome acabaria batizando o estádio madrileno.
A aposentadoria de Bernabéu veio no fim dos anos 1920, e sua condição de ídolo foi logo preenchida por Ricardo Zamora. O goleiro, que já era lenda na Espanha por suas passagens por Espanyol e Barcelona, foi comprado a peso de ouro do time azul e branco da Catalunha, em transferência que foi conhecida como a “maior do século”.
Zamora, que até hoje dá nome ao prêmio distribuído ao melhor goleiro do Campeonato Espanhol, chegou ao Real em 1930 e conquistou dois títulos nacionais com a equipe branca (1931/32 e 1932/33), inclusive o primeiro, em que a equipe foi campeã invicta.
Nas décadas de 1930 e 1940, o Real Madrid viveu um de seus piores momentos na história, com seca de títulos e influências da Guerra Civil Espanhola. Tudo para desencantar nos anos 1950, quando foi quatro vezes campeão espanhol e pentacampeão europeu.
Nesse time, o que não faltava era ídolo. O principal deles foi Alfredo di Stéfano. Argentino de nascimento, o jogador foi descoberto em um jogo amistoso contra os Millonarios, da Colômbia, time em que atuava. Foi contratado, e tornou-se o maior jogador da história do clube.
Chegou em 1953 e logo foi bicampeão espanhol. Depois de uma conquista do Athletic Bilbao (1955/56), o Real Madrid retomou o domínio e venceu mais duas vezes. Di Stéfano ainda se destacou pelos gols marcados. Foi artilheiro do Campeonato Espanhol em quatro oportunidades (1955/56, 1956/57, 1957/58 e 1958/59) e ajudou o clube a conquistar os títulos da Liga dos Campeões.
Outro nome que merece destaque é o de Ferenc Puskás. O húngaro, que chegou aos clube em 1958, já havia feito sucesso pela seleção nacional em 1954, quando a Hungria foi vice-campeã mundial, perdendo surpreendentemente a final para a Alemanha. No Real Madrid, assumiu a condição de goleador logo que se adaptou. Foi artilheiro do Campeonato Espanhol em quatro oportunidades (1959/60, 1960/61, 1962/63 e 1963/64).
Além deles, outros daquela equipe que merecem destaque são Francisco Gento e Raymond Kopa. O primeiro, espanhol, participou de todos os títulos daquela geração. Foi campeão espanhol em doze oportunidades e venceu seis Ligas dos Campeões.
Kopa, francês filho de poloneses, foi figura constante no ataque do Real Madrid depois de 1957, quando foi contratado do Stade de Reims. Durante sua passagem no clube, ficou conhecido pela capacidade de segurar a bola e pela habilidade apurada.
Depois dos sucessos nas décadas de 1950 e 1960, os anos 1970 ficaram marcados por dois grandes craques: o alemão Ulrich Stielike e o espanhol Juanito. Ambos ajudaram o Real Madrid a vencer o tricampeonato espanhol de 1977/78 a 1979/80.
Na década de 1980, a dupla seria substituída por outra, de atacantes goleadores. O mexicano Hugo Sánchez e o espanhol Emílio Butragueño. O primeiro começou na Espanha, curiosamente no arqui-rival Atlético de Madrid. Com o time alvirrubro foi artilheiro do Campeonato Espanhol de 1984/85.
Logo depois chegou ao Santiago Bernabéu, e repetiu a condição de goleador ao ser o melhor marcador do certame em mais três oportunidades consecutivas (de 1985/86 a 1987/88). Ao seu lado, teve sempre a companhia de Butragueño.
O espanhol, considerado um dos melhores de seu país em todos os tempos, jogou no Real Madrid de 1983 a 1995. Foi artilheiro do Campeonato Espanhol apenas uma vez (1990/91), e conquistou, ao lado de Sánchez, o pentacampeonato espanhol entre 1985/86 e 1989/90 e a Copa da UEFA de 1985/86.
Na década de 1990, os grandes ídolos ficaram marcados pelos bons desempenhos nas competições européias. O mais expressivo deles, Raúl, por exemplo, é o maior goleador da história da Liga dos Campeões, desde que o torneio ganhou esse nome, com 57 gols.
Outro que ganhou destaque foi Pedja Mijatovic. O sérvio marcou o gol que deu o título da Liga dos Campeões de 1997/98 para o Real Madrid, depois de 32 anos de fila.
Depois disso, já no século XXI, na chamada era dos galácticos, o maior destaque foi o francês Zinedine Zidane. Transação mais cara de todos os tempos (66 milhões de euros pagos a Juventus, da Itália), o meia foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 2003 atuando com a camisa do Real, além de ter vencido a Liga dos Campeões de 2001/02 com o clube.
Antes dele, porém, já havia chegado ao Santiago Bernabéu o português Luís Figo. Contratado do Barcelona, o meia fez sucesso no clube da capital espanhola, e conquistou o títulos de melhor do mundo da Fifa em 2001.
O mesmo prêmio seria dado ao brasileiro Ronaldo em 2002. O atacante brasileiro foi contratado no mesmo ano depois da boa atuação na Copa do Mundo, e chegou a ser o artilheiro do Campeonato Espanhol em 2003/04.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro do Real Madrid na história é o argentino naturalizado espanhol Alfredo di Stéfano. O atleta, artilheiro do Campeonato Espanhol em quatro oportunidades, balançou as redes adversárias pelo clube da capital em 418 oportunidades.
Além disso, participou de oito títulos espanhóis nas décadas de 1950 e 1960. Por isso, é considerado pelos torcedores um dos maiores em toda a história. O site oficial do Real Madrid, por exemplo, cita di Stéfano como o melhor jogador de todos os tempos.
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A história do Real Madrid começou em 1902. No referido ano, em 6 de março, um grupo de praticantes de futebol da capital espanhola fundou o Madrid Foot Ball Club, já com corpo diretivo e intenção de propagar a prática do esporte.
Já naquele momento os responsáveis definiram o uniforme do novo clube. A vestimenta foi inspirada no London Corinthians, da Inglaterra, que tinha camisas e shorts brancos e meiões roxo escuro.
Três anos depois, o Real Madrid conquistaria o primeiro título de sua história. Em 1905, na final contra o Athletic Bilbao, o time da capital venceu por 1 a 0 e conquistou a Copa da Espanha.
No mesmo, ano, o Real Madrid jogou sua primeira partida internacional. Foi contra os franceses do Gallia Sport, em Madri, e o resultado foi um empate por 1 a 1.
Em 1912, o Real Madrid conseguiu seu primeiro local para a prática do esporte. Era um campo em O’Donnel, um bairro de Madri, que era alugado por um empresário local para o clube.
Oito anos depois, o até então Madrid Foot Ball Club ganhou o prenome “Real”. O então rei Dom Alfonso XIII concedeu a honraria ao clube, que até hoje adota o novo nome.
Com tudo pronto para se tornar a principal potência do futebol no país, o Real Madrid conseguiria seu primeiro grande título na temporada 1931/32. Nesse ano, foi campeão espanhol pela primeira vez, com uma campanha invicta. Foram 18 jogos, com dez vitórias e oito empates.
A boa fase, porém, seria interrompida pela Guerra Civil Espanhola. No período, o Real Madrid teve seu estádio transformado em campo de concentração pelo governo. A situação só começaria a melhorar em 1939, com o fim do conflito.
Depois disso, o clube iniciou um período de crescimento que culminaria na inauguração do novo estádio do clube. O Santiago Bernabéu, que recebia o nome em homenagem ao então presidente do Real, sediou sua primeira partida em 1947, e viu uma vitória do time da casa por 3 a 1 sobre o Belenenses, de Portugal.
A década seguinte ficaria marcada pelas expedições internacionais do clube, que passou por torneios amistosos na América do Sul e na própria Europa. Mais que isso, foi o período em que o Real Madrid conseguiu mais títulos da Liga dos Campeões.
Na temporada 1955/56, o clube venceu o Stade de Reims, da França, na final por 4 a 3, e garantiu sua primeira taça européia. Nos quatro anos seguintes, a mesma coisa. O Real foi o vencedor do torneio em 1956/57, 1957/58, 1958/59 e 1959/60.
Até hoje o pentacampeonato europeu é um recorde a ser batido. A última final, inclusive, ficou marcada como um dos principais jogos da história do torneio. Em 1960, o Real Madrid venceu o Eintracht Frankfurt por 7 a 3.
Em 1963, mais uma vez interesses políticos interferiram na história do Real Madrid. Durante a disputa da Pequena Taça do Mundo, na Venezuela, um grupo de guerrilha armado seqüestrou Di Stéfano para chamar a atenção. Por sorte, nada aconteceu ao meia, que foi liberado sem maiores danos.
Três anos depois, o Real Madrid esqueceria o problema para conquistar novamente a Europa. Com uma vitória sobre o Partizan Belgrado, da então Iugoslávia, o clube conquistou sua sexta Liga dos Campeões.
Na década seguinte, os grandes momentos do Real Madrid foram no Campeonato Espanhol, especialmente no fim da mesma. Na temporada 1977/78, o time de Ulrich Stielike e Juanito conquistou o primeiro título do tricampeonato da Liga que estava por vir.
Nos anos 1980, mais uma vez sem Liga dos Campeões, o Real Madrid teve de se contentar com os títulos do Campeonato Espanhol. No seu país, foi pentacampeão espanhol entre 1985/86 e 1989/90, como um time que tinha Hugo Sánchez e Emílio Butragueño. O início dessa seqüência, em 1985, foi marcado também pelo título da Copa da UEFA.
Depois de duas décadas gloriosas na Espanha, o Real Madrid começou os anos 1990 buscando novas glórias européias. E conseguiu. Depois de 32 anos sem títulos da Liga dos Campeões, o clube conseguiu, em 1998, o título continental ao bater a Juventus, da Itália, por 1 a 0, gol do sérvio Pedja Mijatovic.
Daí em diante, o Real Madrid passaria por mais um período áureo no torneio. Em 2000, repetiu o título ao superar o Valencia por 3 a 0, com Raúl e Morientes como grandes destaques da equipe.
No mesmo ano, Florentino Pérez foi eleito presidente, e começou a “era dos galácticos” no clube, com muitos investimentos em jogadores de nome. Vieram Figo, Zidane, Ronaldo, Owen, Bekcham, entre outros. Ainda em 2000, o Real Madrid foi eleito pela Fifa o melhor clube do século XX, principalmente pelas conquistas dos anos 1950.
O principal título desse período foi a Liga dos Campeões de 2002. Com grande participação do meia francês Zidane, o time venceu o Bayer Leverkusen, da Alemanha, por 2 a 1 e conquistou seu nono título europeu, recorde absoluto entre os clubes do Velho Continente.
Depois disso, porém, o time viu o desempenho em campo sucumbir aos compromissos externos. Com isso, Florentino Pérez pediu renúncia e encerrou assim a era dos galácticos.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro jogador a se destacar com a camisa do Real Madrid foi Manuel Prast. Ele participou dos três primeiros títulos importantes do clube. Em 1905, 1906 e 1907 ajudou a equipe da capital espanhola a conquistar quatro Copas da Espanha.
Depois dele, no início da década de 1910, surgiria Santiago Bernabéu. O atacante, que depois se destacaria mais como dirigente, atuou como jogador durante 17 anos. Neste tempo, ganhou apenas uma Copa da Espanha. Seu nome acabaria batizando o estádio madrileno.
A aposentadoria de Bernabéu veio no fim dos anos 1920, e sua condição de ídolo foi logo preenchida por Ricardo Zamora. O goleiro, que já era lenda na Espanha por suas passagens por Espanyol e Barcelona, foi comprado a peso de ouro do time azul e branco da Catalunha, em transferência que foi conhecida como a “maior do século”.
Zamora, que até hoje dá nome ao prêmio distribuído ao melhor goleiro do Campeonato Espanhol, chegou ao Real em 1930 e conquistou dois títulos nacionais com a equipe branca (1931/32 e 1932/33), inclusive o primeiro, em que a equipe foi campeã invicta.
Nas décadas de 1930 e 1940, o Real Madrid viveu um de seus piores momentos na história, com seca de títulos e influências da Guerra Civil Espanhola. Tudo para desencantar nos anos 1950, quando foi quatro vezes campeão espanhol e pentacampeão europeu.
Nesse time, o que não faltava era ídolo. O principal deles foi Alfredo di Stéfano. Argentino de nascimento, o jogador foi descoberto em um jogo amistoso contra os Millonarios, da Colômbia, time em que atuava. Foi contratado, e tornou-se o maior jogador da história do clube.
Chegou em 1953 e logo foi bicampeão espanhol. Depois de uma conquista do Athletic Bilbao (1955/56), o Real Madrid retomou o domínio e venceu mais duas vezes. Di Stéfano ainda se destacou pelos gols marcados. Foi artilheiro do Campeonato Espanhol em quatro oportunidades (1955/56, 1956/57, 1957/58 e 1958/59) e ajudou o clube a conquistar os títulos da Liga dos Campeões.
Outro nome que merece destaque é o de Ferenc Puskás. O húngaro, que chegou aos clube em 1958, já havia feito sucesso pela seleção nacional em 1954, quando a Hungria foi vice-campeã mundial, perdendo surpreendentemente a final para a Alemanha. No Real Madrid, assumiu a condição de goleador logo que se adaptou. Foi artilheiro do Campeonato Espanhol em quatro oportunidades (1959/60, 1960/61, 1962/63 e 1963/64).
Além deles, outros daquela equipe que merecem destaque são Francisco Gento e Raymond Kopa. O primeiro, espanhol, participou de todos os títulos daquela geração. Foi campeão espanhol em doze oportunidades e venceu seis Ligas dos Campeões.
Kopa, francês filho de poloneses, foi figura constante no ataque do Real Madrid depois de 1957, quando foi contratado do Stade de Reims. Durante sua passagem no clube, ficou conhecido pela capacidade de segurar a bola e pela habilidade apurada.
Depois dos sucessos nas décadas de 1950 e 1960, os anos 1970 ficaram marcados por dois grandes craques: o alemão Ulrich Stielike e o espanhol Juanito. Ambos ajudaram o Real Madrid a vencer o tricampeonato espanhol de 1977/78 a 1979/80.
Na década de 1980, a dupla seria substituída por outra, de atacantes goleadores. O mexicano Hugo Sánchez e o espanhol Emílio Butragueño. O primeiro começou na Espanha, curiosamente no arqui-rival Atlético de Madrid. Com o time alvirrubro foi artilheiro do Campeonato Espanhol de 1984/85.
Logo depois chegou ao Santiago Bernabéu, e repetiu a condição de goleador ao ser o melhor marcador do certame em mais três oportunidades consecutivas (de 1985/86 a 1987/88). Ao seu lado, teve sempre a companhia de Butragueño.
O espanhol, considerado um dos melhores de seu país em todos os tempos, jogou no Real Madrid de 1983 a 1995. Foi artilheiro do Campeonato Espanhol apenas uma vez (1990/91), e conquistou, ao lado de Sánchez, o pentacampeonato espanhol entre 1985/86 e 1989/90 e a Copa da UEFA de 1985/86.
Na década de 1990, os grandes ídolos ficaram marcados pelos bons desempenhos nas competições européias. O mais expressivo deles, Raúl, por exemplo, é o maior goleador da história da Liga dos Campeões, desde que o torneio ganhou esse nome, com 57 gols.
Outro que ganhou destaque foi Pedja Mijatovic. O sérvio marcou o gol que deu o título da Liga dos Campeões de 1997/98 para o Real Madrid, depois de 32 anos de fila.
Depois disso, já no século XXI, na chamada era dos galácticos, o maior destaque foi o francês Zinedine Zidane. Transação mais cara de todos os tempos (66 milhões de euros pagos a Juventus, da Itália), o meia foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 2003 atuando com a camisa do Real, além de ter vencido a Liga dos Campeões de 2001/02 com o clube.
Antes dele, porém, já havia chegado ao Santiago Bernabéu o português Luís Figo. Contratado do Barcelona, o meia fez sucesso no clube da capital espanhola, e conquistou o títulos de melhor do mundo da Fifa em 2001.
O mesmo prêmio seria dado ao brasileiro Ronaldo em 2002. O atacante brasileiro foi contratado no mesmo ano depois da boa atuação na Copa do Mundo, e chegou a ser o artilheiro do Campeonato Espanhol em 2003/04.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro do Real Madrid na história é o argentino naturalizado espanhol Alfredo di Stéfano. O atleta, artilheiro do Campeonato Espanhol em quatro oportunidades, balançou as redes adversárias pelo clube da capital em 418 oportunidades.
Além disso, participou de oito títulos espanhóis nas décadas de 1950 e 1960. Por isso, é considerado pelos torcedores um dos maiores em toda a história. O site oficial do Real Madrid, por exemplo, cita di Stéfano como o melhor jogador de todos os tempos.
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