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Campeonato Português - Rio Ave :: Voltar
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HISTÓRIA
Com quase 70 anos de idade, o clube português Rio Ave foi fundado no dia 10 de maio de 1939, na cidade lusitana de Vila do Conde. Porém, a história da agremiação começou alguns meses antes, com o português João Resende, presidente de uma Comissão Administrativa que fundou as bases para a existência da equipe.
No início da sua história o Rio Ave mandava seus jogos no Campo da Avenida, o primeiro estádio do time, que foi inaugurado em 29 de janeiro de 1940, um ano após a fundação do clube. O jogo de estréia do novo estádio foi contra o seu maior rival, o Varzim, e terminou empatado sem gols.
Porém, o Campo da Avenida não foi único da vida do clube, e no dia 13 de maio de 1984 o Rio Ave despediu-se do local, após mais de 40 anos de uso, contra o time do Águeda, vencendo por 5 a 1. O atual estádio utilizado pelo time é o Estádio dos Arcos, uma arena multiuso com 12.820 lugares, que foi construída em 1935, na gestão do presidente José Maria Pinho.
Os torcedores do Rio Ave FC possuem poucas conquistas para comemorar na sua história. Na primeira divisão nacional, a melhor classificação obtida pelos vilacondenses foi o quinto lugar em 1981/82. Nas divisões inferiores, o clube conquistou os títulos de campeão nacional da III Divisão, na temporada de 1976/77, da II Divisão em 1985/86 e da II Divisão de Honra, alcançados na temporada de 1995/96 e 2002/03.
O maior feito até hoje alcançado pelos rio avistas no futebol foi em 1984, quando o clube conseguiu chegar à final da Taça de Portugal, perdendo para o poderoso Futebol Clube do Porto.
No retorno à primeira divisão portuguesa, na temporada 2003/04, o time teve uma atuação surpreendente, terminando a competição na honrosa sétima colocação, que quase levou a equipe a classificar-se para as competições européias. No entanto, na temporada seguinte não manteve o mesmo nível e acabou sendo rebaixado.
GRANDES ÍDOLOS
O maior artilheiro do Rio Ave foi o jogador N´Habola, apelido de Armando Fati, africano nascido em Guiné Bissau, em 1952. O atacante que marcou história vestindo a camisa verde e branco e foi um fenômeno de popularidade dos torcedores lusos. Ele marcou 31 gols na década de 80.
Outro jogador estrangeiro que deixou seu nome grafado para os rio avistas foi Evariste Sob Dibo, da Costa do Marfim, que atuava com a camisa 10. O jogador do Novo Continente, que recebeu o apelido de “Pequeno Artista”, atuou somente por duas temporadas, mas imortalizou seu nome na história da equipe.
Dois portugueses tiveram destaque no clube. Foram eles o goleiro Alfredo e o volante Paulinho Santos. Alfredo, que é o atual treinador de goleiros do clube, chegou a atuar pela seleção de Portugal, e foi capitão do país na disputa da Eurocopa de 1996, disputada na Inglaterra. O meio-campo Paulinho Santos, marcante pela sua raça dentro do gramado, jogou 68 vezes pelo Rio Ave e também chegou a ser convocado para a seleção portuguesa.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Rio Ave é o africano N’Habola, de Guiné Bissau, que atuou com a camisa do clube nos anos 80 e marcou 31 gols. Uma curiosidade a respeito do atacante é que seu nome de batismo é Armando Fati, mas no meio do futebol é conhecido com H’Habola.
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Com quase 70 anos de idade, o clube português Rio Ave foi fundado no dia 10 de maio de 1939, na cidade lusitana de Vila do Conde. Porém, a história da agremiação começou alguns meses antes, com o português João Resende, presidente de uma Comissão Administrativa que fundou as bases para a existência da equipe.
No início da sua história o Rio Ave mandava seus jogos no Campo da Avenida, o primeiro estádio do time, que foi inaugurado em 29 de janeiro de 1940, um ano após a fundação do clube. O jogo de estréia do novo estádio foi contra o seu maior rival, o Varzim, e terminou empatado sem gols.
Porém, o Campo da Avenida não foi único da vida do clube, e no dia 13 de maio de 1984 o Rio Ave despediu-se do local, após mais de 40 anos de uso, contra o time do Águeda, vencendo por 5 a 1. O atual estádio utilizado pelo time é o Estádio dos Arcos, uma arena multiuso com 12.820 lugares, que foi construída em 1935, na gestão do presidente José Maria Pinho.
Os torcedores do Rio Ave FC possuem poucas conquistas para comemorar na sua história. Na primeira divisão nacional, a melhor classificação obtida pelos vilacondenses foi o quinto lugar em 1981/82. Nas divisões inferiores, o clube conquistou os títulos de campeão nacional da III Divisão, na temporada de 1976/77, da II Divisão em 1985/86 e da II Divisão de Honra, alcançados na temporada de 1995/96 e 2002/03.
O maior feito até hoje alcançado pelos rio avistas no futebol foi em 1984, quando o clube conseguiu chegar à final da Taça de Portugal, perdendo para o poderoso Futebol Clube do Porto.
No retorno à primeira divisão portuguesa, na temporada 2003/04, o time teve uma atuação surpreendente, terminando a competição na honrosa sétima colocação, que quase levou a equipe a classificar-se para as competições européias. No entanto, na temporada seguinte não manteve o mesmo nível e acabou sendo rebaixado.
GRANDES ÍDOLOS
O maior artilheiro do Rio Ave foi o jogador N´Habola, apelido de Armando Fati, africano nascido em Guiné Bissau, em 1952. O atacante que marcou história vestindo a camisa verde e branco e foi um fenômeno de popularidade dos torcedores lusos. Ele marcou 31 gols na década de 80.
Outro jogador estrangeiro que deixou seu nome grafado para os rio avistas foi Evariste Sob Dibo, da Costa do Marfim, que atuava com a camisa 10. O jogador do Novo Continente, que recebeu o apelido de “Pequeno Artista”, atuou somente por duas temporadas, mas imortalizou seu nome na história da equipe.
Dois portugueses tiveram destaque no clube. Foram eles o goleiro Alfredo e o volante Paulinho Santos. Alfredo, que é o atual treinador de goleiros do clube, chegou a atuar pela seleção de Portugal, e foi capitão do país na disputa da Eurocopa de 1996, disputada na Inglaterra. O meio-campo Paulinho Santos, marcante pela sua raça dentro do gramado, jogou 68 vezes pelo Rio Ave e também chegou a ser convocado para a seleção portuguesa.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Rio Ave é o africano N’Habola, de Guiné Bissau, que atuou com a camisa do clube nos anos 80 e marcou 31 gols. Uma curiosidade a respeito do atacante é que seu nome de batismo é Armando Fati, mas no meio do futebol é conhecido com H’Habola.
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