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Campeonato Espanhol - Sporting Gijón :: Voltar
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HISTÓRIA
As partidas de futebol na cidade espanhola de Gijón começaram a ser disputadas no início de 1900, mas demoraria alguns anos para que um clube da modalidade fosse fundado. Tudo foi germinado em 1902, quando, sob a batuta de Luis Adaro, foi criado o Gijón Sport Club, primeira organização esportiva da localidade.
O primeiro passo havia sido dado. Os jovens praticantes de esportes da agremiação serviriam de inspiração para outras pessoas e, em 1905, Anselmo Lopez fundaria o Sporting Gijónes, antecessor do atual Sporting Gíjón.
A primeira formação da equipe vermelha e branca foi a seguinte: goleiro Anselmo López; defensores Oscar Muñiz e Manuel Muñiz; meias Constantino Palacio, Conrado Pineda e Félix Alonso e atacantes Loyola Pineda, José Morilla, Laureano Antuña, Ramón Muñiz e Eduardo García, atacantes.
Os anos se passaram e os clubes da região foram perdendo força. Em 1912, o rei Alfonso XIII assume a presidência de honra do Sporting Gijónes, que ganha o nome sustentado até hoje: Real Sporting Gijón.
A estréia do Sporting Gijón no Campeonato Espanhol não demorou a acontecer. Em 1917, a partida contra o Arenas de Guecho marcou o primeiro passo de uma trajetória brilhante. Porém, problemas financeiros atrapalharam a agremiação, que perdeu jogadores para equipes que pagavam salários melhores, como o Celta de Vigo e o Atlético de Madrid.
A Segunda Divisão foi a casa do Gijón durante muito tempo, até que conseguiu o acesso em 1944. Mas se manter na elite era difícil e o clube manteve a gangora de subir e descer de divisão durante muito tempo, até conseguir uma estabilidade na década de 70.
Os anos 70 e início dos 80 formaram o periodo dourado do clube. Nessa época, o Sporting Gijón fez suas melhores campanhas na história. A agremiação conquistaria no período um vice-campeonato nacional (1978/79) e dois vices da Copa do Rey (1981 e 1982).
Após essa fase de glórias, o Gijón reviveria problemas econômicos que o assombraram nos anos 20. O clube perdeu força e jogadores para equipes como Real Madrid e o Barcelona, caindo novamente para a Segunda Divisão e permanecendo lá por dez anos, sem bons resultados. Ainda assim, nessa época craques originaram-se na agremiação, tais como Luis Henrique, Abelardo e David Villa.
Graças à ótima campanha na temporada 2007/08, o Gijón encerrou a disputa da Segunda Divisão em terceiro lugar e conquistou a última vaga de acesso à elite nacional para tentar repetir as trajetórias de sucesso das décadas de 70 e 80.
GRANDES ÍDOLOS
A história de 103 anos do Sporting Gijón é recheada de craques dos mais variados perfis. Artilheiros, zagueiros raçudos e goleiros elásticos são alguns dos personagens idolatrados pela fanática torcida. Destaque especial para Quini, Ablanedo, Abelardo, Luis Henrique e David Villa.
Quarto jogador com mais participações em jogos da primeira divisão pelo clube e maior artilheiro do Gijón na elite do futebol espanhol, Enrique Castro González, o Quini, tem lugar cativo no coração dos torcedores.
Matador nato, o atacante foi destaque durante as décadas de 70 e 80, quando conquistou o prêmio de artilheiro do futebol espanhol por três vezes, nas temporadas 1973/74, 1975/76 e 1979/80. Quini marcou ao todo 165 gols com a camisa da agremiação em jogos válidos pela Primeira Divisão.
No final da década de 80, Quini teve um companheiro de time que faria história no clube, o goleiro Ablanedo, que disputou 399 jogos e conquistou três prêmios de goleiro menos vazado defendendo o Sporting Gijón.
Ablanedo era conhecido por sua agilidade e boa saída do gol. O goleiro obteve destaque nacional e participou de seleções de base da Espanha, pela qual conquistou o Campeonato Europeu sub-21, pegando três pênaltis na decisão contra a Itália. Pela seleção principal, participou das Copas do Mundo de 1986 e 1990.
Falar de seleção espanhola sem citar Abelardo e Luis Henrique é impossível. Estes dois craques do Sporting Gijón são ídolos nacionais graças ao seu bom desempenho em Copas do Mundo, Eurocopas e principalmente nos Jogos Olímpicos de 1992, em Barcelona,quando conseguiram o ouro para a Espanha.
Zagueiro de marcação firme e bom passe, Abelardo disputou dois campeonatos mundiais e duas Eurocopas com a Espanha. Não conseguiu títulos, mas sua qualidade fez com que fosse comprado pelo Barcelona, onde fez muito sucesso ao lado do companheiro de Gijón, Luis Henrique.
Luis Enrique Martínez García participou de três Copas do Mundo, uma Eurocopa e uma Olímpiada. Sua qualidade como meia e boa chegada ao ataque, fez com que obtivesse sucesso nos dois maiores clubes espanhóis, o Barcelona e o Real Madrid. Conquistou três títulos nacionais, além de ser eleito melhor jogador da Espanha em 1997.
Avançando alguns anos podemos encontrar a última grande estrela que passou pelo Sporting Gijón, o atacante David Villa.
O atacante rápido e com faro de gol refinado, jogou no clube de 2000 a 2003, destacando-se na Segunda Divisão, onde marcou 38 gols em 79 jogos. A partir daí, sua carreira deslanchou. Foi contratado pelo Zaragoza e posteriormente pelo Valencia, equipe que o levou à seleção espanhola.
Com a camisa vermelha da Fúria, Villa obteve seu sucesso máximo durante o título da Eurocopa de 2008, quando conquistou o prêmio de artilheiro da competição. O atacante é um dos mais observados pelos clubes ao redor do mundo, sendo sonho antigo do poderosos Real Madrid.
ARTILHEIROS
Enrique Castro González, o Quini, é o principal goleador do Sporting Gijón na história da elite do futebol espanhol. Ele foi artilheiro do Campeonato Espanhol em três oportunidades: 1973/74, 1975/76 e 1979/80. Quini marcou no total 165 gols na principal divisão do país.
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As partidas de futebol na cidade espanhola de Gijón começaram a ser disputadas no início de 1900, mas demoraria alguns anos para que um clube da modalidade fosse fundado. Tudo foi germinado em 1902, quando, sob a batuta de Luis Adaro, foi criado o Gijón Sport Club, primeira organização esportiva da localidade.
O primeiro passo havia sido dado. Os jovens praticantes de esportes da agremiação serviriam de inspiração para outras pessoas e, em 1905, Anselmo Lopez fundaria o Sporting Gijónes, antecessor do atual Sporting Gíjón.
A primeira formação da equipe vermelha e branca foi a seguinte: goleiro Anselmo López; defensores Oscar Muñiz e Manuel Muñiz; meias Constantino Palacio, Conrado Pineda e Félix Alonso e atacantes Loyola Pineda, José Morilla, Laureano Antuña, Ramón Muñiz e Eduardo García, atacantes.
Os anos se passaram e os clubes da região foram perdendo força. Em 1912, o rei Alfonso XIII assume a presidência de honra do Sporting Gijónes, que ganha o nome sustentado até hoje: Real Sporting Gijón.
A estréia do Sporting Gijón no Campeonato Espanhol não demorou a acontecer. Em 1917, a partida contra o Arenas de Guecho marcou o primeiro passo de uma trajetória brilhante. Porém, problemas financeiros atrapalharam a agremiação, que perdeu jogadores para equipes que pagavam salários melhores, como o Celta de Vigo e o Atlético de Madrid.
A Segunda Divisão foi a casa do Gijón durante muito tempo, até que conseguiu o acesso em 1944. Mas se manter na elite era difícil e o clube manteve a gangora de subir e descer de divisão durante muito tempo, até conseguir uma estabilidade na década de 70.
Os anos 70 e início dos 80 formaram o periodo dourado do clube. Nessa época, o Sporting Gijón fez suas melhores campanhas na história. A agremiação conquistaria no período um vice-campeonato nacional (1978/79) e dois vices da Copa do Rey (1981 e 1982).
Após essa fase de glórias, o Gijón reviveria problemas econômicos que o assombraram nos anos 20. O clube perdeu força e jogadores para equipes como Real Madrid e o Barcelona, caindo novamente para a Segunda Divisão e permanecendo lá por dez anos, sem bons resultados. Ainda assim, nessa época craques originaram-se na agremiação, tais como Luis Henrique, Abelardo e David Villa.
Graças à ótima campanha na temporada 2007/08, o Gijón encerrou a disputa da Segunda Divisão em terceiro lugar e conquistou a última vaga de acesso à elite nacional para tentar repetir as trajetórias de sucesso das décadas de 70 e 80.
GRANDES ÍDOLOS
A história de 103 anos do Sporting Gijón é recheada de craques dos mais variados perfis. Artilheiros, zagueiros raçudos e goleiros elásticos são alguns dos personagens idolatrados pela fanática torcida. Destaque especial para Quini, Ablanedo, Abelardo, Luis Henrique e David Villa.
Quarto jogador com mais participações em jogos da primeira divisão pelo clube e maior artilheiro do Gijón na elite do futebol espanhol, Enrique Castro González, o Quini, tem lugar cativo no coração dos torcedores.
Matador nato, o atacante foi destaque durante as décadas de 70 e 80, quando conquistou o prêmio de artilheiro do futebol espanhol por três vezes, nas temporadas 1973/74, 1975/76 e 1979/80. Quini marcou ao todo 165 gols com a camisa da agremiação em jogos válidos pela Primeira Divisão.
No final da década de 80, Quini teve um companheiro de time que faria história no clube, o goleiro Ablanedo, que disputou 399 jogos e conquistou três prêmios de goleiro menos vazado defendendo o Sporting Gijón.
Ablanedo era conhecido por sua agilidade e boa saída do gol. O goleiro obteve destaque nacional e participou de seleções de base da Espanha, pela qual conquistou o Campeonato Europeu sub-21, pegando três pênaltis na decisão contra a Itália. Pela seleção principal, participou das Copas do Mundo de 1986 e 1990.
Falar de seleção espanhola sem citar Abelardo e Luis Henrique é impossível. Estes dois craques do Sporting Gijón são ídolos nacionais graças ao seu bom desempenho em Copas do Mundo, Eurocopas e principalmente nos Jogos Olímpicos de 1992, em Barcelona,quando conseguiram o ouro para a Espanha.
Zagueiro de marcação firme e bom passe, Abelardo disputou dois campeonatos mundiais e duas Eurocopas com a Espanha. Não conseguiu títulos, mas sua qualidade fez com que fosse comprado pelo Barcelona, onde fez muito sucesso ao lado do companheiro de Gijón, Luis Henrique.
Luis Enrique Martínez García participou de três Copas do Mundo, uma Eurocopa e uma Olímpiada. Sua qualidade como meia e boa chegada ao ataque, fez com que obtivesse sucesso nos dois maiores clubes espanhóis, o Barcelona e o Real Madrid. Conquistou três títulos nacionais, além de ser eleito melhor jogador da Espanha em 1997.
Avançando alguns anos podemos encontrar a última grande estrela que passou pelo Sporting Gijón, o atacante David Villa.
O atacante rápido e com faro de gol refinado, jogou no clube de 2000 a 2003, destacando-se na Segunda Divisão, onde marcou 38 gols em 79 jogos. A partir daí, sua carreira deslanchou. Foi contratado pelo Zaragoza e posteriormente pelo Valencia, equipe que o levou à seleção espanhola.
Com a camisa vermelha da Fúria, Villa obteve seu sucesso máximo durante o título da Eurocopa de 2008, quando conquistou o prêmio de artilheiro da competição. O atacante é um dos mais observados pelos clubes ao redor do mundo, sendo sonho antigo do poderosos Real Madrid.
ARTILHEIROS
Enrique Castro González, o Quini, é o principal goleador do Sporting Gijón na história da elite do futebol espanhol. Ele foi artilheiro do Campeonato Espanhol em três oportunidades: 1973/74, 1975/76 e 1979/80. Quini marcou no total 165 gols na principal divisão do país.
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