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Libertadores da América - Sportivo Luqueño :: Voltar
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HISTÓRIA
O Sportivo Luqueño, fundado em 1º de maio de 1921, é um dos clubes mais antigos do Paraguai. A agremiação surgiu da união das três melhores equipes da cidade de Luque: Vencedor, que cedeu o seu estádio e suas cores para o novo clube que surgia; Marte Atlético, que era o melhor e mais conhecido clube da cidade; e General Aquino, que ficou responsável pela eleição da primeira diretoria da equipe e também decidiu quem seria o primeiro capitão do clube. O jogador Aurélio González foi o escolhido
O primeiro presidente do clube foi eleito em uma convenção realizada na sala de reuniões da Assembléia Municipal da cidade de Luque. Os comandantes do evento foram Desiderio Jara, antigo presidente do General Aquino, e Rômulo Lacasa, que, após ouvirem todos os participantes, anunciaram a primeira diretoria do Sportivo Luqueño, que teve Celestino Agüero como seu primeiro mandatário.
Logo três anos depois de sua fundação, em 1924, ainda com “El gran Capitán”, como era conhecido Aurélio, o time conquistou seu primeiro título: campeão invicto da segunda divisão do Campeonato Paraguaio de Futebol.
O clube só voltou a ter uma nova glória 27 anos depois, em 1951, quando venceu a primeira divisão do Campeonato Nacional.
Dois anos mais tarde, nova glória. Pela segunda vez em sua história, a equipe de Luque venceu o Campeonato Paraguaio, feito que só voltaria a acontecer em 2007.
Instável, o time ainda caiu três vezes para a segunda divisão do nacional, voltando no ano seguinte em todas elas. Os outros títulos da equipe auriazul vieram em 1956, em 1964 e em 1968, que foi a última vez que o time voltou para disputar a primeira divisão do campeonato de seu país.
Em 1999, outra vitória para a equipe junto com a chegada da Copa América daquele ano. Sentindo a necessidade de um campo na cidade de Luque, vizinha à capital Assunção, foi construído um estádio - Feliciano Cáceres - com 25 mil lugares. Este é o terceiro maior estádio do Paraguai, perdendo apenas para o Defensores Del Chaco, em Assunção e para o Sarubbi, que fica na Cidade del Leste.
Outro fato interessante da história do clube é o seu apelido: Kuré-Luque. Kuré, em guarani, significa porco, animal que é a mascote da equipe há bastante tempo. O apelido veio por causa da grande criação de suínos que existe em Luque.
A cidade de Luque é enfeitada em azul e amarelo, cores oficiais do time, durante quase todo o ano. Quem organiza a decoração é a torcida do Sportivo, considerada uma das mais fanáticas do país.
GRANDES ÍDOLOS
O Sportivo Luqueño é um dos clubes mais antigos do Paraguai e, como tal, é um grande berço de craques do futebol daquele país.
O primeiro grande ídolo do Sportivo Luqueño é o centroavante Dionísio Arce. O atleta nasceu em 1927 e começou sua carreira profissional em 1948, quando tinha 21 anos, jogando pelo clube auriazul.
O jogador, que era conhecido por seus gols de cabeça, foi para a Itália um ano depois de estrear pelo Luqueño. Na Europa, o atleta defendeu sete times, entre eles a Lazio, o Napoli, a Sampdoria, o Torino e o Palermo.
Outro bom jogador que passou pelo clube de Luque é o argentino Maxi Biancucchi, primo do astro Lionel Messi. Maxi, como é conhecido, jogou apenas por equipes paraguaias antes de ir para o Flamengo, em 2007.
Além desses atletas, o Sportivo Luqueño revelou os dois maiores atletas de toda a história do Paraguai: Romerito e Chilavert.
O primeiro, meio-campista, começou sua carreira no Kure-Luque, em 1977. O atleta defendeu o clube que o revelou por dois anos, quando foi para o Cosmos. No time americano, o jogador atuou ao lado de Pelé, Beckenbauer e Carlos Alberto Torres, todos em final de carreira.
Depois de sua passagem pelo futebol americano, Romerito foi contratado pelo Fluminense. No Tricolor carioca, o jogador teve a melhor fase de sua carreira, vencendo, ao lado de jogadores como Branco, Washington e Assis, o Campeonato Carioca por duas vezes, em 1984 e 1985, além do Brasileiro de 1984.
O atleta defendeu o Flu até 1988, quando se transferiu para o Barcelona. No time espanhol, o meia não conseguiu se firmar e acabou saindo da equipe no ano seguinte. Depois de defender as cores do time azul-grená, o paraguaio passou por algumas equipes e encerrou sua carreira no mesmo time que o revelou, o Sportivo Luqueño, em 1996.
Outro importante atleta que deu seus primeiros passos na agremiação foi o goleiro José Luis Félix Chilavert. O arqueiro, que é o segundo goleiro com mais gols na história, iniciou-se no futebol em 1981.
Chilavert ficou no time de sua cidade natal, Luque, até 1984, quando foi para o Guarani. Pela nova equipe, o atleta venceu o Campeonato Paraguaio de 1984. Em seguida, o arqueiro foi para o San Lorenzo, da Argentina, onde ficou até 1988. Após sua passagem pelo clube argentino, foi para terras européias, onde defendeu o Real Zaragoza, da Espanha.
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O Sportivo Luqueño, fundado em 1º de maio de 1921, é um dos clubes mais antigos do Paraguai. A agremiação surgiu da união das três melhores equipes da cidade de Luque: Vencedor, que cedeu o seu estádio e suas cores para o novo clube que surgia; Marte Atlético, que era o melhor e mais conhecido clube da cidade; e General Aquino, que ficou responsável pela eleição da primeira diretoria da equipe e também decidiu quem seria o primeiro capitão do clube. O jogador Aurélio González foi o escolhido
O primeiro presidente do clube foi eleito em uma convenção realizada na sala de reuniões da Assembléia Municipal da cidade de Luque. Os comandantes do evento foram Desiderio Jara, antigo presidente do General Aquino, e Rômulo Lacasa, que, após ouvirem todos os participantes, anunciaram a primeira diretoria do Sportivo Luqueño, que teve Celestino Agüero como seu primeiro mandatário.
Logo três anos depois de sua fundação, em 1924, ainda com “El gran Capitán”, como era conhecido Aurélio, o time conquistou seu primeiro título: campeão invicto da segunda divisão do Campeonato Paraguaio de Futebol.
O clube só voltou a ter uma nova glória 27 anos depois, em 1951, quando venceu a primeira divisão do Campeonato Nacional.
Dois anos mais tarde, nova glória. Pela segunda vez em sua história, a equipe de Luque venceu o Campeonato Paraguaio, feito que só voltaria a acontecer em 2007.
Instável, o time ainda caiu três vezes para a segunda divisão do nacional, voltando no ano seguinte em todas elas. Os outros títulos da equipe auriazul vieram em 1956, em 1964 e em 1968, que foi a última vez que o time voltou para disputar a primeira divisão do campeonato de seu país.
Em 1999, outra vitória para a equipe junto com a chegada da Copa América daquele ano. Sentindo a necessidade de um campo na cidade de Luque, vizinha à capital Assunção, foi construído um estádio - Feliciano Cáceres - com 25 mil lugares. Este é o terceiro maior estádio do Paraguai, perdendo apenas para o Defensores Del Chaco, em Assunção e para o Sarubbi, que fica na Cidade del Leste.
Outro fato interessante da história do clube é o seu apelido: Kuré-Luque. Kuré, em guarani, significa porco, animal que é a mascote da equipe há bastante tempo. O apelido veio por causa da grande criação de suínos que existe em Luque.
A cidade de Luque é enfeitada em azul e amarelo, cores oficiais do time, durante quase todo o ano. Quem organiza a decoração é a torcida do Sportivo, considerada uma das mais fanáticas do país.
GRANDES ÍDOLOS
O Sportivo Luqueño é um dos clubes mais antigos do Paraguai e, como tal, é um grande berço de craques do futebol daquele país.
O primeiro grande ídolo do Sportivo Luqueño é o centroavante Dionísio Arce. O atleta nasceu em 1927 e começou sua carreira profissional em 1948, quando tinha 21 anos, jogando pelo clube auriazul.
O jogador, que era conhecido por seus gols de cabeça, foi para a Itália um ano depois de estrear pelo Luqueño. Na Europa, o atleta defendeu sete times, entre eles a Lazio, o Napoli, a Sampdoria, o Torino e o Palermo.
Outro bom jogador que passou pelo clube de Luque é o argentino Maxi Biancucchi, primo do astro Lionel Messi. Maxi, como é conhecido, jogou apenas por equipes paraguaias antes de ir para o Flamengo, em 2007.
Além desses atletas, o Sportivo Luqueño revelou os dois maiores atletas de toda a história do Paraguai: Romerito e Chilavert.
O primeiro, meio-campista, começou sua carreira no Kure-Luque, em 1977. O atleta defendeu o clube que o revelou por dois anos, quando foi para o Cosmos. No time americano, o jogador atuou ao lado de Pelé, Beckenbauer e Carlos Alberto Torres, todos em final de carreira.
Depois de sua passagem pelo futebol americano, Romerito foi contratado pelo Fluminense. No Tricolor carioca, o jogador teve a melhor fase de sua carreira, vencendo, ao lado de jogadores como Branco, Washington e Assis, o Campeonato Carioca por duas vezes, em 1984 e 1985, além do Brasileiro de 1984.
O atleta defendeu o Flu até 1988, quando se transferiu para o Barcelona. No time espanhol, o meia não conseguiu se firmar e acabou saindo da equipe no ano seguinte. Depois de defender as cores do time azul-grená, o paraguaio passou por algumas equipes e encerrou sua carreira no mesmo time que o revelou, o Sportivo Luqueño, em 1996.
Outro importante atleta que deu seus primeiros passos na agremiação foi o goleiro José Luis Félix Chilavert. O arqueiro, que é o segundo goleiro com mais gols na história, iniciou-se no futebol em 1981.
Chilavert ficou no time de sua cidade natal, Luque, até 1984, quando foi para o Guarani. Pela nova equipe, o atleta venceu o Campeonato Paraguaio de 1984. Em seguida, o arqueiro foi para o San Lorenzo, da Argentina, onde ficou até 1988. Após sua passagem pelo clube argentino, foi para terras européias, onde defendeu o Real Zaragoza, da Espanha.
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