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Campeonato Português - Vitória de Setubal :: Voltar
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HISTÓRIA
O Vitória Esporte Clube é um dos mais representativos times do sul de Portugal. Localizado na cidade de Setúbal, na região de Lisboa, o clube foi fundado em 20 de novembro de 1910, pelos amigos Joaquim Venâncio, Henrique Santos e Manuel Gregório, após desentendimentos com outros integrantes do Bomfim Foot-ball Club, uma das poucas agremiações a praticar o esporte na época, .
A equipe foi batizada inicialmente como Sport Vitória, mas como o único objetivo do clube era vencer, posteriormente foi decidido em definitivo, durante uma assembléia-geral, que o nome seria Victória Foot-ball Club.
Como não havia campeonato nacional na época, a única alternativa dos verdes e brancos – cores oficiais – era se deslocar a Lisboa para disputar a competição regional. As categorias amadoras venceram o torneio em 1916/17 e o resultado incentivou a disputa em um patamar superior, a primeira divisão.
Nas temporadas 1923/24 e 1926/27 o clube venceu o Campeonato de Lisboa, batendo equipes tradicionais do país como Benfica, Sporting e Belenenses. Com isso, ganhou reputação no cenário nacional e aumentou seu número de torcedores e sócios.
No início dos anos 1930, o time já contava com outros departamentos esportivos, como: handebol, natação, atletismo entre outros e aumentava sua expressão em Portugal, não apenas com o futebol, mas também em outras modalidades.
Na mesma década, o Vitória abandonou o Campeonato de Lisboa e junto com outras equipes fundou a Associação de Futebol de Setúbal. Com o passar do tempo, o time foi estabilizando-se e, em 1943/44, disputou sua primeira final de competições nacionais, a Taça de Portugal, criada em 1938, mas acabou sendo derrotado por 5 a 1 pelo Benfica.
Mesmo com a o revés, os torcedores setubalenses comemoraram pelas ruas da cidade e ficaram esperançosos quanto ao futuro do time. Onze anos mais tarde, em 1954, o clube chegou a mais uma final do segundo maior campeonato do país e mais uma vez perdeu a chance de conquistar seu primeiro título, após perder por 3 a 2 para o Sporting.
Com a ascensão, os Sadinos - como são chamados os habitantes da cidade banhada pelo Rio Sado – decidiram fundar, em 1962, seu estádio, para poderem atuar perante sua torcida e assim batizam o local como Estádio do Bonfim.
A nova “casa” não demorou a ajudar o clube em suas conquistas e, após três anos, na temporada 1964/65, o time ganhou seu primeiro título, a Taça de Portugal, ao vencer o rival Benfica por 3 a 1. Dois anos mais tarde, em 1967, mais uma conquista e novamente na taça portuguesa, desta vez contra o Acadêmica de Coimbra, pelo placar de 3 a 2 na prorrogação.
A equipe formada por João Jacinto, o “Pérola Negra do Sado” e um dos maiores ídolos do clube, Matine, Carlos Cardoso, José Maria e Vítor Batista encantava o país e a Europa. Comandados por José Pedroto, o Vitória faz sua melhor campanha no Campeonato Português em 1971/72 e terminou a competição na segunda colocação.
Nas temporadas de 1969/70, 1972/73 e 1973/74, a equipe encerrou sua participação em 3º lugar e garantiu classificação em competições européias em todos os anos. Na Taça entre Cidades – uma das antecessoras da Copa da Uefa – o time chegou às quartas-de-final em quatro oportunidades e venceu fortes equipes como: Internazionale de Milão, Fiorentina, Leeds e Lyon.
No entanto, após as décadas de ouro em 1960 e 1970, o Vitória perdeu força no país e não voltou a repetir os bons resultados, alternando rebaixamentos e acessos à primeira divisão durante os anos 1980 e 1990. A última ascensão se deu em 2004, após cair para o segundo escalão um ano antes.
A falta de dinheiro obriga os Sadinos a contratar jogadores de baixo custo, muitos deles brasileiros e africanos, e apostar em suas categorias de base, como forma de revelar talentos e formar boas equipes para as competições portuguesas.
Na temporada 2004/05, após 38 anos de jejum, o clube voltou a vencer uma competição nacional, a Taça de Portugal pela terceira vez em sua história em dez finais disputadas, depois de derrotar o Benfica por 2 a 1, com gols de Manuel José e Meyong.
GRANDES ÍDOLOS
O maior ídolo da história do Vitória foi o atacante João Jacinto ou J.J, apelidado de “A Pérola Negra do Sado” – rio que banha a cidade de Setúbal, onde se localiza o clube. Ele atuou nos anos 1960 e 1970, a época de ouro do time, conquistando a Taça de Portugal em duas ocasiões, 1964/65 e 1966/67.
O centroavante encantou o país e o continente europeu com brilhantes atuações durante as 14 temporadas em que defendeu a equipe. Em homenagem ao atleta, os Sadinos ergueram uma estátua em sua honra, no Estádio do Bonfim.
Vítor Batista foi outro grande jogador do período de glórias da equipe, que conquistou os dois primeiros títulos do Vitória. Em 1971, ele protagonizou a mais cara transferência do futebol português até então e foi vendido ao Benfica por 3000 contos, uma fortuna para a época.
Um dos maiores goleiros a defender a equipe foi Félix Mourinho, pai do ex-treinador do Chelsea, José Mourinho. Outro importante jogador da história do clube foi o atacante Rui Jordão, que em apenas dois anos de clube – de 1987 a 1989 – se tornou ídolo dos torcedores verdes e brancos.
O nigeriano Rashidi Yekini encantou a torcida do Vitória com seus dribles e arrancadas rápidas durante suas duas passagens pelo time – de 1990 a 1994 e de 1996 a 1997.
Apelidado de “Deus Negro”, o africano foi artilheiro da equipe por três anos consecutivos e marcou 32 dos 64 tentos dos portugueses na temporada 1991/92, quando conseguiu subir de divisão. Ele também foi o maior goleador do Campeonato Português em 1994, com 21 gols.
ARTILHEIROS
Apelidado de “Deus Negro”, o nigeriano Rashidi Yekini é maior artilheiro do Vitória de Setúbal. Durante suas duas passagens pelo time – de 1990 a 1994 e de 1996 a 1997, ele marcou 93 gols em 122 jogos da equipe. Ele também foi o maior goleador do Campeonato Português, em 1994, com 21 gols.
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O Vitória Esporte Clube é um dos mais representativos times do sul de Portugal. Localizado na cidade de Setúbal, na região de Lisboa, o clube foi fundado em 20 de novembro de 1910, pelos amigos Joaquim Venâncio, Henrique Santos e Manuel Gregório, após desentendimentos com outros integrantes do Bomfim Foot-ball Club, uma das poucas agremiações a praticar o esporte na época, .
A equipe foi batizada inicialmente como Sport Vitória, mas como o único objetivo do clube era vencer, posteriormente foi decidido em definitivo, durante uma assembléia-geral, que o nome seria Victória Foot-ball Club.
Como não havia campeonato nacional na época, a única alternativa dos verdes e brancos – cores oficiais – era se deslocar a Lisboa para disputar a competição regional. As categorias amadoras venceram o torneio em 1916/17 e o resultado incentivou a disputa em um patamar superior, a primeira divisão.
Nas temporadas 1923/24 e 1926/27 o clube venceu o Campeonato de Lisboa, batendo equipes tradicionais do país como Benfica, Sporting e Belenenses. Com isso, ganhou reputação no cenário nacional e aumentou seu número de torcedores e sócios.
No início dos anos 1930, o time já contava com outros departamentos esportivos, como: handebol, natação, atletismo entre outros e aumentava sua expressão em Portugal, não apenas com o futebol, mas também em outras modalidades.
Na mesma década, o Vitória abandonou o Campeonato de Lisboa e junto com outras equipes fundou a Associação de Futebol de Setúbal. Com o passar do tempo, o time foi estabilizando-se e, em 1943/44, disputou sua primeira final de competições nacionais, a Taça de Portugal, criada em 1938, mas acabou sendo derrotado por 5 a 1 pelo Benfica.
Mesmo com a o revés, os torcedores setubalenses comemoraram pelas ruas da cidade e ficaram esperançosos quanto ao futuro do time. Onze anos mais tarde, em 1954, o clube chegou a mais uma final do segundo maior campeonato do país e mais uma vez perdeu a chance de conquistar seu primeiro título, após perder por 3 a 2 para o Sporting.
Com a ascensão, os Sadinos - como são chamados os habitantes da cidade banhada pelo Rio Sado – decidiram fundar, em 1962, seu estádio, para poderem atuar perante sua torcida e assim batizam o local como Estádio do Bonfim.
A nova “casa” não demorou a ajudar o clube em suas conquistas e, após três anos, na temporada 1964/65, o time ganhou seu primeiro título, a Taça de Portugal, ao vencer o rival Benfica por 3 a 1. Dois anos mais tarde, em 1967, mais uma conquista e novamente na taça portuguesa, desta vez contra o Acadêmica de Coimbra, pelo placar de 3 a 2 na prorrogação.
A equipe formada por João Jacinto, o “Pérola Negra do Sado” e um dos maiores ídolos do clube, Matine, Carlos Cardoso, José Maria e Vítor Batista encantava o país e a Europa. Comandados por José Pedroto, o Vitória faz sua melhor campanha no Campeonato Português em 1971/72 e terminou a competição na segunda colocação.
Nas temporadas de 1969/70, 1972/73 e 1973/74, a equipe encerrou sua participação em 3º lugar e garantiu classificação em competições européias em todos os anos. Na Taça entre Cidades – uma das antecessoras da Copa da Uefa – o time chegou às quartas-de-final em quatro oportunidades e venceu fortes equipes como: Internazionale de Milão, Fiorentina, Leeds e Lyon.
No entanto, após as décadas de ouro em 1960 e 1970, o Vitória perdeu força no país e não voltou a repetir os bons resultados, alternando rebaixamentos e acessos à primeira divisão durante os anos 1980 e 1990. A última ascensão se deu em 2004, após cair para o segundo escalão um ano antes.
A falta de dinheiro obriga os Sadinos a contratar jogadores de baixo custo, muitos deles brasileiros e africanos, e apostar em suas categorias de base, como forma de revelar talentos e formar boas equipes para as competições portuguesas.
Na temporada 2004/05, após 38 anos de jejum, o clube voltou a vencer uma competição nacional, a Taça de Portugal pela terceira vez em sua história em dez finais disputadas, depois de derrotar o Benfica por 2 a 1, com gols de Manuel José e Meyong.
GRANDES ÍDOLOS
O maior ídolo da história do Vitória foi o atacante João Jacinto ou J.J, apelidado de “A Pérola Negra do Sado” – rio que banha a cidade de Setúbal, onde se localiza o clube. Ele atuou nos anos 1960 e 1970, a época de ouro do time, conquistando a Taça de Portugal em duas ocasiões, 1964/65 e 1966/67.
O centroavante encantou o país e o continente europeu com brilhantes atuações durante as 14 temporadas em que defendeu a equipe. Em homenagem ao atleta, os Sadinos ergueram uma estátua em sua honra, no Estádio do Bonfim.
Vítor Batista foi outro grande jogador do período de glórias da equipe, que conquistou os dois primeiros títulos do Vitória. Em 1971, ele protagonizou a mais cara transferência do futebol português até então e foi vendido ao Benfica por 3000 contos, uma fortuna para a época.
Um dos maiores goleiros a defender a equipe foi Félix Mourinho, pai do ex-treinador do Chelsea, José Mourinho. Outro importante jogador da história do clube foi o atacante Rui Jordão, que em apenas dois anos de clube – de 1987 a 1989 – se tornou ídolo dos torcedores verdes e brancos.
O nigeriano Rashidi Yekini encantou a torcida do Vitória com seus dribles e arrancadas rápidas durante suas duas passagens pelo time – de 1990 a 1994 e de 1996 a 1997.
Apelidado de “Deus Negro”, o africano foi artilheiro da equipe por três anos consecutivos e marcou 32 dos 64 tentos dos portugueses na temporada 1991/92, quando conseguiu subir de divisão. Ele também foi o maior goleador do Campeonato Português em 1994, com 21 gols.
ARTILHEIROS
Apelidado de “Deus Negro”, o nigeriano Rashidi Yekini é maior artilheiro do Vitória de Setúbal. Durante suas duas passagens pelo time – de 1990 a 1994 e de 1996 a 1997, ele marcou 93 gols em 122 jogos da equipe. Ele também foi o maior goleador do Campeonato Português, em 1994, com 21 gols.
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