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Campeonato Baiano - Vitória :: Voltar
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HISTÓRIA
O Esporte Clube Vitória foi fundado em 13 de maio de 1899 e é um dos mais antigos times do futebol brasileiro. A associação foi criada pelos irmãos Artur e Artêmio Valente, que trouxeram o esporte da Inglaterra.
A agremiação foi batizada com o nome de Club de Cricket Vitória, pois era voltada para este tipo de esporte. Apenas no ano seguinte, em 1900, aderiu ao futebol e, a partir daí, surgiu um dos times mais tradicionais do país.
Formado por jovens atletas da alta sociedade baiana, o clube disputou sua primeira partida oficial em 1901 e venceu o International por 3 a 2. Com o passar dos anos, novas equipes foram criadas no Estado e, em 1904, o Leão da Barra foi um dos fundadores da Liga de Futebol da Bahia, entidade organizadora do primeiro campeonato estadual de futebol.
O primeiro título do clube veio em 1908 com a conquista da competição baiana. No ano seguinte, mais um triunfo e, desde então, o Vitória deixou de ser uma “zebra” e passou a ser respeitado e temido no Estado.
O rubro-negro se firmava no cenário nacional ao se sagrar campeão em várias modalidades esportivas, mas não repetia o mesmo sucesso dentro de campo. A equipe estagnou e voltou a ser campeã apenas na década de 50, mais precisamente em 1953.
Apesar dos títulos do Campeonato Baiano em 1964, 65, 72, 80, 85 e 89, o Vitória teve seu auge na década de 90. O time se afirmou como um dos “grandes” do Estado ao lado do Bahia e chegou perto de conquistar o título mais importante de sua história, o Campeonato Brasileiro.
O Leão chegou à decisão do título nacional em 1993, após conquistar o acesso à elite do futebol nacional no ano anterior, e tinha um elenco recheado de jovens jogadores como: Dida, Vampeta, Alex Alves, Roberto Cavalo e Paulo Isidoro. O adversário na final foi o Palmeiras. O time paulista não vencia o Brasileirão há 20 anos e, contra o estreante em decisões, levou a melhor.
No primeiro jogo disputado em Salvador, houve vitória alviverde por 1 a 0, com gol de Edílson. Na partida de volta, em São Paulo, o Palmeiras venceu novamente, desta vez por 2 a 0, com gols de Evair e Edmundo e garantiu o título.
Além do vice-campeonato brasileiro, o Rubro-Negro baiano chegou às semifinais da competição nacional de 1999, quando foi eliminado pelo Atlético-MG e também conquistou o campeonato estadual por seis vezes nessa década – 1990, 92, 95, 96, 97 e 99 – fora os dois títulos da extinta Copa do Nordeste, em 1997 e 1999.
O Vitória iniciou o Século 21 mantendo o domínio do Campeonato Baiano e, após alcançar às semifinais da Copa do Brasil em 2004, o time entrou em um dos piores períodos de sua história, culminando no rebaixamento para a Série C do Brasileiro em 2005.
O Rubro-negro conquistou o estadual em 2000, 02, 03, 04, 05 – de forma invicta – e em 2007 e 2008. O sucesso da equipe no cenário nacional não era o mesmo desenvolvido na Bahia e o time, depois de alternar boas e más campanhas no Brasileirão, acabou rebaixado para Série B em 2004.
Além do péssimo desempenho, o time não tinha recursos para montar uma boa equipe. Mesmo com um elenco razoável para a disputa da segunda divisão, o Vitória não conseguiu se manter no segundo escalão e, na última rodada, juntamente com o rival Bahia, caiu novamente de divisão, chegando ao fundo do poço.
Os baianos conseguiram reagir e permaneceram apenas um ano na terceira divisão. Em 2006, o Rubro-Negro conseguiu voltar à segunda divisão e garantiu uma das vagas com duas rodadas de antecedência. No ano seguinte, em 2007, mais um acesso, desta vez para retornar à elite do futebol brasileiro, palco de grandes jogos do clube.
GRANDES ÍDOLOS
O atacante Mário Sérgio Pontes de Paiva, hoje treinador de futebol, foi um dos maiores nomes na história do rubro-negro. Contratado do Flamengo em 1971, o jogador permaneceu na equipe até 1975. Nesse período venceu o Campeonato Baiano de 1972 e foi eleito por duas vezes o melhor meio-campo do Brasileirão.
Ao lado de Mário Sérgio, André Catimba formou um dos melhores ataques do futebol baiano. O atacante defendeu a equipe de 1971 a 1975 e até hoje é um dos maiores ídolos do time. Ele é o segundo maior artilheiro do clube em campeonatos brasileiros com 31 gols anotados em quatro edições.
Com a camisa da agremiação, André disputou 186 jogos e marcou 82 gols em quatro anos. O jogador foi peça fundamental na conquista do Campeonato Baiano de 1972 e chegou a ser convocado pelo técnico Zagallo para defender a seleção brasileira nesta época.
Outra grande figura da história do Vitória foi o meio-campista Roberto Cavalo. Conhecido por seu forte chute e pela perfeição nas cobranças de falta, ele foi peça importante no vice-campeonato brasileiro em 1993, no único ano em que defendeu o time.
O único jogador “estrangeiro” de destaque a defender as cores do clube baiano foi o meia sérvio Dejan Petkovic. Com passagens por Real Madrid e Sevilha antes de vir atuar pelo futebol brasileiro, o atleta chegou ao Vitória em 1997 e em apenas dois anos virou um dos ídolos do rubro-negro.
Especialista em cobranças de falta e dono de uma técnica inquestionável, ele foi campeão baiano pela equipe em 1997 e 99, além de conquistar a Copa do Nordeste também em 1999. Pet, como era carinhosamente chamado pela torcida, deixou o Vitória em 1999 e retornou ao futebol europeu, desta vez para o Venezia da Itália.
O Vitória, no decorrer de toda sua história, sempre revelou bons jogadores para o futebol brasileiro e mundial. Entre eles estão Bebeto, Dida, Júnior, Nádson, Vampeta e Alex Alves.
A maior revelação surgida no Esporte Clube Vitória foi o tetracampeão mundial Bebeto. O jogador iniciou sua carreira nas categorias de base do rubro-negro em 1981 e suas boas atuações despertaram o interesse de grandes times do futebol brasileiro.
Vencedor da Copa do Mundo de 1994 com a seleção brasileira, o atacante acabou negociado com o Flamengo em 1983. O jogador ganhou projeção internacional e rodou por vários clubes do país e do mundo, até retornar ao Leão em 1997.
Nessa sua segunda passagem pela equipe, o centroavante ajudou o time a conquistar o Campeonato Baiano e a Copa do Nordeste deste ano, antes de deixar mais uma vez a cidade de Salvador. Em 2000, Bebeto teve mais uma rápida estadia no clube baiano, mas acabou se transferindo para o Vasco da Gama.
Para o gol, o Vitória revelou dois importantes nomes para o futebol brasileiro. Os goleiros Dida e Fábio Costa. O primeiro é um dos melhores do mundo e foi campeão mundial com o Brasil na Copa do Mundo de 2002. Pelo rubro-negro jogou dois anos - de 1992 a 93 – e, apesar de não ganhar nenhum título, estava presente no vice-campeonato brasileiro de 1993 e neste mesmo ano foi eleito o melhor arqueiro do Brasileirão.
Já Fábio Costa foi formado nas categorias de base da equipe e ganhou vários títulos pelo clube, entre eles as Copas do Nordeste de 1997 e 98 e os Campeonatos Baianos de 1997 e 99. Conhecido pelo seu forte temperamento, o jogador defendeu o time de 1995 a 99.
Outra grande revelação do rubro-negro foi o volante Vampeta. O jogador defendeu o Vitória de 1992 a 95. Neste período venceu dois campeonatos baianos – 1992 e 95. Após o bom desempenho no Leão, o meia ganhou projeção e foi negociado com o futebol europeu, mais precisamente com o PSV Eindhoven da Holanda.
O centroavante Nádson é o maior artilheiro do clube baiano com 238 bolas na rede adversária. A contagem é oficial, mas inclui gols desde as categorias de bases do Vitória. Pelo time profissional ele estreou em 2000 e permaneceu na equipe até 2003, ganhando o Campeonato Baiano de 2002.
O goleador máximo do futebol profissional do Vitória é o meia-atacante Allan Delon. O jogador foi formado nas categorias de base da equipe e estreou no time principal em 1997. Durante as duas passagens que teve no clube – de 1997 a 2003 e em 2004 – ele marcou 84 gols em 268 jogos e conquistou dos Campeonatos Baianos, em 2000 e 2002, e duas Copas do Nordeste, em 97 e 99.
Outros grandes jogadores com passagens pelo clube foram: Osni, Dudu Cearense, Ramón Menezes, Adoílson, Rodrigo, Adaílton, Edílson, Quarentinha e o colombiano Aristizabal.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Vitória é o meia-atacante Allan Delon. O jogador foi formado nas categorias de base da equipe e estreou como profissional em 1997. Durante as duas passagens que teve no clube – de 1997 a 2003 e em 2004 – ele marcou 84 gols em 268 jogos e conquistou dois Campeonatos Baianos, em 2000 e 2002, e duas Copas do Nordeste, em 1997 e 1999.
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O Esporte Clube Vitória foi fundado em 13 de maio de 1899 e é um dos mais antigos times do futebol brasileiro. A associação foi criada pelos irmãos Artur e Artêmio Valente, que trouxeram o esporte da Inglaterra.
A agremiação foi batizada com o nome de Club de Cricket Vitória, pois era voltada para este tipo de esporte. Apenas no ano seguinte, em 1900, aderiu ao futebol e, a partir daí, surgiu um dos times mais tradicionais do país.
Formado por jovens atletas da alta sociedade baiana, o clube disputou sua primeira partida oficial em 1901 e venceu o International por 3 a 2. Com o passar dos anos, novas equipes foram criadas no Estado e, em 1904, o Leão da Barra foi um dos fundadores da Liga de Futebol da Bahia, entidade organizadora do primeiro campeonato estadual de futebol.
O primeiro título do clube veio em 1908 com a conquista da competição baiana. No ano seguinte, mais um triunfo e, desde então, o Vitória deixou de ser uma “zebra” e passou a ser respeitado e temido no Estado.
O rubro-negro se firmava no cenário nacional ao se sagrar campeão em várias modalidades esportivas, mas não repetia o mesmo sucesso dentro de campo. A equipe estagnou e voltou a ser campeã apenas na década de 50, mais precisamente em 1953.
Apesar dos títulos do Campeonato Baiano em 1964, 65, 72, 80, 85 e 89, o Vitória teve seu auge na década de 90. O time se afirmou como um dos “grandes” do Estado ao lado do Bahia e chegou perto de conquistar o título mais importante de sua história, o Campeonato Brasileiro.
O Leão chegou à decisão do título nacional em 1993, após conquistar o acesso à elite do futebol nacional no ano anterior, e tinha um elenco recheado de jovens jogadores como: Dida, Vampeta, Alex Alves, Roberto Cavalo e Paulo Isidoro. O adversário na final foi o Palmeiras. O time paulista não vencia o Brasileirão há 20 anos e, contra o estreante em decisões, levou a melhor.
No primeiro jogo disputado em Salvador, houve vitória alviverde por 1 a 0, com gol de Edílson. Na partida de volta, em São Paulo, o Palmeiras venceu novamente, desta vez por 2 a 0, com gols de Evair e Edmundo e garantiu o título.
Além do vice-campeonato brasileiro, o Rubro-Negro baiano chegou às semifinais da competição nacional de 1999, quando foi eliminado pelo Atlético-MG e também conquistou o campeonato estadual por seis vezes nessa década – 1990, 92, 95, 96, 97 e 99 – fora os dois títulos da extinta Copa do Nordeste, em 1997 e 1999.
O Vitória iniciou o Século 21 mantendo o domínio do Campeonato Baiano e, após alcançar às semifinais da Copa do Brasil em 2004, o time entrou em um dos piores períodos de sua história, culminando no rebaixamento para a Série C do Brasileiro em 2005.
O Rubro-negro conquistou o estadual em 2000, 02, 03, 04, 05 – de forma invicta – e em 2007 e 2008. O sucesso da equipe no cenário nacional não era o mesmo desenvolvido na Bahia e o time, depois de alternar boas e más campanhas no Brasileirão, acabou rebaixado para Série B em 2004.
Além do péssimo desempenho, o time não tinha recursos para montar uma boa equipe. Mesmo com um elenco razoável para a disputa da segunda divisão, o Vitória não conseguiu se manter no segundo escalão e, na última rodada, juntamente com o rival Bahia, caiu novamente de divisão, chegando ao fundo do poço.
Os baianos conseguiram reagir e permaneceram apenas um ano na terceira divisão. Em 2006, o Rubro-Negro conseguiu voltar à segunda divisão e garantiu uma das vagas com duas rodadas de antecedência. No ano seguinte, em 2007, mais um acesso, desta vez para retornar à elite do futebol brasileiro, palco de grandes jogos do clube.
GRANDES ÍDOLOS
O atacante Mário Sérgio Pontes de Paiva, hoje treinador de futebol, foi um dos maiores nomes na história do rubro-negro. Contratado do Flamengo em 1971, o jogador permaneceu na equipe até 1975. Nesse período venceu o Campeonato Baiano de 1972 e foi eleito por duas vezes o melhor meio-campo do Brasileirão.
Ao lado de Mário Sérgio, André Catimba formou um dos melhores ataques do futebol baiano. O atacante defendeu a equipe de 1971 a 1975 e até hoje é um dos maiores ídolos do time. Ele é o segundo maior artilheiro do clube em campeonatos brasileiros com 31 gols anotados em quatro edições.
Com a camisa da agremiação, André disputou 186 jogos e marcou 82 gols em quatro anos. O jogador foi peça fundamental na conquista do Campeonato Baiano de 1972 e chegou a ser convocado pelo técnico Zagallo para defender a seleção brasileira nesta época.
Outra grande figura da história do Vitória foi o meio-campista Roberto Cavalo. Conhecido por seu forte chute e pela perfeição nas cobranças de falta, ele foi peça importante no vice-campeonato brasileiro em 1993, no único ano em que defendeu o time.
O único jogador “estrangeiro” de destaque a defender as cores do clube baiano foi o meia sérvio Dejan Petkovic. Com passagens por Real Madrid e Sevilha antes de vir atuar pelo futebol brasileiro, o atleta chegou ao Vitória em 1997 e em apenas dois anos virou um dos ídolos do rubro-negro.
Especialista em cobranças de falta e dono de uma técnica inquestionável, ele foi campeão baiano pela equipe em 1997 e 99, além de conquistar a Copa do Nordeste também em 1999. Pet, como era carinhosamente chamado pela torcida, deixou o Vitória em 1999 e retornou ao futebol europeu, desta vez para o Venezia da Itália.
O Vitória, no decorrer de toda sua história, sempre revelou bons jogadores para o futebol brasileiro e mundial. Entre eles estão Bebeto, Dida, Júnior, Nádson, Vampeta e Alex Alves.
A maior revelação surgida no Esporte Clube Vitória foi o tetracampeão mundial Bebeto. O jogador iniciou sua carreira nas categorias de base do rubro-negro em 1981 e suas boas atuações despertaram o interesse de grandes times do futebol brasileiro.
Vencedor da Copa do Mundo de 1994 com a seleção brasileira, o atacante acabou negociado com o Flamengo em 1983. O jogador ganhou projeção internacional e rodou por vários clubes do país e do mundo, até retornar ao Leão em 1997.
Nessa sua segunda passagem pela equipe, o centroavante ajudou o time a conquistar o Campeonato Baiano e a Copa do Nordeste deste ano, antes de deixar mais uma vez a cidade de Salvador. Em 2000, Bebeto teve mais uma rápida estadia no clube baiano, mas acabou se transferindo para o Vasco da Gama.
Para o gol, o Vitória revelou dois importantes nomes para o futebol brasileiro. Os goleiros Dida e Fábio Costa. O primeiro é um dos melhores do mundo e foi campeão mundial com o Brasil na Copa do Mundo de 2002. Pelo rubro-negro jogou dois anos - de 1992 a 93 – e, apesar de não ganhar nenhum título, estava presente no vice-campeonato brasileiro de 1993 e neste mesmo ano foi eleito o melhor arqueiro do Brasileirão.
Já Fábio Costa foi formado nas categorias de base da equipe e ganhou vários títulos pelo clube, entre eles as Copas do Nordeste de 1997 e 98 e os Campeonatos Baianos de 1997 e 99. Conhecido pelo seu forte temperamento, o jogador defendeu o time de 1995 a 99.
Outra grande revelação do rubro-negro foi o volante Vampeta. O jogador defendeu o Vitória de 1992 a 95. Neste período venceu dois campeonatos baianos – 1992 e 95. Após o bom desempenho no Leão, o meia ganhou projeção e foi negociado com o futebol europeu, mais precisamente com o PSV Eindhoven da Holanda.
O centroavante Nádson é o maior artilheiro do clube baiano com 238 bolas na rede adversária. A contagem é oficial, mas inclui gols desde as categorias de bases do Vitória. Pelo time profissional ele estreou em 2000 e permaneceu na equipe até 2003, ganhando o Campeonato Baiano de 2002.
O goleador máximo do futebol profissional do Vitória é o meia-atacante Allan Delon. O jogador foi formado nas categorias de base da equipe e estreou no time principal em 1997. Durante as duas passagens que teve no clube – de 1997 a 2003 e em 2004 – ele marcou 84 gols em 268 jogos e conquistou dos Campeonatos Baianos, em 2000 e 2002, e duas Copas do Nordeste, em 97 e 99.
Outros grandes jogadores com passagens pelo clube foram: Osni, Dudu Cearense, Ramón Menezes, Adoílson, Rodrigo, Adaílton, Edílson, Quarentinha e o colombiano Aristizabal.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Vitória é o meia-atacante Allan Delon. O jogador foi formado nas categorias de base da equipe e estreou como profissional em 1997. Durante as duas passagens que teve no clube – de 1997 a 2003 e em 2004 – ele marcou 84 gols em 268 jogos e conquistou dois Campeonatos Baianos, em 2000 e 2002, e duas Copas do Nordeste, em 1997 e 1999.
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