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Campeonato Inglês - Wigan :: Voltar
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HISTÓRIA
O Wigan Athletic foi formado em 1932 de uma associação de clubes da cidade de Wigan, que tinham encerrado suas atividades pouco antes. Eram eles: Wigan County, Wigan United e Wigan Town, nascidos ainda no final do século 19.
O clube teve um melhor desempenho nas copas regionais e na FA Cup. Em 1934/35, o Wigan bateu o Carlisle United por 6 a 1, o que se tornou a maior vitória de um clube da liga sobre um de fora da liga. Mas o Wigan não foi muito à frente.
Em 1945, a equipe participou de uma liga regional diferente: a Lancashire Combination. Cinco anos mais tarde, quase chegou à Football League, perdendo por apenas um voto para o Scunthorpe United. Em 1953/54, o clube jogou a FA Cup novamente e, em uma partida contra o Hereford United, colocou um público de 27.526 pessoas em seu estádio, recorde na época.
Em 1961, o time mudou para a Cheshire County League. Em 1968, tornou-se membro da Premier League da região norte. Já em 1972 entrou na segunda divisão escocesa. Seis anos depois, ingressou na Liga no lugar do Southport. Ganhou a sua primeira promoção dois anos depois, ficando dez anos na terceira divisão inglesa. Os Latics ainda ficaram em segundo lugar na Liga do Norte, perdendo a final para o Bolton Wanderers em 1985.
Em 1993, o Wigan alcançou a segunda divisão inglesa, mas teve um desempenho péssimo, ficando em 19º lugar e voltou à terceira divisão.
Em 1995, um milionário local de nome David Whelan arrendou o clube, tendo o sonho de levá-lo à primeira divisão inglesa. O desejo começou a se realizar em 1997. Sob a batuta do técnico John Deehan, o time venceu a terceira divisão.
Entretanto, a chegada à elite só se concretizou em 2005. Dentro de campo o clube se superou e o manager David Whelan, enfim, pôde realizar o seu sonho. O time foi vice-campeão da segunda divisão e conseguiu a vaga direta.
Para a primeira temporada na divisão principal, o Wigan investiu ainda mais. Whelan trouxe jogadores de nome como Henri Câmara, Stephane Henchoz, David Connoly, Arjan De Zeeuw e Pascal Chimbonda.
Sua primeira partida na Liga causou boa impressão. Enfrentando o atual campeão e time mais badalado do momento, o poderoso Chelsea, o Wigan se segurou firmemente na defesa e quase arrancou um empate contra os campeões ingleses. Perdeu no fim, sofrendo um gol de Hernán Crespo aos 47 minutos do segundo tempo.
O bom desempenho continuou e o Wigan derrotou times tradicionais como Everton, Aston Villa, Bolton Wanderers e Newcastle United. Na mesma temporada, o time chegou à final da FA Cup, onde perdeu para o Manchester United por 4 a 0, após ter vencido o Arsenal na semifinal.
Na temporada 2006/07 o Wigan já contava com a atenção do país inteiro. Pascal Chimbonda foi vendido para o Tottenham Hotspur, e com o dinheiro da venda o clube trouxe jogadores como Emile Heskey, Denny Landzaat, Kevin Klibane e Chris Kirkland. Contudo, o time não se entrosou e acabou a Liga na 17ª posição, uma acima do rebaixamento.
GRANDES ÍDOLOS
Por ser um clube modesto e ter a maior parte de sua história nas divisões inferiores, o Wigan não teve um jogador que tenha ficado por tanto tempo na agremiação, como vemos em times maiores.
Ainda assim, a equipe teve vários ídolos em sua história recente, quando teve a sua ascensão nas ligas menores até chegar à primeira divisão pela primeira vez em 2005. Os jogadores que conseguiram tal feito já entraram para a história do clube. Mas antes deles houve outros jogadores e técnicos que merecem citação.
Um dos primeiros ídolos foi o irlandês Peter Corr. Em uma temporada ele fez 34 jogos e marcou 11 gols, ganhando ainda quatro campeonatos regionais nesse mesmo ano.
Depois de Corr, outro ídolo demorou a aparecer. Somente no final dos anos 1970 o indiano naturalizado escocês Colin Methven desembarcou em Wigan. Jogando de 1979 a 1986, marcou 21 gols, entrando em campo por 296 vezes.
Já nos anos 1980, o ponta-direita David Lowe ingressou nas categorias de base do clube e se profissionalizou em 1983, ficando lá até 1987. Nesse período, atuou em 179 partidas e anotou 40 gols. Depois, em 1996, Lowe voltou ao clube, e até 1999 marcou mais 26 gols.
Contemporâneo dele, o atacante Paul Jewell também defendeu as cores do Wigan. Hoje técnico e manager, Jewell jogou de 1984 a 1988, marcando 35 gols em 137 partidas.
Já nos anos 1990 o primeiro ídolo notável foi o defensor Colin Greenall. Ele jogou de 1995 a 2000, realizando 193 partidas e anotando 18 gols. O segundo destaque nesta década foi o maior artilheiro do clube, o atacante Andy Liddell. O centroavante atuou de 1998 a 2004, tendo marcado 70 vezes em 217 partidas.
Os ídolos mais recentes são os que estiveram no time que conquistou a inédita vaga na primeira divisão, em 2005. Um deles é Lee McCulloch, meia-atacante que jogou de 2001 a 2007 nos Latics, realizando 224 partidas e marcando 44 gols.
Outro jogador lembrado pela torcida é o defensor Jason de Vos, canadense que jogou de 2001 a 2004. No mesmo ano, chegou o goleiro australiano John Filan, que ficou até 2007 e atuou em 184 partidas.
No entanto, os mais queridos pelos torcedores são o lateral-esquerdo Leighton Baines e o atacante Jason Roberts. O primeiro jogou de 2002 a 2007, depois se transferiu para o Everton, e foi freqüentemente convocado para as seleções de base da Inglaterra. Já defendeu o Wigan de 2004 a 2006, marcando 37 gols em 93 jogos.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do clube foi o atacante escocês Andy Liddell. Nascido na Inglaterra em 1973, naturalizou-se escocês e representou o Wigan de 1998 a 2004, um dos recordes de tempo no clube.
Nesse período, jogou 217 partidas, anotando 70 gols. Saiu do Wigan no início da temporada 2004/05, indo para o Sheffield, onde ficou por uma temporada. Depois, foi para o Oldham Athletic.
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O Wigan Athletic foi formado em 1932 de uma associação de clubes da cidade de Wigan, que tinham encerrado suas atividades pouco antes. Eram eles: Wigan County, Wigan United e Wigan Town, nascidos ainda no final do século 19.
O clube teve um melhor desempenho nas copas regionais e na FA Cup. Em 1934/35, o Wigan bateu o Carlisle United por 6 a 1, o que se tornou a maior vitória de um clube da liga sobre um de fora da liga. Mas o Wigan não foi muito à frente.
Em 1945, a equipe participou de uma liga regional diferente: a Lancashire Combination. Cinco anos mais tarde, quase chegou à Football League, perdendo por apenas um voto para o Scunthorpe United. Em 1953/54, o clube jogou a FA Cup novamente e, em uma partida contra o Hereford United, colocou um público de 27.526 pessoas em seu estádio, recorde na época.
Em 1961, o time mudou para a Cheshire County League. Em 1968, tornou-se membro da Premier League da região norte. Já em 1972 entrou na segunda divisão escocesa. Seis anos depois, ingressou na Liga no lugar do Southport. Ganhou a sua primeira promoção dois anos depois, ficando dez anos na terceira divisão inglesa. Os Latics ainda ficaram em segundo lugar na Liga do Norte, perdendo a final para o Bolton Wanderers em 1985.
Em 1993, o Wigan alcançou a segunda divisão inglesa, mas teve um desempenho péssimo, ficando em 19º lugar e voltou à terceira divisão.
Em 1995, um milionário local de nome David Whelan arrendou o clube, tendo o sonho de levá-lo à primeira divisão inglesa. O desejo começou a se realizar em 1997. Sob a batuta do técnico John Deehan, o time venceu a terceira divisão.
Entretanto, a chegada à elite só se concretizou em 2005. Dentro de campo o clube se superou e o manager David Whelan, enfim, pôde realizar o seu sonho. O time foi vice-campeão da segunda divisão e conseguiu a vaga direta.
Para a primeira temporada na divisão principal, o Wigan investiu ainda mais. Whelan trouxe jogadores de nome como Henri Câmara, Stephane Henchoz, David Connoly, Arjan De Zeeuw e Pascal Chimbonda.
Sua primeira partida na Liga causou boa impressão. Enfrentando o atual campeão e time mais badalado do momento, o poderoso Chelsea, o Wigan se segurou firmemente na defesa e quase arrancou um empate contra os campeões ingleses. Perdeu no fim, sofrendo um gol de Hernán Crespo aos 47 minutos do segundo tempo.
O bom desempenho continuou e o Wigan derrotou times tradicionais como Everton, Aston Villa, Bolton Wanderers e Newcastle United. Na mesma temporada, o time chegou à final da FA Cup, onde perdeu para o Manchester United por 4 a 0, após ter vencido o Arsenal na semifinal.
Na temporada 2006/07 o Wigan já contava com a atenção do país inteiro. Pascal Chimbonda foi vendido para o Tottenham Hotspur, e com o dinheiro da venda o clube trouxe jogadores como Emile Heskey, Denny Landzaat, Kevin Klibane e Chris Kirkland. Contudo, o time não se entrosou e acabou a Liga na 17ª posição, uma acima do rebaixamento.
GRANDES ÍDOLOS
Por ser um clube modesto e ter a maior parte de sua história nas divisões inferiores, o Wigan não teve um jogador que tenha ficado por tanto tempo na agremiação, como vemos em times maiores.
Ainda assim, a equipe teve vários ídolos em sua história recente, quando teve a sua ascensão nas ligas menores até chegar à primeira divisão pela primeira vez em 2005. Os jogadores que conseguiram tal feito já entraram para a história do clube. Mas antes deles houve outros jogadores e técnicos que merecem citação.
Um dos primeiros ídolos foi o irlandês Peter Corr. Em uma temporada ele fez 34 jogos e marcou 11 gols, ganhando ainda quatro campeonatos regionais nesse mesmo ano.
Depois de Corr, outro ídolo demorou a aparecer. Somente no final dos anos 1970 o indiano naturalizado escocês Colin Methven desembarcou em Wigan. Jogando de 1979 a 1986, marcou 21 gols, entrando em campo por 296 vezes.
Já nos anos 1980, o ponta-direita David Lowe ingressou nas categorias de base do clube e se profissionalizou em 1983, ficando lá até 1987. Nesse período, atuou em 179 partidas e anotou 40 gols. Depois, em 1996, Lowe voltou ao clube, e até 1999 marcou mais 26 gols.
Contemporâneo dele, o atacante Paul Jewell também defendeu as cores do Wigan. Hoje técnico e manager, Jewell jogou de 1984 a 1988, marcando 35 gols em 137 partidas.
Já nos anos 1990 o primeiro ídolo notável foi o defensor Colin Greenall. Ele jogou de 1995 a 2000, realizando 193 partidas e anotando 18 gols. O segundo destaque nesta década foi o maior artilheiro do clube, o atacante Andy Liddell. O centroavante atuou de 1998 a 2004, tendo marcado 70 vezes em 217 partidas.
Os ídolos mais recentes são os que estiveram no time que conquistou a inédita vaga na primeira divisão, em 2005. Um deles é Lee McCulloch, meia-atacante que jogou de 2001 a 2007 nos Latics, realizando 224 partidas e marcando 44 gols.
Outro jogador lembrado pela torcida é o defensor Jason de Vos, canadense que jogou de 2001 a 2004. No mesmo ano, chegou o goleiro australiano John Filan, que ficou até 2007 e atuou em 184 partidas.
No entanto, os mais queridos pelos torcedores são o lateral-esquerdo Leighton Baines e o atacante Jason Roberts. O primeiro jogou de 2002 a 2007, depois se transferiu para o Everton, e foi freqüentemente convocado para as seleções de base da Inglaterra. Já defendeu o Wigan de 2004 a 2006, marcando 37 gols em 93 jogos.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do clube foi o atacante escocês Andy Liddell. Nascido na Inglaterra em 1973, naturalizou-se escocês e representou o Wigan de 1998 a 2004, um dos recordes de tempo no clube.
Nesse período, jogou 217 partidas, anotando 70 gols. Saiu do Wigan no início da temporada 2004/05, indo para o Sheffield, onde ficou por uma temporada. Depois, foi para o Oldham Athletic.
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