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Copa da UEFA - Zurich :: Voltar
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HISTÓRIA
O Fussballclub Zürich foi fundado em 1º de agosto de 1896 por membros de três associações locais: FC Turicum, FC Excelsior e FC Viktoria. Caracteriza-se por ser o time do povo na cidade de Zurique, rivalizando com o Grasshopper-Club Zürich, equipe dez anos mais velha, mais rica e, conseqüentemente, com mais títulos.
O Zürich, porém, nunca ficou muito atrás dos rivais. Logo no começo de sua história mostrou força no âmbito nacional. Em 1902 a agremiação venceu o seu primeiro campeonato.
Só que o troféu não significou um sucesso duradouro. Isso porque a equipe só retornaria ao lugar mais alto do pódio em 1924, quando voltou a vencer o Campeonato Suíço. Seria, porém, mais um ano de exceção.
Mais uma vez, a geração de sucesso seria desmontada e o clube sucumbiria com a troca rápida de valores. A torcida, então, teria de esperar mais quatro décadas para ver novamente o Zürich com o troféu nacional. Foi em 1963 e, nesse momento, o clube se firmaria como uma potência nacional.
Nos anos 1960 o time viveu um grande momento de sua história quando, na Copa dos Campeões da Uefa de 1963/64 passou por Dundalk FC, Galatasaray e PSV, só parando nas semifinais da competição, frente ao Real Madrid.
Nessa mesma época, conquistou os títulos nacionais de 1966 e 1968, além da Copa Suíça de 1966. A partir dali o time gozaria de um desempenho melhor, sempre presente entre os melhores nas competições futebolísticas.
O Zürich começou muito bem os anos 1970, vencendo em 1970, 1972 e 1973 a Copa Nacional e em 1974, 1975 e 1976 o Campeonato Suíço. Em 1977 o clube repetiu a dose na Copa dos Campeões da Uefa, vencendo desta vez Rangers, TPS Turkü e Dínamo Dresden, e perdendo as semifinais para o Liverpool, que viria a ser campeão.
O time seguiu participando das competições européias nos anos seguintes e venceu mais um título nacional em 1981.
Depois desse título, o Zurich passou por nova fase ruim, que durou até o ano 2000, quando conquistou a sua primeira copa em 19 anos. Repetiria o título em 2005, dando um novo fôlego ao time. Essa mesma geração ainda venceu os campeonatos de 2006 e 2007.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo do clube foi o lendário jogador, técnico e dirigente Joan Gamper, que ficou conhecido no mundo do futebol por seus feitos dentro e fora do campo. É parte fundamental da existência do Zürich até hoje por ter sido, basicamente, o criador da agremiação, pela qual atuou durante algum tempo.
Como atacante, não conseguiu muitos feitos com o time suíço, que nem ao menos disputava competições oficiais na época. Fora do Zürich ainda ganharia notoriedade como fundador do Barcelona, da Espanha, até hoje um dos clubes mais importantes de todo o mundo.
Sua importância para os espanhóis é tão grande quanto a que tem para os suíços. Hoje em dia, o Barcelona faz, todas as temporadas, um jogo em sua homenagem. O vencedor do confronto leva o Troféu Joan Gamper.
O seguinte ídolo na história do clube foi Kobi Kuhn, nascido nos anos 1940, que jogou grande parte da carreira na agremiação. Um dos principais nomes da história do futebol nacional, o atacante fez sucesso também na seleção suíça.
Foi capitão do país em 63 oportunidades e comandou a equipe que participou da Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra. Na mesma época, os jogadores Fritz Künzli e Daniel Jeandupeux também ligaram seus nomes à história do clube.
O primeiro, inclusive, chegou a participar da campanha do Mundial de 1966 ao lado de Kobi Kuhn. Juntos, conquistaram os Campeonatos Suíços de 1962/63, 1965/66 e 1967/68.
Depois dessa geração, o Zürich se estabeleceu entre os melhores clubes do país e tornou-se figura carimbada na galeria de campeões nacionais na seqüência. Foi então que começou a apostar em craques estrangeiros.
Alguns anos mais tarde, ficou famoso o romeno Marcel Raducanu. Pouco depois, outro estrangeiro viria a ser lembrado: o sueco Jonas Thern. O primeiro ídolo vindo do terceiro mundo foi o grande atacante nigeriano Rashidi Yekini, famoso na Copa de 1994. Mais recentemente, pode se lembrar de Shabani Nonda, Adrian Ilie e Daniel Gigax.
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O Fussballclub Zürich foi fundado em 1º de agosto de 1896 por membros de três associações locais: FC Turicum, FC Excelsior e FC Viktoria. Caracteriza-se por ser o time do povo na cidade de Zurique, rivalizando com o Grasshopper-Club Zürich, equipe dez anos mais velha, mais rica e, conseqüentemente, com mais títulos.
O Zürich, porém, nunca ficou muito atrás dos rivais. Logo no começo de sua história mostrou força no âmbito nacional. Em 1902 a agremiação venceu o seu primeiro campeonato.
Só que o troféu não significou um sucesso duradouro. Isso porque a equipe só retornaria ao lugar mais alto do pódio em 1924, quando voltou a vencer o Campeonato Suíço. Seria, porém, mais um ano de exceção.
Mais uma vez, a geração de sucesso seria desmontada e o clube sucumbiria com a troca rápida de valores. A torcida, então, teria de esperar mais quatro décadas para ver novamente o Zürich com o troféu nacional. Foi em 1963 e, nesse momento, o clube se firmaria como uma potência nacional.
Nos anos 1960 o time viveu um grande momento de sua história quando, na Copa dos Campeões da Uefa de 1963/64 passou por Dundalk FC, Galatasaray e PSV, só parando nas semifinais da competição, frente ao Real Madrid.
Nessa mesma época, conquistou os títulos nacionais de 1966 e 1968, além da Copa Suíça de 1966. A partir dali o time gozaria de um desempenho melhor, sempre presente entre os melhores nas competições futebolísticas.
O Zürich começou muito bem os anos 1970, vencendo em 1970, 1972 e 1973 a Copa Nacional e em 1974, 1975 e 1976 o Campeonato Suíço. Em 1977 o clube repetiu a dose na Copa dos Campeões da Uefa, vencendo desta vez Rangers, TPS Turkü e Dínamo Dresden, e perdendo as semifinais para o Liverpool, que viria a ser campeão.
O time seguiu participando das competições européias nos anos seguintes e venceu mais um título nacional em 1981.
Depois desse título, o Zurich passou por nova fase ruim, que durou até o ano 2000, quando conquistou a sua primeira copa em 19 anos. Repetiria o título em 2005, dando um novo fôlego ao time. Essa mesma geração ainda venceu os campeonatos de 2006 e 2007.
GRANDES ÍDOLOS
O primeiro grande ídolo do clube foi o lendário jogador, técnico e dirigente Joan Gamper, que ficou conhecido no mundo do futebol por seus feitos dentro e fora do campo. É parte fundamental da existência do Zürich até hoje por ter sido, basicamente, o criador da agremiação, pela qual atuou durante algum tempo.
Como atacante, não conseguiu muitos feitos com o time suíço, que nem ao menos disputava competições oficiais na época. Fora do Zürich ainda ganharia notoriedade como fundador do Barcelona, da Espanha, até hoje um dos clubes mais importantes de todo o mundo.
Sua importância para os espanhóis é tão grande quanto a que tem para os suíços. Hoje em dia, o Barcelona faz, todas as temporadas, um jogo em sua homenagem. O vencedor do confronto leva o Troféu Joan Gamper.
O seguinte ídolo na história do clube foi Kobi Kuhn, nascido nos anos 1940, que jogou grande parte da carreira na agremiação. Um dos principais nomes da história do futebol nacional, o atacante fez sucesso também na seleção suíça.
Foi capitão do país em 63 oportunidades e comandou a equipe que participou da Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra. Na mesma época, os jogadores Fritz Künzli e Daniel Jeandupeux também ligaram seus nomes à história do clube.
O primeiro, inclusive, chegou a participar da campanha do Mundial de 1966 ao lado de Kobi Kuhn. Juntos, conquistaram os Campeonatos Suíços de 1962/63, 1965/66 e 1967/68.
Depois dessa geração, o Zürich se estabeleceu entre os melhores clubes do país e tornou-se figura carimbada na galeria de campeões nacionais na seqüência. Foi então que começou a apostar em craques estrangeiros.
Alguns anos mais tarde, ficou famoso o romeno Marcel Raducanu. Pouco depois, outro estrangeiro viria a ser lembrado: o sueco Jonas Thern. O primeiro ídolo vindo do terceiro mundo foi o grande atacante nigeriano Rashidi Yekini, famoso na Copa de 1994. Mais recentemente, pode se lembrar de Shabani Nonda, Adrian Ilie e Daniel Gigax.
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