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Campeonato Paulista - Bragantino :: Voltar
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HISTÓRIA
O Clube Atlético Bragantino foi fundado em 8 de janeiro de 1928 por alguns dissidentes do Bragança Futebol Clube, o maior rival da equipe. Assim como o adversário, a equipe disputava apenas campeonatos amadores, instituindo o futebol profissional em seu estatuto somente em 1949.
Foi em uma dessas partidas contra o Bragança que o clube ganhou o apelido de “Leão”. Em 1944, após uma vitória com um elenco mais fraco, o então presidente Cícero Marques, em homenagem ao resultado, mandou confeccionar um quadro com o desenho do animal, para simbolizar a força do time na região. Desde então, o Braga é chamado e representado pelo símbolo.
A primeira participação da equipe na elite do Campeonato Paulista aconteceu em 1965, após 15 anos tentando o acesso. A ascensão veio com a conquista da Série A-2, mas a aventura na primeira divisão durou pouco e no ano seguinte a “Massa Bruta” , como canta seu hino, terminou a competição na última colocação e voltou à segundo divisão do estado.
A época de ouro do Bragantino começou em 1988. Com mais um título da divisão de acesso do Paulista, o time voltou à elite de São Paulo. No ano posterior alcançou vôos mais altos e se sagrou Campeão Brasileiro da Série B, batendo o São José na final. O feito entrou para história da entidade e marcou a primeira participação dos paulistas na primeira divisão brasileira.
Em 1990, o time estreou na elite do futebol do país e terminou o campeonato na oitava colocação, fazendo uma boa campanha. Mas o ano reservaria uma alegria ainda maior para os torcedores de Bragança Paulista. Sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, eleito o técnico revelação do ano, e contando com ídolos como o lateral-direito Gil Baiano e o volante Mauro Silva, o clube fez a “final caipira” do Campeonato Paulista contra o Novorizontino.
O time dependia apenas de dois resultados iguais para garantir o título. E foi o que aconteceu: 0 a 0 no primeiro jogo e 1 a 1 no segundo. Com a igualdade, o Leão da Zona conquistou o Paulistão de 1990, se tornando a segunda equipe do Interior a conquistar a competição. A primeira foi o Internacional de Limeira, em 1986.
No ano seguinte, o Bragantino perdeu seu principal destaque, Vanderlei Luxemburgo. Quem assumiu o cargo foi Carlos Alberto Parreira e o comandante levou a equipe à final do Brasileirão de 1991. Na semifinal, o Braga eliminou o Fluminense, mas acabou derrotado na decisão para o São Paulo. No primeiro jogo, vitória do tricolor por 1 a 0. Na segunda partida, jogando no Marcelo Stéfani, em Bragança, o time da casa não conseguiu superar a retranca são-paulina e o confronto terminou 0 a 0, deixando o título com o time do Morumbi.
Com o vice-campeonato, a Massa Bruta se classificou para a Copa Conmebol e pela primeira vez na sua história disputou uma competição internacional. A participação não durou muito e logo na fase na inicial foi eliminado pelo Grêmio por 7 a 6, nos pênaltis.
O clube seguiu fazendo boas campanhas no Brasileirão, sempre encerrando suas participações na parte intermediária da tabela. Mas, na meta da década de 1990, o time decaiu e entrou em fase de decadência.
Em 1995, fez pífias apresentações no Campeonato Paulista e acabou rebaixado para Série A-2. Na competição nacional, o “fantasma” do rebaixamento começou a assombrar a equipe paulista, que fazia fracas campanhas. Em 1996, o alvinegro terminou em último lugar no Campeonato Brasileiro e, junto com o Fluminense, acabou rebaixado, mas uma “virada de mesa” livrou as duas equipes da queda.
No ano de 1998, o inevitável aconteceu e o Bragantino encerrou sua participação no campeonato no penúltimo lugar, à frente apenas do América-RN. Assim, selou seu rebaixamento para a Série B.
A crise se acentuou ainda mais e o time paulista chegou ao fundo do poço em 2002, com o rebaixamento para a Série C do Brasileiro, após ganhar apenas 17 dos 75 pontos disputados.
A queda permitiu ao clube disputar a Série C em 2003, na qual terminou em sexto entre 93 times. Mas, como a equipe não disputava a divisão de elite do futebol paulista, não obteve a classificação para disputar o terceiro escalão do futebol nacional nos outros anos, ficando fora dos campeonatos brasileiros por três anos: 2004, 2005 e 2006.
Em 2005, a Série A-2 do futebol paulista ganhou um novo formato e, sob o comando do jovem treinador Marcelo Veiga, o Bragantino ascendeu à primeira fivisão do Campeonato Paulista, resgatando um pouco do prestígio de outras épocas. O time voltaria a ganhar destaque no cenário estadual em 2007, quando alcançou às semifinais da competição e revelou bons jogadores, como o goleiro Felipe. O ano foi coroado com o título da Série C, que levou a agremiação de volta à segunda divisão nacional.
GRANDES ÍDOLOS
O maior ídolo do Bragantino foi o volante Mauro Silva, campeão mundial em 1994 com a seleção brasileira. O jogador defendeu a equipe de 1990 a 1992 e era o capitão e “braço-direito” do técnico Vanderlei Luxemburgo. No período em que defendeu o clube, conquistou o Campeonato Paulista de 1990 e ganhou a Bola de Ouro da Revista Placar, prêmio dado ao melhor jogador do Brasileirão, em 1991, ano em que o time foi vice-campeão nacional.
Outra grande figura do time paulista foi o lateral-direito Gil Baiano. O atleta representou o alvinegro de 1988 a 1993 e, nesse período, ajudou a Massa Bruta a conquistar o Paulistão de 1990 e o vice-campeonato brasileiro de 1991. Ele ficou conhecido por seu forte chute de direita e sua precisão nas cobranças de faltas, sendo convocado algumas vezes para a seleção brasileira.
Jogadores consagrados, como o volante Biro-Biro, ídolo do Corinthians, e o meia João Santos, também fazem parte da história do time paulista, que teve seu período de glória na década de 1990. Antes disso, nenhum grande atleta foi revelado pelo time, pois por muito tempo a equipe permaneceu nas divisões inferiores do futebol brasileiro e estadual.
A boa campanha do Bragantino no Campeonato Paulista de 2007, quando chegou às semifinais, devolveu o prestígio de outras décadas a equipe, que revelou bons jogadores para o futebol brasileiro.
O principal destaque do clube na competição foi o goleiro Felipe, que levou os alvinegros ao quarto lugar do Campeonato Estadual. O arqueiro não sofreu gols nos dois jogos da semifinal contra o Santos – ambos terminaram 0 a 0 – e ganhou notoriedade por suas excelentes e seguras defesas no decorrer do torneio.
Outros jogadores relevantes da campanha do time no Paulistão foram o zagueiro Zelão, o volante Moradei e o atacante Everton Santos, que ganharam visibilidade pela equipe de Bragança e se transferiram para o Corinthians.
Na conquista do Campeonato Brasileiro da Série C em 2007, os principais destaques foram o volante Somália, o talentoso meia Davi, o experientes goleiro Gléguer e o atacante Valdir Papel.
O atacante Marcos Aurélio, com passagens por Atlético-PR e Santos foi também uma das últimas revelações do clube alvinegro. O jogador ganhou notoriedade em 2006, quando marcou nove gols pelo time no Campeonato Paulista, atraindo a atenção de grandes equipes do país.
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O Clube Atlético Bragantino foi fundado em 8 de janeiro de 1928 por alguns dissidentes do Bragança Futebol Clube, o maior rival da equipe. Assim como o adversário, a equipe disputava apenas campeonatos amadores, instituindo o futebol profissional em seu estatuto somente em 1949.
Foi em uma dessas partidas contra o Bragança que o clube ganhou o apelido de “Leão”. Em 1944, após uma vitória com um elenco mais fraco, o então presidente Cícero Marques, em homenagem ao resultado, mandou confeccionar um quadro com o desenho do animal, para simbolizar a força do time na região. Desde então, o Braga é chamado e representado pelo símbolo.
A primeira participação da equipe na elite do Campeonato Paulista aconteceu em 1965, após 15 anos tentando o acesso. A ascensão veio com a conquista da Série A-2, mas a aventura na primeira divisão durou pouco e no ano seguinte a “Massa Bruta” , como canta seu hino, terminou a competição na última colocação e voltou à segundo divisão do estado.
A época de ouro do Bragantino começou em 1988. Com mais um título da divisão de acesso do Paulista, o time voltou à elite de São Paulo. No ano posterior alcançou vôos mais altos e se sagrou Campeão Brasileiro da Série B, batendo o São José na final. O feito entrou para história da entidade e marcou a primeira participação dos paulistas na primeira divisão brasileira.
Em 1990, o time estreou na elite do futebol do país e terminou o campeonato na oitava colocação, fazendo uma boa campanha. Mas o ano reservaria uma alegria ainda maior para os torcedores de Bragança Paulista. Sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, eleito o técnico revelação do ano, e contando com ídolos como o lateral-direito Gil Baiano e o volante Mauro Silva, o clube fez a “final caipira” do Campeonato Paulista contra o Novorizontino.
O time dependia apenas de dois resultados iguais para garantir o título. E foi o que aconteceu: 0 a 0 no primeiro jogo e 1 a 1 no segundo. Com a igualdade, o Leão da Zona conquistou o Paulistão de 1990, se tornando a segunda equipe do Interior a conquistar a competição. A primeira foi o Internacional de Limeira, em 1986.
No ano seguinte, o Bragantino perdeu seu principal destaque, Vanderlei Luxemburgo. Quem assumiu o cargo foi Carlos Alberto Parreira e o comandante levou a equipe à final do Brasileirão de 1991. Na semifinal, o Braga eliminou o Fluminense, mas acabou derrotado na decisão para o São Paulo. No primeiro jogo, vitória do tricolor por 1 a 0. Na segunda partida, jogando no Marcelo Stéfani, em Bragança, o time da casa não conseguiu superar a retranca são-paulina e o confronto terminou 0 a 0, deixando o título com o time do Morumbi.
Com o vice-campeonato, a Massa Bruta se classificou para a Copa Conmebol e pela primeira vez na sua história disputou uma competição internacional. A participação não durou muito e logo na fase na inicial foi eliminado pelo Grêmio por 7 a 6, nos pênaltis.
O clube seguiu fazendo boas campanhas no Brasileirão, sempre encerrando suas participações na parte intermediária da tabela. Mas, na meta da década de 1990, o time decaiu e entrou em fase de decadência.
Em 1995, fez pífias apresentações no Campeonato Paulista e acabou rebaixado para Série A-2. Na competição nacional, o “fantasma” do rebaixamento começou a assombrar a equipe paulista, que fazia fracas campanhas. Em 1996, o alvinegro terminou em último lugar no Campeonato Brasileiro e, junto com o Fluminense, acabou rebaixado, mas uma “virada de mesa” livrou as duas equipes da queda.
No ano de 1998, o inevitável aconteceu e o Bragantino encerrou sua participação no campeonato no penúltimo lugar, à frente apenas do América-RN. Assim, selou seu rebaixamento para a Série B.
A crise se acentuou ainda mais e o time paulista chegou ao fundo do poço em 2002, com o rebaixamento para a Série C do Brasileiro, após ganhar apenas 17 dos 75 pontos disputados.
A queda permitiu ao clube disputar a Série C em 2003, na qual terminou em sexto entre 93 times. Mas, como a equipe não disputava a divisão de elite do futebol paulista, não obteve a classificação para disputar o terceiro escalão do futebol nacional nos outros anos, ficando fora dos campeonatos brasileiros por três anos: 2004, 2005 e 2006.
Em 2005, a Série A-2 do futebol paulista ganhou um novo formato e, sob o comando do jovem treinador Marcelo Veiga, o Bragantino ascendeu à primeira fivisão do Campeonato Paulista, resgatando um pouco do prestígio de outras épocas. O time voltaria a ganhar destaque no cenário estadual em 2007, quando alcançou às semifinais da competição e revelou bons jogadores, como o goleiro Felipe. O ano foi coroado com o título da Série C, que levou a agremiação de volta à segunda divisão nacional.
GRANDES ÍDOLOS
O maior ídolo do Bragantino foi o volante Mauro Silva, campeão mundial em 1994 com a seleção brasileira. O jogador defendeu a equipe de 1990 a 1992 e era o capitão e “braço-direito” do técnico Vanderlei Luxemburgo. No período em que defendeu o clube, conquistou o Campeonato Paulista de 1990 e ganhou a Bola de Ouro da Revista Placar, prêmio dado ao melhor jogador do Brasileirão, em 1991, ano em que o time foi vice-campeão nacional.
Outra grande figura do time paulista foi o lateral-direito Gil Baiano. O atleta representou o alvinegro de 1988 a 1993 e, nesse período, ajudou a Massa Bruta a conquistar o Paulistão de 1990 e o vice-campeonato brasileiro de 1991. Ele ficou conhecido por seu forte chute de direita e sua precisão nas cobranças de faltas, sendo convocado algumas vezes para a seleção brasileira.
Jogadores consagrados, como o volante Biro-Biro, ídolo do Corinthians, e o meia João Santos, também fazem parte da história do time paulista, que teve seu período de glória na década de 1990. Antes disso, nenhum grande atleta foi revelado pelo time, pois por muito tempo a equipe permaneceu nas divisões inferiores do futebol brasileiro e estadual.
A boa campanha do Bragantino no Campeonato Paulista de 2007, quando chegou às semifinais, devolveu o prestígio de outras décadas a equipe, que revelou bons jogadores para o futebol brasileiro.
O principal destaque do clube na competição foi o goleiro Felipe, que levou os alvinegros ao quarto lugar do Campeonato Estadual. O arqueiro não sofreu gols nos dois jogos da semifinal contra o Santos – ambos terminaram 0 a 0 – e ganhou notoriedade por suas excelentes e seguras defesas no decorrer do torneio.
Outros jogadores relevantes da campanha do time no Paulistão foram o zagueiro Zelão, o volante Moradei e o atacante Everton Santos, que ganharam visibilidade pela equipe de Bragança e se transferiram para o Corinthians.
Na conquista do Campeonato Brasileiro da Série C em 2007, os principais destaques foram o volante Somália, o talentoso meia Davi, o experientes goleiro Gléguer e o atacante Valdir Papel.
O atacante Marcos Aurélio, com passagens por Atlético-PR e Santos foi também uma das últimas revelações do clube alvinegro. O jogador ganhou notoriedade em 2006, quando marcou nove gols pelo time no Campeonato Paulista, atraindo a atenção de grandes equipes do país.
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