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Campeonato Carioca - Cabofriense :: Voltar
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HISTÓRIA
A Associação Desportiva Cabofriense surgiu após o encerramento de outra agremiação da cidade Cabo Frio, a Associação Atlética Cabofriense. Deste clube herdou as três cores, o vermelho, o verde e o branco. A inauguração ocorreu no dia 2 de fevereiro de 1997.
O estádio da Cabofriense leva o nome do presidente de honra do clube Alair Corrêa, mas seu primeiro presidente foi Valdemir Mendes, que não quis deixar a cidade da Região dos Lagos sem um representante de peso no futebol carioca.
Em seu primeiro ano de vida, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, a FFERJ, convidou o clube para integrar a Terceira Divisão do Campeonato Estadual. Em sua primeira disputa alcançou o vice-campeonato e conseguiu o acesso para a segunda divisão.
Em 1998, em seu segundo ano de existência, a Cabofriense consagrou-se campeã da divisão de acesso. No jogo final, no dia 5 de julho, a equipe venceu o Campo Grande por 2 a 0, com gols de Sharle e Charles Guerreiro.
A agremiação chegou a se chamar Cabo Frio Futebol Clube, pois o clube enfrentava problemas com questões trabalhistas. Em 2000 o problema foi sanado e o time pôde reassumir o nome que carrega até hoje, Associação Desportiva Cabofriense.
Em 2001, após uma pífia campanha, o clube voltou para a segunda divisão, mas conseguiu o retorno após ganhar o torneio da segunda divisão do Estadual. Na fase final, obteve sucesso sobre o Macaé, Arraial do Cabo e Rio Branco. Desde 2003, a Cabofriense se mantém na elite do futebol do Rio.
Neste mesmo ano, o técnico Dario Lourenço assumiu e a equipe começou seu trabalho de estruturação, contratando algumas boas peças como Têti, Flávio, Bira, Marcelinho e experientes jogadores, como o volante Marcio Costa, que atuou em times como Fluminense, Flamengo e Corinthians.
No ano seguinte, o clube alcançou a modesta oitava colocação no Estadual. Já em 2005, Paulo César Gusmão tornou-se técnico da equipe e se reforçou com o auxílio das pratas-da-casa, assim como o meia Têti, pouco aproveitado pelo Botafogo, o goleiro Flávio, Oziel e a revelação Joílson. A Cobofriense alcançou a inédita sexta colocação, um motivo de festa para a cidade.
O ano de 2006 foi mágico para a equipe, pois ela terminou na quarta colocação e chegou às semifinais nas duas fases da competição. Na Taça Guanabara, o time empatou com o América por 1 a 1 e perdeu nos pênaltis. Na Taça Rio, a Cabofriense nova igualdade no placar, agora com o Madureira, e outra derrota na disputa por pênaltis.
A parceria com o Cruzeiro serviu para a equipe manter o bom nível técnico, se reforçar com peças importantes como o volante Marcão e obter uma boa qualificação. Chegou à semi-final da Taça Rio, perdendo a vaga na final para o time do Botafogo em dois jogos no maracanã. O primeiro terminou 2 a 2 e o segundo foi 3 a 1 para o Alvinegro.
GRANDES ÍDOLOS
Charles Guerreiro e Sharle marcaram época na Cabofriense e são dois dos principais atletas a terem vestido a camisa do clube. Eles foram fundamentais na campanha rumo à primeira divisão do Estadual. Ambos, inclusive, marcaram os dois gols da final contra o Campo Grande em 1998, o que garantiu o acesso à elite do futebol Carioca. Em 1997, Sharle foi o artilheiro da mesma competição com 15 gols.
A experiência do técnico Dario Lourenço foi fundamental na estruturação do clube. Ele conseguiu lapidar os talentos que seriam fundamentais para os bons resultados alcançados por PC Gusmão em 2005. Em 2002, ainda liderou o time na conquista da segunda divisão.
Outra figura constante na história do Cabofriense é o meia Têti. Sua habilidade e visão de jogo ajudaram o clube a fazer boas campanhas. Em 2004, se transferiu para o Botafogo, ajudando o time a se reerguer e voltar à elite do Campeonato Brasileiro. Mas, depois, não foi muito aproveitado no elenco alvinegro em 2005, voltando assim para o clube de Cabo Frio.
O experiente goleiro Flávio também marcou época na equipe. Suas atuações renderam elogios e levaram o time a duas semifinais no ano de 2006. O jogador, revelado pelo Atlético-PR, também já teve passagens por Paraná, Fluminense e Vasco.
Também com passagens por grandes agremiações, como o Paysandu, Bahia e Fluminense, Eduardo Souza Reis, o Esquerdinha, disputou as duas temporadas de maior sucesso do clube, as de 2006 e 2007. Ao lado de Têti no meio-campo, levou o time à semifinal da Taça Rio 2007, quando o clube foi batido pelo Botafogo.
O lateral-esquerdo Oziel foi outro que ajudou o clube em dois anos, 2005 e 2007. Seus cruzamentos foram muito eficientes nestas campanhas vitoriosas. Ele também passou por clubes como Olaria, Bangu, Paysandu e Botafogo.
No Campeonato Estadual de 2007, com o auxílio de empresários da região, o clube trouxe Marcão, volante que fez história no Fluminense no fim da década de 90 e início do século XXI. O clube também se reforçou com o jovem e talentoso goleiro Gatti, resultado da parceria feita com o Cruzeiro. O time deste ano, assim como o de 2006, deu muito trabalho aos grandes do Rio.
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A Associação Desportiva Cabofriense surgiu após o encerramento de outra agremiação da cidade Cabo Frio, a Associação Atlética Cabofriense. Deste clube herdou as três cores, o vermelho, o verde e o branco. A inauguração ocorreu no dia 2 de fevereiro de 1997.
O estádio da Cabofriense leva o nome do presidente de honra do clube Alair Corrêa, mas seu primeiro presidente foi Valdemir Mendes, que não quis deixar a cidade da Região dos Lagos sem um representante de peso no futebol carioca.
Em seu primeiro ano de vida, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, a FFERJ, convidou o clube para integrar a Terceira Divisão do Campeonato Estadual. Em sua primeira disputa alcançou o vice-campeonato e conseguiu o acesso para a segunda divisão.
Em 1998, em seu segundo ano de existência, a Cabofriense consagrou-se campeã da divisão de acesso. No jogo final, no dia 5 de julho, a equipe venceu o Campo Grande por 2 a 0, com gols de Sharle e Charles Guerreiro.
A agremiação chegou a se chamar Cabo Frio Futebol Clube, pois o clube enfrentava problemas com questões trabalhistas. Em 2000 o problema foi sanado e o time pôde reassumir o nome que carrega até hoje, Associação Desportiva Cabofriense.
Em 2001, após uma pífia campanha, o clube voltou para a segunda divisão, mas conseguiu o retorno após ganhar o torneio da segunda divisão do Estadual. Na fase final, obteve sucesso sobre o Macaé, Arraial do Cabo e Rio Branco. Desde 2003, a Cabofriense se mantém na elite do futebol do Rio.
Neste mesmo ano, o técnico Dario Lourenço assumiu e a equipe começou seu trabalho de estruturação, contratando algumas boas peças como Têti, Flávio, Bira, Marcelinho e experientes jogadores, como o volante Marcio Costa, que atuou em times como Fluminense, Flamengo e Corinthians.
No ano seguinte, o clube alcançou a modesta oitava colocação no Estadual. Já em 2005, Paulo César Gusmão tornou-se técnico da equipe e se reforçou com o auxílio das pratas-da-casa, assim como o meia Têti, pouco aproveitado pelo Botafogo, o goleiro Flávio, Oziel e a revelação Joílson. A Cobofriense alcançou a inédita sexta colocação, um motivo de festa para a cidade.
O ano de 2006 foi mágico para a equipe, pois ela terminou na quarta colocação e chegou às semifinais nas duas fases da competição. Na Taça Guanabara, o time empatou com o América por 1 a 1 e perdeu nos pênaltis. Na Taça Rio, a Cabofriense nova igualdade no placar, agora com o Madureira, e outra derrota na disputa por pênaltis.
A parceria com o Cruzeiro serviu para a equipe manter o bom nível técnico, se reforçar com peças importantes como o volante Marcão e obter uma boa qualificação. Chegou à semi-final da Taça Rio, perdendo a vaga na final para o time do Botafogo em dois jogos no maracanã. O primeiro terminou 2 a 2 e o segundo foi 3 a 1 para o Alvinegro.
GRANDES ÍDOLOS
Charles Guerreiro e Sharle marcaram época na Cabofriense e são dois dos principais atletas a terem vestido a camisa do clube. Eles foram fundamentais na campanha rumo à primeira divisão do Estadual. Ambos, inclusive, marcaram os dois gols da final contra o Campo Grande em 1998, o que garantiu o acesso à elite do futebol Carioca. Em 1997, Sharle foi o artilheiro da mesma competição com 15 gols.
A experiência do técnico Dario Lourenço foi fundamental na estruturação do clube. Ele conseguiu lapidar os talentos que seriam fundamentais para os bons resultados alcançados por PC Gusmão em 2005. Em 2002, ainda liderou o time na conquista da segunda divisão.
Outra figura constante na história do Cabofriense é o meia Têti. Sua habilidade e visão de jogo ajudaram o clube a fazer boas campanhas. Em 2004, se transferiu para o Botafogo, ajudando o time a se reerguer e voltar à elite do Campeonato Brasileiro. Mas, depois, não foi muito aproveitado no elenco alvinegro em 2005, voltando assim para o clube de Cabo Frio.
O experiente goleiro Flávio também marcou época na equipe. Suas atuações renderam elogios e levaram o time a duas semifinais no ano de 2006. O jogador, revelado pelo Atlético-PR, também já teve passagens por Paraná, Fluminense e Vasco.
Também com passagens por grandes agremiações, como o Paysandu, Bahia e Fluminense, Eduardo Souza Reis, o Esquerdinha, disputou as duas temporadas de maior sucesso do clube, as de 2006 e 2007. Ao lado de Têti no meio-campo, levou o time à semifinal da Taça Rio 2007, quando o clube foi batido pelo Botafogo.
O lateral-esquerdo Oziel foi outro que ajudou o clube em dois anos, 2005 e 2007. Seus cruzamentos foram muito eficientes nestas campanhas vitoriosas. Ele também passou por clubes como Olaria, Bangu, Paysandu e Botafogo.
No Campeonato Estadual de 2007, com o auxílio de empresários da região, o clube trouxe Marcão, volante que fez história no Fluminense no fim da década de 90 e início do século XXI. O clube também se reforçou com o jovem e talentoso goleiro Gatti, resultado da parceria feita com o Cruzeiro. O time deste ano, assim como o de 2006, deu muito trabalho aos grandes do Rio.
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