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Campeonato Pernambucano - Central :: Voltar
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HISTÓRIA
O Central Sport Club foi criado em 15 de junho de 1919, na cidade de Caruaru e teve como principal fundador Franscisco Porto de Oliveira e alguns amigos. A agremiação recebeu esse nome em homenagem a Estrada de Ferro Central, principal ligação entre o agreste pernambucano e o litoral do Estado.
Nos primeiros anos de existência, a equipe disputava apenas jogos amistosos e campeonatos amadores no Interior de Pernambuco. Em 1937, o clube se filiou a FPF (Federação Pernambucana de Futebol) e disputou o Campeonato Estadual pela primeira vez, mas devido a divergências entre a diretoria do time e a cúpula da entidade, o alvinegro se desligou da organização.
Fora das disputas profissionais, a equipe voltou a disputar competições amadoras como o Campeonato Caruaruense, onde foi campeão em 1942, 45, 48, 51, 52, 54 e 58. Nesse período o clube registrou um feito histórico. Venceu o Jocaru por 23 a 0, destaque para o atacante Milton, autor de 11 gols na partida.
Em 1961, o time do agreste aderiu novamente ao profissionalismo e voltou a fazer parte da FPF, passando a disputar novamente o Campeonato Pernambucano. Apesar de pertencer à elite futebolística do Estado, o time estagnou e não conseguiu alçar vôos mais altos na década de 60.
A história do time caruaruense começou a mudar no início dos anos 70. Em 1972, o clube participou pela primeira vez de uma edição do Campeonato Brasileiro. O feito aconteceu na competição da Série B, mas não gerou bons frutos aos pernambucanos.
Com o inchaço do Brasileirão de 1979, que contou com a participação de 94 equipes, o Central ganhou uma das vagas e pela primeira vez esteve frente-a-frente com as “grandes” agremiações do futebol nacional. Nesta edição, o alvinegro enfrentou times como Flamengo, Vasco, Atlético Mineiro, Grêmio e Fluminense.
Na década de 80, o Central continuou a disputar o Campeonato Nacional. Participou de 1980 a 1986 da Série B, conquistando o título do certame no último ano, fez sua segunda participação na Série A em 1986 e voltou ao segundo escalão no ano seguinte.
A década de 90 não registrou grandes feitos para a equipe, mas marcou seu retorno à elite do futebol pernambucano, após a conquista da Segunda Divisão de 1999. Nas competições nacionais participou da Série B em mais cinco ocasiões – 90, 91, 92, 94 e 97.
O início do século 21 foi um dos períodos mais gloriosos do alvinegro de Caruaru. Em 2001, a equipe conquistou a Copa Pernambuco, segundo torneio mais importante do Estado, e voltou a disputar o Campeonato Brasileiro da Série C.
Em 2004, o time não fez boa campanha e acabou rebaixado para a Segundona estadual, mas conseguiu se reerguer e, no ano seguinte, voltou à elite, sagrando-se vice-campeão da Série B. O susto afetou a diretoria, que reformulou o elenco e, dois anos mais tarde, obteve seu melhor resultado no Campeonato Pernambucano.
Em 2007, o time foi vice-campeão estadual e passou perto de erguer seu mais importante caneco. O alvinegro encerrou sua participação na classificação geral seis pontos atrás do Sport, que venceu os dois turnos da competição e foi campeão por antecipação. Com o feito inédito, o Central se firmou como a quarta maior força do Estado e o principal time do interior pernambucano.
GRANDES ÍDOLOS
O Central Sport Club sempre formou bons jogadores para o futebol pernambucano, principalmente os descobertos no agreste do Estado, mas nunca conseguiu suportar o assédio dos times “grandes” aos seus atletas, perdendo-os cedo.
Um dos grandes ídolos do time e da cidade pernambucana foi o meia-atacante Márcio Caruaru, que levava o nome do município consigo. O jogador viveu a melhor fase na equipe em 1993 e ficou marcado por sua enorme disposição, mas acabou se transferindo para o Botafogo.
Uma das maiores revelações do alvinegro foi o atacante Mirandinha. O centroavante iniciou sua carreira no Sport, mas foi na Patativa do Agreste que despertou o interesse de times do Nordeste e não tardou a ser negociado, deixando saudades em seus torcedores.
Na conquista do vice-campeonato pernambucano de 2007, o meia Edu Chiquita foi peça fundamental no bom desempenho do time e suas boas atuações despertaram o interesse de vários times, principalmente do futebol português. Ele caiu nas graças dos torcedores alvinegros, carentes de grandes jogadores e é considerado o mais novo ídolo do agreste.
Afonsinho, Binana, Pelado, Moacir, Celedino, Marcelino e Fernando Lima são outros jogadores de destaque e com boas passagens pelo clube de Caruaru.
Recentemente, o zagueiro Everaldo, ídolo no Borussia Dortmund e consagrado no futebol alemão, e o atacante Selmir, que ganhou notoriedade no futebol brasileiro quando atuou pelo Figueirense, foram as últimas revelações do time pernambucano.
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O Central Sport Club foi criado em 15 de junho de 1919, na cidade de Caruaru e teve como principal fundador Franscisco Porto de Oliveira e alguns amigos. A agremiação recebeu esse nome em homenagem a Estrada de Ferro Central, principal ligação entre o agreste pernambucano e o litoral do Estado.
Nos primeiros anos de existência, a equipe disputava apenas jogos amistosos e campeonatos amadores no Interior de Pernambuco. Em 1937, o clube se filiou a FPF (Federação Pernambucana de Futebol) e disputou o Campeonato Estadual pela primeira vez, mas devido a divergências entre a diretoria do time e a cúpula da entidade, o alvinegro se desligou da organização.
Fora das disputas profissionais, a equipe voltou a disputar competições amadoras como o Campeonato Caruaruense, onde foi campeão em 1942, 45, 48, 51, 52, 54 e 58. Nesse período o clube registrou um feito histórico. Venceu o Jocaru por 23 a 0, destaque para o atacante Milton, autor de 11 gols na partida.
Em 1961, o time do agreste aderiu novamente ao profissionalismo e voltou a fazer parte da FPF, passando a disputar novamente o Campeonato Pernambucano. Apesar de pertencer à elite futebolística do Estado, o time estagnou e não conseguiu alçar vôos mais altos na década de 60.
A história do time caruaruense começou a mudar no início dos anos 70. Em 1972, o clube participou pela primeira vez de uma edição do Campeonato Brasileiro. O feito aconteceu na competição da Série B, mas não gerou bons frutos aos pernambucanos.
Com o inchaço do Brasileirão de 1979, que contou com a participação de 94 equipes, o Central ganhou uma das vagas e pela primeira vez esteve frente-a-frente com as “grandes” agremiações do futebol nacional. Nesta edição, o alvinegro enfrentou times como Flamengo, Vasco, Atlético Mineiro, Grêmio e Fluminense.
Na década de 80, o Central continuou a disputar o Campeonato Nacional. Participou de 1980 a 1986 da Série B, conquistando o título do certame no último ano, fez sua segunda participação na Série A em 1986 e voltou ao segundo escalão no ano seguinte.
A década de 90 não registrou grandes feitos para a equipe, mas marcou seu retorno à elite do futebol pernambucano, após a conquista da Segunda Divisão de 1999. Nas competições nacionais participou da Série B em mais cinco ocasiões – 90, 91, 92, 94 e 97.
O início do século 21 foi um dos períodos mais gloriosos do alvinegro de Caruaru. Em 2001, a equipe conquistou a Copa Pernambuco, segundo torneio mais importante do Estado, e voltou a disputar o Campeonato Brasileiro da Série C.
Em 2004, o time não fez boa campanha e acabou rebaixado para a Segundona estadual, mas conseguiu se reerguer e, no ano seguinte, voltou à elite, sagrando-se vice-campeão da Série B. O susto afetou a diretoria, que reformulou o elenco e, dois anos mais tarde, obteve seu melhor resultado no Campeonato Pernambucano.
Em 2007, o time foi vice-campeão estadual e passou perto de erguer seu mais importante caneco. O alvinegro encerrou sua participação na classificação geral seis pontos atrás do Sport, que venceu os dois turnos da competição e foi campeão por antecipação. Com o feito inédito, o Central se firmou como a quarta maior força do Estado e o principal time do interior pernambucano.
GRANDES ÍDOLOS
O Central Sport Club sempre formou bons jogadores para o futebol pernambucano, principalmente os descobertos no agreste do Estado, mas nunca conseguiu suportar o assédio dos times “grandes” aos seus atletas, perdendo-os cedo.
Um dos grandes ídolos do time e da cidade pernambucana foi o meia-atacante Márcio Caruaru, que levava o nome do município consigo. O jogador viveu a melhor fase na equipe em 1993 e ficou marcado por sua enorme disposição, mas acabou se transferindo para o Botafogo.
Uma das maiores revelações do alvinegro foi o atacante Mirandinha. O centroavante iniciou sua carreira no Sport, mas foi na Patativa do Agreste que despertou o interesse de times do Nordeste e não tardou a ser negociado, deixando saudades em seus torcedores.
Na conquista do vice-campeonato pernambucano de 2007, o meia Edu Chiquita foi peça fundamental no bom desempenho do time e suas boas atuações despertaram o interesse de vários times, principalmente do futebol português. Ele caiu nas graças dos torcedores alvinegros, carentes de grandes jogadores e é considerado o mais novo ídolo do agreste.
Afonsinho, Binana, Pelado, Moacir, Celedino, Marcelino e Fernando Lima são outros jogadores de destaque e com boas passagens pelo clube de Caruaru.
Recentemente, o zagueiro Everaldo, ídolo no Borussia Dortmund e consagrado no futebol alemão, e o atacante Selmir, que ganhou notoriedade no futebol brasileiro quando atuou pelo Figueirense, foram as últimas revelações do time pernambucano.
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