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Campeonato Catarinense - Chapecoense :: Voltar
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HISTÓRIA
O surgimento do clube está intimamente ligado à paixão dos moradores de Chapecó pelo futebol. As agremiações amadoras da região haviam interrompido suas atividades e os amantes do esporte sentiram falta. Após muitas reuniões sobre o destino da modalidade na cidade, no dia 10 de maio de 1973 reuniram-se dirigentes de dois clubes amadores e tomaram a decisão de fundir-se e formar uma equipe só.
Os idealizadores eram Alvadir Pelisser e Altair Zanella, indepedentinos roxos, e Lorário Immich e Vicente Delai, ferrenhos defensores do Atlético Chapecó. A fusão agradou a muitos na cidade e logo conseguiram apoio de empresários da região, empolgados com a idéia de um clube que representasse a cidade de Chapecó.
A ajuda veio de todos os cantos. Um empresário cedeu os uniformes, outros doaram materiais, mas o Plíneo de Nês, um influente político e empresário local, depositou apoio incondicional no erguer deste novo clube.
A Associação Chapecoense começou assim, com a força de vontade de apaixonados pelo futebol e com a ajuda da população. Seu primeiro presidente foi Lorário Immich. O time inicial era formado pela população local, inclusive alguns jogadores exerciam profissões paralelas à de jogador. Eram eles contínuos, motoristas, PMs, etc. Muitos jogadores nem
recebiam salários, jogavam apenas por amor à camisa. A arrecadação do clube ainda era pequena.
Em sua primeira partida como profissional, a equipe jogou no campo do Colégio São Francisco e bateu o São José por 1 a 0.
O clube estava começando a engatinhar, disputando os estaduais catarinenses, mantendo equilibrada as suas contas, quando, em 1977, veio a grande surpresa e grande feito do Chapecoense: o título do Campeonato Estadual. A conquista causou grande comoção na cidade, além de permitir que o clube disputasse a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro.
Após este primeiro título, a fama gerou frutos. O então prefeito da cidade decidiu construir um estádio que abrigasse os novos campeões. Em apenas 150 dias, ergueu-se o Estádio Municipal, que abrigaria as novas glórias da equipe. Viagens pelo Brasil começam a ser freqüentes no ano seguinte e a equipe se classificou em 51º no Campeonato Brasileiro de 1978.
No entanto, depois disso, somente em 1996 o clube ergueria uma nova taça de campeão do estadual. Dez anos depois, venceu a Copa Santa Catarina e, em 2007, outro título estadual.
GRANDES ÍDOLOS
O time titular da primeira equipe campeã, comandada pelo treinador Edgar Ferreira era: Luiz Carlos, Cosme, Carlos Alberto, Décio e Zé Carlos; Janga, Valdir e Sérgio Santos; Wilsinho, Jaime Jorge e Eduardo. Todos são muito lembrados pelos torcedores, que não esquecem a conquista.
No entanto, o clube teve outros jogadores de destaque ao longo dos anos. Quem marcou época na zaga do Chapecoense foi Hilton, que era um zagueiro com muita firmeza e segurança. Em 1999, ele se destacou e foi contratado pelo Paraná Clube.
Os chutes e cruzamentos precisos fizeram do lateral-direito Índio astro da equipe chapecoense. Outro lateral a marcar época foi Ità, que ao fazer sucesso no time de Chapecó ainda jogou por clubes como Avaí, Bahia, Santos e Criciúma. Neste último, conquistou uma Copa do Brasil e ganhou projeção nacional.
O matador Paulo Rink foi revelação do Chapecoense para o mundo. Pelo clube, ele conseguiu ser artilheiro em 1995 quando marcou 23 gols. Após destacar-se, o jogador tranferiu-se para Atlético-PR e posteriormente para o Bayer Leverkusen. Após algumas temporadas no futebol alemão, se naturalizou em 1998 e jogou algumas vezes pela seleção da Alemanha.
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O surgimento do clube está intimamente ligado à paixão dos moradores de Chapecó pelo futebol. As agremiações amadoras da região haviam interrompido suas atividades e os amantes do esporte sentiram falta. Após muitas reuniões sobre o destino da modalidade na cidade, no dia 10 de maio de 1973 reuniram-se dirigentes de dois clubes amadores e tomaram a decisão de fundir-se e formar uma equipe só.
Os idealizadores eram Alvadir Pelisser e Altair Zanella, indepedentinos roxos, e Lorário Immich e Vicente Delai, ferrenhos defensores do Atlético Chapecó. A fusão agradou a muitos na cidade e logo conseguiram apoio de empresários da região, empolgados com a idéia de um clube que representasse a cidade de Chapecó.
A ajuda veio de todos os cantos. Um empresário cedeu os uniformes, outros doaram materiais, mas o Plíneo de Nês, um influente político e empresário local, depositou apoio incondicional no erguer deste novo clube.
A Associação Chapecoense começou assim, com a força de vontade de apaixonados pelo futebol e com a ajuda da população. Seu primeiro presidente foi Lorário Immich. O time inicial era formado pela população local, inclusive alguns jogadores exerciam profissões paralelas à de jogador. Eram eles contínuos, motoristas, PMs, etc. Muitos jogadores nem
recebiam salários, jogavam apenas por amor à camisa. A arrecadação do clube ainda era pequena.
Em sua primeira partida como profissional, a equipe jogou no campo do Colégio São Francisco e bateu o São José por 1 a 0.
O clube estava começando a engatinhar, disputando os estaduais catarinenses, mantendo equilibrada as suas contas, quando, em 1977, veio a grande surpresa e grande feito do Chapecoense: o título do Campeonato Estadual. A conquista causou grande comoção na cidade, além de permitir que o clube disputasse a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro.
Após este primeiro título, a fama gerou frutos. O então prefeito da cidade decidiu construir um estádio que abrigasse os novos campeões. Em apenas 150 dias, ergueu-se o Estádio Municipal, que abrigaria as novas glórias da equipe. Viagens pelo Brasil começam a ser freqüentes no ano seguinte e a equipe se classificou em 51º no Campeonato Brasileiro de 1978.
No entanto, depois disso, somente em 1996 o clube ergueria uma nova taça de campeão do estadual. Dez anos depois, venceu a Copa Santa Catarina e, em 2007, outro título estadual.
GRANDES ÍDOLOS
O time titular da primeira equipe campeã, comandada pelo treinador Edgar Ferreira era: Luiz Carlos, Cosme, Carlos Alberto, Décio e Zé Carlos; Janga, Valdir e Sérgio Santos; Wilsinho, Jaime Jorge e Eduardo. Todos são muito lembrados pelos torcedores, que não esquecem a conquista.
No entanto, o clube teve outros jogadores de destaque ao longo dos anos. Quem marcou época na zaga do Chapecoense foi Hilton, que era um zagueiro com muita firmeza e segurança. Em 1999, ele se destacou e foi contratado pelo Paraná Clube.
Os chutes e cruzamentos precisos fizeram do lateral-direito Índio astro da equipe chapecoense. Outro lateral a marcar época foi Ità, que ao fazer sucesso no time de Chapecó ainda jogou por clubes como Avaí, Bahia, Santos e Criciúma. Neste último, conquistou uma Copa do Brasil e ganhou projeção nacional.
O matador Paulo Rink foi revelação do Chapecoense para o mundo. Pelo clube, ele conseguiu ser artilheiro em 1995 quando marcou 23 gols. Após destacar-se, o jogador tranferiu-se para Atlético-PR e posteriormente para o Bayer Leverkusen. Após algumas temporadas no futebol alemão, se naturalizou em 1998 e jogou algumas vezes pela seleção da Alemanha.
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