Canal Futebol ::::: Página Inicial ::::: Política de Privacidade ::::: Usuários Online:

Campeonato Paulista - Corinthians :: Voltar

HISTÓRIA

O Corinthians é, tradicionalmente, o time do operariado paulista e, por muito tempo, das classes sociais menos abastadas. Foi assim desde a sua fundação, em 1910, iniciativa de cinco operários, que, inspirados pelo Corinthian Casuals Football Club (clube inglês que estava em excursão no país à época), criaram o Sport Club Corinthians Paulista. O capital necessário para tal movimento veio do alfaiate Miguel Bataglia, considerado o “mecenas” da agremiação.

Nos primeiros anos de sua história, o Corinthians passou boa parte do seu tempo jogando na várzea. Isso porque o futebol na época era restrito à elite, com equipes como São Paulo Athletic, Paulistano, etc. Essas agremiações é que dominavam o Campeonato Paulista, principal competição de clubes do estado.

O Corinthians só viria a participar do torneio em 1913. E teve sucesso rápido. Logo no ano seguinte levantou seu primeiro troféu, o Campeonato Paulista de 1914. O grande herói da conquista foi Neco, que sagrou-se artilheiro da competição com 12 gols marcados. O segundo título viria no Estadual de 1916, mais uma vez de forma invicta.

Eram, no entanto, competições esvaziadas. Isso porque os grandes times disputavam a taça da Apea (Associação Paulista de Esportes Atléticos), enquanto o Corinthians estava na Liga Paulista de Futebol. O time alvinegro só juntou-se aos principais clubes em 1917, quando as duas entidades se uniram e criaram uma competição única.

Naquele ano, inclusive, nasceu a grande rivalidade entre Palmeiras e Corinthians. Invicto há dois anos no Campeonato Paulista, o clube que na época tinha sua sede no Bom Retiro enfrentou o então Palestra Itália no Estadual daquele ano, e foi derrotado (3 a 0 no Parque Antarctica) pela primeira vez depois de 25 jogos.

O Corinthians, aos poucos, consolidava-se como um dos principais clubes do estado, sempre disputando títulos e tendo Neco como seu grande craque. Em 1922, o Alvinegro conseguiria o primeiro dos seus grandes feitos. No ano do Centenário da Independência, o vencedor do Paulista carregaria o título pelo século seguinte. O Timão (que à época ainda não tinha esse apelido) venceu com shows de Neco e Gambarotta, que, na temporada seguinte, garantiriam ao clube o primeiro tri (em 1923 e 1924).

Além de conquistas nos gramados, a década de 20 ainda foi prodigiosa para a agremiação em termos físicos. O Corinthians construiu nada menos que dois estádios em um curto período de tempo. Em 1923 foi o Alfredo Schurig (popular Fazendinha), e cinco anos depois surgia o Parque São Jorge, no bairro do Tatuapé. No fim daquele período, o time ainda alcançaria o segundo tri (1928, 1929 e 1930), com o Esquadrão Mosqueteiro, como ficou conhecida a equipe.

Aquela geração vitoriosa seria encerrada por uma situação inusitada. A Lazio, da Itália, resolveu montar o Brasilazio, formado apenas por brasileiros. O Corinthians, então, perdeu nomes como Del Debbio, Filó, Rato e De Maria, grandes estrelas alvinegras. Era o começo de uma má fase, que culminou no insucesso de 1933, quando o clube terminou o Paulista em quarto e foi goleado por todos os rivais (6 a 1 para o São Paulo, 6 a 0 para o Santos e 5 a 1 e 8 a 0 para o Palestra Itália, esta última a maior de todos os tempos).

A recuperação veio com Teleco (artilheiro do estadual de 1935 a 1937, 1939 e 1941), que ajudou o Corinthians na conquista do tri em 1937, 1938 e 1939.

Na década de 40, com o recém-inaugurado Pacaembu como palco dos principais jogos, o Timão encontrava uma nova casa. Logo no ano seguinte, conquistaria o primeiro título da nova fase, com o trio Jango, Brandão e Dino. O restante daquele período, porém, não foi dos melhores. Isso porque o Corinthians passou exatos dez anos sem uma conquista estadual.

Com o ex-jogador Rato no comando técnico, o Alvinegro começou a se renovar apostando nas categorias de base, com Cabeção, Idário e Luizinho. Essa geração faria sucesso em 1950, ajudando a agremiação a vencer um bi Paulista (1951 e 1952), o Paulista do IV Centenário da cidade de São Paulo (1954) e uma Pequena Taça do Mundo da Venezuela (1953). Além dos grandes nomes revelados em casa, outros como Cláudio e Baltazar abrilhantaram ainda mais aquele momento.

Entre os grandes feitos está o tabu de sete anos sem derrotas para o Palmeiras, que foi de 1951 a 1958, o maior de todos os tempos entre os rivais. Outra marca, porém, começou a enegrecer este período da história do clube. A conquista do Campeonato Paulista de 1954 iniciou o maior jejum de títulos do Alvinegro.

Foram 22 anos de espera, que renderam aos corintianos a alcunha de “Fiel Torcida”. Foi também a época em que o Santos passou 11 anos sem perder para o Timão em estaduais, o maior tabu do confronto até hoje. Foi a época em que o clube da Vila Belmiro dominou o futebol mundial. Venceu a maioria dos Paulistas que foram disputados e não deu espaço ao Corinthians.

O Timão virou piada entre os rivais. O time de 1961, por exemplo, ficou conhecido como “Faz-me Rir” pela sua ineficiência. A inspiração veio de uma música homônima de Edith Veiga. Nem mesmo craques do nível de Roberto Rivellino mudaram essa história. O Reizinho do Parque, como ficou conhecido o habilidoso meia-esquerda, passou dez anos no Parque São Jorge, não levantou nenhuma taça e saiu achincalhado pela torcida após uma perda de título paulista para o Palmeiras, em 1974.

Antes disso, porém, o craque participaria do 2 a 0 sobre o Santos, que poria fim ao jejum de vitórias sobre os rivais. O triunfo veio em 1968, e não foi suficiente para levar a equipe alvinegra ao sonhado título paulista. Só que ele já não estava mais quando a torcida deu seu show. Em 1976, os corintianos dividiram as arquibancadas do Maracanã com a torcida do Fluminense na semifinal do Brasileiro, que garantiu o Timão na decisão contra o Inter. Os gaúchos, no entanto, acabaram com a festa e levaram o troféu.

A redenção viria no ano seguinte. Em 1977, a equipe de estrelas como Tobias, Zé Maria, Wladimir, Geraldão e Romeu venceu o Paulistão depois de 22 anos. Na final, contra a Ponte Preta, o ídolo Basílio garantiu o título após Vaguinho e Wladimir pararem na defesa campineira.

Era o começo de um novo tempo no Parque São Jorge. Logo no ano seguinte, o time mais politizado da história do futebol brasileiro começava a ser montado. Chegaram Sócrates, Biro-Biro e Amaral. Depois do fiasco em 1982, quando o time foi mal no Brasileiro e no Paulista, os jogadores se uniram e formaram a Democracia Corinthiana. Com apoio de torcedores intelectuais, os atletas se rebelaram contra o sistema e, em tempos de abertura política, quebraram o regime de concentração e adotaram postura diferenciada dentro e fora dos gramados.

O resultado foi o bicampeonato paulista de 1982 e 1983. Na equipe, além dos já citados Sócrates, Wladimir e Biro-Biro, Zenon, Leão e Casagrande também abrilhantavam o time. O sonho acabaria no ano seguinte, quando o camisa 10 Sócrates foi vendido para a Fiorentina, da Itália. Daí em diante, o Timão só voltou a ter alegrias quando, em 1988, com a força da base, venceu novamente o Estadual. Ronaldo era o goleiro e Viola, recém-promovido, foi o herói da conquista. Na final contra o Guarani, fez o gol que garantiu a taça de carrinho, já na prorrogação.

Era apenas o começo do que seriam os anos 1990, que se iniciaram com a conquista do inédito título brasileiro. Na decisão contra o São Paulo, Neto comandou a equipe que venceu as duas partidas por 1 a 0 (gols de Wilson Mano no primeiro confronto e Tupãzinho no segundo).

A taça seguinte viria dos pés de outra geração. Comandada por Marcelinho Carioca (que, posteriormente, sagraria-se o maior vencedor corintiano de todos os tempos), a equipe que venceu a Copa do Brasil e o Paulista de 1995 tinha também Henrique, Silvinho, Célio Silva, Zé Elias, Bernardo, Souza, Marques e Viola. O herói, no entanto, foi mesmo Marcelinho Carioca, que fez o gol do título nacional no Olímpico, contra o Grêmio. No Estadual, Elivélton garantiu o triunfo sobre o arqui-rival Palmeiras.

Começava, então, a fase de parcerias do Timão. A primeira foi em 1997, com o banco Excel, que trouxe craques como Antonio Carlos, André Luiz, Túlio e Donizete. A equipe chegou a conquistar o Paulista daquele ano, mas correu risco de rebaixamento no Brasileirão.

No ano seguinte, já com o apoio financeiro do fundo de investimentos americano Hicks Muse, o Corinthians, com Gamarra, Vampeta, Edílson e Vanderlei Luxemburgo, alcançou o bi paulista e o segundo Brasileiro de sua história, conquistado em final dramática contra o Cruzeiro de Dida, que, no ano seguinte, viria para o Parque São Jorge junto com o atacante Luizão e ajudaria no bi nacional.

O auge dessa fase apareceu em janeiro de 2000. Na primeira competição mundial de clubes oficializada pela Fifa (sediada no Brasil), o Corinthians venceu o Vasco nos pênaltis na final e ficou com a taça inédita. Meses depois, porém, passaria momentos difíceis, ao ser eliminado pela segunda vez seguida nos pênaltis pelo arqui-rival Palmeiras, dessa vez na semifinal da Copa Libertadores. Irritada com craques como Edílson e Marcelinho (que desperdiçou a última cobrança), a torcida invadiu o Parque São Jorge.

Só que o momento era positivo para o clube. Mesmo com as constantes crises, o Corinthians sempre estava entre os melhores. Em 2001, venceu o Paulista de maneira dramática (estava na zona do rebaixamento quando Vanderlei Luxemburgo chegou e comandou a reação). Em 2002, conquistou a Copa do Brasil e o Torneio Rio-São Paulo sob a batuta do técnico Carlos Alberto Parreira.

O Timão ainda teria um novo grande momento no século 21, em 2005. Apoiado pela força financeira do sinistro fundo de investimentos MSI, o Corinthians trouxe os argentinos Tévez e Mascherano e venceu o Brasileiro daquele ano de maneira conturbada, tendo sido beneficiado pela anulação de alguns jogos do torneio por causa de um escândalo de arbitragem envolvendo o juiz Edílson Pereira de Carvalho.

A fase dourada da parceira duraria pouco. No ano seguinte, o Timão naufragou na Libertadores e no Brasileiro. A gota d’água veio em 2007. Em dificuldades financeiras por causa da saída da MSI, o Corinthians não conseguiu um time de qualidade para a disputa do Brasileiro e escreveu o capítulo mais triste de sua história no estádio Olímpico, em Porto Alegre, quando empatou por 1 a 1 com o Grêmio e acabou rebaixado à segunda divisão do Nacional.

Mas a torcida mostrou toda sua fidelidade ao clube, e o time voltou à elite do futebol após uma brilhante campanha, a melhor entre todas as equipes que ja disputaram a competição.


GRANDES ÍDOLOS

O primeiro grande ídolo da história alvinegra foi o atacante Neco. O craque defendeu o Corinthians de 1914 a 1932 e destacou-se em diversos títulos no período. Individualmente foi o destaque em 1914 e 1920, quando sagrou-se artilheiro do Campeonato Paulista com 12 e 24 gols, respectivamente.

Teve, no começo da década de 1920, um parceiro quase perfeito. Gambarotta levantou a taça estadual em 1922, 1923 e 1924, tendo sido o artilheiro do certame em 1922, com 19 gols.

No fim daquele período, o Esquadrão Mosqueteiro ainda garantiria novo tri ao Timão. Em 1928, 1929 e 1930, o Corinthians venceu o torneio com Rato, De Maria e Del Debbio como grandes artífices.

Com a saída desses craques para o Lazio, da Itália, no começo da década de 1930, a torcida ficou órfã de grandes nomes. Essa carência só seria suprida na segunda metade do período, quando Teleco chegou ao clube.

O atacante veio do Britânia, do Paraná, e ficou muito conhecido pelo número de gols marcados com a camisa do Timão. Foi artilheiro do Campeonato Paulista cinco vezes (1935, 1936, 1937, 1939 e 1941), e campeão em quatro (1937, 1938, 1939 e 1941). Na última oportunidade em que venceu a taça, Teleco teve ao seu lado outros craques, como Dino, Brandão e Jango.

Mais uma vez, um grande momento precedeu um período de estiagem. Foram dez anos sem o Corinthians no lugar mais alto do pódio. Já no fim da década de 1940 o time, que tinha o ex-jogador Rato no comando técnico, apresentava sinais crescentes de mudança. Revelações da base como Luizinho (o “Pequeno Polegar”, pela altura) e Idário ganhavam espaço na equipe profissional.

Cláudio, Carbone e Gilmar também firmariam seus nomes naquela geração. Juntos, eles foram bicampeões estaduais (1951 e 1952) e também da Pequena Taça do Mundo da Venezuela. O mais importante deles, porém, foi o Paulista de 1954, que comemorou o 4° Centenário da cidade de São Paulo.

Existe a história de que, em 1952, a diretoria alvinegra teria perguntado aos atletas bicampeões paulistas se eles preferiam vencer o Estadual de 1953 ou o de 1954. Eles teriam respondido que preferiam a conquista de 1954. O ano de 1953, então, teria sido apenas uma preparação para a conquista marcante.

Depois disso, o Corinthians entraria no maior jejum de títulos de sua história. Ficaria sem conquistas importantes até 1977, e, mesmo assim, não passaria em branco em termos de grandes jogadores. O maior de todos os tempos, inclusive, pode ter surgido nessa época.

Considerado até hoje um dos melhores tecnicamente na história do clube, Roberto Rivellino surgiu das categorias de base em 1965, viveu intensamente a fila alvinegra e sofreu com ela. Apesar de ótimas exibições e participações exemplares na seleção brasileira (ele foi campeão mundial em 1970, no México), terminou sua trajetória no Corinthians de maneira trágica.

Após a perda da final do Paulista para o Palmeiras, em 1974, o meia foi apontado pela mídia e pela torcida como o principal culpado pelo revés. Acabou sendo vendido para o Fluminense, onde conquistaria, finalmente, um título como profissional.

Naquele momento, ele não era o único grande craque do Timão. Além dele, os laterais Zé Maria (o “SuperZé”) e Wladimir também estavam na equipe, mas foram poupados pelas arquibancadas. Para os dois, o perdão ainda representaria a participação em um dos capítulos mais sofridos da história do clube.

Ambos participariam, três anos depois, da conquista do Campeonato Paulista de 1977, de maneira heróica, contra a Ponte Preta. O grande nome daquela festa, porém, foi Basílio. Iluminado, o atleta acertou o ângulo esquerdo de Carlos em lance conturbado, depois de Wladimir e Vaguinho terem tentado sem sucesso o gol.

Depois disso, o Timão se fortaleceria politicamente. Isso porque, com a chegada de Sócrates, Biro-Biro, Casagrande e Zenon, o Corinthians começou a tentar mudar a estrutura do futebol em meio às mudanças políticas brasileiras que aconteciam no momento.

Foi fundada a “Democracia Corinthiana”, que, com o apoio de alguns intelectuais corintianos, aboliu o regime de concentrações e se posicionou contra o sistema. O resultado em campo foi o bicampeonato paulista de 1982 e 1983.

Com a debandada dessa geração para o futebol europeu, o Timão passou por um período de pasmaceira até o fim da década de 80. Foi nesse momento que surgiram Ronaldo e Viola, os heróis do Paulista de 1988, conquistado de maneira heróica sobre o Guarani.

O primeiro ganhou seu espaço no começo daquela temporada, em um clássico contra o São Paulo. Ele substituiu Carlos e garantiu a vitória por 2 a 1 sobre o rival ao defender um pênalti do uruguaio Dario Pereyra. Já Viola foi ainda mais longe. Foi dele o gol do título, já na prorrogação, contra os campineiros.

A grande fase seria estendida até o começo da década de 90, quando o Corinthians estenderia seu domínio ao Brasil inteiro. Logo no começo do período foi campeão brasileiro, consagrando novos ídolos como Wilson Mano e Tupãzinho.

Mas o maior daquela geração foi Neto. Meia-esquerda habilidoso e polêmico, ganhou espaço no coração dos corintianos com chutes fortes. Seu começo no Parque São Jorge, inclusive, foi dos mais curiosos. Isso porque o jogador chegou desacreditado do Palmeiras, trocado por Ribamar, que nunca deu certo no Alviverde.

Anos depois, novos ídolos ganhariam espaço no Timão. Raçudos como Célio Silva, Henrique, Zé Elias (o “Zé da Fiel”) e Bernardo tinham tanto espaço quanto outros mais habilidosos, como Marcelinho Carioca e Marques. O primeiro escreveria seu nome na história da agremiação como o maior vencedor de todos os tempos.

Ao longo dos anos, conquistou quatro Paulistas (1995, 1997, 1999 e 2001), uma Copa do Brasil (1995) e um Campeonato Mundial (2000). Teve, em quase todas essas conquistas, grandes parceiros.

Em 1997, por exemplo, foi campeão paulista ao lado de Antonio Carlos e André Luiz. Em 1998, foi companheiro de craques como Gamarra, Rincón, Vampeta e Edílson, todos no auge de suas carreiras.

O paraguaio Gamarra, inclusive, tinha acabado de se eleito o melhor zagueiro do Mundial de 1998, na França, quando não fez nenhuma falta. Os outros atletas eram praticamente um barril de pólvora. Com muita personalidade, os craques marcaram suas histórias no clube com muitas confusões.

Edílson, por exemplo, deixou o Parque São Jorge na metade de 2000, uma dia após a segunda eliminação seguida na Copa Libertadores para o Palmeiras, nos pênaltis. Na ocasião, torcedores uniformizados invadiram o Parque São Jorge e chegaram a agredir o atacante.

Um ano depois, foi a vez de Marcelinho Carioca deixar o Timão de maneira conturbada. Após a perda da decisão da Copa do Brasil para o Grêmio, o camisa 7 foi acusado pelos seus companheiros de passar informações do grupo à comissão técnica.

Em 2001, uma nova geração fez sucesso sob o comando de Carlos Alberto Parreira. O “melhor lado esquerdo do mundo”, com Kléber, Gil e Ricardinho foi campeão da Copa do Brasil e Paulista, em uma grande temporada.

Anos depois, os estrangeiros ganhariam vez no Corinthians. Com a parceira MSI investindo forte no clube, Carlos Tévez chegou do Boca Juniors, da Argentina, conquistou a torcida com seu jeito aguerrido e sua técnica. Venceu, ao lado de seu compatriota Mascherano, o Campeonato Brasileiro de 2005. Depois disso, poucas alegrias. A última delas foi o goleiro Felipe, que veio do Bragantino e foi o grande destaque da pífia campanha alvinegra no Nacional de 2007, tendo sido eleito um dos destaques da competição.


ARTILHEIROS

O maior artilheiro da história do Corinthians é o centroavante Cláudio, que defendeu o clube de 1945 a 1957, e balançou as redes adversárias em 306 oportunidades.

:: Topo da Página ::: Voltar