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Campeonato Paranaense - Coritiba :: Voltar
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HISTÓRIA
No início do século XX, um grupo de jovens de uma colônia de descendentes germânicos decidiu fundar um time de futebol. Eles costumavam se encontrar em um clube, onde tiveram o primeiro contato com o esporte e se apaixonaram. Antes de criarem oficialmente o Coritiba, compraram um terreno, onde praticavam informalmente a modalidade.
Este grupo de pessoas, que ainda não haviam fundado nenhuma agremiação até o momento, foi convidado por um clube de Ponta Grossa para uma partida de futebol. Eles aceitaram e acabaram derrotados por 1 a 0. Apesar de ainda não existir o Coritiba, este é considerado o primeiro jogo da história da equipe por muitas pessoas.
Foi na viagem de volta para Curitiba que surgiu a iniciativa de fundar um novo clube, dedicado totalmente à prática do futebol. Assim, no dia 30 de janeiro de 1910, surgia o Coritibano Foot Ball Club. Apesar de, oficialmente, ter sido criado nesta data, o primeiro presidente da equipe decidiu registrar oficialmente o dia 12 de outubro de 1909, por ser quando o grupo recebeu o primeiro convite para uma partida de futebol.
Então, em 12 de junho de 1910 o time de Ponta Grossa foi à Curitiba para a revanche da equipe da capital. E a vingança veio. O recém-criado Coritiba não decepcionou os espectadores e venceu por 5 a 3 sua primeira vitória na história. Mas, para existir um Campeonato Paranaense, eram necessários outros times. Deste modo, o Coritiba sofreu algumas cisões, com ex-atletas do clube formando outras agremiações.
Pouco depois de sua fundação, o Coritibano mudou de nome para Coritiba, para não se confundir com outra agremiação, o Clube Curitibano. A própria cidade já teve seu nome escrito desta maneira, mas passou por uma reforma ortográfica em que a letra “o” foi substituída pelo “u”. Mas o clube, já com tradição e consolidado no cenário futebolístico, decidiu ignorar a alteração.
O Coritiba venceu seu primeiro Campeonato Paranaense em 1916, na segunda vez em que a competição foi disputada. Depois disso, passaria um longo tempo até o segundo título, em 1927. Na década de 30 foi que a equipe finalmente se consolidou como a maior força do Paraná, com vitórias em 1931, 1933, 1935 e 1939.
Na década seguinte, conquistou mais quatro títulos. Em 1941 e 1942, ganhou seu primeiro bicampeonato. Nos anos 1950, se tornou hegemonia no estado, com nada menos do que seis conquistas. Jejum de títulos se tornava algo raro para o Coritiba, que adquiria grande tradição no cenário estadual.
Entre 1960 e 1968, o clube viveu seu jejum mais longo desde as três primeira décadas do século XX. Mas quebrou a seca com um bicampeonato em 1968 e 1969. Seu desempenho nos anos 1970 foi simplesmente incrível. Foi hexacampeão estadual de 1971 a 1976 e bicampeão de 1978 e 1979. Por muito pouco não levou todos os troféus daquela década para casa.
A partir daí, as conquistas estaduais ficaram mais escassas. O time chegou a ser campeão em 1986, 1989, 1999, 2003 e 2004. Mesmo assim, o Coritiba é o clube a ter vencido mais vezes o Campeonato Paranaense. O Alviverde conquistou 33 estaduais. O segundo colocado, o rival Atlético-PR, tem 21.
Mas não é apenas de glórias estaduais que vive o Coritiba. Em 1985, o time conquistou o principal título de sua história. A equipe alviverde derrotou o Bangu na final do Campeonato Brasileiro e ganhou sua primeira taça nacional em uma final emocionante, vencida nos pênaltis em um Maracanã lotado. Os destaques daquela campanha foram o goleiro Rafael e o ponta-direita Lela.
O clube também venceu outra competição nacional, mas esta de menor prestígio. Depois de ter caído para a segunda divisão do Brasileirão, o Coritiba voltou à elite em grande estilo, com o título da Série B de 2007.
GRANDES ÍDOLOS
O meia Pizzatinho é lembrado com carinho pelos torcedores mais antigos que o viram jogar. Ele brilhou no Coritiba na década de 30, sendo campeão paranaense em 1931, 1933 e 1935. Seu passe refinado e chute forte com a canhota o levaram a ser convocado para a seleção brasileira em duas oportunidades.
Também meia, Merlin encantava os torcedores alviverdes nas décadas de 40 e 50. Sua inteligência e visão de jogo eram suas características mais marcantes. Pelo Coritiba, foi campeão paranaense em cinco oportunidades, nos anos de 1946, 1947, 1951, 1952 e 1954.
Duílio foi contratado pelo Coritiba de uma equipe de menor expressão como uma promessa e deu conta do recado. Atacante com faro de gol, chegou a marcar 34 em apenas uma temporada do Campeonato Paranaense, feito não igualado até hoje. Foi campeão estadual cinco vezes pelo time alviverde, em 1954, 1956, 1957, 1959 e 1960.
Dirceu Kruger foi um ídolo do Coritiba. Ele era um dos líderes do time que dominou o cenário do futebol paranaense durante mais de dez anos. Com sua experiência e identificação com o clube, ele costumava assumir como técnico interino toda vez que um treinador era demitido ou saía da equipe. Foi campeão paranaense com a camisa alviverde em 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974 e 1975.
O goleiro Rafael Camarota foi um dos grandes destaques do time campeão brasileiro de 1985 com a camisa alviverde. Sua segurança e facilidade para orientar a defesa faziam a diferença. Na campanha campeã do Brasil teve papel preponderante, sendo eleito pela crítica o melhor goleiro da competição naquele ano.
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No início do século XX, um grupo de jovens de uma colônia de descendentes germânicos decidiu fundar um time de futebol. Eles costumavam se encontrar em um clube, onde tiveram o primeiro contato com o esporte e se apaixonaram. Antes de criarem oficialmente o Coritiba, compraram um terreno, onde praticavam informalmente a modalidade.
Este grupo de pessoas, que ainda não haviam fundado nenhuma agremiação até o momento, foi convidado por um clube de Ponta Grossa para uma partida de futebol. Eles aceitaram e acabaram derrotados por 1 a 0. Apesar de ainda não existir o Coritiba, este é considerado o primeiro jogo da história da equipe por muitas pessoas.
Foi na viagem de volta para Curitiba que surgiu a iniciativa de fundar um novo clube, dedicado totalmente à prática do futebol. Assim, no dia 30 de janeiro de 1910, surgia o Coritibano Foot Ball Club. Apesar de, oficialmente, ter sido criado nesta data, o primeiro presidente da equipe decidiu registrar oficialmente o dia 12 de outubro de 1909, por ser quando o grupo recebeu o primeiro convite para uma partida de futebol.
Então, em 12 de junho de 1910 o time de Ponta Grossa foi à Curitiba para a revanche da equipe da capital. E a vingança veio. O recém-criado Coritiba não decepcionou os espectadores e venceu por 5 a 3 sua primeira vitória na história. Mas, para existir um Campeonato Paranaense, eram necessários outros times. Deste modo, o Coritiba sofreu algumas cisões, com ex-atletas do clube formando outras agremiações.
Pouco depois de sua fundação, o Coritibano mudou de nome para Coritiba, para não se confundir com outra agremiação, o Clube Curitibano. A própria cidade já teve seu nome escrito desta maneira, mas passou por uma reforma ortográfica em que a letra “o” foi substituída pelo “u”. Mas o clube, já com tradição e consolidado no cenário futebolístico, decidiu ignorar a alteração.
O Coritiba venceu seu primeiro Campeonato Paranaense em 1916, na segunda vez em que a competição foi disputada. Depois disso, passaria um longo tempo até o segundo título, em 1927. Na década de 30 foi que a equipe finalmente se consolidou como a maior força do Paraná, com vitórias em 1931, 1933, 1935 e 1939.
Na década seguinte, conquistou mais quatro títulos. Em 1941 e 1942, ganhou seu primeiro bicampeonato. Nos anos 1950, se tornou hegemonia no estado, com nada menos do que seis conquistas. Jejum de títulos se tornava algo raro para o Coritiba, que adquiria grande tradição no cenário estadual.
Entre 1960 e 1968, o clube viveu seu jejum mais longo desde as três primeira décadas do século XX. Mas quebrou a seca com um bicampeonato em 1968 e 1969. Seu desempenho nos anos 1970 foi simplesmente incrível. Foi hexacampeão estadual de 1971 a 1976 e bicampeão de 1978 e 1979. Por muito pouco não levou todos os troféus daquela década para casa.
A partir daí, as conquistas estaduais ficaram mais escassas. O time chegou a ser campeão em 1986, 1989, 1999, 2003 e 2004. Mesmo assim, o Coritiba é o clube a ter vencido mais vezes o Campeonato Paranaense. O Alviverde conquistou 33 estaduais. O segundo colocado, o rival Atlético-PR, tem 21.
Mas não é apenas de glórias estaduais que vive o Coritiba. Em 1985, o time conquistou o principal título de sua história. A equipe alviverde derrotou o Bangu na final do Campeonato Brasileiro e ganhou sua primeira taça nacional em uma final emocionante, vencida nos pênaltis em um Maracanã lotado. Os destaques daquela campanha foram o goleiro Rafael e o ponta-direita Lela.
O clube também venceu outra competição nacional, mas esta de menor prestígio. Depois de ter caído para a segunda divisão do Brasileirão, o Coritiba voltou à elite em grande estilo, com o título da Série B de 2007.
GRANDES ÍDOLOS
O meia Pizzatinho é lembrado com carinho pelos torcedores mais antigos que o viram jogar. Ele brilhou no Coritiba na década de 30, sendo campeão paranaense em 1931, 1933 e 1935. Seu passe refinado e chute forte com a canhota o levaram a ser convocado para a seleção brasileira em duas oportunidades.
Também meia, Merlin encantava os torcedores alviverdes nas décadas de 40 e 50. Sua inteligência e visão de jogo eram suas características mais marcantes. Pelo Coritiba, foi campeão paranaense em cinco oportunidades, nos anos de 1946, 1947, 1951, 1952 e 1954.
Duílio foi contratado pelo Coritiba de uma equipe de menor expressão como uma promessa e deu conta do recado. Atacante com faro de gol, chegou a marcar 34 em apenas uma temporada do Campeonato Paranaense, feito não igualado até hoje. Foi campeão estadual cinco vezes pelo time alviverde, em 1954, 1956, 1957, 1959 e 1960.
Dirceu Kruger foi um ídolo do Coritiba. Ele era um dos líderes do time que dominou o cenário do futebol paranaense durante mais de dez anos. Com sua experiência e identificação com o clube, ele costumava assumir como técnico interino toda vez que um treinador era demitido ou saía da equipe. Foi campeão paranaense com a camisa alviverde em 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974 e 1975.
O goleiro Rafael Camarota foi um dos grandes destaques do time campeão brasileiro de 1985 com a camisa alviverde. Sua segurança e facilidade para orientar a defesa faziam a diferença. Na campanha campeã do Brasil teve papel preponderante, sendo eleito pela crítica o melhor goleiro da competição naquele ano.
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