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Campeonato Catarinense - Criciúma :: Voltar
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HISTÓRIA
A história do Criciúma começou em 13 de maio de 1947, com a fundação do Comerciário Esporte Clube por um grupo de jovens comerciantes moradores da cidade, pois no município não havia uma agremiação voltada à prática do esporte.
A primeira partida do time aconteceu dois dias após sua inauguração. O adversário foi o São Paulo da Vila Operária e o resultado não foi dos melhores para a equipe catarinense: derrota por 4 a 0.
O primeiro título da história do Comerciário aconteceu em 1968. A façanha ocorreu no Campeonato Catarinense. Na decisão, o time enfrentou o Caxias de Joinville e levou a melhor.
Entretanto, assolado por uma crise financeira, o Comerciário fechou suas portas em 1970 e parou de disputar o Campeonato Estadual. O clube só retomou suas atividades na modalidade em 1977, quando passou a disputar campeonatos amadores.
No ano seguinte, no dia 2 de abril de 1978, o time catarinense passou por uma grande transformação e mudou seu nome para Criciúma Esporte Clube, dando molde a atual agremiação, entre as maiores do futebol brasileiro.
A primeira conquista da nova equipe, reformulada para atrair novos torcedores, aconteceu depois de o time trocar suas cores, passando para o amarelo, preto e branco e mudar seu distintivo. O feito ocorreu em 1986 e o clube conquistou pela segunda vez o Campeonato Catarinense.
Em 1989, o time voltaria a vencer o Catarinense, após bater o Joinville na grande final, na qual precisava apenas do empate. Sob o comando do técnico Levir Culpi, o Criciúma garantiu o título após empatar em 1 a 1.
Nos anos seguintes, o clube também se tornaria campeão catarinense, em 1990 e 1991 e conquistaria o tricampeonato estadual, garantindo assim o Troféu Maximiliano Gaidzinski, dado a agremiação campeã três vezes consecutivas ou cinco alternadas.
Ainda em 1991, o time conquistaria o título mais importante de sua história e com isso ganharia reputação nacional e continental. Neste ano, comandados por Luis Felipe Scolari, o Criciúma conquistou a Copa do Brasil de forma invicta e garantiu a vaga para a Copa Libertadores da América no ano seguinte.
Na competição brasileira, o time catarinense eliminou três campeões brasileiros: Internacional, Coritiba e São Paulo. Na final, o Tricolor enfrentou o Grêmio. Na primeira partida no Estádio Olímpico, empate em 1 a 1, gol do zagueiro Vilmar para o Tigre e de Maurício para os gaúchos.
Na volta, com o Estádio Heriberto Hulse lotado e empurrado pela fanática torcida, o Criciúma segurou um dramático empate de 0 a 0 e, por ter feito mais gols como visitante, foi campeão da Copa do Brasil, consagrando o técnico Felipão.
Na competição continental que disputou pela primeira e única vez, o Criciúma terminou a na quinta posição, fazendo uma ótima campanha para um time estreante. Os catarinenses se classificaram na primeira posição de seu grupo e na segunda fase bateram o Sporting Cristal, do Peru. O Tigre acabou eliminado pelo São Paulo, após perder o primeiro jogo por 1 a 0 e empatar o outro em 0 a 0.
Ainda no século 20, o Criciúma conquistou mais três títulos estaduais, em 1993, 1995 e 1998, derrotando equipes como Figueirense, Chapecoense e Tubarão, respectivamente.
Em 2002, o Criciúma conquistou seu segundo título nacional e foi campeão do Campeonato Brasileiro da Série B, após bater o Fortaleza na final por 4 a 3, no placar agregado – derrota por 2 a 0 na primeira partida e vitória por 4 a 1 na segunda.
O sonho do retorno à elite do futebol brasileiro durou pouco e, dois anos após o acesso, o Tigre foi rebaixado. Em 2004, ficou a um ponto do Botafogo, último time fora da "zona da degola" e caiu de divisão juntamente com Guarani, Vitória e Grêmio.
Com a queda, o time catarinense entrou em uma forte crise e, apesar de conquistar o Campeonato Catarinense de 2005, foi rebaixado mais uma vez, desta vez para a Série C. O Tigre se reformulou e, no ano seguinte, conquistou a terceira divisão brasileira, vencendo o octogonal final e subindo de divisão juntamente com Vitória, Ipatinga e Grêmio Barueri.
GRANDES ÍDOLOS
Apontado como o mais importante jogador a defender o Criciúma, o atacante Vanderlei Mior também é o maior centroavante da história do clube com 84 gols. O jogador defendeu a equipe por sete anos, entre 1985 e 1992 e foi peça-chave na conquista do título mais importante do Tricolor catarinense, a Copa do Brasil de 1991.
Com passagens por times do futebol gaúcho, catarinense e mexicano, o atleta também ajudou o Tigre a erguer os títulos de Campeão Catarinense de 1986, 1989, 1990 e 1991 e é visto pela torcida como o maior ídolo da equipe.
Depois de Mior, o atacante Soares é o segundo maior artilheiro da história do clube. O jogador foi fundamental na conquista o tricampeonato catarinense – 1989, 1990 e 1991 – e na Copa do Brasil também em 1991, sob o comando de Luis Felipe Scolari. Ele defendeu a equipe de 1989 a 1993, quando foi negociado com o Palmeiras.
Outro importante atleta na conquista da Copa do Brasil e na boa campanha da Taça Libertadores da América em 1992 foi o ponta-esquerda Jairo Lenzi. Revelado nas categorias de base do Tigre, ele foi o típico “jogador de um time só”, pois nunca conseguiu repetir suas boas atuações nas outras equipes em que jogou, como Grêmio e Internacional.
Assim como Lenzi, Jorge Veras também infernizava as defesas adversárias atuando pelo lado esquerdo do ataque Tricolor na década de 1980. O meia foi outro importante jogador da história do clube catarinense e um dos principais atletas na conquista do título estadual em 1986.
O meio-campo Paulo Baier foi outro que se destacou no Criciúma. Contratado no São Luiz de Ijuí-RS, o ala chegou a Santa Catarina em 1997 e, no ano seguinte, ajudou o clube a conquistar o Campeonato Catarinense. As boas apresentações o levaram para o Botafogo, mas ele não repetiu o bom desempenho do Tigre e acabou “rodando” por vários times brasileiros, como Atlético-MG, Vasco e América-MG.
Sem sucesso nessas equipes, Baier voltou para o Tricolor em 2002 e foi peça importante na conquista do Campeonato Brasileiro da Série B no mesmo ano, despontando para o futebol brasileiro.
O volante Roberto Cavalo também marcou época quando vestiu a camisa do Criciúma. Seu poder de marcação e os chutes fortes de longa distância o colocaram na posição de líder e capitão do time campeão da Copa do Brasil de 1991, fazendo dele um dos maiores ídolos da torcida tricolor.
O zagueiro Silvio Criciúma foi uma das maiores revelações do time catarinense, tanto que incorporou o nome do clube ao seu. O jogador iniciou sua carreira na equipe em 1990 e um ano depois conquistou seu primeiro título. Ele foi um dos principais jogadores do sistema defensivo do Tigre, quinto colocado na Taça Libertadores da América de 1992. Além disso, foi bicampeão estadual em 1993 e 1995, seu último ano defendendo a equipe.
Outros jogadores como Alexandre Lopes, Itá, Sarandi, Grizzo, Gelson, Zé Roberto e Mabília também tiveram importantes passagens pelo clube catarinense, assim como os treinadores Levir Culpi e Luís Felipe Scolari, o mais importante da história do Criciúma Esporte Clube.
ARTILHEIROS
Apontado como o mais importante jogador a defender o Criciúma, o atacante Vanderlei Mior também é o maior artilheiro da história do clube com 84 gols. O jogador defendeu a equipe por sete anos, entre 1985 e 1992 e foi peça vital na conquista do título mais importante do Tricolor catarinense, a Copa do Brasil de 1991.
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A história do Criciúma começou em 13 de maio de 1947, com a fundação do Comerciário Esporte Clube por um grupo de jovens comerciantes moradores da cidade, pois no município não havia uma agremiação voltada à prática do esporte.
A primeira partida do time aconteceu dois dias após sua inauguração. O adversário foi o São Paulo da Vila Operária e o resultado não foi dos melhores para a equipe catarinense: derrota por 4 a 0.
O primeiro título da história do Comerciário aconteceu em 1968. A façanha ocorreu no Campeonato Catarinense. Na decisão, o time enfrentou o Caxias de Joinville e levou a melhor.
Entretanto, assolado por uma crise financeira, o Comerciário fechou suas portas em 1970 e parou de disputar o Campeonato Estadual. O clube só retomou suas atividades na modalidade em 1977, quando passou a disputar campeonatos amadores.
No ano seguinte, no dia 2 de abril de 1978, o time catarinense passou por uma grande transformação e mudou seu nome para Criciúma Esporte Clube, dando molde a atual agremiação, entre as maiores do futebol brasileiro.
A primeira conquista da nova equipe, reformulada para atrair novos torcedores, aconteceu depois de o time trocar suas cores, passando para o amarelo, preto e branco e mudar seu distintivo. O feito ocorreu em 1986 e o clube conquistou pela segunda vez o Campeonato Catarinense.
Em 1989, o time voltaria a vencer o Catarinense, após bater o Joinville na grande final, na qual precisava apenas do empate. Sob o comando do técnico Levir Culpi, o Criciúma garantiu o título após empatar em 1 a 1.
Nos anos seguintes, o clube também se tornaria campeão catarinense, em 1990 e 1991 e conquistaria o tricampeonato estadual, garantindo assim o Troféu Maximiliano Gaidzinski, dado a agremiação campeã três vezes consecutivas ou cinco alternadas.
Ainda em 1991, o time conquistaria o título mais importante de sua história e com isso ganharia reputação nacional e continental. Neste ano, comandados por Luis Felipe Scolari, o Criciúma conquistou a Copa do Brasil de forma invicta e garantiu a vaga para a Copa Libertadores da América no ano seguinte.
Na competição brasileira, o time catarinense eliminou três campeões brasileiros: Internacional, Coritiba e São Paulo. Na final, o Tricolor enfrentou o Grêmio. Na primeira partida no Estádio Olímpico, empate em 1 a 1, gol do zagueiro Vilmar para o Tigre e de Maurício para os gaúchos.
Na volta, com o Estádio Heriberto Hulse lotado e empurrado pela fanática torcida, o Criciúma segurou um dramático empate de 0 a 0 e, por ter feito mais gols como visitante, foi campeão da Copa do Brasil, consagrando o técnico Felipão.
Na competição continental que disputou pela primeira e única vez, o Criciúma terminou a na quinta posição, fazendo uma ótima campanha para um time estreante. Os catarinenses se classificaram na primeira posição de seu grupo e na segunda fase bateram o Sporting Cristal, do Peru. O Tigre acabou eliminado pelo São Paulo, após perder o primeiro jogo por 1 a 0 e empatar o outro em 0 a 0.
Ainda no século 20, o Criciúma conquistou mais três títulos estaduais, em 1993, 1995 e 1998, derrotando equipes como Figueirense, Chapecoense e Tubarão, respectivamente.
Em 2002, o Criciúma conquistou seu segundo título nacional e foi campeão do Campeonato Brasileiro da Série B, após bater o Fortaleza na final por 4 a 3, no placar agregado – derrota por 2 a 0 na primeira partida e vitória por 4 a 1 na segunda.
O sonho do retorno à elite do futebol brasileiro durou pouco e, dois anos após o acesso, o Tigre foi rebaixado. Em 2004, ficou a um ponto do Botafogo, último time fora da "zona da degola" e caiu de divisão juntamente com Guarani, Vitória e Grêmio.
Com a queda, o time catarinense entrou em uma forte crise e, apesar de conquistar o Campeonato Catarinense de 2005, foi rebaixado mais uma vez, desta vez para a Série C. O Tigre se reformulou e, no ano seguinte, conquistou a terceira divisão brasileira, vencendo o octogonal final e subindo de divisão juntamente com Vitória, Ipatinga e Grêmio Barueri.
GRANDES ÍDOLOS
Apontado como o mais importante jogador a defender o Criciúma, o atacante Vanderlei Mior também é o maior centroavante da história do clube com 84 gols. O jogador defendeu a equipe por sete anos, entre 1985 e 1992 e foi peça-chave na conquista do título mais importante do Tricolor catarinense, a Copa do Brasil de 1991.
Com passagens por times do futebol gaúcho, catarinense e mexicano, o atleta também ajudou o Tigre a erguer os títulos de Campeão Catarinense de 1986, 1989, 1990 e 1991 e é visto pela torcida como o maior ídolo da equipe.
Depois de Mior, o atacante Soares é o segundo maior artilheiro da história do clube. O jogador foi fundamental na conquista o tricampeonato catarinense – 1989, 1990 e 1991 – e na Copa do Brasil também em 1991, sob o comando de Luis Felipe Scolari. Ele defendeu a equipe de 1989 a 1993, quando foi negociado com o Palmeiras.
Outro importante atleta na conquista da Copa do Brasil e na boa campanha da Taça Libertadores da América em 1992 foi o ponta-esquerda Jairo Lenzi. Revelado nas categorias de base do Tigre, ele foi o típico “jogador de um time só”, pois nunca conseguiu repetir suas boas atuações nas outras equipes em que jogou, como Grêmio e Internacional.
Assim como Lenzi, Jorge Veras também infernizava as defesas adversárias atuando pelo lado esquerdo do ataque Tricolor na década de 1980. O meia foi outro importante jogador da história do clube catarinense e um dos principais atletas na conquista do título estadual em 1986.
O meio-campo Paulo Baier foi outro que se destacou no Criciúma. Contratado no São Luiz de Ijuí-RS, o ala chegou a Santa Catarina em 1997 e, no ano seguinte, ajudou o clube a conquistar o Campeonato Catarinense. As boas apresentações o levaram para o Botafogo, mas ele não repetiu o bom desempenho do Tigre e acabou “rodando” por vários times brasileiros, como Atlético-MG, Vasco e América-MG.
Sem sucesso nessas equipes, Baier voltou para o Tricolor em 2002 e foi peça importante na conquista do Campeonato Brasileiro da Série B no mesmo ano, despontando para o futebol brasileiro.
O volante Roberto Cavalo também marcou época quando vestiu a camisa do Criciúma. Seu poder de marcação e os chutes fortes de longa distância o colocaram na posição de líder e capitão do time campeão da Copa do Brasil de 1991, fazendo dele um dos maiores ídolos da torcida tricolor.
O zagueiro Silvio Criciúma foi uma das maiores revelações do time catarinense, tanto que incorporou o nome do clube ao seu. O jogador iniciou sua carreira na equipe em 1990 e um ano depois conquistou seu primeiro título. Ele foi um dos principais jogadores do sistema defensivo do Tigre, quinto colocado na Taça Libertadores da América de 1992. Além disso, foi bicampeão estadual em 1993 e 1995, seu último ano defendendo a equipe.
Outros jogadores como Alexandre Lopes, Itá, Sarandi, Grizzo, Gelson, Zé Roberto e Mabília também tiveram importantes passagens pelo clube catarinense, assim como os treinadores Levir Culpi e Luís Felipe Scolari, o mais importante da história do Criciúma Esporte Clube.
ARTILHEIROS
Apontado como o mais importante jogador a defender o Criciúma, o atacante Vanderlei Mior também é o maior artilheiro da história do clube com 84 gols. O jogador defendeu a equipe por sete anos, entre 1985 e 1992 e foi peça vital na conquista do título mais importante do Tricolor catarinense, a Copa do Brasil de 1991.
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