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Campeonato Mineiro - EC Democrata :: Voltar
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HISTÓRIA
O Esporte Clube Democrata foi fundado em 13 de fevereiro de 1932. A iniciativa partiu de alguns torcedores do Flamengo de Figueira do Rio Doce, antigo nome da cidade de Governador Valadares, que estavam insatisfeitos com a sua equipe e então resolveram criar uma nova agremiação para a cidade.
No início, o Democrata foi chamado de São Domingos. Após a mudança do nome da cidade de Figueira do Rio Doce para Governador Valadares, o São Domingos também decidiu mudar de nome e virou o Esporte Clube Democrata.
Apesar de fundado em 1932, o Democrata passou a ganhar destaque apenas nos anos 1980, em 1981, mais precisamente. Nesse ano, o clube da cidade de Governador Valadares conquistou seu primeiro título, a Taça Minas Gerais, derrotando o Uberlândia na final.
A equipe mineira só voltaria a ficar em destaque novamente dez anos mais tarde. Em 1991, após uma campanha brilhante no Campeonato Mineiro, o time de Governador Valadares chegou à decisão da competição. A disputa foi contra o Atlético-MG e o time da capital de Belo Horizonte levou a melhor e ficou com o título. No entanto, o artilheiro daquele ano era do Democrata. O atacante Gilmar marcou 14 gols naquele campeonato.
O ano de 2001 foi outro marcante na história do Democrata, mas de maneira negativa. Após uma péssima campanha no Campeonato Mineiro daquela temporada e a penúltima colocação no certame, veio o rebaixamento.
Dois anos mais tarde aconteceu o segundo título da história do time de Governador Valadares. Em 2003, após grande campanha, a Pantera se sagrou campeã mineira na categoria de juniores.
O retorno ao Módulo 1 do Campeonato Mineiro veio dois anos após a conquista da competição de juniores. Em 2005, o Democrata garantiu seu acesso se sagrando Campeão do Módulo 2 da competição.
Dois anos mais tarde, em 2007, o Democrata fez um grande Campeonato Mineiro e terminou a primeira fase na terceira colocação, o que garantiu uma vaga nas semifinais e na Série C.
Na fase final da competição o Democrata enfrentou o Atlético-MG, que mais tarde se tornou o campeão daquele ano. E o time de Governador Valadares não fez feio e quase complicou a vida do Galo. Na partida do Mineirão, a Pantera conseguiu o empate com o clube da capital. Mas no segundo jogo, em Governador Valadares, o Alvinegro foi derrotado por 2 a 1 e acabou eliminado da competição.
GRANDES ÍDOLOS
Apesar de ser um clube antigo, o Democrata não revelou muitos jogadores e não foram muitos os grandes atletas que jogaram pelo time de Governador Valadares. Nesses quesitos, dois jogadores com passagens pelo time se destacam.
O primeiro é o zagueiro Chris, que também joga de volante. O atleta começou sua carreira no time que tem o mesmo nome de sua cidade natal, o Timbó, de Santa Catarina.
Quando saiu do Timbó, o atleta se transferiu para a Pantera de Governador Valadares, mas não ficou muito tempo em Minas Gerais. Em 2001, o jogador se transferiu para o Coritiba e, no mesmo ano, foi contratado pelo Grêmio.
O jogador também não passou muito tempo no Tricolor gaúcho. No ano seguinte, Chris foi para o arqui-rival do Grêmio, o Internacional. Um ano defendendo o Colorado e veio a proposta da Europa.
Em 2003, o jogador passou a defender o Saint Pauli, de Hamburgo, na Alemanha. Mas, como em todos os outros times que defendeu, não ficou muito tempo. No mesmo ano, Chris foi para o Eintracht Frankfurt, equipe que defende até hoje.
Mas, sem dúvida, o maior atleta que já passou pelo Democrata de Governador Valadares foi Dirceu Lopes. O jogador, que começou a carreira no time de sua cidade natal, Pedro Leopoldo, escolheu a Pantera para encerrar a sua carreira repleta de títulos e conquistas.
Foi no Cruzeiro que o atleta alcançou maior destaque. Dirceu Lopes defendeu a Raposa por 13 anos, de 1964 até 1977. A estréia no time profissional da equipe celeste foi em 1964, em um clássico contra o Atlético-MG. A partida terminou empatada por 1 a 1 e foi a primeira vez que Dirceu Lopes formou dupla com Tostão, o maior parceiro de toda a sua carreira.
Certa vez, quando estava concentrado com o time do Cruzeiro em São Paulo, Garrincha apareceu no hotel da equipe celeste e disse que queria conhecer, pessoalmente, o melhor jogador do mundo.
Depois de defender o Cruzeiro, Dirceu Lopes mudou de Estado e foi para o Fluminense, time que defendeu até 1978, quando voltou para Minas Gerais.
No seu retorno ao estado em que nasceu, Dirceu Lopes defendeu o Uberlândia, onde ficou de 1978 até 1980, quando se transferiu para o Democrata e encerrou sua carreira no ano de 1981.
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O Esporte Clube Democrata foi fundado em 13 de fevereiro de 1932. A iniciativa partiu de alguns torcedores do Flamengo de Figueira do Rio Doce, antigo nome da cidade de Governador Valadares, que estavam insatisfeitos com a sua equipe e então resolveram criar uma nova agremiação para a cidade.
No início, o Democrata foi chamado de São Domingos. Após a mudança do nome da cidade de Figueira do Rio Doce para Governador Valadares, o São Domingos também decidiu mudar de nome e virou o Esporte Clube Democrata.
Apesar de fundado em 1932, o Democrata passou a ganhar destaque apenas nos anos 1980, em 1981, mais precisamente. Nesse ano, o clube da cidade de Governador Valadares conquistou seu primeiro título, a Taça Minas Gerais, derrotando o Uberlândia na final.
A equipe mineira só voltaria a ficar em destaque novamente dez anos mais tarde. Em 1991, após uma campanha brilhante no Campeonato Mineiro, o time de Governador Valadares chegou à decisão da competição. A disputa foi contra o Atlético-MG e o time da capital de Belo Horizonte levou a melhor e ficou com o título. No entanto, o artilheiro daquele ano era do Democrata. O atacante Gilmar marcou 14 gols naquele campeonato.
O ano de 2001 foi outro marcante na história do Democrata, mas de maneira negativa. Após uma péssima campanha no Campeonato Mineiro daquela temporada e a penúltima colocação no certame, veio o rebaixamento.
Dois anos mais tarde aconteceu o segundo título da história do time de Governador Valadares. Em 2003, após grande campanha, a Pantera se sagrou campeã mineira na categoria de juniores.
O retorno ao Módulo 1 do Campeonato Mineiro veio dois anos após a conquista da competição de juniores. Em 2005, o Democrata garantiu seu acesso se sagrando Campeão do Módulo 2 da competição.
Dois anos mais tarde, em 2007, o Democrata fez um grande Campeonato Mineiro e terminou a primeira fase na terceira colocação, o que garantiu uma vaga nas semifinais e na Série C.
Na fase final da competição o Democrata enfrentou o Atlético-MG, que mais tarde se tornou o campeão daquele ano. E o time de Governador Valadares não fez feio e quase complicou a vida do Galo. Na partida do Mineirão, a Pantera conseguiu o empate com o clube da capital. Mas no segundo jogo, em Governador Valadares, o Alvinegro foi derrotado por 2 a 1 e acabou eliminado da competição.
GRANDES ÍDOLOS
Apesar de ser um clube antigo, o Democrata não revelou muitos jogadores e não foram muitos os grandes atletas que jogaram pelo time de Governador Valadares. Nesses quesitos, dois jogadores com passagens pelo time se destacam.
O primeiro é o zagueiro Chris, que também joga de volante. O atleta começou sua carreira no time que tem o mesmo nome de sua cidade natal, o Timbó, de Santa Catarina.
Quando saiu do Timbó, o atleta se transferiu para a Pantera de Governador Valadares, mas não ficou muito tempo em Minas Gerais. Em 2001, o jogador se transferiu para o Coritiba e, no mesmo ano, foi contratado pelo Grêmio.
O jogador também não passou muito tempo no Tricolor gaúcho. No ano seguinte, Chris foi para o arqui-rival do Grêmio, o Internacional. Um ano defendendo o Colorado e veio a proposta da Europa.
Em 2003, o jogador passou a defender o Saint Pauli, de Hamburgo, na Alemanha. Mas, como em todos os outros times que defendeu, não ficou muito tempo. No mesmo ano, Chris foi para o Eintracht Frankfurt, equipe que defende até hoje.
Mas, sem dúvida, o maior atleta que já passou pelo Democrata de Governador Valadares foi Dirceu Lopes. O jogador, que começou a carreira no time de sua cidade natal, Pedro Leopoldo, escolheu a Pantera para encerrar a sua carreira repleta de títulos e conquistas.
Foi no Cruzeiro que o atleta alcançou maior destaque. Dirceu Lopes defendeu a Raposa por 13 anos, de 1964 até 1977. A estréia no time profissional da equipe celeste foi em 1964, em um clássico contra o Atlético-MG. A partida terminou empatada por 1 a 1 e foi a primeira vez que Dirceu Lopes formou dupla com Tostão, o maior parceiro de toda a sua carreira.
Certa vez, quando estava concentrado com o time do Cruzeiro em São Paulo, Garrincha apareceu no hotel da equipe celeste e disse que queria conhecer, pessoalmente, o melhor jogador do mundo.
Depois de defender o Cruzeiro, Dirceu Lopes mudou de Estado e foi para o Fluminense, time que defendeu até 1978, quando voltou para Minas Gerais.
No seu retorno ao estado em que nasceu, Dirceu Lopes defendeu o Uberlândia, onde ficou de 1978 até 1980, quando se transferiu para o Democrata e encerrou sua carreira no ano de 1981.
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