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Campeonato Carioca - Friburguense :: Voltar

HISTÓRIA

Em 14 de março de 1980, Francisco Mastrângelo, que se tornou o primeiro presidente, Francisco Sampaio, Jorge El-Jaick, Tuffy El-Jaick, João Bizzoto, Ernesto Faria e Henrique Leal fundaram o clube. Futuramente, o Friburguense seria uma equipe com presença constante na elite do futebol Carioca.

Com apenas 27 anos de existência, o clube se firmou como grande força do interior, formando uma boa estrutura e disputando competições importantes como o Campeonato Estadual, Campeonato Brasileiro da Série C e a Copa do Brasil.

A equipe começou a despontar na década de 90, quando conseguiu o título da segunda divisão do Estadual em 1997. Após essa conquista, o clube teve razoáveis campanhas na elite carioca, sempre permanecendo na zona intermediária e não correndo risco de rebaixamento desde então.

Sua melhor colocação foi o quarto lugar obtido em 1999, quando venceu o Botafogo e o Fluminense no Maracanã. Em 2002, o time se classificou novamente em quarto no segundo turno e disputou as semifinais da Taça Rio, perdendo para o Vasco nos pênaltis, após um empate por 1 a 1 no tempo normal na partida do Maracanã. A sexta posição no carioca de 2004 garantiu ao time a inédita classificação para a Copa do Brasil em 2005.

Em 2006, o time se classificou novamente em sexto lugar no Estadual e obteve a classificação para o Campeonato Brasileiro da Série C. Em 2007 o Figueirense foi desclassificado do grupo 12 na primeira fase pelo Volta Redonda e o Rio Claro e o sonho de figurar na divisão de acesso do Nacional foi mais uma vez adiado.

O clube tem como aliado para realizar boas campanhas o seu estádio, Eduardo Guinle, com capacidade para 12 mil torcedores e com campo com dimensão de 105m x 68m. O recorde de público no palco aconteceu no dia 22 de julho de 1984, quando o Friburguense recebeu o Botafogo e foi derrotado por 3 a 1, quando 12.689 torcedores presenciaram a partida.


GRANDES ÍDOLOS

Ninguém marcou mais seu nome na história do Friburguense do que o lateral-esquerdo Eduardo. Revelado pelo Fluminense na década de 1980 e com boas passagens pelo Vasco e seleção brasileira, o jogador acertou com o clube de Nova Friburgo em meados da década de 90.

Lá, defendeu a equipe até o início do século 21, quando se aposentou e continuou trabalhando na agremiação, sendo treinador das divisões de base. No entanto, no Friburguense Eduardo atuou como meio-campista e foi o grande líder do time em vários estaduais, tornando o time mais respeitado pelos quatro grandes do estado.

Apesar de não possuir mais o vigor físico que o marcou no Flu e no Vasco, o atleta, com sua técnica refinada e toque de bola preciso, fez grandes atuações e é referência até hoje dentro do clube.

Depois da aposentadoria de Eduardo, a equipe de 2004 fez muito sucesso com Abedi e Ziquinha, que empolgaram o torcedor no Estadual daquele ano. Depois desse campeonato, o meia Abedi se firmou no Vasco. Após uma boa passagem pelo clube cruzmaltino, o jogador foi para o futebol israelense em 2007. Já Ziquinha teve uma oportunidade no Botafogo, mas não conseguiu repetir os gols e o bom futebol apresentado no Figueirense.

No gol, uma figura que marcou época foi o experiente goleiro José Romário Severino da Silva, conhecido apenas como Zé Romário. Ele defendeu por muito tempo as cores do Friburguense. Sua boas atuações chamaram a atenção do Flamengo, que contratou o arqueiro. Mas, no Rubro-Negro, Zé Romário não teve muitas oportunidades.

Em 2001, o clube reuniu grandes jogadores em seu elenco, como o meia Carlos, que atuou por importantes clubes como o Grêmio, Fluminense e Vasco. No ataque, possuía o artilheiro Jack Jones, que disputou a artilharia da competição. Na lateral esquerda atuava Bill, jogador que lá se destacou e depois vestiu as camisas do Bragantino-SP, da Ponte Preta e do Botafogo-RJ.

Sérgio Gomes foi dono durante muito tempo da lateral direita do clube. Ele esteve em campanhas importantes como as de 2004 e 2006. O lateral já jogou por diversos clubes, mas os mais importantes foram o Ceará, Avaí e Botafogo-RJ.

O meio-campo Tota também se destacou por seus gols e por permanecer por muito tempo no clube, criando certa simpatia com seus torcedores. Em 2003, o volante Gedeil jogou um bom futebol, conseguindo projeção, mas não conseguiu se firmar no Botafogo-RJ, para onde se transferiu após o Estadual daquele ano.

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