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Campeonato Gaúcho - Grêmio :: Voltar

HISTÓRIA

A história da fundação do Grêmio é das mais curiosas. Consta que, no começo do século 20, ingleses e alemães que jogavam em um clube de Porto Alegre resolveram fazer uma exibição. Em dado momento, a bola do jogo furou, e os atletas tiveram de pedir uma emprestada a um espectador, Cândido Dias da Silva. Após a partida, Cândido recebeu uma aula de futebol dos jogadores e ouviu deles as instruções para montar um clube de futebol. Dias depois, ele estava junto com outros 31 rapazes fundando o Grêmio Football Porto-Alegrense, em 1903.

O primeiro passo da agremiação foi a compra de um local para a prática da modalidade. A Baixada dos Moinhos de Vento foi adquirida em 1904 e serviu como palco para a recém-fundada equipe por muitos anos. Em campo, ia amealhando glórias simples ao vencer seus principais rivais em confrontos de menor importância. Isso porque o primeiro campeonato organizado do Rio Grande do Sul só seria criado em 1910 (Liga de Clubes de Porto Alegre).

Antes disso, o Grêmio já dava início a uma das maiores rivalidades do país. Em 1909, enfrentou pela primeira vez o Sport Club Internacional, arrasando-o com o sonoro placar de 10 a 0. Pelo campeonato da cidade, conseguiria, nos anos 1910, logo estabelecer domínio. Foi pentacampeão entre 1911 e 1915. Até o fim da década, ainda venceria a disputa mais uma vez (1919).

Nos anos 1920, com a criação do Campeonato Gaúcho, estenderia a hegemonia para o Estado. Com Lagarto e Ramon no ataque, chegaria ao bicampeonato em 1921 e 1922, além de outra taça em 1926. Era o estabelecimento de uma dinastia, já que a equipe tricolor chegava regularmente às decisões e invariavelmente estava entre os melhores.

Outros Estados sentiram a força do Grêmio nos anos 30. À época bicampeão gaúcho (1931 e 1932), o Grêmio testou suas forças contra equipes de outros estados, e até de outros países. Foi feliz. Venceu o Atlético-PR (campeão paranaense), o Santos (campeão paulista), o Botafogo (campeão carioca), o Wanderers (campeão uruguaio) e o Independiente (campeão argentino). Era apenas a primeira das muitas digressões de sucesso do clube pela América.

Aquele momento positivo, porém, estava em xeque pela discussão a respeito da profissionalização ou não dos jogadores. Enquanto o eixo Rio-São Paulo aceitava a mudança no começo dos anos 30, o Rio Grande do Sul só embarcaria na nova onda em 1937, com a criação da Especializada, um departamento profissional filiado à Federação Brasileira de Futebol, em desacordo com a Federação Rio-Grandense de Desportos.

Durante dois anos, existiram dois Estaduais paralelos, que competiam entre si. O Grêmio, ao lado da Especializada, sagrou-se tricampeão metropolitano (1937 a 1939), mas perdeu o Campeonato Gaúcho. Era uma preparação para o que aconteceria na década seguinte.

Mesmo com mais experiência em torneio de grande porte, o Tricolor perderia espaço para o arqui-rival Internacional, que dominou os anos 40 (venceu oito dos dez troféus em disputa). Ao Grêmio restaram as conquistas de 1946 e 1949, solitárias naquele período. Como consolação, mais uma glória internacional e a construção do Estádio Olímpico, à época o maior do país na categoria dos privados, em 1954. Venceu também, em pleno Centenário, o Nacional, do Uruguai, por 2 a 1, na comemoração dos 50 anos do rival.

A confirmação da ascensão veio na segunda metade da década de 50, quando o Tricolor, depois de anos de domínio do Internacional, conseguiu duas seqüências de títulos no Campeonato Gaúcho (cinco de 1956 a 1960 e sete de 1962 a 1968). O hepta, aliás, era uma honra jamais alcançada por nenhuma outra agremiação do Estado. Tudo isso sob o comando de Airton Pavilhão e Alcindo, dois dos maiores jogadores que já vestiram a camisa do clube.

Paralelamente, o Grêmio angariava posições no cenário nacional. Era a equipe gaúcha de maior projeção no país, tendo sido semifinalista da Taça Brasil em três ocasiões (1959, 1963 e 1967). Cedeu também, o lateral-esquerdo Everaldo para a equipe titular do Brasil na Copa do Mundo de 1970, na conquista do terceiro título mundial. Era o primeiro jogador de um time do Rio Grande do Sul a conseguir tal feito.

Viu, porém, o maior rival montar o maior time de sua hi­stória. O Inter da década de 70, com Falcão, Valdomiro, Carpegiani e Figueroa, conquistou até o Brasil (bicampeão brasileiro em 1975 e 1976), e dominou ainda mais o Rio Grande do Sul. Conquistou oito títulos estaduais consecutivos (quebrando o recorde gremista da década anterior) e ofuscou o Tricolor.

A volta por cima viria nos anos 80. Com um time experiente, bicampeão gaúcho em 1979 e 1980, o Grêmio conseguiu seu vôo mais alto em 1981. Com um time que tinha jogadores de destaque como Renato Gaúcho, Hugo de León e Paulo Isidoro, foi campeão brasileiro pela primeira vez na sua história. Na decisão, superou o poderoso São Paulo (bi estadual) com gol de Baltazar no Morumbi.

Era o início de uma época de sucessos. No ano seguinte, veio a estréia na Libertadores, que instigou os torcedores. No Brasileiro, a o segundo troféu esteve perto, mas escapou na final diante de um Flamengo diferenciado, com Zico, Andrade, Júnior e companhia.

A revanche veio em 1983. Com um time reforçado por Paulo César Caju e Tita, o Tricolor eliminou os cariocas na primeira fase da competição continental. Na decisão, superou, em confronto emocionante no estádio Olímpico, o famoso Peñarol, do Uruguai. No fim do ano, o grande momento foi ampliado.

Principal jogador daquela equipe, que já tinha Mário Sérgio, Renato Gaúcho fez a diferença contra o Hamburgo, da Alemanha, na final do Mundial Interclubes do Japão. Sob o comando de Valdir Espinosa, o garoto, revelado nas categorias de base do Olímpico, marcou os dois gols brasileiros no 2 a 1, decidido na prorrogação. Era a consagração da geração vencedora, que, assim, superava o arqui-rival Inter, que se gabava do bicampeonato brasileiro.

Depois da glória, porém, sempre há uma desaceleração. Aos poucos, os destaques da equipe foram deixando o clube. De León transferiu-se para o Corinthians em 1985, Renato para o Flamengo em 1986 e Paulo César Caju se aposentou também naquela época. O Grêmio deixou, então, de brigar pelos primeiros lugares em nível nacional, tendo de voltar-se ao Rio Grande do Sul. Aproveitando-se de mau momento do rival Inter, foi pentacampeão estadual entre 1985 e 1990, com Jorge Veras como principal artífice das conquistas.

Ainda naquela década, mais precisamente em 1989, venceu a primeira Copa do Brasil, com jovens como Cuca e Caio no elenco e o experiente Mazarópi no gol. Esses, no entanto, também deixariam logo o Olímpico, que viveu sua primeira experiência realmente traumática em 1991.

Com uma campanha medíocre (19º de 20 participantes), o Grêmio foi rebaixado à segunda divisão do Campeonato Brasileiro pela primeira vez. Em 1992, disputou a Segundona e não conseguiu o acesso em campo, mas foi erguido pelo tapetão dos dirigentes, que “reorganizaram” a lista de participantes no ano seguinte.

A má fase, então, deu lugar a um novo Grêmio. Com Luiz Felipe Scolari no comando, o Tricolor viveu um de seus melhores momentos na história. Começou vencendo a Copa do Brasil de 1994, em final contra o Ceará. No ano seguinte, na Copa Libertadores, o time de Dinho, Adílson, Danrlei, Carlos Miguel, Paulo Nunes, Arce e Jardel eliminou o poderoso Palmeiras no caminho da final contra o Nacional, da Colômbia.

Na decisão, fez 3 a 1 em Porto Alegre, e garantiu o caneco com um empate por 1 a 1 fora de casa. No Japão, contra o Ajax, da Holanda, segurou o empate por 0 a 0 com um a menos, mas perdeu o Mundial Interclubes nos pênaltis.

Já sem Jardel, era a hora do time de Felipão atestar a presença no cenário nacional. Em 1996, com a base campeã continental do ano anterior, venceu a Portuguesa na final e garantiu seu segundo título brasileiro. O troféu derradeiro daquela geração seria a Copa do Brasil de 1997. Depois de uma eliminação melancólica para o Cruzeiro na Libertadores, o time tricolor, sob o comando de Cláudio Duarte e com Carlos Miguel inspirado, superou o Flamengo na decisão.

Começava, então, um breve período de incertezas. Por dois anos, o Grêmio não brigou por nada, ficando longe dos principais clubes do país. Cresceu em 1999, com a revelação de Ronaldinho Gaúcho. O fenômeno foi à seleção brasileira com rapidez e recolocou o clube no caminho das conquistas. Decidiu o Gaúcho daquele ano com show na final contra o Inter e comandou a equipe semifinalista na Copa João Havelange (Brasileiro) de 2000.

Sua saída conturbada, em 2001, para o PSG, da França, não desarmou a estrutura montada. Com o novato Tite no comando, o Grêmio de Marcelinho Paraíba e Zinho fez grande campanha e foi novamente campeão da Copa do Brasil, desta vez sobre o Corinthians. No ano seguinte, chegou às semifinais da Libertadores, mas foi derrotado nos pênaltis pelo Olimpia, do Paraguai.

Mais uma vez, o bom momento precedeu o fracasso retumbante. A mesma equipe que brigava pelo título continental em 2003, ano do centenário gremista, lutou para não cair no Brasileirão, escapando só na última rodada. Os dirigentes, porém, não aprenderam com os próprios erros, e o time repetiu o desempenho em 2004, desta vez caindo para a Segundona.

O fundo do poço parecia bem perto. O Grêmio não só estava prestes a disputar a Série B como também ia mal no Gaúcho, sendo eliminado pela Ulbra. Trouxe, então, o novato Mano Menezes para o comando técnico. O resultado foi uma equipe aguerrida, comandada pelo jovem Anderson, que conseguiu, de maneira heróica, o acesso e o título.

No dia 26 de novembro de 2005, precisava de um empate contra o Náutico, em Pernambuco, para voltar à elite. Aos 35min do segundo tempo, já com um homem a menos, viu o árbitro marcar um pênalti a favor dos donos da casa. Revoltados, os jogadores tricolores paralisaram o confronto durante 20 minutos, que resultaram em outras três expulsões. Gallatto, porém, defendeu a cobrança, aliviando os torcedores, que passaram a comemorar o gol de Anderson no contra-ataque.

Aquela geração recém-promovida faria história dois anos depois. Após um bom Brasileiro que garantiu vaga na Libertadores, o Grêmio conseguir ir à final continental eliminando Santos e São Paulo no caminho, mas acabou caindo diante do Boca Juniors.


GRANDES ÍDOLOS

O primeiro grande ídolo e talvez o maior de todos do Grêmio foi o goleiro Eurico Lara. Foram 16 temporadas na época do amadorismo (de 1920 a 1935), com a conquista de 11 títulos de Porto Alegre e cinco Gaúchos no período.

A identificação com as arquibancadas foi tão grande que ele foi incluído na letra do hino oficial do clube. Um dos momentos que colaboraram para a criação da mística foi a final do Campeonato Farroupilha em 1935, contra o Inter. Doente do coração e desautorizado pelos médicos, Lara entrou em campo pelo Tricolor e fez grande atuação. Dois meses depois, morreu em decorrência do agravamento do problema de saúde.

O camisa 1, no entanto, não foi o único ídolo daquele tempo. O Grêmio daquele momento também tinha grandes atacantes, como Lagarto e Ramon, artilheiros do Estadual em 1922.

Com o fim dessa geração, o clube estava consolidado como uma das potências do futebol do Rio Grande do Sul, senão a principal. Nos anos 40, porém, viu o arqui-rival Internacional estabelecer uma hegemonia, vencendo quase todos os títulos. Nesse período, poucos ídolos surgiram do lado tricolor.

Uma reviravolta começava a acontecer na década de 50. Aos poucos, o Grêmio conseguiu montar uma equipe com nomes de peso como Calvet, Alcindo, Gessi, Ortunho e Airton Pavilhão. Juntos, esses jogadores viveram uma das maiores fases da história do time.

Foram 12 títulos conquistados em 13 anos, de 1956 a 1968. Na primeira seqüência, o penta de 1956 a 1960, apenas os três citados participaram, com destaque para o último. Airton veio jovem do Força e Luz, trocado por um pavilhão da antiga Baixada. Com o Grêmio inaugurando o Olímpico, a estrutura não fez falta ao Tricolor, que conseguiu trazer aquele que seria um dos maiores zagueiros gaúchos de todos os tempos.

Ao fim da seqüência, porém, Airton Pavilhão perdeu seu companheiro de zaga. Isso porque o argentino Calvet transferiu-se para o Santos de Pelé. Em compensação, viu surgir um garoto nas categorias de base que também ficaria marcado na história do clube. Alcindo surgiu entre os profissionais em 1964, participando de quatro conquistas até 1968.

O “Bugre Xucro”, como ficou conhecido, deixou a equipe em 1971, dando início aos oito anos de fila em que o Grêmio apenas assistiu às conquistas do rival Inter. Coincidentemente, ou não, foi quando ele voltou, em 1977, que o clube voltou a vencer. Naquela época, porém, ele não era a única estrela.

Com Telê Santana no banco de reserva, o time do Olímpico saiu da fila com Éder como a principal estrela, mas também com Tarciso no meio-campo. Na final, 1 a 0 no Internacional e uma história curiosa. André Catimba, autor do gol, comemora o lance com uma cambalhota, mas cai de cara no chão e tem de ser substituído.

Era o prenúncio de um grande momento. Em 1979 e 1980, com Paulo César Caju, Paulo Isidoro e Baltazar somando qualidade ao elenco de dois anos antes, o Grêmio foi bicampeão, preparando o bote para a conquista maior. Em 1981, com Hugo de León na zaga, o Tricolor conseguiu seu primeiro brasileiro depois de uma final contra o São Paulo, decidida por Baltazar, o “Artilheiro de Deus” (assim chamado por comemorar seus gols apontando para o céu).

Dois anos depois, o clube daria seu maior salto. Na disputa da Libertadores, eliminou o Flamengo e foi à final, já com Mazarópi no gol, contra o Peñarol, do Uruguai, vencendo a decisão em Porto Alegre por 2 a 1, já com Tita e Renato em campo.

Este último, no entanto, ainda não tinha vivido seu melhor momento. Este veio no fim daquele ano, no Japão, na final do Mundial Interclubes contra o Hamburgo, da Alemanha. Renato Portaluppi, como é conhecido até hoje pelos gremistas, marcou os dois gols do 2 a 1 do confronto, sendo o último deles na prorrogação.

Depois disso, a geração começou a se desfazer. Com a dispersão dos craques, o Grêmio restringiu seus objetivos para o Rio Grande do Sul. Foram seis títulos, de 1985 a 1990, com destaque para nomes como Caio Júnior, Cuca e Jorge Veras, que também trouxeram o título da Copa do Brasil de 1989.

Nos anos 1990, depois do momento delicado em 1992, quando chegou a disputar a segunda divisão do Campeonato Brasileiro, o Grêmio se reergueu e conquistou tudo de novo. Foi campeão da Copa do Brasil em 1994 com um time marcante para a torcida, que tinha Danrlei, Arce, Rivarola, Adílson, Roger, Dinho, Carlos Miguel, Paulo Nunes e Jardel.

No ano seguinte, venceu a Copa Libertadores de maneira conturbada. Na fase mata-mata, eliminou o Palmeiras de Vanderlei Luxemburgo de maneira inacreditável, vencendo por 5 a 0 e perdendo em São Paulo por 5 a 1. Na final, ganhou do Nacional, da Colômbia, por 3 a 1 no Olímpico, e empatou por 1 a 1 fora, conquistando a taça pela segunda vez.

No fim do ano, o paraguaio Rivarola viveu um momento complicado em sua passagem vitoriosa pelo clube. Na disputa do Mundial contra o Ajax, no Japão, foi expulso com poucos minutos de jogo, deixando o Grêmio com um a menos em quase todo o tempo. O time tricolor acabou sendo derrotado apenas nos pênaltis, após 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação.

A geração ainda não estava apagada. Em 1996, venceu o Brasileiro na decisão contra a Portuguesa. Depois de sofrer 2 a 0 em São Paulo, garantiu o título em Porto Alegre a dez minutos do fim, com gol do criticado Aílton. O fim daquele grande momento foi em 1997, quando o time venceu, sob a batuta de Carlos Miguel em campo e Carlos Duarte no banco, a Copa do Brasil em 1997, e se dispersou logo em seguida.

O Grêmio viveu, então, dois anos de “seca”. Sem títulos e com poucos destaques, só renasceu como grande equipe em 1999, com a aparição de Ronaldinho Gaúcho. O garoto garantiu seu espaço na decisão do Gaúcho daquele ano, contra o Inter, ao aplicar um chapéu e um elástico no capitão colorado Dunga, além de marcar o gol do título.

A lua-de-mel com a torcida duraria até o começo de 2001. Até ali, havia perdido um Estadual para o modesto Caxias e tinha comandado a equipe às semifinais da Copa João Havelange (Brasileiro de 2000). Ao sair em litígio com a diretoria, porém, o menino rompeu com as arquibancadas. Os fãs apoiaram, então, a geração de Tite, que apresentava nomes mais rodados, como Anderson Lima, Mauro Galvão, Zinho e Marcelinho Paraíba, mas também revelações como Tinga e Anderson Polga.

Eles conquistaram logo a Copa do Brasil em cima do Corinthians, recolocando o Grêmio entre os principais times do Brasil. Um dos melhores momentos dessa geração veio em 2002, quando, com Rodrigo Fabri em grande fase, foi às semifinais do Brasileirão, perdendo apenas para o campeão Santos.

O fim desse grande momento culminou no pior período da história do clube. Depois da briga para não cair no ano do centenário (2003), o Grêmio acabou na Segundona em 2004. Com Mano Menezes no banco de reservas, um time limitado, com Sandro Goiano, Patrício, Gallatto e o jovem Anderson como expoente, a equipe fez uma campanha razoável, e, perto do acesso, fez milagre para subir.

No jogo decisivo, o time gaúcho foi para Pernambuco enfrentar o Náutico precisando de um empate. A dez minutos do fim, já sem o chileno Escalona, viu o árbitro marcar pênalti a favor dos donos da casa. Inconformados, os gremistas pressionaram a arbitragem durante 20 minutos, indo para a fatídica cobrança sem Patrício, Domingos e Nunes. Gallatto defendeu, e Anderson, em contra-ataque, definiu o placar do jogo que ficou conhecido como “A Batalha dos Aflitos”.

Depois do acesso, o Grêmio viveu momentos de prosperidade. Em 2006, venceu o Gauchão derrubando o favorito Inter no ano de seu Mundial, com gol de Pedro Júnior em pleno Beira-Rio. No ano seguinte, campanha memorável na Libertadores, eliminando Santos e São Paulo, mas perdendo a decisão para o Boca Juniors.


ARTILHEIROS

O maior artilheiro da história do Grêmio é o atacante Alcindo, que defendeu o clube entre 1964 e 1971 e depois em 1977. Ao todo, ele balançou as redes adversárias em 264 oportunidades.

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