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Campeonato Mineiro - Guarani EC :: Voltar
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HISTÓRIA
O Guarani Esporte Clube foi fundado no dia 20 de setembro de 1930 na cidade de Divinópolis e é um dos maiores representantes do município no estado. O time é um dos mais tradicionais do interior mineiro e sempre revelou bons jogadores para o futebol estadual e nacional.
Nas primeiras décadas de existência, o clube disputava apenas campeonatos amadores e regionais pelo interior do Estado. A equipe é uma das maiores vencedoras da região centro-oeste de Minas Gerais, com 26 títulos de campeonato de juniores.
Em 1961, 31 após a fundação, a equipe fez sua melhor campanha em estaduais, terminando a competição na segunda colocação.
Neste campeonato, o time de Divinópolis perdeu o título, que seria o mais importante de sua história, nas últimas rodadas. O certame era disputado em pontos corridos e na antepenúltima jornada a equipe foi derrotada por 2 a 1 para o Atlético-MG, com uma atuação polêmica do árbitro da partida, que validou os dois gols do Galo convertidos de maneira duvidosa.
Três anos após o vice, o clube venceu o Atlético-MG na final e conquistou pela primeira e única vez o Torneio Início de Minas Gerais, em 1964. A competição antecede o Campeonato Mineiro e é disputado pelas equipes da elite do futebol estadual.
No Estadual de Minas Gerais de 1979, a agremiação mais uma vez deixou seu nome na história do futebol mineiro e fez do atacante Fernando Roberto o artilheiro da competição. Com 15 gols naquele torneio, ele até hoje é lembrado pelo seu feito.
Dois anos depois, em 1981, o Guarani fez sua melhor campanha em campeonatos nacionais. O time terminou a Taça Bronze, equivalente a Série C do Campeonato Brasileiro, na quarta colocação. Como o regulamento na época era diferente e passou por muitas mudanças, o Tamanduá não obteve o acesso à Série B.
Entre os inícios das décadas de 80 e 90, o time amargou dez anos na segunda divisão mineira, devido a uma confusa parceria com o Atlético-MG. O acordo entre as partes envolvia o intercâmbio de jogadores entre as duas equipes, mas o Galo “passou a perna” no alvirrubro, ficando com os melhores atletas revelados pelo Bugre e vendendo os outros. O time não recebeu nenhum centavo e, por falta de recursos financeiros, entrou em crise, caindo para a terceira divisão do Estado.
O clube deu a volta por cima em 1994, quando se sagrou campeão da Terceira Divisão do Campeonato Mineiro, ascendendo ao segundo escalão do futebol estadual. A equipe venceu o hexagonal final da competição e ergueu o caneco.
O Guarani continuou se reerguendo e fazendo boas campanhas, até que em 2000 foi vice-campeão do Módulo II do Campeonato Mineiro e retornou à elite do futebol no Estado, após muitos anos nas divisões inferiores.
Em 2001, no seu retorno à Série A do futebol Mineiro, o alvirrubro não foi bem e conquistou apenas quatro pontos em 11 jogos, encerrando o certame na última colocação. Com a péssima campanha, o Tamanduá caiu de divisão mais uma vez.
No ano seguinte, o Bugre voltou a jogar bem e conquistou a segunda divisão Mineira. A equipe fez excelente campanha na primeira fase e assegurou o título no hexagonal final.
No ano de 2003, o Guarani disputou mais uma vez a primeira divisão e encerrou o sobe-desce no campeonato estadual. O time terminou a competição na décima colocação e se manteve entre os “grandes” do Estado.
Desde então, o clube de Divinópolis permanece na elite do futebol mineiro, mas sempre lutando contra o rebaixamento. Em 2008, disputará pela sétima vez consecutiva o Campeonato Estadual da Primeira Divisão.
GRANDES ÍDOLOS
O Guarani é um dos clubes mais tradicionais do interior de Minas Gerais e sempre revelou bons jogadores para os times mineiros e do país. Localizado na região centro-oeste do Estado, o clube já viu vários jogadores formados em suas categorias de base se destacando pelo Brasil.
O atacante Fernando Roberto, também conhecido como Mastiguinha, por sempre estar mascando chiclete, atuou no Bugre na segunda metade da década de 70 e foi um dos grandes jogadores do futebol mineiro na época.
Contratado do América Mineiro, ele iniciou sua carreia no time mineiro ainda jovem e foi artilheiro do Campeonato Estadual de 1979 com 15 gols, despertando o interesse de “grandes” clubes do Estado. Os dirigentes na equipe não conseguiram segurá-lo por muito tempo em Divinópolis e o jogador acabou se transferindo para o Atlético-MG. Ele também teve passagens por Internacional e Sport.
O meia Fabrício, revelado pelo América Mineiro e reconhecido no futebol nacional quando atuou pelo Atlético-PR, deu seus primeiros passos no futebol na categorias de base do Guarani.
O jogador, que ficou marcado por perder um pênalti na final da Copa Libertadores da América de 2005 contra o São Paulo, nunca chegou a atuar na equipe profissional do Guará, sendo negociado.
Outro destaque do Tamanduá foi o veterano meia Agamenon. Com passagens por vários times do país, o jogador chegou ao clube em 2003 e se tornou um dos principais jogadores do elenco neste ano e no seguinte. Com idade já avançada para o futebol, o meio-campista deixou a equipe em 2005.
Outros vários atletas formados nas categorias de base ou com rápidas passagens pelo clube fazem sucesso em time com maiores recursos financeiros, como o Atlético-MG, Cruzeiro e outras equipes do país.
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O Guarani Esporte Clube foi fundado no dia 20 de setembro de 1930 na cidade de Divinópolis e é um dos maiores representantes do município no estado. O time é um dos mais tradicionais do interior mineiro e sempre revelou bons jogadores para o futebol estadual e nacional.
Nas primeiras décadas de existência, o clube disputava apenas campeonatos amadores e regionais pelo interior do Estado. A equipe é uma das maiores vencedoras da região centro-oeste de Minas Gerais, com 26 títulos de campeonato de juniores.
Em 1961, 31 após a fundação, a equipe fez sua melhor campanha em estaduais, terminando a competição na segunda colocação.
Neste campeonato, o time de Divinópolis perdeu o título, que seria o mais importante de sua história, nas últimas rodadas. O certame era disputado em pontos corridos e na antepenúltima jornada a equipe foi derrotada por 2 a 1 para o Atlético-MG, com uma atuação polêmica do árbitro da partida, que validou os dois gols do Galo convertidos de maneira duvidosa.
Três anos após o vice, o clube venceu o Atlético-MG na final e conquistou pela primeira e única vez o Torneio Início de Minas Gerais, em 1964. A competição antecede o Campeonato Mineiro e é disputado pelas equipes da elite do futebol estadual.
No Estadual de Minas Gerais de 1979, a agremiação mais uma vez deixou seu nome na história do futebol mineiro e fez do atacante Fernando Roberto o artilheiro da competição. Com 15 gols naquele torneio, ele até hoje é lembrado pelo seu feito.
Dois anos depois, em 1981, o Guarani fez sua melhor campanha em campeonatos nacionais. O time terminou a Taça Bronze, equivalente a Série C do Campeonato Brasileiro, na quarta colocação. Como o regulamento na época era diferente e passou por muitas mudanças, o Tamanduá não obteve o acesso à Série B.
Entre os inícios das décadas de 80 e 90, o time amargou dez anos na segunda divisão mineira, devido a uma confusa parceria com o Atlético-MG. O acordo entre as partes envolvia o intercâmbio de jogadores entre as duas equipes, mas o Galo “passou a perna” no alvirrubro, ficando com os melhores atletas revelados pelo Bugre e vendendo os outros. O time não recebeu nenhum centavo e, por falta de recursos financeiros, entrou em crise, caindo para a terceira divisão do Estado.
O clube deu a volta por cima em 1994, quando se sagrou campeão da Terceira Divisão do Campeonato Mineiro, ascendendo ao segundo escalão do futebol estadual. A equipe venceu o hexagonal final da competição e ergueu o caneco.
O Guarani continuou se reerguendo e fazendo boas campanhas, até que em 2000 foi vice-campeão do Módulo II do Campeonato Mineiro e retornou à elite do futebol no Estado, após muitos anos nas divisões inferiores.
Em 2001, no seu retorno à Série A do futebol Mineiro, o alvirrubro não foi bem e conquistou apenas quatro pontos em 11 jogos, encerrando o certame na última colocação. Com a péssima campanha, o Tamanduá caiu de divisão mais uma vez.
No ano seguinte, o Bugre voltou a jogar bem e conquistou a segunda divisão Mineira. A equipe fez excelente campanha na primeira fase e assegurou o título no hexagonal final.
No ano de 2003, o Guarani disputou mais uma vez a primeira divisão e encerrou o sobe-desce no campeonato estadual. O time terminou a competição na décima colocação e se manteve entre os “grandes” do Estado.
Desde então, o clube de Divinópolis permanece na elite do futebol mineiro, mas sempre lutando contra o rebaixamento. Em 2008, disputará pela sétima vez consecutiva o Campeonato Estadual da Primeira Divisão.
GRANDES ÍDOLOS
O Guarani é um dos clubes mais tradicionais do interior de Minas Gerais e sempre revelou bons jogadores para os times mineiros e do país. Localizado na região centro-oeste do Estado, o clube já viu vários jogadores formados em suas categorias de base se destacando pelo Brasil.
O atacante Fernando Roberto, também conhecido como Mastiguinha, por sempre estar mascando chiclete, atuou no Bugre na segunda metade da década de 70 e foi um dos grandes jogadores do futebol mineiro na época.
Contratado do América Mineiro, ele iniciou sua carreia no time mineiro ainda jovem e foi artilheiro do Campeonato Estadual de 1979 com 15 gols, despertando o interesse de “grandes” clubes do Estado. Os dirigentes na equipe não conseguiram segurá-lo por muito tempo em Divinópolis e o jogador acabou se transferindo para o Atlético-MG. Ele também teve passagens por Internacional e Sport.
O meia Fabrício, revelado pelo América Mineiro e reconhecido no futebol nacional quando atuou pelo Atlético-PR, deu seus primeiros passos no futebol na categorias de base do Guarani.
O jogador, que ficou marcado por perder um pênalti na final da Copa Libertadores da América de 2005 contra o São Paulo, nunca chegou a atuar na equipe profissional do Guará, sendo negociado.
Outro destaque do Tamanduá foi o veterano meia Agamenon. Com passagens por vários times do país, o jogador chegou ao clube em 2003 e se tornou um dos principais jogadores do elenco neste ano e no seguinte. Com idade já avançada para o futebol, o meio-campista deixou a equipe em 2005.
Outros vários atletas formados nas categorias de base ou com rápidas passagens pelo clube fazem sucesso em time com maiores recursos financeiros, como o Atlético-MG, Cruzeiro e outras equipes do país.
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