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Campeonato Gaúcho - Guarany :: Voltar
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HISTÓRIA
O Guarany foi fundado no dia 19 de abril de 1907. Onze amigos se reuniram na Praça da Matriz, no município de Bagé, e decidiram dar este nome ao clube devido à admiração pela composição “O Guarani”, de Carlos Gomes. Nasceu, assim, uma das mais expressivas agremiações futebolísticas do interior do Rio Grande do Sul.
A grande maioria dos títulos do Guarany é municipal. A cidade de Bagé possuía um torneio anual, em que o único clube que era realmente páreo para esta equipe era o Grêmio Bagé, principal rival ao alvirrubro. Mas uma das maiores glórias da história do time do interior não demoraria a vir.
Grêmio e Internacional são, notoriamente, as maiores forças do Rio Grande do Sul quando se trata de futebol. O Juventude surge como a terceira potência estadual. No interior, a equipe que conseguiu mais destaque no decorrer dos anos foi o Guarany. Em 1920, o time de Bagé conquistou seu primeiro Campeonato Gaúcho, algo considerado um grande feito em um cenário dominado pelos poderosos clubes da capital.
Em 1926, o Guarany conseguiu ir à final do Gaúcho, mas terminou vice-campeão. O feito se repetiu três anos depois com um novo segundo lugar na competição estadual. Depois, segui com suas conquistas municipais e sem grande destaque no cenário regional até 1938, quando se sagrou campeão do Campeonato Gaúcho, seu segundo grande título da história.
Esta foi a última vez em que o Guarany foi campeão estadual. Mas o time chegou a disputar as finais em outras oportunidades, como em 1958, por exemplo. Depois, passou um longo tempo sem grande destaque, a não ser, naturalmente, em nível municipal. No total, o Guarany venceu 21 Campeonatos da Cidade de Bagé.
Em 1999, a equipe disputou a terceira divisão do Campeonato Gaúcho e conseguiu mais um título estadual, mesmo sendo de um escalão inferior. Em 2006, conquistou a segunda divisão e o direito de participar do Campeonato Gaúcho de 2007. Estava de volta à elite depois de 25 anos. Em 2008, o time jogou a primeira divisão estadual mais uma vez. Porém, o time não foi bem e, ao lado do 15 de Novembro, foi rebaixado e terá que disputar a segunda divisão do Campeonato em 2009.
O Guarany também é conhecido por revelar jogadores que obtiveram grande destaque em equipes de maior expressão, como o tetracampeão mundial Branco, que saiu do clube para brilhar no Fluminense na década de 80. Além dele, outro jogador do time de Bagé disputou uma Copa do Mundo: trata-se de Martim Silveira, que foi ao Mundial em 1934 e em 1938.
GRANDES ÍDOLOS
Picão é um dos maiores artilheiros da história do Guarany. Ele atuou no clube entre 1933 e 1943 e marcou 125 gols com a camisa alvirrubra. Ele participou da campanha do título do Campeonato Gaúcho de 1938 e chegou a jogar ao lado de outro goleador muito reverenciado pelos torcedores da equipe de Bagé: Rubilar, que entre 1938 e 1951 fez 123 gols pelo time.
O zagueiro Calvet era conhecido pela sua classe e elegância quando roubava a bola dos adversários e saía jogando. Foi um dos grandes nomes da história do Guarany. Ele chegou a atuar pelo Grêmio, sendo campeão gaúcho em duas oportunidades (1956 e 1959) e ainda foi tetracampeão paulista pelo Santos, além de vencer a Copa Libertadores e o Campeonato Mundial duas vezes com o time paulista.
Um dos jogadores mais marcantes da história da seleção brasileira começou no Guarany. O lateral-esquerdo Branco, autor do gol que classificou o Brasil para a semifinal da Copa do Mundo de 1994, iniciou sua carreira nas divisões de base do time. Ainda como junior, jogaria na base do Internacional, até se transferir para o Fluminense, onde foi campeão brasileiro (1984) e tricampeão estadual (1983, 1984 e 1985). Pela seleção brasileira, ganhou a Copa América de 1989 e a Copa do Mundo de 1994. Jogou também pelo Porto, de Portugal, onde venceu o Campeonato Português de 1989/1990.
Martim Silveira é outro atleta que marcou os torcedores do Guarany. Na década de 30, ele brilhou com a camisa alvirrubra, além de ter sido o único jogador que passou pelo clube, à exceção de Branco, a ter disputado uma Copa do Mundo. Ele esteve no grupo da seleção brasileira nos Mundiais de 1934 e 1938.
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O Guarany foi fundado no dia 19 de abril de 1907. Onze amigos se reuniram na Praça da Matriz, no município de Bagé, e decidiram dar este nome ao clube devido à admiração pela composição “O Guarani”, de Carlos Gomes. Nasceu, assim, uma das mais expressivas agremiações futebolísticas do interior do Rio Grande do Sul.
A grande maioria dos títulos do Guarany é municipal. A cidade de Bagé possuía um torneio anual, em que o único clube que era realmente páreo para esta equipe era o Grêmio Bagé, principal rival ao alvirrubro. Mas uma das maiores glórias da história do time do interior não demoraria a vir.
Grêmio e Internacional são, notoriamente, as maiores forças do Rio Grande do Sul quando se trata de futebol. O Juventude surge como a terceira potência estadual. No interior, a equipe que conseguiu mais destaque no decorrer dos anos foi o Guarany. Em 1920, o time de Bagé conquistou seu primeiro Campeonato Gaúcho, algo considerado um grande feito em um cenário dominado pelos poderosos clubes da capital.
Em 1926, o Guarany conseguiu ir à final do Gaúcho, mas terminou vice-campeão. O feito se repetiu três anos depois com um novo segundo lugar na competição estadual. Depois, segui com suas conquistas municipais e sem grande destaque no cenário regional até 1938, quando se sagrou campeão do Campeonato Gaúcho, seu segundo grande título da história.
Esta foi a última vez em que o Guarany foi campeão estadual. Mas o time chegou a disputar as finais em outras oportunidades, como em 1958, por exemplo. Depois, passou um longo tempo sem grande destaque, a não ser, naturalmente, em nível municipal. No total, o Guarany venceu 21 Campeonatos da Cidade de Bagé.
Em 1999, a equipe disputou a terceira divisão do Campeonato Gaúcho e conseguiu mais um título estadual, mesmo sendo de um escalão inferior. Em 2006, conquistou a segunda divisão e o direito de participar do Campeonato Gaúcho de 2007. Estava de volta à elite depois de 25 anos. Em 2008, o time jogou a primeira divisão estadual mais uma vez. Porém, o time não foi bem e, ao lado do 15 de Novembro, foi rebaixado e terá que disputar a segunda divisão do Campeonato em 2009.
O Guarany também é conhecido por revelar jogadores que obtiveram grande destaque em equipes de maior expressão, como o tetracampeão mundial Branco, que saiu do clube para brilhar no Fluminense na década de 80. Além dele, outro jogador do time de Bagé disputou uma Copa do Mundo: trata-se de Martim Silveira, que foi ao Mundial em 1934 e em 1938.
GRANDES ÍDOLOS
Picão é um dos maiores artilheiros da história do Guarany. Ele atuou no clube entre 1933 e 1943 e marcou 125 gols com a camisa alvirrubra. Ele participou da campanha do título do Campeonato Gaúcho de 1938 e chegou a jogar ao lado de outro goleador muito reverenciado pelos torcedores da equipe de Bagé: Rubilar, que entre 1938 e 1951 fez 123 gols pelo time.
O zagueiro Calvet era conhecido pela sua classe e elegância quando roubava a bola dos adversários e saía jogando. Foi um dos grandes nomes da história do Guarany. Ele chegou a atuar pelo Grêmio, sendo campeão gaúcho em duas oportunidades (1956 e 1959) e ainda foi tetracampeão paulista pelo Santos, além de vencer a Copa Libertadores e o Campeonato Mundial duas vezes com o time paulista.
Um dos jogadores mais marcantes da história da seleção brasileira começou no Guarany. O lateral-esquerdo Branco, autor do gol que classificou o Brasil para a semifinal da Copa do Mundo de 1994, iniciou sua carreira nas divisões de base do time. Ainda como junior, jogaria na base do Internacional, até se transferir para o Fluminense, onde foi campeão brasileiro (1984) e tricampeão estadual (1983, 1984 e 1985). Pela seleção brasileira, ganhou a Copa América de 1989 e a Copa do Mundo de 1994. Jogou também pelo Porto, de Portugal, onde venceu o Campeonato Português de 1989/1990.
Martim Silveira é outro atleta que marcou os torcedores do Guarany. Na década de 30, ele brilhou com a camisa alvirrubra, além de ter sido o único jogador que passou pelo clube, à exceção de Branco, a ter disputado uma Copa do Mundo. Ele esteve no grupo da seleção brasileira nos Mundiais de 1934 e 1938.
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