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Campeonato Mineiro - Ipatinga :: Voltar
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HISTÓRIA
O Ipatinga foi fundado em 21 de maio de 1998, pelo empresário Itair Machado. O fundador decidiu criar um time para a cidade pelo fato de Ipatinga possuir o terceiro maior estádio de Minas Gerais, o Ipatingão, mas não ter nenhuma equipe para aproveitar a boa estrutura.
Machado tinha na cabeça o projeto do Ipatinga Futebol Clube, mas não tinha meios de levar à frente a sua idéia. Então o empresário, ex-atleta de Atlético-MG e Cruzeiro, saiu do time que patrocinava, o Social Futebol Clube, de Coronel Fabriciano, cidade vizinha a Ipatinga, e foi em busca de parceiros que pudessem ajudar na fundação da agremiação.
O principal colaborador do projeto foi o presidente do Novo Cruzeiro Futebol Clube, Gercy Mathias, time de futebol amador da cidade de Ipatinga. Além dele, Itair Machado ainda contou com o apoio de Cosme Mattos, um antigo esportista de Ipatinga, Dr. Rinaldo Campos Soares, presidente do Sistema Usiminas, Dr. Ronaldo Monteiro de Souza, presidente do Usisaúde, e Francisco Carlos Delfino, prefeito de Ipatinga.
Para finalmente dar vida ao projeto Ipatinga Futebol Clube, Itair Machado conseguiu registrar o Novo Cruzeiro Futebol Clube na Federação Mineira de Futebol com o nome de Ipatinga Futebol Clube. Em 21 de maio de 1998, nascia então o Tigre do Vale do Aço, que passou a defender as cores da cidade, vermelho, azul, verde e branco.
Esse foi só o começo de uma história vitoriosa. Em 2005, apenas sete anos após sua criação e vários acessos conseguidos nas divisões inferiores do Campeonato Mineiro, o Ipatinga chegou à final do Estadual contra o poderoso Cruzeiro, absoluto favorito.
A equipe celeste era dona do passe da maioria dos atletas do Ipatinga devido a uma parceria firmada entre os clubes, na qual a Raposa cedia temporariamente alguns jogadores para o Ipatinga. Mas isso não foi suficiente para salvar o Cruzeiro. O Ipatinga deixou de lado o rótulo de filial e venceu, conquistando o mais importante título de sua história.
No mesmo ano, o Ipatinga ainda quase conseguiu o acesso à Série B. O Tigre chegou ao quadrangular final, mas ficou apenas em terceiro e não se classificou para a segunda divisão do Nacional.
Em 2006, o Ipatinga chegou novamente à final do Campeonato Mineiro. O adversário era, mais uma vez, o Cruzeiro. Desta vez o Tigre não conseguiu resistir à Raposa e acabou ficando com o vice-campeonato.
Mas o ano de 2006 ainda reservava uma grata surpresa aos torcedores. O time chegou novamente ao quadrangular final da Série B e ficou, mais uma vez, na terceira colocação. Mas, graças à mudança de regra de um ano para o outro, passaram a subir quatro equipes, em vez de apenas duas, e o clube conseguiu o tão sonhado acesso à Série B.
No ano seguinte, o time foi à disputa da Série B e, depois de um primeiro turno regular, o Tigre mostrou suas garras e conseguiu chegar ao vice-campeonato da competição e ainda fez com que o atacante Alessandro fosse o artilheiro da segunda divisão, com 25 gols. Graças a isso, o Ipatinga se credenciou a dar mais um passo na sua curta, porém vitoriosa, trajetória e disputa a Série A do Campeonato Brasileiro em 2008.
Infelizmente o Ipatinga não foi bem no Campeonato Mineiro de 2008 e, ao lado do Democrata, foi rebaixado e disputará a segunda divisão do Campeonato Mineiro em 2009.
GRANDES ÍDOLOS
Apesar de curta, o Ipatinga tem uma história vitoriosa que se deve aos bons jogadores que vestiram sua camisa. O mais recente desses ídolos da torcida do Ipatinga é o meio-campista Gérson Magrão.
O atleta começou a sua carreira no Cruzeiro, time pelo qual jogou apenas nas categorias de base. Em seguida o jogador se transferiu para o Feyenoord, da Holanda. Na Europa, também não teve sucesso e jogou pouco.
Em seu retorno ao Brasil, Gérson Magrão foi contratado pelo Flamengo. No time da Gávea, o meia também teve poucas chances e foi emprestado ao Ipatinga. E foi no Tigre que o futebol do atleta despontou e fez com que ele se tornasse um dos maiores ídolos da conquista do inédito acesso à Série A, conseguido com o vice-campeonato na Série B em 2007.
Outro ídolo da torcida do Ipatinga é o também meio-campista Walter Minhoca. O atleta começou sua carreira no Cruzeiro, em 2004. No ano seguinte, o jogador se transferiu, por empréstimo, para o Ipatinga. Pelo Tigre, o atleta conseguiu destaque no Campeonato Mineiro de 2005, título pelo qual foi um dos maiores responsáveis.
Após o Campeonato Mineiro, Walter Minhoca voltou para a equipe que detinha seu passe, o Cruzeiro. Mas o atleta não ficou muito tempo na Raposa e logo se mandou para o Marítimo, de Portugal, onde também não deu certo.
O destino do atleta parecia mesmo ser o Ipatinga. Depois de retornar do futebol português, Walter Minhoca voltou ao Ipatinga, e novamente conseguiu destaque pelo Tigre. O destaque foi tão grande que o Flamengo se interessou e acabou levando o jogador. Pelo time da Gávea, novo insucesso. No ano seguinte, Walter Minhoca estava de volta ao Cruzeiro, mas não se firmou como titular mais uma vez e acertou seu retorno ao Ipatinga, onde conseguiu voltar a brilhar.
Fora das quatro linhas quem se destaca é Ney Franco. O treinador começou a sua carreira no Atlético-MG, onde treinou, por três anos, as categorias de base da equipe. Em seguida, o comandante foi para o Cruzeiro e ficou na Raposa por 11 anos, também na base.
O início da carreira do técnico, em equipe profissional, foi em 2005, pelo Ipatinga. E Ney Franco mostrou a que veio conquistando seu primeiro título como treinador profissional logo na primeira competição que disputou, o Campeonato Mineiro de 2005.
No ano seguinte, o treinador levou o Tigre novamente à final da competição, mas perdeu para o mesmo Cruzeiro. Em 2006, Franco ainda conduziu o Ipatinga às semifinais da Copa do Brasil, quando foi eliminado pelo Flamengo.
Mesmo assim, Ney Franco foi um dos treinadores da final da Copa do Brasil. Isso porque o mesmo Flamengo que o eliminou acabou demitindo Waldemar Lemos na paralisação do futebol brasileiro para a Copa do Mundo de 2006 e contratou Ney Franco em seguida. Pelo Rubro-negro carioca, o treinador venceu o Vasco na final da competição e conseguiu seu segundo título como treinador. No ano seguinte, venceu o Estadual do Rio pelo Fla.
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O Ipatinga foi fundado em 21 de maio de 1998, pelo empresário Itair Machado. O fundador decidiu criar um time para a cidade pelo fato de Ipatinga possuir o terceiro maior estádio de Minas Gerais, o Ipatingão, mas não ter nenhuma equipe para aproveitar a boa estrutura.
Machado tinha na cabeça o projeto do Ipatinga Futebol Clube, mas não tinha meios de levar à frente a sua idéia. Então o empresário, ex-atleta de Atlético-MG e Cruzeiro, saiu do time que patrocinava, o Social Futebol Clube, de Coronel Fabriciano, cidade vizinha a Ipatinga, e foi em busca de parceiros que pudessem ajudar na fundação da agremiação.
O principal colaborador do projeto foi o presidente do Novo Cruzeiro Futebol Clube, Gercy Mathias, time de futebol amador da cidade de Ipatinga. Além dele, Itair Machado ainda contou com o apoio de Cosme Mattos, um antigo esportista de Ipatinga, Dr. Rinaldo Campos Soares, presidente do Sistema Usiminas, Dr. Ronaldo Monteiro de Souza, presidente do Usisaúde, e Francisco Carlos Delfino, prefeito de Ipatinga.
Para finalmente dar vida ao projeto Ipatinga Futebol Clube, Itair Machado conseguiu registrar o Novo Cruzeiro Futebol Clube na Federação Mineira de Futebol com o nome de Ipatinga Futebol Clube. Em 21 de maio de 1998, nascia então o Tigre do Vale do Aço, que passou a defender as cores da cidade, vermelho, azul, verde e branco.
Esse foi só o começo de uma história vitoriosa. Em 2005, apenas sete anos após sua criação e vários acessos conseguidos nas divisões inferiores do Campeonato Mineiro, o Ipatinga chegou à final do Estadual contra o poderoso Cruzeiro, absoluto favorito.
A equipe celeste era dona do passe da maioria dos atletas do Ipatinga devido a uma parceria firmada entre os clubes, na qual a Raposa cedia temporariamente alguns jogadores para o Ipatinga. Mas isso não foi suficiente para salvar o Cruzeiro. O Ipatinga deixou de lado o rótulo de filial e venceu, conquistando o mais importante título de sua história.
No mesmo ano, o Ipatinga ainda quase conseguiu o acesso à Série B. O Tigre chegou ao quadrangular final, mas ficou apenas em terceiro e não se classificou para a segunda divisão do Nacional.
Em 2006, o Ipatinga chegou novamente à final do Campeonato Mineiro. O adversário era, mais uma vez, o Cruzeiro. Desta vez o Tigre não conseguiu resistir à Raposa e acabou ficando com o vice-campeonato.
Mas o ano de 2006 ainda reservava uma grata surpresa aos torcedores. O time chegou novamente ao quadrangular final da Série B e ficou, mais uma vez, na terceira colocação. Mas, graças à mudança de regra de um ano para o outro, passaram a subir quatro equipes, em vez de apenas duas, e o clube conseguiu o tão sonhado acesso à Série B.
No ano seguinte, o time foi à disputa da Série B e, depois de um primeiro turno regular, o Tigre mostrou suas garras e conseguiu chegar ao vice-campeonato da competição e ainda fez com que o atacante Alessandro fosse o artilheiro da segunda divisão, com 25 gols. Graças a isso, o Ipatinga se credenciou a dar mais um passo na sua curta, porém vitoriosa, trajetória e disputa a Série A do Campeonato Brasileiro em 2008.
Infelizmente o Ipatinga não foi bem no Campeonato Mineiro de 2008 e, ao lado do Democrata, foi rebaixado e disputará a segunda divisão do Campeonato Mineiro em 2009.
GRANDES ÍDOLOS
Apesar de curta, o Ipatinga tem uma história vitoriosa que se deve aos bons jogadores que vestiram sua camisa. O mais recente desses ídolos da torcida do Ipatinga é o meio-campista Gérson Magrão.
O atleta começou a sua carreira no Cruzeiro, time pelo qual jogou apenas nas categorias de base. Em seguida o jogador se transferiu para o Feyenoord, da Holanda. Na Europa, também não teve sucesso e jogou pouco.
Em seu retorno ao Brasil, Gérson Magrão foi contratado pelo Flamengo. No time da Gávea, o meia também teve poucas chances e foi emprestado ao Ipatinga. E foi no Tigre que o futebol do atleta despontou e fez com que ele se tornasse um dos maiores ídolos da conquista do inédito acesso à Série A, conseguido com o vice-campeonato na Série B em 2007.
Outro ídolo da torcida do Ipatinga é o também meio-campista Walter Minhoca. O atleta começou sua carreira no Cruzeiro, em 2004. No ano seguinte, o jogador se transferiu, por empréstimo, para o Ipatinga. Pelo Tigre, o atleta conseguiu destaque no Campeonato Mineiro de 2005, título pelo qual foi um dos maiores responsáveis.
Após o Campeonato Mineiro, Walter Minhoca voltou para a equipe que detinha seu passe, o Cruzeiro. Mas o atleta não ficou muito tempo na Raposa e logo se mandou para o Marítimo, de Portugal, onde também não deu certo.
O destino do atleta parecia mesmo ser o Ipatinga. Depois de retornar do futebol português, Walter Minhoca voltou ao Ipatinga, e novamente conseguiu destaque pelo Tigre. O destaque foi tão grande que o Flamengo se interessou e acabou levando o jogador. Pelo time da Gávea, novo insucesso. No ano seguinte, Walter Minhoca estava de volta ao Cruzeiro, mas não se firmou como titular mais uma vez e acertou seu retorno ao Ipatinga, onde conseguiu voltar a brilhar.
Fora das quatro linhas quem se destaca é Ney Franco. O treinador começou a sua carreira no Atlético-MG, onde treinou, por três anos, as categorias de base da equipe. Em seguida, o comandante foi para o Cruzeiro e ficou na Raposa por 11 anos, também na base.
O início da carreira do técnico, em equipe profissional, foi em 2005, pelo Ipatinga. E Ney Franco mostrou a que veio conquistando seu primeiro título como treinador profissional logo na primeira competição que disputou, o Campeonato Mineiro de 2005.
No ano seguinte, o treinador levou o Tigre novamente à final da competição, mas perdeu para o mesmo Cruzeiro. Em 2006, Franco ainda conduziu o Ipatinga às semifinais da Copa do Brasil, quando foi eliminado pelo Flamengo.
Mesmo assim, Ney Franco foi um dos treinadores da final da Copa do Brasil. Isso porque o mesmo Flamengo que o eliminou acabou demitindo Waldemar Lemos na paralisação do futebol brasileiro para a Copa do Mundo de 2006 e contratou Ney Franco em seguida. Pelo Rubro-negro carioca, o treinador venceu o Vasco na final da competição e conseguiu seu segundo título como treinador. No ano seguinte, venceu o Estadual do Rio pelo Fla.
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