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Campeonato Paranaense - J. Malucelli :: Voltar

HISTÓRIA

Apesar da data de fundação oficial do J. Malucelli ser 27 de dezembro de 1994, o processo de criação da equipe começou muito antes, em 1980, quando duas tradicionais famílias de Curitiba, os Malucelli e o Trombini, se uniam para realizarem jogos de masters.

Dessa união que começou como apenas uma diversão e depois virou coisa séria, surgiu o Malutrom, antigo nome do J. Malucelli. No começo, o Malutrom disputava apenas torneios nas divisões de base. Em 1997, com a parceria firmada com a prefeitura de São José dos Pinhais, o clube passou a mandar os seus jogos no estádio Tancredo Neves.

O profissionalismo veio apenas em 1998, quando a equipe disputou a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Logo no primeiro certame disputado, o Malutrom mostrou a que veio e saiu com o título, o que o credenciou a disputar a primeira divisão do Campeonato Paranaense no ano seguinte.

Em 1998, o clube também sofreu outra grande mudança, passando a se chamar Clube Malutrom S/A, o primeiro clube-empresa do Brasil nos termos da Lei Pelé.

Dois anos depois, em 2000, disputou o Campeonato Brasileiro pela primeira vez. Naquele ano, a competição se chamou Copa João Havelange e era disputada em módulos. E mostrou que, apesar de novo, o time devia ser levado em conta.

Liderado por Tcheco e Rodrigo Batata, o Malutrom se sagrou campeão dos módulos verde e branco, o equivalente à terceira divisão do Brasileiro. No ano seguinte, o clube disputou pela primeira vez a Série B do Brasileirão e ficou com a 11ª posição no grupo Sul-Sudeste da competição.

Em 2002, no entanto, preferiu não disputar a competição nacional alegando que a CBF distribuía as rendas de forma injusta.

Em 2005 veio outra mudança na agremiação A família Trombini deixou de ter participação no clube, que passou a se chamar J. Malucelli Futebol S/A, mesmo nome do conglomerado de empresas que passou a dirigir o time.

Em 2007 outra grande vitória do J. Malucelli. O clube finalmente conseguiu construir o seu estádio, o Janguito Malucelli. E não era um estádio qualquer. Sob o apelido de Eco-estádio, o Janguito Malucelli é o primeiro campo nesses moldes do Brasil.

O estádio foi construído sem alterar o relevo do terreno, com as seis mil cadeiras sendo dispostas na própria encosta que beira o campo. Outra opção feita pela diretoria foi a de usar madeira em vez de concreto. Logo no primeiro ano, o estádio já foi de grande importância para o J. Malucelli, sendo parte importante da conquista da Copa Paraná daquele ano.


GRANDES ÍDOLOS

Mesmo sendo um time novo, o J. Malucelli possui uma galeria relativamente grande de ídolos. Nesse quesito, quatro nomes se destacam pelo caçula da primeira divisão do Campeonato Paranaense.

O primeiro deles é o zagueiro Rafael Schmitz, nascido em Blumenau. O jogador começou a sua carreira no J. Malucelli em 2000 quando, o time ainda se chamava Malutrom. Em seguida, se transferiu para o Lille, da França. Depois foi para o Birmingham, da Inglaterra, sendo titular em todas as suas equipes.

Outro que fez sucesso no J. Malucelli quando o time ainda se chamava Malutrom é o atacante Flávio. O centroavante é o maior artilheiro da história do clube, com 50 gols anotados com a camisa do Caçula.

O atleta começou a sua carreira no Taguatinga e defendeu também o PSTC de Londrina, sendo bicampeão paranaense pelo Paraná Clube em 1996 e 1997. O jogador se transferiu para o Malutrom em 1999, quando conquistou o quarto lugar do Campeonato Paranaense daquele ano pelo Caçula.

Mas, sem dúvida, a maior vitória foi a conquista dos módulos verde e branco da Copa João Havelange de 2000, o que era equivalente à Série C do Brasileirão e é o título mais importante da história do clube.

Também em 2000, dois outros jogadores se destacaram na equipe que conquistou os módulos verde e branco da Copa João Havelange.

O primeiro é o meio-campista Tcheco. O jogador começou a carreira profissional no Paraná e ainda jogou no futebol chinês e no Esportivo do Rio Grande do Sul, antes de chegar ao Malutrom, em 1999.

Tcheco se destacou pelo Caçula em 2000 e permaneceu no time até o primeiro semestre de 2002, quando se transferiu para o Coritiba. O jogador ainda defendeu o Al Ittihad, o Santos e o Grêmio.

A dupla de Tcheco no meio-de-campo da maior conquista do clube era Rodrigo Batata. O jogador foi revelado pelo Paraná e ainda defendeu equipes do Japão antes de se profissionalizar pelo Malutrom, onde alcançou o ápice da sua carreira no ano 2000.

Conhecido pela sua velocidade e habilidade, Rodrigo Batata ganhou o apelido de aviãozinho no ano 2000 quando formou uma dupla infernal com Tcheco na conquista dos módulos verde e branco da Copa João Havelange.


ARTILHEIROS

O centroavante Flávio é o maior artilheiro da história do clube, com 50 gols anotados com a camisa do Caçula.

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