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Campeonato Catarinense - Marcílio Dias :: Voltar
Campeonato Catarinense - Marcílio Dias :: Voltar
HISTÓRIA
O Clube Náutico Marcílio Dias nasceu da vontade de três amigos em formar um clube náutico em Itajaí. Gabriel Collares, Victor Emmanoel Miranda e Alyrio Gandra foram os idealizadores. Após uma reunião organizada na Sociedade Guarany, na noite de 17 de março em 1919, com a presença de mais de 80 pessoas, fundou-se a agremiação. O nome dado foi uma homenagem ao valente marinheiro gaúcho, que morreu em combate na Guerra do Paraguai.
O "Marinheiro", como também é conhecido o clube, tem como data oficial de fundação o dia 19 de março, pois averiguaram que Marcílio Dias nascera neste dia e assim preferiram adotar esta data. O primeiro presidente foi o jornalista Mascarenhas Passos, que comunicou ao Governador do Estado de Santa Catarina , Dr. Hercílio Luz, a criação do clube.
As cores foram definidas como azul e vermelho, em homenagem a dois clubes locais, o Riachuelo, que vestia o azul, e o Martineli, que vestia o vermelho. O escudo composto por dois lemes, uma corrente, uma âncora e uma bola de futebol também foi decidido neste dia.
Quando o clube foi criado, a principal atividade era o Remo. Nestas modalidades conseguiu muitos títulos e reinou nas competições náuticas de Itajaí. Aos poucos, incorporou outras atividades como pólo aquático, natação, atletismo, tênis, voleibol, basquete, futebol de salão e futebol de campo.
Em 10 de dezembro de 1921, foi doado o terreno da Praça de Esportes Dr Hercílio Luz para o Marinheiro. Aos poucos, o estádio foi erguido. Em 1957, foi colocada a primeira arquibancada. Em1959, colocaram os alambrados e, em 1964, o sistema de iluminação. Somente em 1979 o Estádio Dr Hercílio Luz ganhou sua atual capacidade de 12 mil lugares, com a construção de sua nova arquibancada.
Apenas em 1926 o Marcílio Dias começou a disputar o futebol profissional e assim conseguiu um relativo destaque nas disputas estaduais catarinenses. Em 1930, o Marinheiro alcançou a vice-colocação do Campeonato Estadual, quando perdeu para o Avaí na final.
O time bateu na trave novamente em 1944. O adversário na decisão novamente era o Avaí. Na primeira partida, o time da capital ganhou por 1 a 0. Na segunda, o Marcílio Dias foi batido novamente por 4 a 3.
Na década de 60, o Marcílio Dias quase alcançou sua consagração por três vezes seguidas. O time foi vice-campeão nos anos de 1960, 1961 e 1962, perdendo nas três oportunidades para o Metropol, de Criciúma.
O clube finalmente consegue seu primeiro título de expressão em 1963, quando ganhou o título do Torneio Luiza Mello. Neste ano, o torneio não contaria com o Metropol, que excursionava na Europa. Sem a presença do clube que fora três vezes campeão, na época resolveram não realizar o Estadual. A alternativa dos times catarinense foi realizar o Torneio Luiza Mello. Após 20 anos, o título do Marinheiro seria homologado como o Campeonato Catarinense do ano de 1963.
Em 1967, a história de 1960, 1961 e 1962 se repetiu, pois o Marcílio Dias acabou sendo batido novamente na final pelo poderoso Metropol. Paralelamente na década de 60, o clube ganhava outros títulos de menor visibilidade, como a taça do Centenário de Itajaí em1960 e o tetracampeonato citadino de Itajaí (1960 a 1963).
Após um longo período sem possuir um time de ponta, capaz de disputar títulos, o Marinheiro foi novamente vice-campeão do Estado em 1986. Em 1988, o Marcílio Dias montou um bom plantel, mas foi campeão apenas de títulos de menor expressão, como a taça Carlos Cid Renaux e, em 1989, das taças RCE TV e Pedro Ivo Campos.
O pior ano da história do clube acorreu em 1998, quando após péssimas administrações o Marcílio Dias fez uma campanha pífia e foi rebaixado para a segunda divisão do Estadual Catarinense. Porém, ano seguinte a equipe reuniu forças e sagrou-se campeã, retornando à elite.
Em 2000, outro vice-campeonato. Após bater o Figueirense no estádio Orlando Scarpelli por 2 a 1 na semifinal, o time sucumbiu diante do Joinville e mais uma vez ficou com o segundo lugar.
GRANDES ÍDOLOS
O time da década de 60 não ficou tão conhecido, pois os seguidos vice-campeonatos apagaram um pouco o brilho desta equipe que tinha bons jogadores. A equipe era composta por Zé Carlos; Antoninho e Ivo; Dico, Joel I e Joel II; Renê, Idésio, Maneca, Laranjinha (Lierte) e Jorginho.
O time de 1988, apesar de não ter conquistado o título Estadual Catarinense, deixou saudades nos torcedores do Marinheiro. Os principais destaques do elenco eram Gelson, Jairo Lenzi, Mauro Ferreira, Joel e Rosemiro.
Rosemiro fez sua carreira pelo Palmeiras, onde se tornou ídolo da torcida. Ele era um lateral que gostava bastante de atacar e por isso marcou muitos gols com a camisa do Palmeiras. Passou ainda por Vasco, Bangu, Chapecoense, terminando sua carreira no Marcílio Dias. Pela seleção brasileira vestiu a camisa em 26 oportunidades.
Estes jogadores foram treinados em 1988 por um técnico novato na época, mas que já demonstrava um enorme talento: Levir Culpi. O técnico dirigiu times importantes do Brasil como o Atlético-PR, Cruzeiro, São Paulo, Botafogo e Palmeiras.
Gelson foi um meio-campista que marcou época no Marcílio Dias. Ele foi revelado no clube e lá ganhou uma boa projeção, transferindo-se para o Criciúma, onde foi tricampeão estadual. Mais tarde defendeu o Grêmio e terminou sua carreira no Marinheiro.
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O Clube Náutico Marcílio Dias nasceu da vontade de três amigos em formar um clube náutico em Itajaí. Gabriel Collares, Victor Emmanoel Miranda e Alyrio Gandra foram os idealizadores. Após uma reunião organizada na Sociedade Guarany, na noite de 17 de março em 1919, com a presença de mais de 80 pessoas, fundou-se a agremiação. O nome dado foi uma homenagem ao valente marinheiro gaúcho, que morreu em combate na Guerra do Paraguai.
O "Marinheiro", como também é conhecido o clube, tem como data oficial de fundação o dia 19 de março, pois averiguaram que Marcílio Dias nascera neste dia e assim preferiram adotar esta data. O primeiro presidente foi o jornalista Mascarenhas Passos, que comunicou ao Governador do Estado de Santa Catarina , Dr. Hercílio Luz, a criação do clube.
As cores foram definidas como azul e vermelho, em homenagem a dois clubes locais, o Riachuelo, que vestia o azul, e o Martineli, que vestia o vermelho. O escudo composto por dois lemes, uma corrente, uma âncora e uma bola de futebol também foi decidido neste dia.
Quando o clube foi criado, a principal atividade era o Remo. Nestas modalidades conseguiu muitos títulos e reinou nas competições náuticas de Itajaí. Aos poucos, incorporou outras atividades como pólo aquático, natação, atletismo, tênis, voleibol, basquete, futebol de salão e futebol de campo.
Em 10 de dezembro de 1921, foi doado o terreno da Praça de Esportes Dr Hercílio Luz para o Marinheiro. Aos poucos, o estádio foi erguido. Em 1957, foi colocada a primeira arquibancada. Em1959, colocaram os alambrados e, em 1964, o sistema de iluminação. Somente em 1979 o Estádio Dr Hercílio Luz ganhou sua atual capacidade de 12 mil lugares, com a construção de sua nova arquibancada.
Apenas em 1926 o Marcílio Dias começou a disputar o futebol profissional e assim conseguiu um relativo destaque nas disputas estaduais catarinenses. Em 1930, o Marinheiro alcançou a vice-colocação do Campeonato Estadual, quando perdeu para o Avaí na final.
O time bateu na trave novamente em 1944. O adversário na decisão novamente era o Avaí. Na primeira partida, o time da capital ganhou por 1 a 0. Na segunda, o Marcílio Dias foi batido novamente por 4 a 3.
Na década de 60, o Marcílio Dias quase alcançou sua consagração por três vezes seguidas. O time foi vice-campeão nos anos de 1960, 1961 e 1962, perdendo nas três oportunidades para o Metropol, de Criciúma.
O clube finalmente consegue seu primeiro título de expressão em 1963, quando ganhou o título do Torneio Luiza Mello. Neste ano, o torneio não contaria com o Metropol, que excursionava na Europa. Sem a presença do clube que fora três vezes campeão, na época resolveram não realizar o Estadual. A alternativa dos times catarinense foi realizar o Torneio Luiza Mello. Após 20 anos, o título do Marinheiro seria homologado como o Campeonato Catarinense do ano de 1963.
Em 1967, a história de 1960, 1961 e 1962 se repetiu, pois o Marcílio Dias acabou sendo batido novamente na final pelo poderoso Metropol. Paralelamente na década de 60, o clube ganhava outros títulos de menor visibilidade, como a taça do Centenário de Itajaí em1960 e o tetracampeonato citadino de Itajaí (1960 a 1963).
Após um longo período sem possuir um time de ponta, capaz de disputar títulos, o Marinheiro foi novamente vice-campeão do Estado em 1986. Em 1988, o Marcílio Dias montou um bom plantel, mas foi campeão apenas de títulos de menor expressão, como a taça Carlos Cid Renaux e, em 1989, das taças RCE TV e Pedro Ivo Campos.
O pior ano da história do clube acorreu em 1998, quando após péssimas administrações o Marcílio Dias fez uma campanha pífia e foi rebaixado para a segunda divisão do Estadual Catarinense. Porém, ano seguinte a equipe reuniu forças e sagrou-se campeã, retornando à elite.
Em 2000, outro vice-campeonato. Após bater o Figueirense no estádio Orlando Scarpelli por 2 a 1 na semifinal, o time sucumbiu diante do Joinville e mais uma vez ficou com o segundo lugar.
GRANDES ÍDOLOS
O time da década de 60 não ficou tão conhecido, pois os seguidos vice-campeonatos apagaram um pouco o brilho desta equipe que tinha bons jogadores. A equipe era composta por Zé Carlos; Antoninho e Ivo; Dico, Joel I e Joel II; Renê, Idésio, Maneca, Laranjinha (Lierte) e Jorginho.
O time de 1988, apesar de não ter conquistado o título Estadual Catarinense, deixou saudades nos torcedores do Marinheiro. Os principais destaques do elenco eram Gelson, Jairo Lenzi, Mauro Ferreira, Joel e Rosemiro.
Rosemiro fez sua carreira pelo Palmeiras, onde se tornou ídolo da torcida. Ele era um lateral que gostava bastante de atacar e por isso marcou muitos gols com a camisa do Palmeiras. Passou ainda por Vasco, Bangu, Chapecoense, terminando sua carreira no Marcílio Dias. Pela seleção brasileira vestiu a camisa em 26 oportunidades.
Estes jogadores foram treinados em 1988 por um técnico novato na época, mas que já demonstrava um enorme talento: Levir Culpi. O técnico dirigiu times importantes do Brasil como o Atlético-PR, Cruzeiro, São Paulo, Botafogo e Palmeiras.
Gelson foi um meio-campista que marcou época no Marcílio Dias. Ele foi revelado no clube e lá ganhou uma boa projeção, transferindo-se para o Criciúma, onde foi tricampeão estadual. Mais tarde defendeu o Grêmio e terminou sua carreira no Marinheiro.
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