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Campeonato Catarinense - Metropolitano :: Voltar
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HISTÓRIA
A cidade de Blumenau não contava com um representante na primeira divisão do Estadual desde 1998, quando o Blumenau Esporte Clube abandonou as suas atividades, deixando os à cidade órfã de futebol. No dia 22 de janeiro de 2002, por iniciativa de moradores apaixonados pelo esporte e pessoas que eram ligadas à modalidade, surgiu o Clube Atlético Metropolitano.
Em abril de 2002 são definidos os símbolos e as cores verde e branca, que seriam adotadas pelo clube. Seu primeiro presidente eleito, Alfonso Santos Rogério, e alguns setores de Blumenau, realizaram uma seleção de atletas para a disputa em agosto da segunda divisão do Estadual Catarinense.
A primeira partida do time foi realizada no Estádio Municipal do Sesi, sua casa, e o resultado foi um empate por 0 a 0 com o Brusque, acompanhado por um público de 800 pessoas. No segundo jogo, disputado pelo "Verdão", como também é conhecido, a equipe derrotou o Caxias de virada por 2 a 1. O primeiro gol da história do Metropolitano foi marcado pelo zagueiro Márcio.
Em seu ano de estréia, a equipe terminou em quinto lugar, equilibrando as finanças e conquistando um número crescente de torcedores. Em 2003, a agremiação estréia um novo símbolo para a disputa do torneio. A competição marcava a reestréia do Blumenau Esporte Clube, que retornava as atividades.
Na competição, o Metropolitano bateu o seu rival citadino em duas oportunidades, sendo que em uma delas o Verdão aplicou uma goleada por 6 a 1. Ao final do torneio, o time alcançou o quarto lugar e obteve a classificação para a Série A2, que dá acesso a divisão de elite do Estadual Catarinense.
Em 2004, o clube almejava somente disputar a A1, a divisão de elite do futebol catarinense. Com oito vagas e jogando com times tradicionais do Estado como o Chapecoense, Marcílio Dias, Tubarão e Atlético de Ibirama, o time lutou pela classificação.
O clube resolveu investir e contratou o goleiro Ronaldo, ex-Corinthians e seleção brasileira. Outra aquisição foi o atacante Diego Viana, gaúcho que jogou por grandes times como o Juventude e Avaí. Ele marcou época na história do clube e se tornou um dos grandes ídolos do Metropolitano.
A classificação se assegurou quando o Verdão, no dia 26 de setembro, no Estádio Hercílo Luz, em Itajaí, derrotou o Marcílo Dias por 2 a 0. Classificado, o time respirou aliviado e comemorou sua ida à elite. A cidade de Blumenau voltava a ter um representante após seis anos.
A temporada de 2005 começou bem para o Metropolitano. Na primeira fase do Estadual, a equipe se classificou em segundo lugar do grupo, mas a superioridade dos clubes mais tradicionais do Estado se fez presente e o time não conseguiu se classificar para as semifinais. Nessa campanha, o Verdão contratou o jogador que seria um de seus grandes ídolos, o meia Richardson, ex-Vasco.
Pela sua classificação no campeonato, o Metropolitano teve que jogar novamente a Série A2 em 2006 para assegurar seu lugar na primeira divisão. Nesta temporada, Diego Viana se transferiu para o futebol europeu e Richardson se firmou como uma grande figura na história metropolitana, assegurando vaga na elite de 2007.
Na temporada, a equipe teve uma participação regular e o grande ídolo da torcida, Richardson, foi para o Avaí. As constantes mudanças de técnicos durante a competição impediu a constância do padrão tático do time.
Em 2008, o time excursionou à Áustria para disputar o seu primeiro torneio fora de Santa Catarina. No Torneio Internacional Centenário do FC Lustenau, o Metropolitano, no primeiro jogo, bateu o FC Lustenau e no segundo, na final, ganhou de 4 a 2 do St. Gallen, da Suíça. O Clube Atlético Metropolitano conseguiu o primeiro título como profissional.
GRANDES ÍDOLOS
Diego Viena é o vice-artilheiro da história do Metropolitano. O atacante, com passagens pelo Juventude e Avaí, marcou época e ajudou o time em 2004. Contratado como uma promessa, revelou-se uma estrela que se eternizou na memória dos torcedores. Mais tarde, se transferiu para o futebol europeu.
O meia Richardson, revelado pelo Vasco, caiu como uma luva no time e sagrou-se como o maior goleador da história do Clube Atlético Metropolitano. Por muitas vezes integrou a seleção do Estadual Catarinense. Após esse sucesso, tranferiu-se para o Avaí.
O lateral-direito Alex Albert Matteus, revelado pelo Coritiba, foi quem mais vestiu a camisa do Metropolitano. Ele jogou 73 partidas como titular no período entre 2003 a 2006.
Em 2006, o lateral-direito João Rodrigo, revelado pelo Bangu, se destacou pelos seus constantes apoios, dando ímpeto ofensivo ao time. Mais tarde transferiu-se para o Volta Redonda-RJ e posteriormente para o Avaí.
ARTILHEIROS
Quem mais marcou gols vestindo a camisa do Metropolitano foi Richardson. Revelado pelo Vasco, ele chegou a clube em 2005 e permaneceu por dois anos, marcando 28 gols.
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A cidade de Blumenau não contava com um representante na primeira divisão do Estadual desde 1998, quando o Blumenau Esporte Clube abandonou as suas atividades, deixando os à cidade órfã de futebol. No dia 22 de janeiro de 2002, por iniciativa de moradores apaixonados pelo esporte e pessoas que eram ligadas à modalidade, surgiu o Clube Atlético Metropolitano.
Em abril de 2002 são definidos os símbolos e as cores verde e branca, que seriam adotadas pelo clube. Seu primeiro presidente eleito, Alfonso Santos Rogério, e alguns setores de Blumenau, realizaram uma seleção de atletas para a disputa em agosto da segunda divisão do Estadual Catarinense.
A primeira partida do time foi realizada no Estádio Municipal do Sesi, sua casa, e o resultado foi um empate por 0 a 0 com o Brusque, acompanhado por um público de 800 pessoas. No segundo jogo, disputado pelo "Verdão", como também é conhecido, a equipe derrotou o Caxias de virada por 2 a 1. O primeiro gol da história do Metropolitano foi marcado pelo zagueiro Márcio.
Em seu ano de estréia, a equipe terminou em quinto lugar, equilibrando as finanças e conquistando um número crescente de torcedores. Em 2003, a agremiação estréia um novo símbolo para a disputa do torneio. A competição marcava a reestréia do Blumenau Esporte Clube, que retornava as atividades.
Na competição, o Metropolitano bateu o seu rival citadino em duas oportunidades, sendo que em uma delas o Verdão aplicou uma goleada por 6 a 1. Ao final do torneio, o time alcançou o quarto lugar e obteve a classificação para a Série A2, que dá acesso a divisão de elite do Estadual Catarinense.
Em 2004, o clube almejava somente disputar a A1, a divisão de elite do futebol catarinense. Com oito vagas e jogando com times tradicionais do Estado como o Chapecoense, Marcílio Dias, Tubarão e Atlético de Ibirama, o time lutou pela classificação.
O clube resolveu investir e contratou o goleiro Ronaldo, ex-Corinthians e seleção brasileira. Outra aquisição foi o atacante Diego Viana, gaúcho que jogou por grandes times como o Juventude e Avaí. Ele marcou época na história do clube e se tornou um dos grandes ídolos do Metropolitano.
A classificação se assegurou quando o Verdão, no dia 26 de setembro, no Estádio Hercílo Luz, em Itajaí, derrotou o Marcílo Dias por 2 a 0. Classificado, o time respirou aliviado e comemorou sua ida à elite. A cidade de Blumenau voltava a ter um representante após seis anos.
A temporada de 2005 começou bem para o Metropolitano. Na primeira fase do Estadual, a equipe se classificou em segundo lugar do grupo, mas a superioridade dos clubes mais tradicionais do Estado se fez presente e o time não conseguiu se classificar para as semifinais. Nessa campanha, o Verdão contratou o jogador que seria um de seus grandes ídolos, o meia Richardson, ex-Vasco.
Pela sua classificação no campeonato, o Metropolitano teve que jogar novamente a Série A2 em 2006 para assegurar seu lugar na primeira divisão. Nesta temporada, Diego Viana se transferiu para o futebol europeu e Richardson se firmou como uma grande figura na história metropolitana, assegurando vaga na elite de 2007.
Na temporada, a equipe teve uma participação regular e o grande ídolo da torcida, Richardson, foi para o Avaí. As constantes mudanças de técnicos durante a competição impediu a constância do padrão tático do time.
Em 2008, o time excursionou à Áustria para disputar o seu primeiro torneio fora de Santa Catarina. No Torneio Internacional Centenário do FC Lustenau, o Metropolitano, no primeiro jogo, bateu o FC Lustenau e no segundo, na final, ganhou de 4 a 2 do St. Gallen, da Suíça. O Clube Atlético Metropolitano conseguiu o primeiro título como profissional.
GRANDES ÍDOLOS
Diego Viena é o vice-artilheiro da história do Metropolitano. O atacante, com passagens pelo Juventude e Avaí, marcou época e ajudou o time em 2004. Contratado como uma promessa, revelou-se uma estrela que se eternizou na memória dos torcedores. Mais tarde, se transferiu para o futebol europeu.
O meia Richardson, revelado pelo Vasco, caiu como uma luva no time e sagrou-se como o maior goleador da história do Clube Atlético Metropolitano. Por muitas vezes integrou a seleção do Estadual Catarinense. Após esse sucesso, tranferiu-se para o Avaí.
O lateral-direito Alex Albert Matteus, revelado pelo Coritiba, foi quem mais vestiu a camisa do Metropolitano. Ele jogou 73 partidas como titular no período entre 2003 a 2006.
Em 2006, o lateral-direito João Rodrigo, revelado pelo Bangu, se destacou pelos seus constantes apoios, dando ímpeto ofensivo ao time. Mais tarde transferiu-se para o Volta Redonda-RJ e posteriormente para o Avaí.
ARTILHEIROS
Quem mais marcou gols vestindo a camisa do Metropolitano foi Richardson. Revelado pelo Vasco, ele chegou a clube em 2005 e permaneceu por dois anos, marcando 28 gols.
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